367 resultados para FOSSA
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This study evaluated the effect of core-design modification on the characteristic strength and failure modes of glass-infiltrated alumina (In-Ceram) (ICA) compared with porcelain fused to metal (PFM). Premolar crowns of a standard design (PFMs and ICAs) or with a modified framework design (PFMm and ICAm) were fabricated, cemented on dies, and loaded until failure. The crowns were loaded at 0.5 mm min(-1) using a 6.25 mm tungsten-carbide ball at the central fossa. Fracture load values were recorded and fracture analysis of representative samples were evaluated using scanning electron microscopy. Probability Weibull curves with two-sided 90% confidence limits were calculated for each group and a contour plot of the characteristic strength was obtained. Design modification showed an increase in the characteristic strength of the PFMm and ICAm groups, with PFM groups showing higher characteristic strength than ICA groups. The PFMm group showed the highest characteristic strength among all groups. Fracture modes of PFMs and of PFMm frequently reached the core interface at the lingual cusp, whereas ICA exhibited bulk fracture through the alumina core. Core-design modification significantly improved the characteristic strength for PFM and for ICA. The PFM groups demonstrated higher characteristic strength than both ICA groups combined.
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Sperm ultrastructure in three representative species of the marine bivalve family Spondylidae (spiny or thorny oysters) is examined and compared with available data on other bivalves, especially other families of the subclass Pteriomorphia. Spondylid spermatozoa are of the externally fertilizing aquasperm. type (ect-aquasperm). The acrosomal vesicle is conical with a deep basal invagination extending almost the full length of the vesicle. Vesicle contents are divisible into an inner, highly electron-dense anterior layer and a less dense posterior layer. The anterior layer is folded back on itself posteriorly and exhibits radiating plates (best developed peripherally). The vesicle rests on, and is partially embedded in, an extensive granular deposit of subacrosomal. material at the nuclear apex. This deposit extends partly into acrosomal vesicle invagination and also fills a broad depression in the anterior of the nucleus. No pre-formed axial rod (perforatorium) is present. The nucleus is round-pyriform and its contents coarsely fibrogranular. At the base of the nucleus, four broad depressions partially accommodate the midpiece mitochondria. The midpiece consists the four spherical mitochondria and the proximal and distal centrioles. The centrioles are arranged at approximately 90degrees to each other, and each consists of nine, angularly-oriented, microtubular triplets embedded in a granular matrix. A short, periodically banded rootlet connects the proximal centriole to the nuclear fossa, whereas the distal centriole, which forms the basal body to the flagellar axoneme, is anchored to the plasma membrane by nine terminally forked satellite fibres. Extensive deposits of putative glycogen rosettes surround the centrioles and mitochondria. The flagellum consists of a 9+2 axoneme sheathed by the plasma membrane. Spondylid spermatozoa strongly resemble those of the Pectinidae, further confirming the traditional view (based on comparative anatomy and shell morphology) of a close relationship between the Spondylidae and the Pectinidae. Differences in acrosomal shape and dimensions were noted between the three species examined, indicating potential taxonomic utility for comparative sperm ultrastructure within the Spondylidae.
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Gynecologists frequently manage women with acute or chronic pain in the right iliac fossa. Appendicitis is one of the common conditions encountered in this setting. From the gynecologic perspective, issues regarding the role of laparoscopic appendectomy include radioimaging and laparoscopic diagnosis, operative technique, advantages and disadvantages, and laparoscopic appendectomy in pregnancy and in complicated appendicitis. Most studies are in favor of the procedure, and it seems reasonable to include it in training programs in gynecology.
