998 resultados para Higiene das Mãos


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O trabalho tem como objetivo descrever e avaliar as Cozinhas Comunitárias (CC) apoiadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) em funcionamento no Brasil em 2006. Trata-se de estudo transversal que investigou as CC, com projetos contemplados nos editais do MDS realizados entre os anos de 2003 a 2005. Inicialmente foram identificadas as CC em funcionamento e estas CC foram visitadas para a coleta de dados relativos ao atendimento prestado, avaliação da estrutura física e das refeições oferecidas. A estrutura física foi avaliada por meio de um check-list, baseado nas exigências da legislação sanitária, e a oferta de refeições foi caracterizada pelos alimentos e preparações oferecidas pelas CC para determinar o valor nutricional das refeições. A maioria das cozinhas financiadas (60%) estava em fase de implementação no momento da entrevista, entre as cozinhas em funcionamento, a maioria estava localizada nos Estados de Santa Catarina e Paraná. Observou-se também que cerca de 20% das cozinhas não ofereciam refeições regularmente. Ao realizar a avaliação nutricional das refeições, foi observada uma grande heterogeneidade na oferta de alimentos. Ao avaliar as condições higiênico-sanitárias, quase a totalidade das CC foram classificadas como deficientes ou regulares, indicando inadequação na produção de refeições. O Programa das Cozinhas Comunitárias pode exercer importante papel nas políticas de segurança alimentar e nutricional do país, no entanto, devem ser realizados esforços no sentido de garantir a implantação em comunidades situadas nos Estados menos desenvolvidos, com fixação de números mínimos para atendimento, de parâmetros nutricionais e garantia de fornecimento seguro de alimentos

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O código Sanitário Municipal de Alimentos, Decreto Municipal nº 25.544, de 14 de março de 1988, regulamentou a fiscalização sanitária de g~eneros alimentícios no varejo até 26 de novembro de 2002, data em que entrou em vigor a Lei Estadual nC 10.083, de 23 de setembro de 1998, Código Sanitário do estado de São Paulo, utilizado pelos serviços municipais de vigilância, em caráter temporário, até a promulgação do atual Código Sanitário do Município de São Paulo nº 13.735, em 9 de janeiro de 2004. Este código regulamenta todos os serviços e produtos de interesse da saúde, inclusive a produção e distribuição de alimentos e água para consumo humano. Por meio do estudo dos diferentes códigos vigentes no município e de legislações esparsas, foi possível identificar as nmudanças ocorridas na legislação e nos procedimentos administrativos da vigilância sanitária do varejo de alimentos no Município de São Paulo. Concluiu-se que o Código Sanitário do Município de São Paulo é uma legislação completa e atualizada, com previsão legal de utilização de regulamentos técnicos modernos de forma combinada, especialmente os que tratam da produção e distribuição de alimentos, com ênfase nas Boas Práticas de Fabricação (BPFs)

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Este trabalho teve por objetivo monitorar a qualidade microbiológica e identificar fatores de interferência na contaminação da água de consumo de creches de um município da região oeste de São Paulo. Colheram -se 24 amostras de água tratada em 24 pontos de 11 creches, no centro e periferia de um município da região oeste de São Paulo, durante junho e julho de 2005. De cada amostra pesquisaram-se coliformes totais e Escherichia Coli. Verificou-se que nenhuma das amostras indicou presença de Escherichia Coli, nem coliformes totais. Setenta e três por cento das creches possuíam filtros de água; 64%, utilizavam água dos refeitórios para dessedentação e água das cozinhas no preparo das refeições, mamadeiras, hidratação, lavagem e desinfecção de vegetais, higiene do ambiente, utensílios e equipamentos; apenas 27% das creches transportavam água dos refeitórios e de outras áreas para a cozinha para o preparo das mamadeiras e hidratação e 9% das creches empregavam apenas água da cozinha, tanto para preparação de alimentos quanto dessedentação das crianças. Em 46% das creches a última limpeza e desinfecção dos reservatórios havia sido realizada há seis meses, em 18% há sete meses, em 9% há doze meses e 27% há mais de 12 meses. Com relação aos encanamentos, 73% das creches possuíam encanamentos de PVC (policloreto de vinila) e 27% de ferro. Concluiu-se que é fundamental o monitoramento periódico da potabilidade da água de uso nas creches; há necessidade de se implementar o procedimento de higienização dos reservatórios de água nas creches alvo deste estudo

