228 resultados para Subtipos


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Foram examinados 135 soros de pacientes com hanseníase para identificação dos subtipos ad e ay de HB sAg, tendo-se encontrado somente 3 casos positivos para o antígeno Austrália, todos eles do subtipo ad (2,2%).

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OBJETIVO: Estimar a prevalência dos subtipos do HIV-1 e analisar fatores associados. MÉTODOS: Foi realizado um estudo transversal com amostra de conveniência de 80 pacientes adultos HIV-positivos atendidos em serviço especializado em DST/Aids em Canoas, RS, no período de julho de 2008 a janeiro de 2009. A determinação dos subtipos do HIV foi realizada por amplificação de fragmento do genoma viral pela reação em cadeia da polimerase seguida do seqüenciamento dos fragmentos amplificados. Variáveis sociodemográficas, clínicas e comportamentais foram coletadas em questionário estruturado. Foi realizada análise estatística univariada utilizando os testes de qui-quadrado e t de Student. RESULTADOS: Foi observada uma prevalência maior do subtipo C (43,8%; IC 95%: 32,9;54,6), seguida pelo CRF31_BC (35,0%; IC 95%: 24,6;45,5) e subtipos B (18,8%; IC 95%: 10,2;27,3) e F (2,4%; IC 95%: 0;5,9). Outros subtipos de HIV-1 não foram observados. Pacientes infectados com CRF31_BC apresentaram diagnóstico mais recente do que os pacientes infectados com o subtipo B (p < 0,05). Observou-se também maior freqüência de co-infecção com outros vírus (hepatites B e C e T-linfotrópicos humanos) nos indivíduos portadores do CRF31_BC do que nos demais subtipos. Com relação aos aspectos sociodemográficos, não foram observadas diferenças na distribuição dos subtipos e formas recombinantes quanto ao sexo e práticas sexuais. CONCLUSÕES: Os resultados obtidos indicam uma freqüência maior do subtipo C e do CRF31_BC nesse centro urbano do sul do Brasil, com possíveis vias de transmissão diferentes.

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A maioria dos métodos utilizados na caracterização genética do HIV-1 baseia-se na análise de regiões específicas do genoma viral, fornecendo informação parcial sobre o mesmo e, por consequência, revelando-se inadequados para a identificação de vírus recombinantes. O único método que permite uma caracterização integral do genoma viral passa pela sua sequenciação completa. No entanto, este é um método dispendioso, laborioso e de difícil implementação quando se pretende a análise de elevados números de amostras. Como alternativa a este último, o conjunto de métodos genericamente designados de MHA (Multiple Region Hybridization Assay) baseiam-se na amplificação, por PCR em tempo-real, de várias regiões ao longo do genoma viral e na sua caracterização com sondas específicas (TaqMan). Tendo este modelo por base, o objectivo deste estudo foi o desenvolvimento de um ensaio de hibridação múltipla (MHABG0214) passível de ser aplicado ao estudo de um elevado número de amostras. Este método foi desenvolvido tendo como objectivo a genotipagem as estirpes circulantes dominantes na epidemia Portuguesa, nomeadamente os subtipos B, G e formas genéticas recombinantes CRF02_AG e CRF14_BG. Com base em alinhamentos de sequências de referência de genoma completo, delinearam-se primers universais e subtipo-específicos para a amplificação de diversas regiões codificantes distribuídas ao longo do genoma do HIV-1 (Gag, Protease, Transcriptase Reversa, Integrase, Rev, Gp120 e Gp41). A optimização foi efectuada, inicialmente, para um conjunto de amostras de referência e seguidamente avaliada num conjunto de 50 amostras clínicas. O MHABG0214 foi implementado numa estratégia de PCR em tempo-real, numa detecção dependente de SYBR® Green I para todas as regiões ou, como alternativa, usando sondas TaqMan (Gp41). Apresentamos ainda uma estratégia em que a análise de resultados se baseia, simplesmente, numa abordagem usando PCR/gel de agarose convencional. Estas abordagens constituem ferramentas úteis na identificação das estirpes de HIV-1 em Portugal.

