17 resultados para Mutismo


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Introdução: O mutismo selectivo (MS) é um distúrbio da comunicação, caracterizado por incapacidade persistente em falar em situações sociais específicas apesar do discurso fluente ser possível noutras circunstâncias. A prevalência estimada é de 0,7 a 2%, sendo habitualmente identificado entre os 6-8 anos de idade. É ligeiramente mais frequente no sexo feminino (ratio feminino:masculino 1,2:1). A duração varia de alguns meses até vários anos, embora na maioria dos casos se observe remissão da sintomatologia de forma espontânea. Apesar desta aparente remissão, podem persistir quadros de ansiedade e de fobia social, além de alterações permanentes nos hábitos de conversação. A escola é o local onde mais frequentemente são manifestados os sintomas de MS, por oposição ao contexto familiar, onde os sintomas são menos evidentes. Métodos: Pesquisadas palavras-chave “mutismo selectivo” e “mutismo electivo” na PubMed. Foram seleccionados os artigos considerados relevantes e artigos de revisão publicados desde 2001. Resultados/Conclusões: Observaram-se alterações significativas na conceptualização do MS nos últimos anos, descrito como entidade clinicamente heterogénea e para cuja etiologia contribuem inúmeras variáveis. É possível que vulnerabilidades do neurodesenvolvimento predisponham ao MS, expresso em contexto de padrões de interacção desajustados. Outcomes a longo prazo são ainda incertos e a literatura sugere que estas crianças apresentam risco de desenvolvimento de perturbações fóbicas na idade adulta. Como abordagens terapêuticas mais comuns e estudadas permanecem a terapia individual e familiar, intervenções escolares e farmacológicas. Mais estudos são necessários para compreensão dos factores de vulnerabilidade.

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Ponencia en la que se describe la experiencia de la autora en el tratamiento de una alumna con diagnóstico de mutismo electivo. En el trabajo se realiza un estudio de la alumna y su entorno familiar y social, se efectúa un plan de actuación y se especifican las técnicas empleadas para la resolución del problema.