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OBJETIVO:Avaliar mudanças em conhecimentos, atitudes e acesso/utilização de serviços odontológicos decorrentes de um programa de promoção da saúde bucal com agentes comunitários de saúde. MÉTODOS:Um projeto de capacitação combinando ensino-aprendizagem, apoio e supervisão, foi desenvolvido entre os meses de julho de 2003 a agosto de 2004. As mudanças foram avaliadas por meio de entrevistas estruturadas em que participaram 36 agentes comunitários de saúde e uma amostra de 91 mulheres e mães, representativa de donas de casa com 25 a 39 anos de idade, alfabetizadas e residentes em domicílios de três a seis cômodos no município de Rio Grande da Serra (SP). Foram colhidos dados sobre conhecimentos de saúde-doença bucal, práticas e capacidades auto-referidas em relação ao auto-exame, higiene bucal, número de residentes e de escovas dentais individuais e coletivas em cada domicílio e acesso e uso de serviços odontológicos. Por meio do teste t de Student pareado, foram comparadas as médias dos valores obtidos antes e depois do programa para cada um dos grupos estudados. As respostas foram analisadas adotando-se um nível de significância de 5%. RESULTADOS: Foram observadas diferenças estatisticamente significativas para questões relativas ao conhecimento de saúde bucal entre os agentes e entre as mulheres antes e depois da capacitação (p<0,05). Desequilíbrio entre o número de escovas e de indivíduos em cada família diminuiu. A freqüência da escovação e do uso do fio dental se elevou depois da atuação dos agentes. Os valores de auto-avaliação da higiene bucal aumentaram. Modificação nas práticas e capacidades auto-referidas mostrou significativa elevação da auto-confiança. O acesso ao serviço foi mais fácil (p<0,000) e seu uso mais regular (p<0,000) entre mulheres. CONCLUSÕES: Houve mudanças positivas na percepção em relação a aspectos de saúde bucal, na auto-confiança e no acesso e uso de serviços odontológicos. Tais mudanças po

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Objetivo: identificar as representações sociais de mães de crianças da faixa etária de zero a cinco anos de idade do Núcleo de Saúde da Família IV, em Ribeirão Preto-SP, procurando saber o que pensam sobre saúde bucal e tratamento odontológico. Método: trata-se de pesquisa qualitativa, sendo utilizada a entrevista semi-estruturada para a coleta dos dados e a análise de conteúdo. Resultados: constatou-se grande dificuldade das mães em se expressar a respeito do que é, para elas, saúde. Para essas mães a saúde bucal está relacionada com normas de higiene e dietéticas e também com a ida ao dentista, restringindo-se na preocupação com a estética e pouco com a função. Já em relação ao tratamento odontológico, a grande maioria demonstrou apresentar medo, causado pela sua experiência anterior com o tratamento. A assistência particular está associada à pontualidade e ao atendimento da maneira desejada enquanto o tratamento oferecido pelo setor público à demora e à falta de equipamentos e materiais. A humanização no atendimento e competência do profissional emergiram como dois aspectos importantes, e podem estar determinando a decisão de ir ou não ao dentista. Conclusões: A expressão saúde bucal foi associada à assistência odontológica. O atendimento pelo setor privado foi referido como o que mais se aproxima do tipo ideal de assistência odontológica