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Mundialmente, estima-se que 40 milhões de pessoas estejam infectadas com VIH, 5 milhões das quais cronicamente infectadas com VHC. A co-infecção com VIH aumenta a taxa de persistência do VHC, acelera a velocidade de progressão da doença hepática e reduz significativamente a resposta à terapia do VHC. O VHC possui extensa diversidade genética, sendo classificado em seis genótipos e cerca de 90 subtipos com padrões epidemiológicos e resposta à terapia distintos. Tendo isto presente e devido a serem limitados os dados relativos aos genótipos e subtipos do VHC circulantes em Portugal e ainda ao facto de os utilizadores de drogas injectáveis (UDIs) serem um grupo de risco importante para a co-infecção por VIH e VHC, realizámos um estudo retrospectivo para determinar a prevalência da infecção por VHC e a distribuição de subtipos deste vírus num grupo de UDIs infectados com VIH. Amostras de plasma de 66 indivíduos (1998-2001) foram testadas para anticorpos anti-VHC (ensaio imunoenzimático) e RNA do VHC (amplificação da 5’UTR por RT-PCR). Para identificar os subtipos de VHC e detectar recombinantes, as amostras com RNA viral detectável foram sujeitas a amplificação, sequenciação e análise filogenética de sequências nucleotídicas parciais para C/E1 e NS5B. Encontrámos que 86,4% dos indivíduos possuíam anticorpos anti-VHC, 93,0% dos quais com infecção activa. Todas as amostras, exceptuando duas, com RNA viral detectável originaram amplicões para C/E1 e NS5B. A análise filogenética permitiu incluir as estirpes de VHC nos subtipos 1a (43,8%), 1b (3,6%), 2a (1,8%), 3a (21,1%), 4a (8,8%) e 4d (15,8%), revelando um padrão epidemiológico semelhante ao dos UDIs de outros países do Sul da Europa. Apenas uma amostra apresentou discordância entre os subtipos das duas regiões (4d para C/E1 e 4a para NS5B) sugerindo um potencial recombinante intragenótipo. No total, os subtipos 1a, 4a e 4d do VHC são responsáveis por 68,4% das infecções nos UDIs infectados com VIH analisados. Considerando que apenas 20-30% dos doentes positivos para VIH e co-infectados com os genótipos 1 e 4 respondem à terapia do VHC e que ocorre transmissão do VHC dos UDIs para a população em geral, são prioritários estudos alargados de vigilância epidemiológica e implementação de estratégias de prevenção para controlar ambos os vírus neste grupo de risco.

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Resumen tomado de la publicaci??n. Resumen tambi??n en ingl??s

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Resumen tomado de la publicaci??n

