1000 resultados para Habilidades sociais educativas


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O presente trabalho inscreve-se num Projeto de Intervenção mais amplo, motivado pela necessidade de promover comportamentos sociais mais adequados em alunos com Perturbação do Espectro do Autismo (PEA) que frequentavam uma Unidade de Ensino Estruturado (UEE). As estratégias seguidas incluem a criação e implementação de «Histórias SociaisTM» (Brilha, 2012). Pretendeu-se apresentar alguns dos dados apresentados no Projeto de Intervenção acima descrito com o propósito de compreender: a) a relação entre comportamentos de envolvimento passivo (atenção focada nas pessoas e nos materiais) e comportamentos de envolvimento ativo (comportamentos de interação simbólicos e não simbólicos) nos momentos da hora do conto; b) as diferenças nos comportamentos de interação dos alunos na hora do conto em função do tipo de histórias: histórias comuns e «Histórias SociaisTM»; c) a diferença nas estratégias usadas pela professora quando conta e explora histórias comuns e «Histórias SociaisTM». Os comportamentos de interação de seis alunos com PEA e da professora foram estudados durante oito sessões de hora do conto. Em quatro das sessões foram contadas histórias tradicionais, nas restantes quatro foram contadas «Histórias SociaisTM» especialmente elaboradas para o efeito. Resultados mostram uma associação positiva significativa entre envolvimento ativo e passivo nas duas situações - histórias comuns e «Histórias SociaisTM».A análise dos comportamentos de interação dos alunos em função do tipo de histórias, mostrou diferenças significativas em relação à atenção (foca o olhar) e à participação oral (fala), mas não em relação a outros comportamentos de interação. Não se encontraram diferenças apreciáveis nos comportamentos de interação da professora em função do tipo de histórias. A discussão dos resultados foca-se no perfil de desempenho dos alunos, nos efeitos das «Histórias SociaisTM» nos comportamentos de interação dos alunos e na reflexão sobre melhores formas de potenciar estes resultados através das estratégias de interação do adulto.

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Este trabalho, centralizado nos subsistemas dos ensinos secundário e superior, examina as práticas educativas estratégicas de alunos detentores de fracos recursos socioeconómicos em Luanda (Angola), no período pós-colonial, em articulação com um conjunto de elementos que constituem as condições de escolarização. A análise destas práticas efectua-se num quadro de referências teóricas inter-relacionadas. Uma abordagem teórica inicial integra (i) os processos de transição (económica e sociopolítica) e de construção de Estado, e (ii) a educação, a análise estratégica e as representações sociais. Outras referências teóricas, incluindo desigualdades sociais e educativas, relação escola-família, projectos e expectativas escolares e sociais, decisão escolar, investimento em educação escolar, são mobilizadas no desenrolar da investigação. Esta fundamentação teórica, de carácter sociológico e focada na perspectiva da sociologia da educação, permite revelar os constrangimentos que condicionam a escolarização dos alunos e a sua qualidade de actores sociais, detentores de capacidades de leitura crítica da realidade escolar, de projecção e antecipação do futuro, e de decisão e acção. A metodologia seguida combina diversos métodos e técnicas. As pesquisas de terreno concretizam-se através da análise de documentos pertinentes (documentos oficiais, bibliografia de carácter monográfico sobre Angola, bibliografia crítica sobre a problemática em estudo) e de dados dos inquéritos por questionários e por entrevistas não-dirigidas (individuais e de grupo) administrados a alunos e, no caso destes últimos, também a técnicos do Ministério da Educação, professores e famílias. Os resultados permitem argumentar que as práticas educativas estratégicas de alunos detentores de fracos recursos socioeconómicos se explicam por factores que constituem as condições de escolarização, elas próprias influenciadas pela forte valorização que os mesmos alunos fazem da educação escolar. Mais especificamente, as condições de escolarização constrangedoras (constrangimentos das realidades económicas, sociopolíticas e educativas do país; debilidades das condições socioeconómicas dos alunos e dificuldades que marcam os seus percursos escolares; representações pouco positivas das suas escolas e das interacções escola-família), a par daquelas outras facilitadoras (ambiciosos projectos/expectativas escolares e profissionais dos alunos), influenciadas pela forte valorização da educação escolar, motivam e promovem decisões e acções de alunos que visam melhorar os seus processos de escolarização e as suas perspectivas profissionais. Os alunos emergem enquanto actores relativamente autónomos e criativos, capazes de cálculo, manipulação e adaptação aos contextos adversos. Este estudo fornece um modelo explicativo que melhora a compreensão das práticas educativas estratégicas de alunos (angolanos) de fracos recursos socioeconómicos, das suas condições de escolarização, e das suas capacidades de influenciarem e transformarem as realidades socioeconómicas, políticas e educativas em que se inserem; identifica um elemento decisivo de resiliência dos alunos aos constrangimentos e desafios que enfrentam no campo do ensino: o forte investimento na educação escolar, traduzido em práticas educativas estratégicas; aponta outras orientações de pesquisas passíveis de melhorar o conhecimento das realidades socioeducativas angolanas, incluindo práticas educativas de outros actores educativos, como famílias e professores.