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Background and Purpose: Chronic unilateral hematuria is characterized by intermittent or continuous gross hematuria that cannot be diagnosed using standard radiology and hematology methods. In the past, it was managed with partial or total nephrectomy. In the age of minimally invasive procedures, however, endoscopy has enabled more accurate diagnosis and management. We analyzed our experience with transurethral ureterorenoscopy using a flexible ureteroscope to determine the feasibility and success of endoscopic management of renal hematuria. Patients and Methods: We reviewed the records of 13 patients who presented with chronic unilateral hematuria, in whom radiologic and laboratory tests failed to reveal the source of bleeding. In the cases in which the lesion was identified, after complete inspection of the collecting systems, the bleeding site was treated ureteroscopically with a holmium: yttrium-aluminum-garnet ( YAG) laser. Results: Follow-up ranged from 4 to 60 months ( mean 26 mos). During the follow-up of the 13 patients, 11 remained symptom-free, with only one session of flexible ureterorenoscopy necessary. Relapse occurred in two patients after 4 months and 6 months, respectively; during a second session of flexible ureteroscopy, the bleeding site was successfully identified and cauterized with a holmium: YAG laser. No surgical complications occurred. Conclusions: Conservative treatment of patients with chronic unilateral hematuria should always be considered. Laser ureteroscopic treatment is an excellent method and should be considered as the first option for the management of chronic unilateral hematuria.

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Background: To test if the expression of Smad1-8 mRNAs were predictive of survival in patients with oral squamous cell carcinoma (SCC). Patients and Methods: We analyzed, prospectively, the expression of Smad1-8, by means of Ribonuclease Protection Assay in 48 primary, operable, oral SCC. In addition, 21 larynx, 10 oropharynx and 4 hypopharynx SCC and 65 matched adjacent mucosa, available for study, were also included. For survival analysis, patients were categorized as positive or negative for each Smad, according to median mRNA expression. We also performed real-time quantitative PCR (QRTPCR) to asses the pattern of TGF beta 1, TGF beta 2, TGF beta 3 in oral SCC. Results: Our results showed that Smad2 and Smad6 mRNA expression were both associated with survival in Oral SCC patients. Cox Multivariate analysis revealed that Smad6 positivity and Smad2 negativity were both predictive of good prognosis for oral SCC patients, independent of lymph nodal status (P = 0.003 and P = 0.029, respectively). In addition, simultaneously Smad2(-) and Smad6(+) oral SCC group of patients did not reach median overall survival (mOS) whereas the mOS of Smad2(+)/Smad6(-) subgroup was 11.6 months (P = 0.004, univariate analysis). Regarding to TGF beta isoforms, we found that Smad2 mRNA and TGF beta 1 mRNA were inversely correlated (p = 0.05, R = -0.33), and that seven of the eight TGF beta 1(+) patients were Smad2(-). In larynx SCC, Smad7(-) patients did not reach mOS whereas mOS of Smad7(+) patients were only 7.0 months (P = 0.04). No other correlations were found among Smad expression, clinico-pathological characteristics and survival in oral, larynx, hypopharynx, oropharynx or the entire head and neck SCC population. Conclusion: Smad6 together with Smad2 may be prognostic factors, independent of nodal status in oral SCC after curative resection. The underlying mechanism which involves aberrant TGF beta signaling should be better clarified in the future.

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The impact of the titanium nitride (TIN) gate electrode thickness has been investigated in n and p channel SOI multiple gate field effect transistors (MuGFETs) through low frequency noise charge pumping and static measurements as well as capacitance-voltage curves The results suggest that a thicker TIN metal gate electrode gives rise to a higher EOT a lower mobility and a higher interface trap density The devices have also been studied for different back gate biases where the GIFBE onset occurs at lower front-gate voltage for thinner TIN metal gate thickness and at higher V(GF) In addition it is demonstrated that post deposition nitridation of the MOCVD HfSiO gate dielectric exhibits an unexpected trend with TIN gate electrode thickness where a continuous variation of EOT and an increase on the degradation of the interface quality are observed (C) 2010 Elsevier Ltd All rights reserved

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Metal oxide semiconductor (MOS) capacitors with titanium oxide (TiO(x)) dielectric layer, deposited with different oxygen partial pressure (30,35 and 40%) and annealed at 550, 750 and 1000 degrees C, were fabricated and characterized. Capacitance-voltage and current-voltage measurements were utilized to obtain, the effective dielectric constant, effective oxide thickness, leakage current density and interface quality. The obtained TiO(x) films present a dielectric constant varying from 40 to 170 and a leakage current density, for a gate voltage of - 1 V, as low as 1 nA/cm(2) for some of the structures, acceptable for MOS fabrication, indicating that this material is a viable high dielectric constant substitute for current ultra thin dielectric layers. (C) 2009 Elsevier B.V. All rights reserved.

