952 resultados para Clinical-features
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Werner syndrome (WS) is a human progeroid syndrome characterized by the early onset of a large number of clinical features associated with the normal aging process. The complex molecular and cellular phenotypes of WS involve characteristic features of genomic instability and accelerated replicative senescence. The gene involved (WRN) was recently cloned, and its gene product (WRNp) was biochemically characterized as a helicase. Helicases play important roles in a variety of DNA transactions, including DNA replication, transcription, repair, and recombination. We have assessed the role of the WRN gene in transcription by analyzing the efficiency of basal transcription in WS lymphoblastoid cell lines that carry homozygous WRN mutations. Transcription was measured in permeabilized cells by [3H]UTP incorporation and in vitro by using a plasmid template containing the RNA polymerase II (RNA pol II)–dependent adenovirus major late promoter. With both of these approaches, we find that the transcription efficiency in different WS cell lines is reduced to 40–60% of the transcription in cells from normal individuals. This defect can be complemented by the addition of normal cell extracts to the chromatin of WS cells. Addition of purified wild-type WRNp but not mutated WRNp to the in vitro transcription assay markedly stimulates RNA pol II–dependent transcription carried out by nuclear extracts. A nonhelicase domain (a direct repeat of 27 amino acids) also appears to have a role in transcription enhancement, as revealed by a yeast hybrid–protein reporter assay. This is further supported by the lack of stimulation of transcription when mutant WRNp lacking this domain was added to the in vitro assay. We have thus used several approaches to show a role for WRNp in RNA pol II transcription, possibly as a transcriptional activator. A deficit in either global or regional transcription in WS cells may be a primary molecular defect responsible for the WS clinical phenotype.
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von Hippel–Lindau (VHL) disease is a pleomorphic familial tumor syndrome that is characterized by the development of highly vascularized tumors. Homozygous disruption of the VHL gene in mice results in embryonic lethality. To investigate VHL function in the adult we have generated a conditional VHL null allele (2-lox allele) and null allele (1-lox allele) by Cre-mediated recombination in embryonic stem cells. We show here that mice heterozygous for the 1-lox allele develop cavernous hemangiomas of the liver, a rare manifestation of the human disease. Histologically these tumors were associated with hepatocellular steatosis and focal proliferations of small vessels. To study the cellular origin of these lesions we inactivated VHL tissue-specifically in hepatocytes. Deletion of VHL in the liver resulted in severe steatosis, many blood-filled vascular cavities, and foci of increased vascularization within the hepatic parenchyma. These histopathological changes were similar to those seen in livers from mice heterozygous for the 1-lox allele. Hypoxia-inducible mRNAs encoding vascular endothelial growth factor, glucose transporter 1, and erythropoietin were up-regulated. We thus provide evidence that targeted inactivation of mouse VHL can model clinical features of the human disease and underline the importance of the VHL gene product in the regulation of hypoxia-responsive genes in vivo.
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Although the gene defect responsible for Huntington disease (HD) has recently been identified, the pathogenesis of the disease remains obscure. One potential mechanism is that the gene defect may lead to an impairment of energy metabolism followed by slow excitotoxic neuronal injury. In the present study we examined whether chronic administration of 3-nitropropionic acid (3-NP), an irreversible inhibitor of succinate dehydrogenase, can replicate the neuropathologic and clinical features of HD in nonhuman primates. After 3-6 weeks of 3-NP administration, apomorphine treatment induced a significant increase in motor activity as compared with saline-treated controls. Animals showed both choreiform movements, as well as foot and limb dystonia, which are characteristic of HD. More prolonged 3-NP treatment in two additional primates resulted in spontaneous dystonia and dyskinesia accompanied by lesions in the caudate and putamen seen by magnetic resonance imaging. Histologic evaluation showed that there was a depletion of calbindin neurons, astrogliosis, sparing of NADPH-diaphorase neurons, and growth-related proliferative changes in dendrites of spiny neurons similar to changes in HD. The striosomal organization of the striatum and the nucleus accumbens were spared. These findings show that chronic administration of 3-NP to nonhuman primates can replicate many of the characteristic motor and histologic features of HD, further strengthening the possibility that a subtle impairment of energy metabolism may play a role in its pathogenesis.