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Foi Jean-Pierre Sarrazac quem me deu o texto, aí por volta de 1985, depois de eu ter encenado o seu Lázaro também ele sonhava com o Eldorado, nas instalações dos Modestos, encenação que ele viera ver aquando da sua primeira viagem ao Porto. Disse-me que era um texto para mim. Na primeira leitura, o desejo de fazer a peça colou-se-me ao corpo. Não que pudesse antever uma experiência que me marcaria profundamente de tanto procurar dar corpo a esse ser galináceo que de ora em diante me habitaria. Ler Ella foi, na altura, a descoberta das possibilidades de um teatro que fazia do que era pobre, da infra-língua, dos neurónios desaparafusados e do corpo deficiente, a matéria de uma teatralidade insuspeitada, de um teatro ainda por fazer. Na realidade a primeira abordagem foi difícil, o francês estropiado da tradução não era de leitura imediata e a percepção que tive da relevância da peça foi mais intuitiva, mais sensação do que compreensão. O texto tornou-se mais claro pouco tempo depois ao ler Théâtres Intimes do Sarrazac, a sua tese sobre a simbiose entre o íntimo e o político como futuro do teatro e ainda as suas considerações sobre o récit de vie, “relato de uma vida” à falta de melhor tradução, no teatro de Beckett e de Achternbush. A vontade de fazer a peça foi ficando, mas a oportunidade não surgia. Tinha saído de Évora em confronto com o teatro que lá se fazia e procurava justamente essa dimensão subjectiva que me parecia necessária a um teatro da história que continuava a defender e querer praticar – Ella era para mim a revelação desse teatro, uma palavra dita na primeira pessoa, mas dita como negação do sujeito, palavra tomada de empréstimo desde logo pelo autor. Herbert Achternbusch fala de um familiar próximo: «Ella é minha tia, eu sou o seu tutor», de uma realidade em que quotidiano e história se reencontram num contínuo fluxo e refluxo de causas e consequências. Ele escutou a palavra de Ella e transpô-la para cena, fazendo do filho, Joseph, o seu fiel depositário. Duplo empréstimo, portanto, que sinaliza o mutismo e a inacção do verdadeiro sujeito do relato de vida. Se é o nome da mãe, Ella, que dá título à peça, a sua história de vida só nos chega regurgitada pelo filho que lhe está para sempre umbilicalmente ligado. A oportunidade surgiu quando a companhia de Coimbra Escola da Noite, que pretendia fazer Susn do mesmo autor, me possibilitou realizar a encenação com produção sua. Foi nesse contexto e já em 1992 que decidi fazer o espectáculo com a equipa do Teatro da Rainha, que entretanto começava a refazer-se autonomamente. A essa equipa juntava-se agora a Amélia Varejão, nome histórico do teatro português, vinda do longínquo TEP de António Pedro, mestra de costura e figura excepcional em cena que fizera connosco muitos guarda-roupas e com quem tinha uma relação de grande proximidade, amizade e respeito profissional. Pela minha parte, decidi encenar Ella e também interpretar Joseph, tarefa que teria sido impossível sem a orientação, assumida como direcção de ensaios, da Isabel Lopes, que vinha de Évora no intervalo das suas tarefas de actriz no CENDREV. O que foi esta experiência de encenação feita no corpo do Joseph? Foi fundamentalmente descobrir duas coisas: uma, o modo feminino do comportamento gestual de uma criatura que toda a vida fez trabalhos forçados, violentos, outra, a descoberta das etapas sincopadas, desfazendo as brancas mentais de uma cabeça fundida e incapaz de lógica, de raciocínio, através da memória imediata do que é gestual e físico, realizando a única acção concebida por Achternbusch para a execução da peça, fazer um café. Essa acção única, partida em mil e um fragmentos e dispersões, foi realmente construída no trabalho de ensaios como pura descoberta de jogo apoiada pela definição do espaço e pela manipulação dos objectos. Poderei dizer que encenar Ella foi descobrir a teatralidade de um corpo bloqueado por uma cabeça limitada pela deficiência desde o nascimento, deficiência essa acrescentada pela experiência de vida e pelas circunstâncias históricas. Pela sua rebeldia, a sua não conformação às soluções de aniquilamento do eu, Ella foi submetida durante toda a vida a uma tortura constante e se há uma descoberta que tenha feito com esta peça é a de que a vitalidade de uma sobrevivente não morre diante da maior repressão e a de que a rebeldia salutar pode expressar alegria vital na condição mais inumana. Nenhum ódio, nenhuma raiva e uma capacidade de surpresa perante o mais acessível e irrelevante face à biografia trágica, um moinho de café estimado e tratado como um objecto de altar, o pouco que se tem como um céu alcançado, o café, extraordinária nova possibilidade e prazer – a peça desenrola-se já a partir da sociedade de consumo e a sua retrospectiva elabora-se a partir desse presente. Um outro aspecto decisivo foi descobrir a comicidade como uma via paradoxal do trágico contemporâneo, de uma infra-tragédia que oscila entre a incontinência verbal e a afasia. Em Ella, a comicidade da palavra e do gesto não são uma via menor em termos dramáticos, pelo contrário, amplificam as possibilidades autenticamente populares da expressão linguística. E é importante referir nesta introdução a extraordinária tradução da Profª Idalina Aguiar e Melo cujo trabalho de procura dos equivalentes linguísticos do bávaro alemão de Achternbusch e da palavra deficiente, estropiada, foi notável revelando um profundo conhecimento de falares e expressões regionais e uma capacidade inventiva extraordinária da palavra agramatical e falha de lógica vinda de uma cabeça muito particular.