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In this work the performance of graded-channel (CC) SOI MOSFETs operating as source-follower buffers is presented. The experimental analysis is performed by comparing the gain and linearity of buffers implemented with CC and standard SOI MOS devices considering the same mask dimensions. It is shown that by using CC devices, buffer gain very close to the theoretical limit can be achieved, with improved linearity, while for standard devices the gain departs from the theoretical value depending on the inversion level imposed by the bias current and input voltage. Two-dimensional numerical simulations were performed in order to confirm some hypotheses proposed to explain the gain behavior observed in the experimental data. By using numerical simulations the channel length has been varied, showing that the gain of buffers implemented with CC devices remains close to the theoretical limit even when short-channel devices are adopted. It has also been shown that the length of a source-follower buffer using CC devices can be reduced by a factor of 5, in comparison with a standard Sol MOSFET, without gain loss or linearity degradation. (C) 2008 Elsevier Ltd. All rights reserved.

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Impaired immune system by environmental stressors can lead fishes to be more susceptible to diseases that limit the economic development of aquaculture systems. This study was set out to determine the effect of six levels of mannan oligosaccharides (MOS; ActiveMOS((R)); Biorigin, Lencois Paulista, Sao Paulo, Brazil) on the performance index and hematology of Nile tilapia, Oreochromis niloticus juveniles. Fish (13.62 g) were randomly distributed into 18 plastic aquaria (300 L; 20 fishes per aquarium) and fed during 45 d with a commercial diet supplemented with 0, 0.2, 0.4, 0.6, 0.8, and 1% dietary MOS, in a totally randomized design trial (n = 3); biometrical and hematological data were collected and analyzed. There were no significant differences in hematological parameters between fish fed control and MOS supplementation diets, and daily feed consumption (FC) decreased (P < 0.05) with increasing levels of dietary MOS. Dietary MOS did not increase leukocyte count and presented negative effects on FC of Nile tilapia. At 0.4% MOS supplementation, the individual weight gain was higher in absolute values but not different (P > 0.05) compared to control diet.

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The identification and annotation of protein-coding genes is one of the primary goals of whole-genome sequencing projects, and the accuracy of predicting the primary protein products of gene expression is vital to the interpretation of the available data and the design of downstream functional applications. Nevertheless, the comprehensive annotation of eukaryotic genomes remains a considerable challenge. Many genomes submitted to public databases, including those of major model organisms, contain significant numbers of wrong and incomplete gene predictions. We present a community-based reannotation of the Aspergillus nidulans genome with the primary goal of increasing the number and quality of protein functional assignments through the careful review of experts in the field of fungal biology. (C) 2009 Elsevier Inc. All rights reserved.

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OBJECTIVE: To explore associations between body mass index (BMI) and selected indicators of health and well-being and to suggest a healthy weight range (based on BMI) for middle aged Australian women. DESIGN: population based longitudinal study (cross-sectional baseline data). SUBJECTS: 13431 women aged 45-49 y who participated in the baseline survey for the Australian Longitudinal Study on Women's Health. RESULTS: Forty-eight percent of women had a BMI>25kg/m(2). Prevalence of medical problems (for example, hypertension, diabetes), surgical procedures (cholescystectomy, hysterectomy) and symptoms (for example, back pain) increased monotonically with BMI, while indicators of health care use (for example, visits to doctors) showed a 'J' shaped relationship with BMI. Scores for several sub-scales of the MOS short form health survey (SF36) (for example, general health, role limitations due to emotional difficulties, social function, mental health and vitality) were optimal when BMI was around 19-24 kg/m(2). After adjustment for area of residence, education, smoking, exercise and menopausal status, low BMI was associated with fewer physical health problems than mid-level or higher BMI, and the nationally recommended BMI range of 20-25 was associated with optimum mental health, lower prevalence of tiredness and lowest use of health services. CONCLUSIONS: Acknowledging the limitations of the cross-sectional nature of these data, the results firmly support the benefits of leanness in terms of reducing the risk of cardiovascular disease, diabetes and gall bladder disease. The findings are moderated, however, by the observation that both low and high BMI are associated with decreased vitality and poorer mental health. The optimal range for BMI appears to be about 19-24 kg/m(2). From a public health perspective this study provides strong support for the recommended BMI range of 20-25 as an appropriate target for the promotion of healthy weight in middle aged Australian women.