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Parcela considerável de pacientes com distúrbios de crescimento não têm a causa de seus quadros clínicos estabelecida, incluindo aproximadamente 50% dos pacientes com diagnóstico clínico de síndrome de Silver−Russell (SRS) e 10-20% dos pacientes com síndrome de Beckwith-Wiedemann (BWS). O objetivo deste estudo foi investigar as causas genéticas e epigenéticas de distúrbios de crescimento, de etiologia desconhecida, numa contribuição para o entendimento de mecanismos que regulam o crescimento. O estudo compreendeu: (1) a investigação de microdesequilíbrios cromossômicos, por aCGH; (2) a análise do perfil de expressão alelo-específica de genes sujeitos a imprinting (IG), por pirossequenciamento (PSQ) ou sequenciamento de Sanger; (3) a investigação do padrão de metilação global em pacientes com restrição de crescimento, utilizando microarray de metilação. A casuística constituiu-se de 41 pacientes não aparentados, com distúrbios de crescimento, de etiologia desconhecida: (1) 25, com hipótese diagnóstica de SRS; (2) seis, com restrição de crescimento intrauterino e peso ao nascimento abaixo do 10º percentil, associados a outros sinais clínicos; (3) sete, com hipótese diagnóstica de BWS; e (4) três, com macrossomia pré-natal ou pós-natal, associada a outros sinais. A investigação de microdesequilíbrios cromossômicos foi realizada em 40 pacientes. Foram detectadas 58 variantes raras em 30/40 pacientes (75%): 40 foram consideradas provavelmente benignas (18 pacientes, 45%), 12, com efeito patogênico desconhecido (11 pacientes, 27,5%), duas, provavelmente patogênicas (um paciente, 2,5%) e quatro, patogênicas (três pacientes, 7,5%). Essas frequências são comparáveis àquelas descritas em estudos que investigaram CNV em grupos de pacientes com distúrbios de crescimento e outras alterações congênitas, incluindo SRS, e mostram a importância da investigação de microdesequilíbrios cromossômicos nesses pacientes. A diversidade dos microdesequilíbrios cromossômicos identificados é reflexo da heterogeneidade clínica das casuísticas. Neste estudo, muitos dos pacientes com hipótese diagnóstica de SRS e BWS apresentavam sinais clínicos atípicos, explicando a ausência neles das alterações (epi)genéticas que causam essas síndromes. A identificação de CNV características de outras síndromes reflete a sobreposição de sinais clínicos com BWS e SRS. A análise do perfil de expressão alelo-específica de IG foi realizada em um subgrupo de 18 pacientes com restrição de crescimento. Trinta IG com função em proliferação celular, crescimento fetal ou neurodesenvolvimento foram inicialmente selecionados. Após seleção de SNP transcritos com alta frequência na população, genotipagem de pacientes, genitores e indivíduos controle, determinação da expressão dos IG em sangue periférico e seu padrão de expressão (mono ou bialélico), 13 IG, expressos no sangue, tiveram a expressão alelo-específica avaliada, sete deles por PSQ e seis por sequenciamento de Sanger. Alterações no perfil de expressão de dois genes, de expressão normalmente paterna, foram detectadas em 4/18 pacientes (22%). Este estudo é o primeiro a utilizar pirossequenciamento e sequenciamento de Sanger na avaliação do perfil de expressão alelo-específica de IG, em pacientes com restrição de crescimento. Apesar de terem limitações, ambas as técnicas mostraram-se robustas e revelaram alterações de expressão alélica interessantes; entretanto, a relação dessas alterações com o quadro clínico dos pacientes permanece por esclarecer. A investigação da metilação global do DNA foi realizada em subgrupo de 21 pacientes com restrição de crescimento e em 24 indivíduos controle. Dois tipos de análise foram realizados: (1) análise diferencial de grupo e (2) análise diferencial individual. Na primeira análise, em que foi comparado o padrão de metilação do grupo de pacientes com quadro clínico sugestivo de SRS (n=16) com o do grupo controle (n=24), não houve indicação de hipo ou hipermetilação global no grupo SRS. Na segunda análise, foi comparado o padrão de metilação de cada um dos 21 pacientes com restrição de crescimento e dos 24 indivíduos