1000 resultados para Crianças Linguagem


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A pertinncia deste projeto prende-se com o facto da Surdez Infantil constituir um problema de Sade Pblica devido, quer elevada prevalncia, quer s mltiplas consequncias que acarreta. Na criana pode observar-se atraso no desenvolvimento cognitivo, escolar, psicoafectivo, familiar e social, consequncia de alteraes na aquisio da linguagem. Torna-se, pois, fundamental obter um diagnstico precoce, de forma a aproveitar a plasticidade do Sistema Auditivo Central na infncia, diminuindo o impacto da deficincia auditiva na criana, na famlia e na sociedade. Em Portugal no se realizam rastreios auditivos sistemticos que permitam avaliar a audio das crianças em diferentes estados do seu desenvolvimento, pelo que se desconhece o estado da arte da audio infantil e a sua repercusso no desenvolvimento psicolgico e da linguagem.

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O presente artigo pretende dar conta dos resultados de uma investigao realizada junto de um grupo de 18 educadoras de infncia a trabalhar em escolas da rede pblica da Ilha Terceira, Aores, Portugal, cujo objetivo foi o de compreender a sua perspetiva acerca da abordagem linguagem escrita no mbito da educao de infncia. Foram avaliados aspetos como a posio pedaggica e metodolgica que as educadoras afirmam adotar na sua interveno pedaggica e os processos de aprendizagem que afirmam privilegiar como promotores da literacia nas suas salas. A entrevista realizada durante o segundo trimestre do ano escolar permitiu concluir que a forma de pensar destas educadoras, acerca do desenvolvimento da linguagem escrita, caracteriza-se, basicamente, pelo distanciamento relativamente a uma perspetiva emergente da literacia, centrada nas crianças, pela atribuio de uma acentuada importncia s atividades e estratgias de interveno direta e pelo dfice de conhecimentos sobre a forma como se desenvolvem os processos de leitura e escrita em crianças pr-escolares.