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Comprender el mundo del niño autista mediante un estudio basado en la descripción y exposición del problema del autismo infantil. Expone brevemente la historia del autismo infantil y estudia el concepto y sintomatología general de dicha enfermedad, además, analiza las teorías y las terapias aplicadas al autismo infantil, según los diferentes autores, y concluye el estudio con la explicación de varias experiencias educativas que se han realizado con niños autistas y con nuevas perspectivas en la investigación del autismo infantil. La falta de experiencia con el niño autista y la carencia de un estudio experimental impiden a la autora ofrecer unos resultados. La autora de este trabajo plantea las conclusiones como dudas, puesto que son muchas las lagunas existentes sobre el autismo, y estos interrogantes son los siguientes: 1) ¿Existe en realidad el niño autista puro, tal y como lo describió en su principio Kanner? 2) ¿Cuál es el verdadero mundo en el que vive el autista? 3) ¿Cómo actuar y enfrentarse ante ese niño aparentemente incomunicable? 4) ¿Cuál es el 'truco', si lo hay, que debemos utilizar para contactar con el niño, y que sea a su vez, el mejor 'truco', el más válido y positivo? 5) ¿Qué papel juega la sociedad y la educación, bajo sus estructuras permanentes y estratificadas, ante todo problema 'patológico que pueda tener un sujeto'?.

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Publicación en la que se recogen las ponencias y comunicaciones presentadas en el Primer Congreso Regional sobre las Necesidades Educativas Especiales celebrado en Mérida los días 16 y 30 de noviembre de 2002. El Congreso tenía como objetivos: revisar los planteamientos básicos de la atención a los alumnos con necesidades educativas especiales en la Comunidad Autónoma Extremeña, analizar críticamente las medidas de atención a alumnos con necesidades educativas especiales, valorar distintos modelos de intervención, analizar la aplicación de las nuevas tecnologías en la atención a las necesidades educativas especiales derivadas de situaciones personales y servir de foro para el intercambio de experiencias.

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Se presenta una guía para la educación y el trato de niños conflictivos. Tras una introducción en la que se señalan las principales influencias del niño, se procede a la categorización de éstos. Los niños y niñas se clasifican en 21 categorías, señalando las características de cada una y proporcionando orientaciones educativas para cada caso. Finalmente se analiza el fenómeno de la ruptura escolar o la falta a las clases y el mutismo en el niño/a.

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Resumen tomado del autor. Resumen en castellano e inglés. Este artículo se incluye en el monográfico 'La autonomía de los centros escolares'

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Se describen, someramente, las principales características del síndrome de Asperger y sus diferencias con el mutismo y el autismo.

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Se hace un repaso a los últimos Congresos celebrados bajo la temática del tratamiento de la sordera, durante la primera mitad del siglo XX. En primer lugar, se comenta el Congreso de Milán que dio la pauta para reuniones sucesivas que se celebraron pero no de carácter internacional. En el Congreso de Groninga celebrado en 1950 se clasificaron los temas en tres grupos: cuidados generales, temas psicológicos y enseñanza de la palabra. Seguidamente, en 1951 se celebró en Roma un importante Congreso en el que participaron los representantes de este sector de los grandes países europeos y las secciones que se trataron fueron: la médica, el sordomutismo y la sordera, y la educativa. Se llegaron a acuerdos generales de diversa índole, entre otros: la reformas de la escuela para adaptarla a los tiempos actuales; verificación de un censo de sordos, clasificados; creación de escuelas para externos y semiexternos; problemas médicos como el reconocimiento médico precoz de deficiencias auditivas y psíquicas y determinación de su graduación; organización educativa preescolar con cursos para las madres. Para mejorar la instrucción, se acordó lo siguiente: 1. Que sean aumentadas las clases de sordomudos. 2. Que se iguale la situación jurídica y económica del profesorado. 3. Que se organicen escuelas profesionales. Finalmente, se explica en qué consistió el segundo Congreso mundial de sordos que se celebró en Zagreb, Yugoslavia, en 1955, organizado por la Federación Mundial de Sordos. Los conclusiones obtenidas en este Congreso fueron, entre otras: establecer programas modernos de rehabilitación en cada país, con una legislación adecuada, financiados por los órganos de gobierno de los países respectivos; que la rehabilitación de los sordos se haga desde la igualdad; que la rehabilitación comience lo antes posible; que los sordos colaboren en su propia rehabilitación y que aumente la influencia de las organizaciones nacionales, ya que, las personas sordas debe ser las más interesadas en resolver sus problemas. Finalmente, se recomendó en el Congreso que se profundizara en el estudio de los efectos psicológicos de la sordera y del mutismo y que los institutos para la educación de niños sordos intensificasen su colaboración con los psiquiatras.