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A decisão de sair do país para realizar estudos superiores é, no contexto dos novos países africanos, cada vez mais uma decisão individual, e/ou de famílias, dado o enfraquecimento do papel regulador do Estado na situação actual de liberalização económica e consequente crescente “individualização. A partir de uma série de entrevistas a estudantes universitários angolanos, a estudar em Portugal realizadas em Lisboa e no Porto, e a profissionais que estudaram no ensino superior português, em Luanda, procurar-se-á aferir o lugar ocupado pelas “redes sociais” construídas, e mantidas, em torno de relações familiares alargadas, assim como de relações académicas ou outras, e a sua repercussão na consolidação de redes sociais mais amplas (como as que ligam estes formandos ao país de formação, e as que ligam este país ao seu país de origem) com implicações na cooperação entre os dois países e, mais concretamente, no desenvolvimento de Angola.

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Este Proyecto se lleva a cabo en el CP Menéndez Pidal, de Torrelavega, un Centro de Educación Infantil y Educación Primaria, con alumnos/as con Necesidades Educativas Especiales. Los objetivos que se persiguen son los siguientes: Fomentar la utilización de las nuevas tecnologías informáticas en el Centro, no sólo con alumnos con Necesidades Educativas Especiales, sino también con el resto del alumnado. Potenciar en el Colegio las organizaciones espacio-temporales flexibles, como respuesta a las necesidades educativas de los alumnos. Conseguir una mejora en el logro de los objetivos generales y específicos del área de Matemáticas, programados en los Proyectos Curriculares de las diferentes Etapas y Ciclos. El plan tendrá cuatro fases, una primera evaluación inicial, una segunda de realización de actividades de enseñanza-aprendizaje, una tercera fase de evaluación final y por último la fase de generalización.

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Se puede definir las habilidades sociales como una interrelación de diferentes factores que inciden en la conducta del individuo. Estos factores se refieren fundamentalmente a aspectos referidos a las capacidades, destrezas y aptitudes que llega a tener el individuo en interconexión con la sociedad, que le lleva a desarrollar una serie de acciones que se traducen en un intercambio con los demás y de los demás con uno. Se pretende ayudar a los profesores de alumnos adolescentes, que aun no teniendo necesidades educativas especiales, sí pueden trabajar habilidades sociales en su contexto diario en el aula. Incluye ejercicios prácticos.

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La finalidad de este proyecto es mejorar las habilidades sociales de un grupo de alumnos con necesidades educativas especiales que cursan Programas de Formación para la Transición a la Vida Adulta y Educación Básica Obligatoria. Los objetivos principales son ayudarles en sus relaciones con los demás; mejorar su expresión y comprensión oral y escrita; y facilitar su integración en la sociedad. En primer lugar, los alumnos reciben información sobre dos tipos de habilidades sociales: habilidades para hacer amigos y habilidades para relacionarse. Después, participan en dramatizaciones donde representan situaciones en las que deben aplicar lo aprendido. Además, realizan ejercicios en una aplicación informática sobre habilidades sociales basada en el programa Clic. Estos ejercicios se complementan con tareas prácticas realizadas en casa y en lugares próximos al colegio, como comercios de la zona. Por último, se lleva a cabo una evaluación sobre los resultados obtenidos. Entre los materiales elaborados hay fichas, en soporte papel e informático, y textos para las dramatizaciones.

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Material de trabajo para enseñar a padres y educadores técnicas de habilidades educativas, para solucionar problemas conductuales en los niños. El contenido está formado por un cuaderno con actividades, complementado con un vídeo. Se tratan temas como la herencia, el medio y la socialización; la conducta y sus modalidades; el aprendizaje por imitación; la observación y registro de conducta y las técnicas de modificación de la misma. Concluye con una serie de reflexiones en torno a los temas tratados..

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Resumen basado en el de la publicación

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Resumen tomado del autor. Resumen en castellano e ingl??s. Notas al final. Este art??culo se incluye en el monogr??fico 'A??o europeo de las personas con discapacidad'

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Se exponen las intervenciones del ensayista, dramaturgo y narrador español Rafael Diestes en materia de educación, en especial por el problema social de la educación popular. De hecho, participó en el debate sobre la reforma educativa de manera directa. Los graves problemas de la escuela primaria en Galicia hacen que una buena parte de sus artículos sobre educación sigan una línea exclusivamente reivindicativa.

