1000 resultados para Modelos cr
Resumo:
Resumen basado en el de la publicaci??n
Resumo:
Com objetivo de estimar parâmetros genéticos e estudar a utilização de diferentes efeitos em avaliações genéticas para idade ao primeiro parto (IPP) por diferentes modelos, foram utilizados registros de IPP de animais da raça Nelore, nascidos entre os anos de 1990 e 2005. Foram considerados os seguintes modelos (M): M1, incluindo o efeito fixo de GC1 (constituído pelos animais nascidos na mesma fazenda e ano), além da covariável, peso aos 365 dias de idade (efeito linear e quadrático), totalizando 24.263 registros de IPP; M2, considerando os efeitos fixos de GC1, ano e estação de parição, totalizando 59.792 registros de IPP e M3, incluindo os efeitos fixos de GC2 (agrupando os animais nascidos na mesma fazenda, ano e que conceberam no mesmo manejo reprodutivo), ano e estação de parição, totalizando 59.792 registros de IPP. As estimativas dos componentes de variância e herdabilidade e os valores genéticos (VG) foram obtidos pelo método da máxima verossimilhança restrita, com a inclusão da matriz de parentesco disponível. As diferenças esperadas na progênie (DEPs) foram obtidas dividindo os VG por dois. Após a obtenção desses resultados, foram realizadas correlações entre os VG e o ranqueamento das DEPs dos reprodutores para IPP, utilizando-se o procedimento PROC CORR (SAS, 2003). Ao se considerar o ano e a estação de parto nos modelos de análise (M2 e M3), esses produziram um maior R², indicando que tais modelos conseguiram explicar, em maior grau, as diferenças existentes entre os animais para IPP. As herdabilidades estimadas foram de baixa magnitude (0,14 e 0,15). As correlações entre os VG obtidas por diferentes modelos foram 0,73 (M1 x M2); 0,91 (M2 x M3) e 0,66 (M1 x M3).
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Refletindo sobre modelo de carreira mais adequado para a Administra????o P??blica nesta era de economia globalizada e de maiores exig??ncias de efici??ncia e flexibilidade na gest??o dos aparatos governamentais, questiona-se aqui a id??ia de que o modelo burocr??tico deva ser substitu??do pelo modelo gerencial. Considerando essa id??ia apenas parcialmente verdadeira, nossa argumenta????o vai na seguinte dire????o: como a burocracia ?? a forma espec??fica de organiza????o do aparato administrativo do Estado de Direito, este modelo n??o pode ser rejeitado, sob pena de comprometimento desse Estado. Mas ele precisa ser flexibilizado, superando e reduzindo o formalismo excessivo e a rigidez que sua realiza????o hist??rica possa ter gerado nos diferentes pa??ses. Igualmente, deve ser aperfei??oado em seus mecanismos de controle, at?? como condi????o para sua manuten????o eficaz nos governos democr??ticos contempor??neos.
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Este artigo apresenta diferentes vis??es sobre burocracia e efici??ncia, fazendo o contraponto com alguns modelos de gest??o p??blica, tais como o tradicional ou ortodoxo, o liberal e o chamado empreendedorismo estatal. Discute o relacionamento entre burocracia e efici??ncia, com um exemplo extra??do do gerencialismo brit??nico, orientador de reformas administrativas em diversos pa??ses. Elenca algumas quest??es recorrentes, que norteiam diversos modelos de gest??o p??blica em sua busca por efici??ncia e que t??m indiscut??vel import??ncia no ??mbito da administra????o p??blica.
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A no????o de gest??o por compet??ncias ?? muito propagada nos estudos sobre a gest??o dos recursos humanos. Certos pesquisadores evocam at?? uma transfer??ncia do modelo de organiza????o fundado na no????o de fun????o, para outro, baseado na no????o de compet??ncia (LAWLER, 1994). De um ponto de vista hist??rico, a id??ia de considerar-se a compet??ncia foi desenvolvida inicialmente ??? como a maior parte das inova????es nos recursos humanos ??? no setor privado, onde a gest??o por compet??ncias tinha por objetivo principal assegurar melhor competitividade no meio concorrencial. Do ponto de vista sem??ntico, as palavras competi????o e compet??ncia s??o similares. No setor p??blico, a concorr??ncia ?? menos expl??cita, mas n??o menos presente: ela acontece pelo recrutamento, pela reten????o de talentos, pelo acesso aos recursos, pelo fechamento de contratos no mercado ou, ainda, pela busca de resultados. ?? nesse contexto que se explica, em parte, a atra????o das institui????es p??blicas pela gest??o por compet??ncias.