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1) Estudiar la alteración del lenguaje en los niños autistas así como su posible etiopatología. 2) Conocer la actuación, en centros específicos de Autismo españoles, sobre los problemas de lenguaje de estos niños. 3) Comprobar la eficacia de la actuación así como las posibilidades de adaptación que estos niños pueden tener después del tratamiento. 3 Centros de Autistas, dos de Barcelona y uno de Madrid. Estudio acerca del lenguaje en niños autistas, en el que se presta especial atención al diagnóstico así como al diagnóstico diferencial. Este es el tema fundamental de la primera parte del trabajo, el comportamiento global del niño autista, la escasa comprensión práctica del mundo y de las exigencias que demuestra, describiendo las características más llamativas de su conducta. La segunda parte se centra en uno de los síntomas más característicos del autismo infantil, su trastorno del lenguaje, que puede ir desde el mutismo a un lenguaje con notables alteraciones. Las técnicas terapéuticas aplicadas al tratamiento del lenguaje autista y la necesidad de la colaboración de los padres en el aprendizaje completan este segundo apartado. Una tercera parte trata de dar a conocer cómo se actúa en los centros españoles de Autismo, con referencia al problema del lenguaje, para lo que la autora elaboró un cuestionario que envió a diez centros. El cuestionario consta de tres partes, que tratan cada uno de los aspectos del problema. La primera parte consta de 11 ítems de respuesta cerrada sobre las alteraciones del lenguaje. La segunda parte elaborada con preguntas abiertas y referidas al tratamiento que en estos centros se aplica a los niños autistas para favorecer su competencia comunicativa. La tercera parte, elaborada también con preguntas abiertas, acerca de los resultados obtenidos mediante el tratamiento de los problemas del lenguaje y el interrogante del pronóstico en relación con la adaptación posterior. 1) Las anomalías en el manejo de los símbolos, así como en el desarrollo de la lengua y de otras formas de comunicación, son rasgos prominentes de autismo de primera infancia. 2) La constatación de que las alteraciones del lenguaje no son más que una expresión de deficiencias más profundas de interacción y simbolización está teniendo efectos como el cambio en los métodos de intervención en el propio campo del lenguaje. 3) Los métodos operantes han constituido en los últimos 20 años los únicos procedimientos con suficiente base experimental y de eficacia demostrada. Sin embargo, esa eficacia parece estar lejos de ser ideal. 4) No se ha demostrado aún que los procedimientos operantes proporcionen al niño autista la suficiente capacidad para utilizar un lenguaje que no se reduzca solamente al léxico y las frases estrictamente entrenadas y, además, tampoco se observa, en la mayoría de los casos, la generalización estimular. 5) Muy pocas niñas gravemente retrasadas adquieren un nivel útil de lenguaje hablado, mientras que la proporción es mayor para los niños con un C.I. no verbal de tipo normal. 6) Es necesario reasaltar la importancia que, en cualquier tratamiento de la competencia comunicativa del niño autista, tiene la ayuda entre los terapeutas, la familia y demás personas que tienen contacto con él; dada la necesidad de mantener unas condiciones similares para un mejor aprendizaje del niño.