controle, com o padrão de metilação do grupo controle. O número médio de CpG hipermetilados e de segmentos diferencialmente metilados (SDM) foi significativamente maior nos pacientes. Foram identificados 82 SDM hipermetilados, estando 57 associados a gene(s) (69,5%), em 16 pacientes, e 51 SDM hipometilados, 41 deles associados a gene(s) (80,4%), em 10 pacientes. A análise de ontologia genética dos 61 genes associados aos SDM hipo ou hipermetilados nos pacientes destacou genes que atuam no desenvolvimento e na morfogênese do sistema esquelético e de órgãos fetais, e na regulação da transcrição gênica e de processos metabólicos. Alterações de metilação em genes que atuam em processos de proliferação e diferenciação celulares e crescimento foram identificadas em 9/20 dos pacientes (45%), sugerindo implicação clínica. Não foi detectada alteração epigenética comum aos pacientes com diagnóstico clínico de SRS, explicável provavelmente pela heterogeneidade clínica. A investigação de metilação global, utilizando microarray, produziu novos dados que podem contribuir para a compreensão de mecanismos moleculares que influenciam o crescimento pré- e pós-natal. Na translocação aparentemente equilibrada - t(5;6)(q35.2;p22.3)dn, detectada em paciente com suspeita clínica de SRS, a interrupção de um gene, pela quebra no cromossomo 6, pode ser a causa do quadro clínico; alternativamente, a translocação pode ter impactado a regulação de genes de desenvolvimento localizados próximos aos pontos de quebra. A análise de expressão em sangue periférico mostrou que os níveis de cDNA do gene, interrompido pelo ponto de quebra da translocação, estavam reduzidos à metade. Além de sinais típicos da SRS, a paciente apresentava algumas características clínicas sugestivas de displasia cleidocraniana. Assim, a translocação t(5;6) pode ter alterado a interação de genes de desenvolvimento e seus elementos reguladores, levando à desregulação de sua expressão espaço-temporal, e resultando num fenótipo atípico, com características sobrepostas de mais de uma síndrome genética
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Este estudo teve como objetivos (a) identificar mecanismos pelos quais rearranjos cromossômicos citogeneticamente equilibrados possam estar associados de maneira causal a determinados quadros clínicos e (b) contribuir para a compreensão dos mecanismos de formação desses rearranjos. Para isso, foram estudados 45 rearranjos cromossômicos citogeneticamente equilibrados (29 translocações, 10 inversões e seis rearranjos complexos), detectados em pacientes que apresentavam malformações congênitas, comprometimento do desenvolvimento neuropsicomotor ou déficit intelectual. Foram 31 rearranjos cromossômicos esporádicos, três familiais que segregavam com o quadro clínico e mais 11 rearranjos cromossômicos herdados de genitores fenotipicamente normais. Inicialmente os pontos de quebra desses rearranjos foram mapeados por hibridação in situ fluorescente (FISH). A busca por microdeleções e duplicações genômicas foi realizada por a-CGH. A investigação dos pontos de quebra prosseguiu com a aplicação da técnica de Mate-Pair Sequencing (MPS), que permite localizar as quebras em segmentos de 100 pb - 1 kb, na maioria dos casos. Para obter os segmentos de junção das quebras no nível de pares de bases, os segmentos delimitados por MPS foram sequenciados pelo método de Sanger. A análise por aCGH revelou microdeleções ou microduplicações localizadas nos cromossomos rearranjados, em 12 dos 45 pacientes investigados (27%). A análise de 27 rearranjos por MPS permitiu a caracterização dos pontos de junção das quebras. MPS expandiu o número de pontos de quebra, detectados por análise do cariótipo ou aCGH, de 114 para 156 (em resolução < 2kb, na maioria dos casos). O número de pontos de quebra/rearranjo variou de 2 a 20. Os 156 pontos de quebra resultaram em 86 variantes estruturais equilibradas e outras 32 variantes não equilibradas. Perdas e ganhos de segmentos submiscroscópicos nos cromossomos rearranjados constituíram a principal causa ou, provavelmente, contribuíram para o quadro clínico de 12 dos 45 pacientes. Em cinco desses 12 rearranjos foram