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Background: The aim of this study was to examine minor physical anomalies and quantitative measures of the head and face in patients with psychosis vs healthy controls. Methods: Based on a comprehensive prevalence study of psychosis, we recruited 310 individuals with psychosis and 303 controls. From this sample, we matched 180 case-control pairs for age and sex. Individual minor physical anomalies and quantitative measures related to head size and facial height and depth were compared within the matched pairs. Based on all subjects, we examined the specificity of the findings by comparing craniofacial summary scores in patients with nonaffective or affective psychosis and controls. Results: The odds of having a psychotic disorder were increased in those with wider skull bases (odds ratio [OR], 1.40; 95% confidence interval [CI], 1.02-1.17), smaller lower-facial heights (glabella to subnasal) (OR, 0.57; 95% CI, 0.44-0.75), protruding ears (OR, 1.72; 95% CI, 1.05-2.82), and shorter (OR, 2.29; 95% CI, 1.37-3.82) and wider (OR, 2.28; 95% CI, 1.43-3.65) palates. Compared with controls, those with psychotic disorder had skulls that were more brachycephalic. These differences were found to distinguish patients with nonaffective and affective psychoses from controls. Conclusions: Several of the features that differentiate patients from controls relate to the development of the neuro-basicranial complex and the adjacent temporal and frontal lobes. Future research should examine both the temporal lobe and the middle cranial fossa to reconcile our anthropomorphic findings and the literature showing smaller temporal lobes in patients with schizophrenia. Closer attention to the skull base may provide clues to the nature and timing of altered brain development in patients with psychosis.
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As neoplasias nasais são bastante raras. Os tumores mais observados na cavidade nasal são papilomas epiteliais, angiomas, carcinoma de células transicionais, carcinoma pavimentoso e adenocarcinoma. O adenoma pleomórfico pertence ao grupo de tumores que aparecem com menor freqüência na fossa nasal, e é o tumor benigno glandular mais comum originado na cabeça e pescoço. A apresentação clínica típica dos pacientes com adenoma pleomórfico do septo nasal é de obstrução nasal unilateral, epistaxe e massa indolor na cavidade nasal. Em vista da raridade da apresentação clínica do adenoma pleomórfico nesta localização, os autores descrevem um caso de adenoma pleomórfico nasal em um paciente do sexo masculino, com 69 anos de idade, onde relatam os achados clínicos, critérios diagnósticos, tratamento, prognóstico e revisão da literatura.
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A estenose congênita da abertura piriforme é uma rara causa de obstrução nasal que pode ocorrer no recém-nascido. É provocada pelo crescimento excessivo do processo nasal medial da maxila causando um estreitamento do terço anterior da fossa nasal. Inicialmente foi relatada uma deformidade isolada, posteriormente a estenose congênita da abertura piriforme foi considerada como apresentação de forma menor da holoprosencefalia. Neste artigo relatamos um caso de recém-nascido do sexo masculino que apresentava desde o parto dispnéia, cianose e episódios de apnéia. O paciente foi submetido a cirurgia com alargamento da abertura piriforme por acesso sublabial. No seguimento apresentou boa evolução durante o acompanhamento. O relato desta deformidade mostra sua importância como causa de obstrução nasal congênita e diagnóstico diferencial de atresia coanal. A estenose congênita da abertura piriforme pode ser reparada adequadamente, quando necessário, através de procedimento cirúrgico.
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Rinoscleroma é uma doença crônica granulomatosa, comprometendo principalmente a mucosa do trato respiratório, especialmente a cavidade nasal podendo eventualmente se estender através das vias aéreas inferiores. Esta doença é endêmica em alguns países da América Central (El Salvador e Guatemala), Indonésia, Índia, Polônia, Hungria, Rússia e alguns países da África, porém é rara na América do Sul. Trata-se de um paciente do sexo masculino de 51 anos de idade residente de uma instituição psiquiátrica em São Paulo (capital). Apresentou queixa de obstrução nasal progressiva, cefaléia frontal, rinorréia amarelada e massa exteriorizando-se pelo vestíbulo da fossa nasal direita. Este relato de caso descreve um rinoscleroma, onde o exame anatomopatológico teve papel decisivo no diagnóstico. O paciente foi, portanto, submetido a procedimento cirúrgico, seguido de tratamento clínico com ciprofloxacina. O paciente evoluiu bem e manteve assintomático sem evidência clínica de recidiva até sua última visita em nosso departamento seis meses após o tratamento inicial.