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Dar a conocer el mundo autista, sus rasgos comportamentales, sus posibles causas, sus diferencias con otros trastornos y su definición; dar a conocer sus limites y posibilidades. Esta investigación trata sobre el autismo, con un interrogantes salientable, ¿integración o segregación? Es una investigación compleja, dividida en diez partes: en la primera parte, se hace una revisión de las distintas definiciones dadas sobre autismo a lo largo de la historia, como nació el término, las investigaciones que habia sobre autismo y como estaba en España. En la segunda parte se explica la delimitación del campo del autismo en contraposición con otras deficiencias como el esquizofrenia infantil, la neurosis, la psicosis infantil, el mutismo selectivo, el retraso mental o las lesiones neurológicas. La segunda parte trata sobre la etiología del término, su base orgánica, las influencias ambientales que ha tenido o las alteraciones en las funciones psicológicas o psicofisiológicas. En la cuarta parte, se detallan los rasgos que definen y conforman el comportamiento autístico, haciendo hincapié en las reacciones anormales a experiencias sensoriales, movimientos y estereotipias, y a inteligencia y habilidades especiales. En la quinta parte se habla de presupuestos, principios, interrogantes que conllevan la integración y como es y en que consiste el proceso integrador y la enseñanza individualizada. En la sexta parte, se explican las formas y modos existentes de integrar y se distingue varios tipos: integración escolar, laboral y social. La séptima parte, corresponde a la parte experimental de la investigación, en la que se define el problema y se explican los instrumentos utilizados para la recogida de la información (cuestionario y entrevista) y la muestra utilizada (ocho centros de diversa índole, tanto en los alumnos que atiendo como su ubicación geográfica. En la octava parte, se explica las variables que se han usado en la investigación. Son: alumnos, educadores, padres, organización, actividades extraescolares y comunidad educativa. En la novena parte, se explica lo que es GAUTENA, su origen y desarrollo, el proyecto que tiene de integración y el plan actual.. Por ultimo en la décima parte, se hace una recoplicación de 'el pelouro' un centro neuropsicopedagógico y jardín de la infancia en el que se sigue una metodología singular con los alumnos. 1) Con la integración no se pretende otra cosa que trabajar el aspecto socializante que implica cualquier educación para alcanzar ese objetivo normalizador que toda educación especial percibe. 2) Abogar por la integración no supone saltarse todas las barreras de las deficiencias, estas siguen existiendo e incluso se hacen más crudas en el roce directo con los compañeros normales. 3) La integración es la reforma educativa que todos estábamos esperando. 4) Todo el mundo considera al centro en si como una parte muy importante de la problemática que estamos tratando. 5) A veces no se puede contar con los principios ergonómicos y organizativos de un buen programa de integración. 6) Se han instituido nuevos equipos para rellenar las lagunas que el centro ordinario tiene por no ser, precisamente, un centro especifico de educación especial. 7) Aunque los servicios han de ser coordinados, y delimitados, han de ser flexibles para adaptarse, no solo a las necesidades particulares de cada sujeto sino también al centro como tal. 8) Cada colegio elige unos miembros del equipo multiprofesional que dirija la integración de autistas debe estar formado por: Psicólogo, pedagogo, psiquiatra infantil, asistente social, profesor terapeuta del aula especial, y algún representante del centro ordinario. 9) Las claves de un programa de integración de autistas son: estructura concreta, realización paulatina, no comenzar por una integración directa de forma completa, llevar una continuidad, es una alteración multifactorial, y como tal, requiere un tratamiento multifactorial, un ambiente acogedor y sencillo y potenciar actividades intra o extraescolares. 10) Hay aun muchas necesidades por cubrir en educación especial. 11) Se debería de fomentar la interactuación con otras deficiencias, dar pasos hacia una normalización; puede que la interacción no sea el mejor camino pero hoy por hoy es lo que se esta llevando a cabo para alcanzar esta meta.