detectadas por MPS a interrupção de genes já relacionados à doença, ou provável alteração de sua região reguladora, contribundo para o quadro clínico. Em quatro dos 33 rearranjos não associados a perdas ou ganhos de segmentos, a análise por MPS revelou a interrupção de genes que já foram anteriormente relacionados a doenças, explicando-se, assim, as características clínicas dos portadores; outro rearranjo pode ter levando alteração da expressão gênica de gene sensível a dosagem e ao quadro clínico. Um rearranjo cromossômico familial, identificado na análise após bandamento G como uma translocação equilibrada, t(2;22)(p14;q12), segregava com quadro de atraso do desenvolvimento neuropsicomotor e dificuldade de aprendizado associados a dismorfismos. A combinação das análises por FISH, aCGH e MPS revelou que se tratava, na verdade, de rearranjo complexo entre os cromossomos 2, 5 e 22, incluindo 10 quebras. A segregação de diferentes desequilíbrios submicroscópicos em indivíduos afetados e clinicamente normais permitiu a compreensão da variabilidade clínica observada na família. Rearranjos equilibrados detectados em indivíduos afetados, mas herdados de genitores clinicamente normais, são, em geral, considerados como não tendo relação com o quadro clínico, apesar da possibilidade de desequilíbrios cromossômicos gerados por permuta desigual na meiose do genitor portador do rearranjo. Neste trabalho, a investigação de 11 desses rearranjos por aCGH não revelou perdas ou ganhos de segmentos nos cromossomos rearranjados. No entanto, a análise por aCGH da portadora de um desses rearranjos - inv(12)mat - revelou deleção de 8,7 Mb no cromossomo 8, como causa de seu fenótipo clínico. Essa deleção estava relacionada com outro rearranjo equilibrado também presente em sua mãe, independente da inversão. Para compreender os mecanismos de formação de rearranjos citogeneticamente equilibrados, investigamos os segmentos de junção no nível de pares de base. A análise por MPS que levou, na maioria dos casos, ao mapeamento dos pontos de quebras em segmentos <1kb permitiu o sequenciamento pelo método de Sanger de 51 segmentos de junções de 17 rearranjos. A ocorrência de blunt fusions ou inserções e deleções <10 pb, e a ausência de homologia ou a presença de micro homologia de 2 pb a 4 pb de extensão indicaram o mecanismo de junção de extremidades não homólogas (non-homologous end joinging; NHEJ), na maioria das 51 junções caracterizadas. As características de três dos quatro rearranjos mais complexos, com 17-20 quebras, indicaram sua formação pelo mecanismo de chromothripsis. Este estudo mostra a importância da análise genômica de variações de número de cópias por microarray, juntamente com o mapeamento dos pontos de quebra por MPS, para determinar a estrutura de rearranjos cromossômicos citogeneticamente equilibrados e seu impacto clínico. O mapeamento dos segmentos de junção por MPS, permitindo o sequenciamento pelo método de Sanger, foi essencial para a compreensão de mecanismos de formação desses rearranjos
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Optic neuritis is an inflammation of the optic nerve and may be related to different systemic conditions. The clinical presentation of this pathology usually includes sudden loss of visual acuity (VA) which may be unilateral or bilateral, visual field restriction, pain with eye movements, dyschromatopsia, a relative afferent pupillary defect and optic disk swelling. Optic neuritis in children has specific clinical features and a better prognosis than in adulthood. Although usually appears an underlying viral disease, the main concern for practitioners is the relationship of optic neuritis with multiple sclerosis. In addition to the classical techniques as magnetic resonance imaging (MRI), current tendencies of diagnosis for eye practitioners include new imaging devices as optical coherence tomography (OCT), useful to show a thinning of the retinal fibers layer (RFL) after the inflammatory episode. Regarding the management of these patients, short-term intravenous steroid dosages seem to be the best option to treat acute attacks characterized by a very poor bilateral VA.