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O artigo rev??, com base na bibliografia especializada, as reformas e tentativas de reformas administrativas realizadas no pa??s, desde o Estado Novo, passando pelas tentativas dos governos militares e pelas propostas mais recentes da Nova Rep??blica, e chegando at?? a reforma Bresser Pereira. O balan??o cr??tico ?? bastante negativo, sobretudo, porque as grandes reformas, precisamente pela sua abrang??ncia, nunca foram efetivamente implementadas. O sistema do m??rito no servi??o p??blico federal ?? um bom exemplo. As dificuldades de implementa????o das grandes reformas, advindas principalmente de sua grande complexidade, resultam tamb??m de sua intera????o negativa com o contexto pol??tico mais geral, pela carga ret??rica de que se fazem acompanhar, e pelo fato de subestimarem os aspectos t??cnicos necess??rios ?? sua implementa????o.
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Foi realizada revisão crítica da literatura sobre modelos que tenham avaliado a efetividade de redes assistenciais integradas e coordenadas para a população idosa. Foram pesquisadas as seguintes bases bibliográficas: Pubmed, The Cochrane Library, Lilacs, Web of Science, Scopus e SciELO. Doze artigos sobre cinco modelos diferentes foram incluídos para a discussão. A análise da literatura mostrou que a prestação de serviços pautava-se na atenção básica incluindo serviços domiciliares. Os usuários contavam com a integração de atenção primária, hospitalar, centros dia, serviços domiciliares e serviços sociais. O plano de cuidados e a gestão de caso foram elementos chaves para a continuidade de cuidado. Essa abordagem mostrou-se efetiva nos estudos, reduzindo o uso da atenção hospitalar, o que resultou em economia para o sistema financiador. Houve redução da prevalência de perda funcional, melhora na satisfação e na qualidade de vida dos usuários e de seus familiares. A análise da literatura reforça a necessidade de se modificar a abordagem de assistência à saúde dos idosos, e a integração e coordenação dos serviços são formas eficientes para iniciar essa mudança.
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Analizar las necesidades formativas y presentar distintos enfoques, herramientas y experiencias que puedan servir de referencia a los que tengan que realizar un an??lisis de las necesidades formativas. El objetivo es describir y contextualizar, no capacitar o entrenar para el ANF. M??todos y estrategias para realizar un an??lisis de las necesidades de formaci??n. Se ofrecen los conceptos de formaci??n, necesidades, cualificaciones y ANF, as?? como algunos modelos y metodolog??as utilizados o utilizables en los ANF. Se exponen los an??lisis relativos a la oferta formativa y al interfaz oferta-demanda tratando de ofrecer las fuentes de las necesidades formativas, los problemas de la relaci??n proveedor-cliente, y los m??dulos y metodolog??as utilizados y utilizables en cada caso. Se recopilan herramientas, metodolog??as (fichas t??cnicas y de metodolog??as), ilustraci??n de casos (fichas de aplicaciones). Vid. Bibliograf??a. El modelo de oferta y demanda elegido para utilizarlo en este libro ha sido, seg??n los autores, la forma de sistematizar posibles enfoques con la ??ptica del proveedor-cliente. Posteriormente la descripci??n de m??todos y t??cnicas aplicables a los ANF se describen los usos y aplicaci??n de metodolog??a. 1.se ofrecen unas aclaraciones sobre lo que se entiende por formaci??n, necesidades y en qu?? contexto o modelo econ??mico se puede realizar el an??lisis, se destaca lo relativo a la forma de entender la formaci??n o mejor las cualificaciones, esto rompe el modelo que reduce la formaci??n a cursos y a conocimientos. Posteriormente se da una visi??n de lo realizado en ANF y cr??ticas y problemas evidenciados. 2. El enfoque de los autores se sit??a en el modelo empresarial y que posiblemente, seg??n ellos, sea m??s indicado para la formaci??n continua que para la inicial. Analizan el concepto de oferta formativa, las fuentes, su an??lisis del sistema, del proceso y del producto de formaci??n. En el an??lisis de la demanda primero aclaran conceptos sobre qu?? entienden por demanda, cu??les son las fuentes, relaci??n entre demanda y necesidad de formaci??n... posteriormente se incluyen an??lisis de la demanda en el territorio o comarca, por sectores u ocupaciones y entre empresa, luego presentan una serie de modelos cuyo objetivo es aproximarse a la din??mica de la interrelaci??n entre oferta y demanda formativa, presentando el por qu?? y c??mo de los desajustes e incomunicaciones. 3. parte y ??ltima presentan una gu??a de fichas metodol??gicas y de herramientas, e incluyen unas fichas sobre aplicaciones sobre estudios realizados. No pretende ser un manual para realizar an??lisis de necesidades sino que su utilidad radica en que recoge y presenta posibles enfoques y ofrece herramientas y experiencias que pueden servir de referencia para hacer dichos an??lisis. Los autores sostienen que los ANF son una forma gen??rica de denominar cualquier estudio de an??lisis relacionado con la cualificaci??n de las personas.