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O incio da colaborao entre a Escola Superior de Tecnologia da Sade do Porto (ESTSP), nomeadamente do Curso de Terapia da Fala (TF), com o Agrupamento de Escolas de Santa Marinha coincidiu com a implementao do Decreto-lei 312008, de 7 de Janeiro que defende a incluso de todas as crianças no Sistema Educativo e tenta promover, conforme consta logo no seu texto inicial "a igualdade de oportunidades, valorizar a educao e promover a melhoria da qualidade de ensino'. Essa colaborao, no caso da TF e da Terapia Ocupacional (TO), foi formalizada atravs de protocolo para uma das unidades do agrupamento, uma Escola de Primeiro Ciclo com Jardim de Infncia (EB1/JI), e foi solicitada no s por se enquadrar na misso da ESTSP (ESTSP - Despacho n.0 15836/2009 referente aos Estatutos da Escola, D.R. n.0 132, Srie 11, de 10 de Julho de 2009) e nos objetvos supramencionados para o prprio Agrupamento, mas por permitir igualmente a criao de locais de educao clnica (unidades curriculares correspondentes a 25% dos ECTS1 do plano de estudos aluai) dretamente supervisionados pelos docentes da ESTSP, numa valncia de atendimento a crianças em contexto escolar e pr-escolar. Cumpriase um duplo objetivo: contribua-se para igualdade de oportunidades e para a promoo da melhoria da qualidade de ensino. A Escola Bsica fica com profissionais de sade que integram a sua equipa escolar que avaliam e identificam com os professores as necessidades educativas dos seus alunos, desenhando um plano de ao adequado a essas mesmas necessidades e, por outro lado, a Escola Bsica dispe-se a colaborar na formao dos estudantes da ESTSP, proporcionando-lhes um contexto de estgio ainda pouco disponvel para a aceitao destes profissionais para casos que no sejam identificados como Necessidades Educativas Especiais (NEE) mas cuja necessidade recomendada pelo Comit de preveno da ASHA2 (1988) e j prevista noutros pases na Unio Europeia (i.e. na Irlanda do Norte - Mnstry for Health, Social Services and Public Safety, 2011). A unidade de educao clnica interna, assim designada por ser assegurada pelos docentes da ESTSP, esteve sempre especialmente vocacionada para o desenvolvimento das competncias relacionadas com o trabalho em equipa e a promoo de competncias de auto-conhecimento com vista autonomizao progressiva do profissional quanto ao controlo do seu prprio processo de ensino-aprendizagem. "Um dos elementos centrais referidos no benchmarking da QAA3 (UK) sobre a autonomia e responsabilidade profissional a de ser capaz de atuar dentro dos padres e requisitos definidos pelos organismos reguladores da profisso"(Lopes, 2004, p.47). Neste contexto especfico, a par com as competncias j citadas foi possivel ainda prestar um servio comunidade local, atravs do atendimento em contexto, prestando servios a crianças e aos familiares na faixa etria 3 - 11 Anos. A interveno do Terapeuta da Fala (TpF) pode ocorrer em qualquer dos espaos escolares, desde a sala de aula ao recreio, passando pelo refeitrio, nos tempos de aprendizagem formal ou nos tempos de aprendizagem no formal, isto , defende-se que a prtica do TpF pode ocorrer em qualquer contexto onde decorram as atividade habituais da pessoa que est a ser acompanhada (CPLOL, 2009). Nos termos do acordo celebrado, essa interveno pode ser proposta pela rea, pode ser planeada a partir da solicitao de outro profissional ou ainda enquadrada nas atividades j calendarizadas no plano de atividades do prprio agrupamento. As atividades em si podem dirigir-se a uma ou mais crianças, envolver uma ou mais turmas; nestes anos, foram planeadas atividades para pais, professores, alunos de uma turma e para toda a escola, envolvendo as 130 crianças, todo o pessoal docente e auxiliar, a associao de pais, pessoal da ESTSP (AEESTSP e docentes) e da comunidade envolvente, num total de cerca de 180 pessoas. Todas as atividades foram previamente discutidas e aprovadas pelo Diretor da EB1/JI (conforme acordo especifico estabelecido entre a rea da TF e a Escola EB1/JI em causa). O protocolo estabelecido entre as duas instituies ao longo destes anos (2009-201 O a esta parte) no foi, como se disse, exclusivo para a TF; a rea da Terapia Ocupacional (TO) tambm estava includa no referido protocolo tendo tambm previstos a avaliao e o acompanhamento de crianças, se bem que o encaminhamento para a TO se fizesse por via das avaliaes em TF, j que foi esta a rea que assumiu a responsabilidade de fazer o rastreio inicial a todas as crianças que entram de novo na escola ou no Jardim de Infncia (essencialmente alunos de 1 ano e de novas admisses para o Jardim de Infncia). Este encaminhamento podia igualmente ser feito para Fisioterapia ou para Audiologia, nos casos das valncias disponveis na ESTSP e envolvidas no projeto de prestao de servios comunidade. Assim, para preparao desta unidade de atendimento, e para montagem deste servio nesta escola, analisaram-se um conjunto de premissas, tendo em conta os objetivos j referidos: 1. Anlise fundamentada da relao entre o desenvolvimento da Comunicao, da Linguagem e da Fala e a aquisio das competncias do 1 Ciclo, no s a nvel acadmico mas tambm a nvel social e comunicacinal; 2. Identificao dos dados a recolher nas provas de avaliao para iniciar a prestao de servios de TF j dirigidos s necessidades identificadas no ponto anterior; 3. Identificao dos instrumentos de recolha de dados ou provas que permitissem a recolha mais rpida e eficaz dos dados identificados no ponto prvio; 4. Determinao da(s) estratgia(s) a adotar, numa fase inicial, para iniciar a interveno com o apoio da equipa, sem alterar muito o seu funcionamento anterior; 5. Estudo da melhor forma de potenciar a interveno do TpF de modo a evidenciar to cedo quanto possvel as vantagens da interveno nesta rea no desenvolvimento das competncias referidas no ponto 1; 6. Transposio para este contexto dos objetivos da unidade de educao cllnica no que respeita ao trabalho em equipa, com especial ateno para os pontos relacionados com a comunicao entre profissionais, nomeadamente no que toca adequao da linguagem utilizada, contedo da informao partilhada e sentido de oportunidade para passagem dessa mesma informao. Foi com base nestas premissas que se desenhou o projeto que passaremos a expor, relatando posteriormente parte dos resultados obtidos com a interveno desenvolvida at data. Este estudo parte de um projeto que se encontra ainda em curso pois s no final deste ano que as primeiras crianças que foram integradas finalizaro o 4 ano e as que se encontravam data no Jardim de Infncia esto agora no 3 ano. O projeto terminar o seu ciclo no prximo ano, com a recolha dos dados das crianças que terminam o 4 ano em 2012-2013 (que faro a avaliao final ainda este ano letivo) e no prximo ano letivo, momento em que consideramos que teremos os dados de duas turmas, uma das quais seguidas pelo menos em parte desde o Jardim de Infncia.

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A prosdia est relacionada com a materializao da linguagem enquanto estmulo acstico. Constituem aspectos da prosdia a entoao, o ritmo, a intensidade e as pausas lingusticas (Ladefoged, 1982). Alguns destes aspectos so comuns msica. No caso da entoao da fala, esta anloga melodia em msica. A prosdia de uma frase falada e a melodia de um trecho musical apresentam componentes estruturais muito semelhantes. O presente estudo aborda esta questo do ponto de vista psicolgico. Trata-se de um estudo sobre a percepo de melodias e de prosdia, realizado no seguimento de Schn et al (2002), cuja problemtica est centrada no contorno da frequncia fundamental ( fo) da entoao em fala e da melodia em msica. Pretendese averiguar se h ou no uma correlao entre a percepo prosdica e a percepo meldica; e se a aprendizagem musical pode potenciar o desenvolvimento da capacidade de percepo prosdica, nomeadamente no que diz respeito ao contorno entonacional. A metodologia empregue comportamental (medida dos tempos de reaco, percentagem de repostas correctas e sensibilidade, d). Os participantes do estudo so dois grupos de crianças do 4. ano de escolaridade: um com aprendizagem musical desde o 1. ano de escolaridade e outro sem aprendizagem musical formal. Os resultados indicaram que no existem diferenas significativas entre os dois grupos de crianças. Contudo, as crianças com melhor performance na tarefa musical, independentemente do grupo a que pertencem, so as que tm melhor performance na tarefa de linguagem. Este facto pode ser indicador de uma predisposio musical que pode influenciar o desenvolvimento da percepo das caractersticas entonacionais da linguagem.

