6 resultados para Concerta
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Antecedentes: Existe la percepción de que los pacientes con trastorno mental severo (TMS) presentan una mayor prevalencia de factores de riesgo cardiovascular (FRCV) y un menor control de los mismos en comparación con la población general. Objetivos: Conocer la prevalencia de los FRCV y hábitos tóxicos en pacientes con TMS y evaluar el seguimiento por la Atención Primaria (AP) en los que presentan un riesgo vascular elevado. Diseño y metodología: Se realizó un estudio descriptivo de prevalencia y de seguimiento en una muestra representativa de los pacientes con diagnóstico de TMS seguidos en el Centro de salud mental de Mataró. Se registraron los parámetros antropométricos, los FRCV, hábitos tóxicos, perfil lipídico y tratamientos farmacológicos. Se calculó el RCV mediante las tablas de REGICOR. Los pacientes con un RCV & 10% fueron derivados a AP para valorar la estrategia terapéutica. Se evaluó el seguimiento por parte de los especialistas a los 4 meses y en Atención Primaria a los 6-9 meses. Resultados: Se realizaron 112 entrevistas en el centro de Salud Mental de Mataró; 62% eran hombres y 38% mujeres, con una edad media de 43 ± 11,9 años. La obesidad abdominal fue el FRCV más prevalente (62%), le siguió el tabaquismo en un 58,9%, el sedentarismo con un 48,2% y la dislipemia 42%. El 66,8% de los pacientes eran portadores de tratamiento con antipsicóticos atípicos, lo que se asocia con un mayor RCV. Un total de 102 pacientes (91% de la muestra) presentaban uno o más FRCV, 98 de los mismos tenían un RCV & 10 y 4 presentaron un RCV & 10. Se derivaron 6 pacientes a la AP para control de los FRCV, de los que 3 nunca habían sido atendidos en AP. A los 9 meses fueron visitados el 50% de los derivados a AP, y se consiguió reducir el RCV & 10 en un 50% de los que se le hizo la recomendación de seguimiento. Conclusión: Los pacientes con TMS acuden habitualmente a las consultas de AP para el control de los FRCV. La prevalencia de FRCV en pacientes con TMS es superior a la población general. El porcentaje de pacientes con RCV elevado según el REGICOR es bajo.
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O interesse pelo tema «Limites à Publicidade – Estudo de Caso da Rádio Praia FM», foi motivado, não só pela minha profunda simpatia pelo tema, mas também pela necessidade que senti em aprofundar os meus conhecimentos acerca do mesmo, pelo que optei por fazer uma pesquisa aprofundada e aplicada num dos meios da comunicação de Cabo Verde. Limites à Publicidade é um tema em destaque na agenda social em Cabo Verde, na medida em que constata-se a existência de certas lacunas na aplicação das leis por parte das entidades reguladoras. Neste contexto, considerou-se útil e importante proceder a uma abordagem empírica da Publicidade essencialmente focada nos seus limites, na sua contextualização e na importância da regulação da publicidade em Cabo Verde. Os avanços já constatados e as perspectivas que se abrem ao tema, exigem um melhor controlo das publicidades veiculadas nos meios de comunicação de Cabo Verde, de forma a que as entidades possam fazer cumprir as leis da melhor forma. O desenvolvimento do tema «Limites à Publicidade», afigurou-se, pois, de extrema importância, na medida em que possibilitou proceder a uma caracterização e análise da situação concerta vivida na Rádio Praia FM, bem como a elaboração de uma proposta de recomendações, visando uma melhoria aplicando a auto-regulação, a auto-disciplina e o código deontológico. Como enquadramento teórico, para a formulação do tema, foi desenvolvida um historial da publicidade, numa perspectiva global, assim como os seus conceitos, a sua importância, os seus constrangimentos e ameaças, e ainda a auto-disciplina e limites da publicidade nas sociedades contemporâneas. Para o caso de Cabo Verde foi configurada um pequeno historial da sua evolução, os objectivos, a linguagem e humores na publicidade radiofónica. O estudo centrou-se na Rádio Praia FM, rádio privada comercial, com história e uma enorme responsabilidade cultural que se traduz na difusão da música e na divulgação dos artistas cabo-verdianos. O estudo de caso baseou-se em análises de 12 (doze) publicidades radiofónicas de acordo com o Decreto-Lei nº 46/2007.