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La hipótesis básica de esta investigación es valorar si el programa AUGIE es una herramienta tecnológica que ayuda a las personas con autismo a comunicarse y a implementar aprendizajes. Partiendo de la base de que, en el trastorno del espectro del autismo (TEA), existen cuatro aspectos básicos característicos: las deficiencias en comunicación, socialización e imaginación, y los patrones de actividad e intereses restringidos y repetitivos, este trabajo se ha centrado fundamentalmente en una de las áreas afectadas: la comunicación. Todas las personas con TEA muestran alteraciones en la comunicación y en el lenguaje de forma muy heterogénea: desde la persona con mutismo pasando por la ecolálica, que repite frases sin cesar, hasta los que tienen lenguaje verbal pero carecen de habilidades a nivel pragmático. Dada la importancia del desarrollo comunicativo como mecanismo de control del entorno, de autodeterminación y de relación social, este trabajo pretende demostrar cómo la intervención de las nuevas tecnologías, en este caso del iPad a través de un programa específico como el AUGIE, maximiza las posibilidades comunicativas por encima de métodos clásicos, como sistema de comunicación por intercambio de imágenes (Picture Exchange Communication System PECS). Tras realizar una búsqueda bibliográfica, en primer lugar, se describen las hipótesis explicativas de las causas del autismo desde diferentes perspectivas como el psicoanálisis, conductismo y el cognitivismo pasando por las explicaciones biológicas o la hiper o hiposensibilidad a diferentes estímulos. A continuación, se explican las características del trastorno y se hace un especial énfasis en el aspecto comunicativo como se ha explicado anteriormente. Seguidamente, se abordan las necesidades educativas de las personas con TEA desde las necesidades de interacción social y de comunicación. Posteriormente, se explica cómo las tecnologías de la información y de la comunicación (TIC) constituyen un área de rápido desarrollo e implementación en el ámbito educativo. Las TIC son un medio tecnológico de intervención educativa para las personas con discapacidad y, en concreto, para las personas con TEA. Son un potente recurso para varios ámbitos de su vida: educación, comunicación, ocio y tiempo libre. Un objetivo de las TIC es proporcionar un modelo de comunicación válido a una persona que no es capaz de verbalizar. Una de las principales ventajas de las TIC es que se erigen como un poderoso aliado a la hora de potenciar y mejorar la comunicación de las personas con TEA. Dentro de las TIC, destaca el uso del iPad ya que proporciona inmediatez, movilidad y autonomía; proporciona una enseñanza individualizada. Los objetivos específicos de este trabajo son: 1. Comprobar que, si se usa el iPad con el AUGIE, se facilita que las personas con TEA realicen intercambios comunicativos, peticiones y transmitan necesidades. 2. Valorar que, si se utiliza el iPad con el AUGIE, se facilitan aprendizajes a través de la secuenciación visual mediante imágenes de pasos para lograr ejecutar una tarea (Método TEACCH, Treatment and Education of Autistic related Communication Handicapped Children) como, por ejemplo, poner la mesa, vestirse, ir al baño, etc. (autonomía personal), comprar en el supermercado siguiendo los pasos de la lista de la compra, desplazarse y tener una conducta adecuada en un lugar público como una cafetería (habilidades sociocomunitarias). 3. Verificar que, si se usa el iPad con el AUGIE, se puede favorecer el aprendizaje de los tiempos de espera. 4. Cotejar que, si se emplea el iPad con el AUGIE, se puede facilitar el juego y el entretenimiento (ocio) de las personas con TEA. A continuación se describen diferentes programas informáticos como el AZHAR, e-Mitnza, Sc@out, Picaa y el AUGIE, analizando las ventajas y las desventajas de cada uno de ellos. Durante los últimos años, el iPad se ha convertido en una tecnología popular para la educación de las personas con TEA. La popularidad del iPad en la educación de estudiantes con TEA puede relacionarse con su portabilidad (Shah, 2011; VanLaarhoven, Johnson, VanLaarhoven-Myles, Grider y Grider, 2009), el diseño de gran pantalla táctil (Shah, 2011), la facilidad en la individualización de la presentación de materiales educativos y una multitud de aplicaciones educativas (Kagohara, Sigafoos, Acmadi, Van der Meer, O´Reilly y Lancioni, 2011; Kagohara, Van der Meer, et al., 2013; Shah, 2011). Aunque los iPads son ampliamente utilizados, hay poca investigación para apoyar sus beneficios de aprendizaje (Kagohara, Sigafoos, et al., 2011; Kagohara et al., 2013). Se ha escogido el programa americano AUGIE para la investigación puesto que se trata de un programa muy completo y sólo se puede utilizar con el iPad. Este programa, AUGIE AAC Aumentative and Alternative Communication; (Comunicación Aumentativa y Alternativa), fue creado por Víctor Morris (2010) en Illinois (Estados Unidos). De la población de 80 usuarios que posee un Centro de Educación Especial de la Comunidad Valenciana, se ha seleccionado una muestra de forma incidental que consiste en seis personas con autismo de entre 18 y 30 años de edad, los cuales, se han dividido en dos grupos de tres sujetos. Un grupo (experimental) ha utilizado el iPad con el AUGIE y el otro grupo (convencional) ha utilizado un sistema de comunicación más tradicional con pictogramas utilizando el sistema PECS. Se ha creado una hoja de registro para la observación participante realizada. Esta hoja de registro es una plantilla en donde se registra a mano toda la información sobre cómo utilizan las personas con TEA el programa. Del mismo modo, se han registrado los avances comunicativos y las diferentes características asociadas al grupo de sujetos que no trabajan con el AUGIE y utilizan el sistema PECS. El programa se ha probado con las personas con autismo de manera individualizada en sala y con un ambiente estructurado. El tipo observación por parte del investigador principal ha sido de observación participante. En total se han realizado 12 sesiones de trabajo con cada sujeto (6 sujetos) dando a lugar 72 registros realizados de forma cualitativa. Así mismo, a cada sujeto se le ha aplicado un total de 28 variables relacionas con las peticiones, pasos a seguir realizando tareas, elecciones, juegos, etc. Los resultados muestran que el AUGIE en el iPad consigue mejorar la comunicación de las personas con TEA por encima del método tradicional PECS ya que, en la primera sesión, consiguen alcanzar una media de 13 habilidades siendo estadísticamente significativo dicho resultado y cumpliendo la hipótesis alternativa de que existe diferencia en la consecución de habilidades comunicativas entre ambos grupos (uso del iPad y uso de PECS). De esta forma, el programa AUGIE en formato iPad aparece como una herramienta muchísimo más ventajosa que los medios tradicionales como el PECS ya que los sujetos aprenden en menor tiempo a pedir de forma espontánea, piden más cantidad de cosas, solicitan más información, aprenden antes a rechazar cosas, piden acciones como, por ejemplo, descansar o beber agua, reduce estereotipias, centra la atención, favorece el desapego hacia objetos, no hay conductas disruptivas y les hace comprender antes y de forma más adecuada la espera y el paso del tiempo.