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Obtener subtipos, con diferentes perfiles neuropsicológicos, de niños en edad escolar que presentan problemas de aprendizaje. 82 sujetos, siendo 65 varones y 17 mujeres. Centros educativos de León y Madrid. Se evaluaron escolares con dificultades de aprendizaje, todos fueron remitidos para una evaluación neuropsicológica por presentar problemas de aprendizaje escolar. El porcentaje de mujeres, entre los alumnos con dificultades de aprendizaje, en nuestra muestra se sitúa alrededor del 21 por ciento. Se utilizaron variables a priori y a posteriori. La formación de subtipos a priori se realiza en función de variables asignadas o seleccionadas, variables en las que el investigador establece distintas condiciones, utilizando diferencias ya existentes en los sujetos. Para la formación de subtipos a posteriori, se utilizaron técnicas multivariadas. Batería de diagnóstico neuropsicológico infantil, Luria-DNI; escala de inteligencia de Wechesler para niños-revisada, WISC-R; escala de comportamiento infantil ECI, para profesores y test breve de inteligencia de Kaufman, K-BIT. Las sesiones de evaluación fueron individuales con una duración aproximada de 60 minutos. Primero se aplicó la escala de Inteligencia de Wechsler para niños revisada: WISC-R. Los sujetos que no llegaban a las puntuaciones mínimas establecidas para formar parte de la muestra, quedaban fuera del estudio. En una segunda sesión se pasaban las 10 primeras pruebas de evaluación de la batería neuropsicológica Luri-DNi, que por su extensión se llevó a cabo en 2 sesiones diferentes y el Test Breve de Inteligencia de Kaufman K-BIT. En una tercera sesión se finalizó con la batería Luria-DNI. Finalmente, en entrevista con el profesor tutor, se rellenaban las escalas ECI (versión profesores). Para analizar los resultados se utilizaron programas de los paquetes estadísticos STATISTICA y SPSS 13.O para Windows. Problemas de lecto-escritura y aritméticos. Niños con problemas de aprendizaje. Los problemas de memoria los manifiestan todos los subtipos de niños con problemas de aprendizaje. No han aparecido diferencias significativas al comparar dos niveles de edad en los niños con dificultades de aprendizaje. Es imprescindible desarrollar planteamientos educativos lo más adecuados posible. Lo que se pretende es diferenciar subtipos de niños con problemas de aprendizaje desde la perspectiva neuropsicológica, cognitiva y del comportamiento. Una de las mayores dificultades en el estudio de los trastornos de aprendizaje es la heterogeneidad de la población que presenta dichos trastornos, por lo que el análisis de los perfiles de capacidades y discapacidades de los niños estudiados, así como la distinción de subtipos lo más homogéneos posible, puede ayudar a diseñar estrategias de intervención adecuadas. Lo que más ha preocupado son las implicaciones neuropsicológicas, cognitivas y del comportamiento en las dificultades de aprendizaje.

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Obtener subtipos, con diferentes perfiles neuropsicológicos, de niños en edad escolar que presentan problemas de aprendizaje. 82 sujetos, siendo 65 varones y 17 mujeres. El porcentaje de mujeres, entre los alumnos con dificultades de aprendizaje en esta muestra se sitúa alrededor del 21 por ciento. Plantea la evaluación neuropsicológica a escolares entre 8 y 11 años, que no presentan alteración neurológica cerebral demostrable y que a pesar de una capacidad cognitiva dentro de la normalidad, manifiestan dificultades de aprendizaje. Se hace eco de la necesidad de abordar el estudio de estos niños, asumiendo la concepción neuropsicológica y los métodos de Luria para la evaluación y la consiguiente obtención de subtipos de niños con problemas escolares de aprendizaje. Entrevista; Batería Luria-DNI; Escala de inteligencia de Wechsler para niños-revisada, WISC-R; Escala de comportamiento infantil ECI, para profesores y test breve de inteligencia de Kaufman, K-BIT. Se utilizaron paquetes estadísticos como STATISTICA y SPSS 13.0 para Windows y otros diseños de los estudios como son: el análisis de Cluster y el método K-medias que es un proceso de partición repetitiva. La presencia de niños normales con dificultades de aprendizaje indican que los procesos de enseñanza-aprendizaje son extremadamente complejos e influyen en ellos multitud de aspectos cognitivos, socioeconómicos y motivacionales. Hay un notable solapamiento entre problemas de lecto-escritura y aritméticos ya que la mayor parte de los sujetos del estudio los comparten. Los niños con problemas de aprendizaje mejor capacitados intelectualmente, son los más desmotivados a nivel escolar. El déficit de atención esta presente en todos los subtipos de niños con dificultades de aprendizaje. Los problemas de memoria los manifiestan todos los subtipos de niños con problemas de aprendizaje. No hay diferencias al comparar los niveles de edad. El porcentaje de mujeres con dificultades de aprendizaje coincide con los porcentajes hallados en diferentes estudios. En definitiva, lo que se pretende es diferenciar subtipos de niños con problemas de aprendizaje desde la perspectiva neuropsicológica, cognitiva y del comportamiento. Siendo una de las mayores dificultades en el estudio de los trastornos de aprendizaje la heterogeneidad de la población que presenta dichos trastornos.