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Le méthylphénidate est un stimulant du système nerveux central, proche des amphétamines par son mécanisme d'action, commercialisé depuis les années cinquante, initialement pour le traitement de la narcolepsie et de la fatigue chronique. Son potentiel addictif est connu de longue date: un des premiers cas publiés remonte à 19601). Il est soumis à la Loi fédérale sur les stupéfiants. Reconnu ultérieurement comme un traitement efficace des troubles déficitaires de l'attention avec ou sans hyperactivité (TDA-H) de l'enfant et de l'adolescent, le méthylphénidate (Ritaline®, Concerta®) a vu ses ventes fortement augmenter à partir des années quatre-vingt-dix, d'abord en Amérique du Nord puis en Europe. Le diagnostic de TDA-H pourrait concerner 3 à 5% des moins de dix-huit ans, voire plus selon certaines études. Plus récemment, on a identifié ce trouble chez des adultes, auxquels s'est alors élargi le champ de prescription du médicament. Cet engouement, de loin pas toujours justifié2), pour le méthylphénidate peut faire craindre une recrudescence des abus. L'objectif de cet article est de comparer le potentiel addictif du méthylphénidate à celui d'autres stimulants et de passer en revue la fréquence et les modalités d'abus dans différentes populations. Enfin, les abus de méthylphénidate recensés par le Centre Suisse d'Information Toxicologique (CSIT) entre 1996 et 2009, seules données disponibles en Suisse, sont analysés rétrospectivement.
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1) personne contact: Yuping Li
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Background: The aim of this study was to evaluate stimulant medication response following a single dose of methylphenidate (MPH) in children and young people with hyperkinetic disorder using infrared motion analysis combined with a continuous performance task (QbTest system) as objective measures. The hypothesis was put forward that a moderate testdose of stimulant medication could determine a robust treatment response, partial response and non-response in relation to activity, attention and impulse control measures. Methods: The study included 44 children and young people between the ages of 7-18 years with a diagnosis of hyperkinetic disorder (F90 & F90.1). A single dose-protocol incorporated the time course effects of both immediate release MPH and extended release MPH (Concerta XL, Equasym XL) to determine comparable peak efficacy periods post intake. Results: A robust treatment response with objective measures reverting to the population mean was found in 37 participants (84%). Three participants (7%) demonstrated a partial response to MPH and four participants (9%) were determined as non-responders due to deteriorating activity measures together with no improvements in attention and impulse control measures. Conclusion: Objective measures provide early into prescribing the opportunity to measure treatment response and monitor adverse reactions to stimulant medication. Most treatment responders demonstrated an effective response to MPH on a moderate testdose facilitating a swift and more optimal titration process.
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Como breve análise do livro "Medicalização de crianças e adolescentes: conflitos silenciados pela redução de questões sociais a doenças de indivíduos", esta resenha contextualiza a importância da publicação na crítica contemporânea à invenção de (psico)patologias e tratamentos a elas destinados. O livro logra, de forma extremamente rigorosa, desconstruir as "bases científicas" que sustentam o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), mostrando como a indústria farmacêutica vem ocultando sistematicamente os profundos efeitos colaterais do princípio ativo destinado a tratá-lo (o metilfenidato, presente na Ritalina® e Concerta®). Com textos de profissionais vinculados à saúde e educação, nas mais diferentes áreas do conhecimento, o livro representa uma notável coalizão de esforços em benefício da promoção dos direitos de crianças e adolescentes.