11 resultados para RESILI
Resumo:
Se trata el concepto de resiliencia en los j??venes. En el a??o 2010 se organiz?? el Primer Congreso Europeo sobre resiliencia donde el objetivo era reconocer el rigor cient??fico de este tema. La idea es definir la implicaci??n de la resiliencia en la educaci??n, poni??ndola de cabecera en las competencias con que cada docente deber??a estar formado.
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La resiliencia es un proceso din??mico entre la persona y el entorno que comienza a ra??z de los mecanismos que se generan de la interacci??n entre los factores de protecci??n y de riesgos tanto individuales como ambientales. Se realiza una revisi??n sobre el concepto de resiliencia, la cual se promueve desde la infancia a trav??s de la educaci??n y de la prevenci??n. Dentro de este contexto, la escuela forma un papel para su promoci??n, en especial los docentes, como posibles gu??as y promotores de la resiliencia. Se presenta una experiencia sobre la promoci??n de la resiliencia en los contextos educativos.
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Se aborda la resiliencia considerando al alumnado de procedencia extranjera para ver c??mo afronta una etapa de alto riesgo y de abandono escolar en la Educaci??n Secundaria Obligatoria (ESO) y en el momento de transici??n acad??mica hacia la Educaci??n Post-obligatoria (PO). Se valoran los mecanismos resilientes utilizados por el alumno inmigrante que consiguen sobrepasar procesos problem??ticos o dificultosos.
Resumo:
Resumen basado en el de la publicaci??n
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Resumen basado en el de la publicaci??n
Resumo:
Este caso aborda as Confer??ncias Nacionais de Sa??de (CNS) enquanto espa??os institucionais leg??timos de participa????o social que contribuem para a emerg??ncia de uma governan??a apoiada em cidadania mais engajada e ativa. O estudo de caso pretende fomentar o debate sobre a emerg??ncia de novos padr??es de rela????o entre o Estado e sociedade, e sobre o avan??o da resili??ncia nas organiza????es sociais e nas institui????es p??blicas. Pretende tamb??m levantar os novos desafios colocados para os gestores p??blicos com a amplia????o da participa????o e diversidade dos atores, al??m de maior especificidade das demandas, o que gera maiores dificuldades na obten????o de consensos e na elei????o de prioridades. O caso pode ser aplicado em cursos que abordem tem??ticas relacionadas ?? participa????o social, redes sociais, governan??a, democracia e pol??ticas p??blicas
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Objetivo: Conduzir uma revisão sistemática sobre resiliência psicológica e/ou hardiness em militares, explorando seus aspectos psicossociais, neurobiológicos, preditores e promotores. Métodos: Utilizaram-se as bases de dados PubMed/MedLine, ISI/Web of Science e PsycINFO, incluindo artigos empíricos publicados nas línguas inglesa, portuguesa e espanhola até maio de 2012. Os seguintes termos foram utilizados: “militar*”, “Army”, “war”, “veteran*”, “resilien*” e “hardiness”. Resultados: Foram incluídos 32 estudos selecionados a partir de 1.205 artigos. O foco da maioria das pesquisas recai sobre a correlação resiliência/hardiness e aspectos psicossociais. Confirmou-se o papel protetivo da resiliência/hardiness quanto ao transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), assim como a associação direta entre resiliência e saúde. Neuropeptídeo Y (NPY) e deidroepiandrosterona (DHEA) foram os biomarcadores mais estudados. Os níveis de NPY no plasma podem representar um correlato biológico de resiliência ou recuperação dos efeitos adversos do estresse. Somente dois estudos abordaram fatores preditores de resiliência em amostras militares, sugerindo ser a exposição a situações adversas, o apoio social e o gênero fatores considerados preditores desse construto. Apenas um estudo avaliou a eficiência de intervenção para fortalecer a resiliência. Conclusão: Apesar da crucial relevância da resiliência, há poucos estudos em amostras militares. Estudos neurobiológicos como os do NPY são promissores. A ausência de ensaio randomizado controlado avaliando eficácia de intervenções promotoras da resiliência demonstra como esse construto vem sendo negligenciado nessa profissão de risco, constituindo área prioritária para foco de estudos futuros.
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Theoretical background: The construct of resilience is now used in many fields, such as in sports, corporate governance and in health care system. Against the backdrop of the unique system of rehabilitation in Germany, that empowers people to participate in a social and pro-fessional way, the concept of resilience is becoming increasingly important. Accordingly this cross-sectional study should explore the resilience of orthopedic and psychosomatic patients in more detail.Questions: Are there differences in the sample that lead to different sub-samples based on the RS-13? Are there differences between the sub-samples in terms of socio-demographic data, psychosocial problems, psychological stress, stress in the workplace and the experi-ence of stress? Do socio-demografic, employment, psycho-social and psychological varia-bles influence resilience?Method: For this investigation the data of n = 131 patients was used. The data was collected in an orthopedic clinic of rehabilitation and in a psychosomatic clinic of rehabilitation. On the basis of the results of the short Resiliencescale RS-13 the sample was split into two sub-samples of N1 = 51 patients with low resilience and N2 = 80 patients with higher resilience. The questions were examined by regarding the Brief Symptom Checklist (BSCL), the Ultra-Kurz-Screening (UKS), the Stressscale (from the DASS-Questionnaire) and the Employee Attitude Survey (BAuA). Additionally a literature research was done in databases like Psy-Content, Psyndex and Springerlink to acquire the theoretical background.Results: Within the sample, there were two sub-samples, one which included patients with low resilience while the other was characterized by high resilience. Patients with low resili-ence did not differ by considering the variables of age, sex, marital status, children, educa-tion, occupational status, industry and job stress. Patients with high resilience are older and rarer incap
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E Darre rament, e l concepte resili cncia s' ha fet molt present en e ls discursos tècnics del camp soc ial. Ara bé, e ls usos que se li estan donant són múlti ples i en alguns casos molt diferenciats entre ells. Per cl arificar e l sentit ini c ial de l concepte hem mantingut una: conversa amb el professor Stefan VanistendaeL una de les persones que més ha desenvolupat aquest concepte i explorat les seves aplicacions.
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Este trabalho é um relato de experiência do primeiro ano de funcionamento do Grupo de Apoio ao Primeiranista (GAP). O GAP é um grupo desenvolvido por alunos de Medicina de uma universidade privada do Estado de São Paulo, apoiado por sua direção, com o intuito de amparar e humanizar a recepção aos ingressantes. O início das atividades do GAP ocorreu em 2013 com base nos conceitos de tutoria/mentoring, aplicado por outras escolas médicas brasileiras. Nas reuniões semanais do GAP, os participantes (alunos do primeiro ano) e mentores (acadêmicos veteranos e uma psicóloga institucional) discutiam temas como resiliência, compaixão, humildade e respeito. Durante as reuniões, notou-se uma problemática extensa em relação ao trote universitário, referido pelos primeiranistas como o pior problema enfrentado na universidade. Na sequência dos encontros, o grupo direcionou suas ações para reduzir o trote na universidade. O GAP, apesar de estar em seu primeiro ano de funcionamento, mostrou ter eficácia relevante, podendo ser um modelo a ser implementado em outras universidades.
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Resumen basado en el de la publicaci??n