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O presente relatório expõe o trabalho efetuado no âmbito do estágio profissionalizante, em saúde mental infanto-juvenil, inserido na unidade curricular Ramo de Aprofundamento de Competências Profissionais do Mestrado em Reabilitação Psicomotora. O estágio foi realizado no Serviço de Psicomotricidade da Clínica da Encarnação, pertencente ao Hospital Dona Estefânia. A intervenção psicomotora realizou-se com crianças e adolescentes com idades compreendidas entre os 3 e os 16 anos, maioritariamente em dinâmica grupal, numa perspetiva sistémica e multidisciplinar. Foram acompanhadas, ao longo do ano letivo, 43 crianças, 30 das quais numa intervenção mais autónoma, em co-terapia ou em observação participada, onde os diagnósticos mais prevalentes se inseriam nas Perturbações da Ansiedade. Este relatório é constituído por uma revisão teórica acerca da saúde mental, psicomotricidade e aspetos psicopatológicos e pela caracterização da instituição e do Serviço de Psicomotricidade. É feita, ainda, a caracterização das atividades de estágio e dos aspetos referentes às mesmas, onde constam dois estudos de caso como ilustrativos do trabalho realizado, o primeiro com um diagnóstico de Mutismo Seletivo e o outro com uma sintomatologia que se inscreve nas Perturbações da Comunicação e da Relação. No final são apresentadas as dificuldades e limitações e uma reflexão final acerca do percurso de estágio.