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Relatrio da Prtica Profissional Supervisionada Mestrado em Educao Pr-Escolar

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Dissertao apresentada Escola Superior de Educao de Lisboa para a obteno do grau de Mestre em Interveno Precoce

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Dissertao apresentada Escola Superior de Educao de Lisboa para obteno do grau de Mestre em Educao Especial ramo de Problemas de Cognio e Multideficincia

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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbaes da Linguagem na Criana, na rea de Especializao em Terapia da Fala e Perturbaes da Linguagem.

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As competncias narrativas emergem desde cedo, e vo sendo adquiridas ao longo do desenvolvimento da criana. No entanto no significa que se desenrolam do mesmo modo em todos as crianças pois crianças com dificuldades na produo narrativa podero ter necessidade de um ensino especfico e estruturado. Sendo a narrativa um aspeto importante da linguagem, fundamental agir o mais cedo possvel para prevenir futuros problemas, tanto no percurso acadmico como social. Tendo por base as questes em torno da produo narrativa, o presente estudo tem como objetivo compreender a influncia da interveno narrativa no reconto e nas narrativas de experincia pessoal em oito crianças do pr-escolar (5/6 anos), estando um dos participantes diagnosticado com uma condio do espetro do autismo. Ao longo do estudo, todos os participantes foram sendo avaliados pela escala Narrative Language Measures durante 10 sesses e quanto interveno narrativa denominada Campees de histrias consistiu em 21 sesses com durao mdia de 25 minutos. Neste estudo recorremos ao delineamento experimental de linha de base mltipla, o que nos permitiu analisar o desempenho de cada participante ao longo do tempo. Os resultados revelaram que atravs da interveno narrativa houve um aumento na cotao dos testes da escala em todos os participantes, inclusive na criana com condio do espetro autista, e que esses se mantiveram sempre acima dos nveis basais aps um perodo de duas semanas sem interveno. Deste modo, podemos concluir que a interveno narrativa produziu efeitos relevantes quer no reconto, quer nas narrativas de experincia pessoal dos participantes e que se apresenta como uma interveno econmica, rpida e eficaz.

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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Cincias da Linguagem

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Toda a obra de Clarice nasce de um intuito cognoscitivo de carcter genrico que se vai concretizar de formas diversas nos textos e nas modulaes que esses textos sugerem. A origem do conhecimento parte, para a autora, do cruzamennto do seu prprio eu (eu me uso como forma de conhecimento), com o mundo que a rodeia. Mas este um eu que no pode ser consciente do que pensa e que produz um pensamento que tem que ser um sentir. Tal insuficincia da inteligncia, assumida individualmente porque se ficar consciente do que pensa Clarice afirma no poder mais pensar, acompanhada pela valorizao da intuio, do instintivo, do inconsciente, mais prximo do mistrio da existncia e do ser. Esta tendncia visvel na obra atravs da utilizao de personagens como as crianças e os bichos em textos como Perdoando Deus, O Crime do professor de Matemtica, O Jantar, A Paixo segundo G.H. ou A Ma no Escuro.

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Objetivo: O autismo uma perturbao global do desenvolvimento infantil que se prolonga por toda a vida e evolui com a idade. Carateriza-se pela presena de um desenvolvimento acentuadamente atpico na interao social e na comunicao, por um repertrio de atividades e interesses marcadamente restritos, por dificuldades de flexibilidade de pensamento e de comportamento, que se exibem em comportamentos estereotipados e rgidos, associados a dificuldades na aceitao de alteraes de rotinas. Dentro da grande variao possvel na severidade do autismo, encontram-se crianças sem linguagem verbal e com dificuldades na comunicao por qualquer outra via, assim como se encontram crianças que apresentam linguagem verbal com um vocabulrio restrito, repetitivo e no comunicativo. O objetivo principal deste trabalho analisar e potenciar o desenvolvimento da linguagem, a aquisio de palavras e frases na criana autista, tendo em vista a generalizao dos resultados. Para isso, foi realizado um estudo de caso de uma criana de 4 anos de idade com comportamentos que sugerem uma Perturbao Pervasiva do Desenvolvimento. Utilizou-se o recurso aos instrumentos de observao e entrevistas, procedendo-se sua anlise e ao desenho da interveno a realizar. Foi implementada a interveno Ensinar crianças com autismo a fazer perguntas sobre objetos escondidos na qual so utilizados brinquedos de interesse para a criana, motivacionais para a concretizao do objetivo do estudo.

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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbaes da Linguagem na Criana rea de Especializao em Terapia da Fala e Perturbaes da Linguagem

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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Desenvolvimento e Perturbaes da Linguagem na Criana, rea de especializao em Educao e Ensino da Lngua