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O papiloma invertido é um tumor benigno nasal que geralmente se origina na parede lateral da fossa nasal, mais especificamente da região do meato médio. Apresenta grande potencial invasivo local, com alta taxa de recorrência e potencial para transformação maligna. O acometimento do recesso esfenoetmoidal é raro e, quando ocorre, é decorrente de doença primária do seio esfenoidal. Não há relato de papiloma invertido isolado em recesso esfenoetmoidal na literatura. Relatamos um caso de papiloma invertido originado em recesso esfenoetmoidal, sem comprometimento do seio esfenoidal.
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O conhecimento da localização da artéria etmoidal anterior (AEA) constitui etapa importante na cirurgia do recesso do seio frontal e do etmóide anterior. A tomografia computadorizada (TC), em especial no plano coronal pode fornecer reparos anatômicos que identificam o trajeto da AEA. OBJETIVO: Identificar os reparos anatômicos que caracterizam o trajeto da AEA na parede medial da órbita e na parede lateral da fossa olfatória. Verificar a correlação entre a presença de pneumatização supra-orbitária e a visualização do etmoidal anterior (canal da AEA). CASUÍSTICA E MÉTODOS: Estudo retrospectivo de 198 tomografias computadorizadas dos seios paranasais no plano coronal do período de agosto a dezembro de 2006. RESULTADOS: Pneumatização supra-orbitária foi identificada em 35% (70 exames). O canal da AEA foi caracterizado em 41% (81 exames). O sulco etmoidal anterior foi visualizado em 98% (194 dos exames) e o forame etmoidal anterior foi identificado em todos os exames (100%). CONCLUSÃO: O forame etmoidal anterior e o sulco etmoidal anterior foram referências anatômicas presentes em quase 100% dos exames avaliados. Houve correlação entre a presença de pneumatização supra-orbitária e a caracterização do canal da AEA.
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Foi realizado inquérito domiciliar do tipo transversal abrangendo crianças menores de cinco anos residentes em 3 áreas da ilha de São Luís (Brasil): Vila Palmeira, Anjo da Guarda e São José de Ribamar. Aplicou-se um questionário onde se perguntou à mãe ou à pessoa responsável pela criança sobre a presença de diarréia nas duas últimas semanas. Foram realizados dois estudos censitários (maio de 1986 e 1989) e quatro amostragens sazonais (novembro de 1986, 1987 e 1988 e maio de 1989). A prevalência de diarréia foi maior em maio de 1986 e novembro de 1987; São José de Ribamar foi o local de maior prevalência; a distribuição dos casos por idade mostrou maior prevalência entre crianças de 6 a 11 meses e de 1 a 2 anos de idade; a prevalência da diarréia foi maior nas famílias que tinham como destino dos dejetos a maré e fossa negra; que se abasteciam de água de poço descoberto, nas famílias cujos pais eram desempregados e nas que depositavam o lixo na maré. A diarréia foi a principal causa de morte nos dois estudos censitários; a taxa de mortalidade infantil em maio de 1986 foi, respectivamente, de 44,0 por mil em menores de um ano e 12,8 por mil em menores de cinco anos; em maio de 1989 foi de 7,9 por mil e 4,9 por mil. As reduções na morbidade e mortalidade infantil por diarréia aguda entre 1986 e 1989 foram estatisticamente significantes.