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Adaptar el inventario de estilos intelectuales para alumnos de Sternberg y establecer si se producen diferencias entre los grupos de sujetos con distinto nivel de habilidad intelectual en cada uno de los estilos de pensamiento considerados. Muestra inicial compuesta por 2055 alumnos de quinto y sexto de EGB de 22 centros escolares de la Región de Murcia. La unidad primaria de muestreo es el centro educativo y se utiliza un tipo de muestreo por conglomerados al azar estratificados con afijación proporcional teniendo en cuenta si el centro es público o privado y de ubicación urbana o semiurbana. Población 10.000 alumnos. A todos los sujetos se les aplica la prueba factor G de Cattell y a 1255 el STAT de Sternberg, además. En una segunda fase la muestra se divide en cuatro subgrupos clasificados mediante las dos pruebas mencionadas. Grupo 1: CI mayor a 120 en ambas pruebas, grupo 2: CI mayor a 120 en la de Cattell y menor o igual a 120 en la de Sternberg, grupo 3: mayor de 120 en el de Sternberg y menor en el de Cattell y grupo 4: menor de 120 en las dos pruebas. Los sujetos que compusieron los grupos 2, 3 y 4 se seleccionaron al azar de entre aquellos que cumplieron con los requisitos de pertenencia. La muestra final fue de 208 sujetos. Test de Inteligencia General factor G de Cattell (Cattell y Cattell, 1974), prueba considerada como libre de influencias culturales y una de las más utilizadas en la evaluación de la inteligencia y el Sternberg Trianchic Abilities Test, de Sternberg (Galindo, Prieto y Rojo 1995; Galindo 1995) que es un instrumento de evaluación de la capacidad intelectual que se encuentra en fase de adaptación. Adaptación de la Escala de Estilos Intelectuales para alumnos de Sternberg (traducción y adaptación al castellano, pruebas de normalidad y fiabilidad) y correlaciones entre los estilos intelectuales y la habilidad intelectual. Tal y como se había previsto no existe apenas relación entre los CI y los estilos intelectuales, excepción hecha entre el CI y el estilo legislativo (r=.13), así como la que se produce entre el CI del factor G y el estilo anárquico (r=.12). Dentro del bloque de los estilos de pensamiento se producen bastantes relaciones significativas.

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Monogr??fico con el t??tulo: 'Investigaci??n e Innovaci??n en Educaci??n Infantil y Educaci??n Primaria'. Resumen basado en el de la publicaci??n

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O presente estudo foi delineado com os seguintes objectivos: (I) analisar as diferenças entre sexos no desempenho da coordenação e habilidades motoras e (II) avaliar a influência da actividade física (ActF), das características somáticas e do envolvimento familiar na capacidade de coordenação motora CM e expressão das habilidades motoras. A amostra foi constituída por 1632 crianças (835 do sexo feminino e 797 do sexo masculino) que participaram no projecto “Crescer com Saúde na Região Autónoma da Madeira” (CRES). Para avaliar o desenvolvimento coordenativo foi utilizada a bateria KTK e para as habilidades motoras recorremos ao Teste de Desenvolvimento das Habilidades Motoras Fundamentais (TGMD 2). As variáveis somáticas avaliadas foram: altura, peso e soma de cinco pregas adiposas (S5PA). As variáveis do envolvimento avaliadas foram: estatuto sócio-económico (ESE), fratria e outras variáveis relacionadas com o espaço habitacional e práticas educativas. A ActF foi avaliada através do questionário de Godin e Shephard (1985). Foi realizada a estatística descritiva para todas as variáveis observadas: média, desviopadrão, mínimo e máximo para as variáveis medidas nas escalas intervalar e de razão, frequências e percentagens para as variáveis medidas na escala nominal. Foi usada a prova de Student para analisar a diferença entre os dois sexos nas diferentes provas motoras. Para identificar as variáveis determinantes do desempenho motor foi usada a análise de regressão múltipla com o método stepwise. Em todas as provas estatísticas os resultados foram considerados significativos quando p≤0,05. Os rapazes obtiveram resultados médios superiores às raparigas na CM e no desempenho das habilidades motoras, com excepção dos testes de avaliação locomotora nas crianças com idade superior aos 6 anos em que não existem diferenças entre os sexos. A generalidade das crianças apresenta valores de CM que se situam nos níveis de insuficiências e perturbações coordenativas. As variáveis somáticas foram as melhores preditoras na variação do desempenho nos testes de CM e habilidades motoras. Níveis mais elevados de ctF estão associados a resultados médios superiores no desempenho dos testes de CM e na avaliação de controlo de objectos, nos rapazes com idade superior a 6 anos. As variáveis do envolvimento que melhor explicaram os resultados obtidos nos testes motores foram o ESE, o tipo de habitação, a ordem da fratria e o limite geográfico concedido à criança para brincar.