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Los objetivos son : 1-Estudiar las catacterísticas del deficiente mental a través de la cartografía cerebral 2- De los potenciales eléctricos resultantes, estudiar cuáles tienen relación con el rendimiento cognitivo del deficiente mental 3-Relacionar los datos obtenidos de la cartografía cerebral y datos de tipo cognitivo de los deficientes mentales 4-Comprobar si es posible encontrar diferencias entre los deficientes mentales, de manera que se puedan establecer grupos distintos de deficientes mentales con criterios neurofisiológicos y estudiar sus características cognitivas 5-Buscar datos y conclusiones útiles para la orientación terapeútica de los deficientes 6-Investigar si existen alteraciones del funcionamiento cerebral que afectan de manera distinta a grupos de deficientes. 200 individuos deficientes mentales, divididos en deficientes mentales medios, ligeros y límites, además de un grupo de sujetos de cociente intelectual normal con trastornos de aprendizaje, la gran mayoría residentes en la Comunidad Autónoma de Madrid, cuyo medio sociocultural es urbano, mayores de 10 años y todos escolarizados. Como instrumentos de recogida de datos se han empleado : 1-Batería de pruebas psicotécnicas estandarizadas 2-Escala de Inteligencia para niños de Wechsler o WISC 3-Test de Habilidades Psicolingüísticas de Illinois ITPA 4-Test de Frostig 5-Test Gestáltico Viso-motor de L. Bender 6-Test de Memoria Visual de Benton 7-Como instrumentos neurofisiológicos se ha utilizado un cartógrafo cerebral Biologic Systems, modelo Brain Atlas III, capaz tanto de recoger ondas electroencefalográficas y de analizarlas digitalmente para conformar un mapa bioeléctrico cerebral, como de realizar pruebas de 'potenciales evocados' (es decir, potenciales eléctricos cerebrales que se obtienen como respuesta a un estímulo externo). Son : 1-Los estudios de los ritmos cerebrales han encontrado diferencias entre los sujetos deficientes mentales y los normales 2-Los ritmos cerebrales de los deficientes mentales presentan signos dismadurativos y rasgos anómalos 3-La distribución del factorial de los ritmos cerebrales de los deficientes mentales no difiere significativamente de la encontrada por otros autores en sujetos normales 4-Hay correlación entre los factores obtenidos del análisis de frecuencias y el rendimiento de los deficientes en pruebas cognitivas 5-Los potenciales evocados visuales de los deficientes mentales difieren de los de los sujetos normales 6-Las ondas propias de los potenciales evocados auditivos aparecen con menor voltaje y mayor latencia en los deficientes mentales. Los factores estudiados indican que hay distintos tipos de deficiencia o fortaleza en las facultades cognitivas de los sujetos asociados a distintos fenómenos neurofisiológicos. Se han identificado en la muestra seis grupos diferentes de sujetos. Teniendo en cuenta los resultados obtenidos, los autores creen que no es posible plantear la pedagogía terapeútica con programas y metodologías iguales para todos los deficientes. Tampoco dudan de que estos deficientes mentales no son personas con una mentalidad equivalente a niños más pequeños y que, por lo tanto, bastará impartirles contenidos de cursos inferiores para adaptarlos al medio escolar. En el momento actual, no se conocen soluciones médicas para los déficits encontrados ; sin embargo cabría la posibilidad de cambiar las estrategias de enseñanza para posibilitar el desarrollo intelectual a pesar de las áreas deficitarias encontradas.

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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)