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Realiza un estudio comparativo entre los resultados que proporciona el modelo basado en la Teor??a Cl??sica de los test y los resultados que muestran los modelos basados en la Teor??a de Rasgo Latente. 821 sujetos. El 22,61 por ciento esta compuesto por hombres y el 77,4 por ciento mujeres. Todos son alumnos universitarios pertenecientes a las universidades de Almer??a y Sevilla. El proceso llevado a cabo fue la primera parte centrada en aspectos te??ricos; una segunda parte cuyo centro de atenci??n es el Modelo de Cr??dito Parcial y el Modelo de Escalas de Clasificaci??n. En la tercera parte expone la parte emp??rica. La cuarta parte comenta la aplicaci??n del Modelo de Cr??dito Parcial para finalmente comparar ambos modelos y exponer sus resultados. Test de actitudes religiosas e ??tems utilizados para los estudios de validaci??n. Para llevar a cabo el trabajo se elabor?? un cuadernillo con tres partes bien diferenciadas en sus contenidos. Una primera formada por un grupo de ??tems correspondientes a un test de actitudes religiosas. La segunda formada por un grupo de ??tems indicadores de variables relacionadas con la actitud religiosa y una tercera parte constituida por ??tems referentes a variables sociodemogr??ficas. 1) Cualquiera de los modelos que se utilicen produce resultados an??logos. 2) El Modelo de Escalas de Clasificaci??n proporciona resultados similares a los otros modelos con un menor n??mero de ??tems. 3) El Modelo de Escalas de Clasificaci??n es m??s fuerte conceptualmente que la aproximaci??n cl??sica. 4) El Modelo de Escalas de Clasificaci??n es m??s parsimonioso que el Modelo de Cr??dito Parcial, ya que en su aplicaci??n se estima un menor n??mero de par??metros. El estudio comparativo entre los resultados de los tres modelos permite concluir un funcionamiento an??logo de lo tres modelos en cuanto a las medidas de los sujetos y a los estudios de validaci??n de constructo. El an??lisis de ??tems reflej?? diferencias en cuanto al n??mero de ??tems que selecciona cada modelo, pero siendo gran parte de los ??tems elegidos comunes entre los tres modelos.
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Monogr??fico con el t??tulo: El valor a??adido de la educaci??n.Resumen tomado de la publicaci??n
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Resumen basado en el de la publicaci??n
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Resumen basado en el de la publicaci??n
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Resumen basado en el de la publicaci??n
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Se expone la experiencia del CRA ???Mestra Clara Torres??? de Tui (Pontevedra) a lo largo de tres d??cadas en relaci??n a la educaci??n en valores. Para ello, se describen diferentes ejemplos de colaboraci??n con padres y vecinos dirigidos a fomentar la participaci??n a trav??s de distintos modelos y dar a conocer el trabajo de la escuela, de forma que consiguen canalizar los esfuerzos de toda la comunidad en una misma direcci??n.
Los modelos de conocimiento como agentes de aprendizaje significativo y de creaci??n de conocimiento
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