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Associations between self-reported 'low iron', general health and well-being, vitality and tiredness in women, were examined using physical (PCS) and mental (MCS) component summary and vitality (VT) scores from the MOS short-form survey (SF-36). 14,762 young (18-23 years) and 14,072 mid-age (45-50 years) women, randomly selected from the national health insurance commission (Medicare) database, completed a baseline mailed self-report questionnaire and 12,328 mid-age women completed a follow-up questionnaire 2 years later. Young and mid-age women who reported (ever) having had 'low iron' reported significantly lower mean PCS, MCS and VT scores, and greater prevalence of 'constant tiredness' at baseline than women with no history of iron deficiency [Differences: young PCS = -2.2, MCS = -4.8, VT = -8.7; constant tiredness: 67% vs. 45%; mid-age PCS = -1.4, MCS = -3.1, VT = -5.9; constant tiredness: 63% vs. 48%]. After adjusting for number of children, chronic conditions, symptoms and socio-demographic variables, mean PCS, MCS and VT scores for mid-age women at follow-up were significantly lower for women who reported recent iron deficiency (in the last 2 years) than for women who reported past iron deficiency or no history of iron deficiency [Means: PCS - recent = 46.6, past = 47.8, never = 47.7; MCS - recent = 45.4, past = 46.9, never = 47.4; VT - recent = 54.8, past = 57.6, never = 58.6]. The adjusted mean change in PCS, MCS and VT scores between baseline and follow-up were also significantly lower among mid-age women who reported iron deficiency only in the last 2 years (i.e. recent iron deficiency) [Mean change: PCS = -3.2; MCS = -2.1; VT = -4.2]. The results suggest that iron deficiency is associated with decreased general health and well-being and increased fatigue.

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A computational study of the isomers of tetrafluorinated [2.2]cyclophanes persubstituted in one ring, namely F-4-[2.2]paracyclophane (4), F-4-anti-[2.2]metacyclophane (5a), F-4-syn-[2.2]metacyclophane (5b), and F-4-[2.2]metaparacyclophane (6a and 6b), was carried out. The effects of fluorination on the geometries, relative energies, local and global aromaticity, and strain energies of the bridges and rings were investigated. An analysis of the electron density by B3PW91/6-31+G(d,p), B3LYP/6-31+G(d,p), and MP2/6-31+G(d,p) was carried out using the natural bond orbitals (NBO), natural steric analysis (NSA), and atoms in molecules (AIM) methods. The analysis of frontier molecular orbitals (MOs) was also employed. The results indicated that the molecular structure of [2.2]paracyclophane is the most affected by the fluorination. Isodesmic reactions showed that the fluorinated rings are more strained than the nonfluorinated ones. The NICS, HOMA, and PDI criteria evidenced that the fluorination affects the aromaticity of both the fluorinated and the nonfluorinated rings. The NBO and NSA analyses gave an indication that the fluorination increases not only the number of through-space interactions but also their magnitude. The AIM analysis suggested that the through-space interactions are restricted to the F-4-[2.2]metacyclophanes. In addition, the atomic properties, computed over the atomic basins, shave evidence that not only the substitution, but also the position of the bridges could affect the atomic charges. the first atomic moments, and the atomic volumes.