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A maioria das infra-estruturas de transportes, nomeadamente os pavimentos rodoviários e aeroportuários, são constituídas por misturas betuminosas, o que permite um bom desempenho e uma adequada durabilidade, nas condições usuais de serviço. As misturas betuminosas são ainda amplamente utilizadas na construção de zonas de estacionamento de veículos, tendo-se verificado recentemente a sua aplicação também em infra-estruturas ferroviárias. Face à necessidade de melhorar o desempenho das vias-férreas, permitindo uma concepção mais durável de linhas de alta velocidade e uma redução dos custos da sua manutenção, tem-se vindo a desenvolver diversos estudos para promover a utilização de novos materiais, principalmente através da incorporação de misturas betuminosas. O presente trabalho tem como objectivo a caracterização do comportamento mecânico de misturas betuminosas a aplicar em infra-estruturas de transportes. Como metodologia para o estudo do comportamento mecânico das misturas betuminosas foram realizados em laboratório ensaios de cargas repetidas, nomeadamente, ensaios de flexão em quatro pontos para determinação da rigidez e da resistência à fadiga e ensaios de compressão triaxiais cíclicos para avaliação do comportamento à deformação permanente. A resistência à fadiga das misturas betuminosas em estudo foi avaliada através do ensaio de flexão em quatro pontos, com extensão controlada, e aplicação de um carregamento sinusoidal com diferentes frequências, de acordo com o procedimento de ensaio da norma europeia EN 12697-24 (2004 + A1: 2007). A resistência à deformação permanente das misturas betuminosas foi analisada através de ensaios de compressão triaxiais cíclicos, submetendo-as a uma tensão de confinamento estática pela aplicação parcial de vácuo e a uma pressão axial cíclica sob a forma rectangular, de acordo com a norma europeia EN 12697-25 (2004). O conhecimento destas propriedades mecânicas assume particular importância ao nível da formulação das misturas betuminosas, do dimensionamento de uma estrutura ou do estabelecimento de uma adequada solução para uma obra de reabilitação duma infra-estrutura de transportes. Para este estudo foi utilizado um modelo físico construído numa fossa no LNEC, com o propósito de serem testadas três substruturas ferroviárias não convencionais, utilizando sub-balastro betuminoso. A selecção das substruturas foi efectuada após uma análise de várias secções de estruturas já testadas e aplicadas noutros países, de forma a proporcionar comparações fiáveis entre elas. Os resultados obtidos mostraram que a mistura betuminosa AC20 base 50/70 (MB) aplicada na camada de sub-balastro é adequada para ser aplicada nas infra-estruturas de transportes pois apresenta um bom desempenho à fadiga e à deformação permanente. Através dos ensaios efectuados foi ainda possível entender a importante influência das características volumétricas, principalmente da porosidade para o bom comportamento da mistura betuminosa.
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São apresentados dois casos de paracoccidioidomicose, um em paciente com a síndrome da imunodeficiência adquirida e o outro em paciente com infecção pelo HIV. Trata-se dos primeiros relatos em que esta associação é descrita na literatura. No primeiro, a micose se evidenciou durante o acompanhamento de paciente com AIDS, que passou a apresentar hépato-esplenomegalia e febre elevada. A ecografia, radiografia simples e tomografia computadorizada do abdômen, demonstraram nódulos sólidos, alguns calcificados, no parênquima esplénico. A punção aspirativa da medula óssea confirmou o diagnóstico; o conjunto dos achados caracterizou a forma aguda disseminada da paracoccidioidomicose, a qual levou o paciente ao óbito. No segundo relato, em paciente com infecção pelo HIV, a propósito de investigação de tumoração na região inguinal e fossa ilíaca à direita, constatou-se a associação de doença de Hodgkin, tipo celularidade mista e paracoccidioidomicose. Avalia-se a importância destes relatos frente a expansão da infecção pelo HIV e estima-se que mais casos venham a ser relatados em pacientes com AIDS, procedentes de áreas endêmicas desta micose. Propõe-se a inclusão da paracoccidioidomicose como infecção oportunística potencial em pacientes HIV positivos nestas áreas.
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Dissertação apresentada na Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa para obtenção do grau de Mestre em Engenharia do Ambiente, Perfil Sanitária
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BACKGROUND: Traumatic clival epidural hematoma is an extremely rare reported entity. CASE DESCRIPTION: We describe the case of a 26-year-old woman involved in a car accident who presented with a Glasgow Coma Scale score of 13, bilateral abducens palsy, bilateral numbness on the mandibular territory of the trigeminal nerve, and left hypoglossal palsy. Radiological examinations revealed a clival epidural hematoma. The patient was managed conservatively, with clinical improvement of her neurological condition. This is the first traumatic clival epidural hematoma reported in an adult. From a review of the literature, we found only 8 cases. CONCLUSION: The pathophysiology of these hematomas is still a subject of debate; occipitoatlantoaxial ligamentous instability may play a role in it. In one third of the cases, bilateral cranial nerve palsies were associated. Apparently, they have a benign outcome.