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This Guideline is an official statement of the European Society of Gastrointestinal Endoscopy (ESGE). It addresses the diagnosis and management of nonvariceal upper gastrointestinal hemorrhage (NVUGIH). Main Recommendations MR1. ESGE recommends immediate assessment of hemodynamic status in patients who present with acute upper gastrointestinal hemorrhage (UGIH), with prompt intravascular volume replacement initially using crystalloid fluids if hemodynamic instability exists (strong recommendation, moderate quality evidence). MR2. ESGE recommends a restrictive red blood cell transfusion strategy that aims for a target hemoglobin between 7 g/dL and 9 g/dL. A higher target hemoglobin should be considered in patients with significant co-morbidity (e. g., ischemic cardiovascular disease) (strong recommendation, moderate quality evidence). MR3. ESGE recommends the use of the Glasgow-Blatchford Score (GBS) for pre-endoscopy risk stratification. Outpatients determined to be at very low risk, based upon a GBS score of 0 - 1, do not require early endoscopy nor hospital admission. Discharged patients should be informed of the risk of recurrent bleeding and be advised to maintain contact with the discharging hospital (strong recommendation, moderate quality evidence). MR4. ESGE recommends initiating high dose intravenous proton pump inhibitors (PPI), intravenous bolus followed by continuous infusion (80 mg then 8 mg/hour), in patients presenting with acute UGIH awaiting upper endoscopy. However, PPI infusion should not delay the performance of early endoscopy (strong recommendation, high quality evidence). MR5. ESGE does not recommend the routine use of nasogastric or orogastric aspiration/lavage in patients presenting with acute UGIH (strong recommendation, moderate quality evidence). MR6. ESGE recommends intravenous erythromycin (single dose, 250 mg given 30 - 120 minutes prior to upper gastrointestinal [GI] endoscopy) in patients with clinically severe or ongoing active UGIH. In selected patients, pre-endoscopic infusion of erythromycin significantly improves endoscopic visualization, reduces the need for second-look endoscopy, decreases the number of units of blood transfused, and reduces duration of hospital stay (strong recommendation, high quality evidence). MR7. Following hemodynamic resuscitation, ESGE recommends early (≤ 24 hours) upper GI endoscopy. Very early (< 12 hours) upper GI endoscopy may be considered in patients with high risk clinical features, namely: hemodynamic instability (tachycardia, hypotension) that persists despite ongoing attempts at volume resuscitation; in-hospital bloody emesis/nasogastric aspirate; or contraindication to the interruption of anticoagulation (strong recommendation, moderate quality evidence). MR8. ESGE recommends that peptic ulcers with spurting or oozing bleeding (Forrest classification Ia and Ib, respectively) or with a nonbleeding visible vessel (Forrest classification IIa) receive endoscopic hemostasis because these lesions are at high risk for persistent bleeding or rebleeding (strong recommendation, high quality evidence). MR9. ESGE recommends that peptic ulcers with an adherent clot (Forrest classification IIb) be considered for endoscopic clot removal. Once the clot is removed, any identified underlying active bleeding (Forrest classification Ia or Ib) or nonbleeding visible vessel (Forrest classification IIa) should receive endoscopic hemostasis (weak recommendation, moderate quality evidence). MR10. In patients with peptic ulcers having a flat pigmented spot (Forrest classification IIc) or clean base (Forrest classification III), ESGE does not recommend endoscopic hemostasis as these stigmata present a low risk of recurrent bleeding. In selected clinical settings, these patients may be discharged to home on standard PPI therapy, e. g., oral PPI once-daily (strong recommendation, moderate quality evidence). MR11. ESGE recommends that epinephrine injection therapy not be used as endoscopic monotherapy. If used, it should be combined with a second endoscopic hemostasis modality (strong recommendation, high quality evidence). MR12. ESGE recommends PPI therapy for patients who receive endoscopic hemostasis and for patients with adherent clot not receiving endoscopic hemostasis. PPI therapy should be high dose and administered as an intravenous bolus followed by continuous infusion (80 mg then 8 mg/hour) for 72 hours post endoscopy (strong recommendation, high quality evidence). MR13. ESGE does not recommend routine second-look endoscopy as part of the management of nonvariceal upper gastrointestinal hemorrhage (NVUGIH). However, in patients with clinical evidence of rebleeding following successful initial endoscopic hemostasis, ESGE recommends repeat upper endoscopy with hemostasis if indicated. In the case of failure of this second attempt at hemostasis, transcatheter angiographic embolization (TAE) or surgery should be considered (strong recommendation, high quality evidence). MR14. In patients with NVUGIH secondary to peptic ulcer, ESGE recommends investigating for the presence of Helicobacter pylori in the acute setting with initiation of appropriate antibiotic therapy when H. pylori is detected. Re-testing for H. pylori should be performed in those patients with a negative test in the acute setting. Documentation of successful H. pylori eradication is recommended (strong recommendation, high quality evidence). MR15. In patients receiving low dose aspirin for secondary cardiovascular prophylaxis who develop peptic ulcer bleeding, ESGE recommends aspirin be resumed immediately following index endoscopy if the risk of rebleeding is low (e. g., FIIc, FIII). In patients with high risk peptic ulcer (FIa, FIb, FIIa, FIIb), early reintroduction of aspirin by day 3 after index endoscopy is recommended, provided that adequate hemostasis has been established (strong recommendation, moderate quality evidence).
Resumo:
Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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Narcolepsy-cataplexy is a sleep-wake disorder and suggested to be immune-mediated, involving genetic and environmental factors. The autoimmune process eventually leads to a loss of hypocretin neurons in the lateral hypothalamus. Epidemiological studies in several countries proved an increased incidence of narcolepsy after H1N1 flu vaccination and infection. This survey in 30 sleep centers in Switzerland led to the identification of 9 H1N1-vaccinated children and adults as newly diagnosed narcolepsy. Clinical features included the abrupt and severe onset of sleepiness, cataplexy and sleep fragmentation.
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Between 1085 and 1927, epidemics of convulsive ergotism were widespread east of the Rhine in Europe due to consumption of grain contaminated with ergot, which is produced by the fungus Claviceps purpurea. West of the Rhine, consumption of ergot-contaminated food caused epidemics of gangrenous ergotism. The clinical features of convulsive ergotism-muscle twitching and spasms, changes in mental state, hallucinations, sweating, and fever lasting for several weeks-suggest serotonergic overstimulation of the CNS (ie, the serotonin syndrome). The ergot alkaloids are serotonin agonists. Dihydroergotamine binds to serotonin receptors in the dorsal horn of the spinal cord, which is the site of neuropathological changes in convulsive ergotism. Dihydroergotamine given to human beings can cause the serotonin syndrome. Ergots produced by different strains of Claviceps purpurea, and those growing in different soils, may have different ergot alkaloid compositions. An alkaloid, present in high concentrations in ergots from east of the Rhine, may have caused convulsive ergotism at a circulating concentration insufficient to produce peripheral ischaemia. The serotonin syndrome may, therefore, have been a public-health problem long before it was recognised as a complication of modem psychopharmacology.
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Distal spinal muscular atrophy is a heterogeneous group of neuromuscular disorders caused by progressive anterior born cell degeneration and characterized by progressive motor weakness and muscular atrophy, predominantly in the distal parts of the limbs. Here we report on chronic autosomal recessive distal spinal muscular atrophy in a large, inbred family with onset at various ages. Because this condition had some of the same clinical features as spinal muscular atrophy with respiratory distress, we tested the disease gene for linkage to chromosome 11q and mapped the disease locus to chromosome 11q13 in the genetic interval that included the spinal muscular atrophy with respiratory distress gene (D11S1889-D11S1321, Z(max) = 4.59 at theta = 0 at locus D11S4136). The sequencing of IGHMBP2, the human homologue of the mouse neuromuscular degeneration gene (nmd) that accounts for spinal muscular atrophy with respiratory distress, failed to detect any mutation in our chronic distal spinal muscular atrophy patients, suggesting that spinal muscular atrophy with respiratory distress and chronic distal spinal muscular atrophy are caused by distinct genes located in the so-me chromosomal region. In addition, the high intrafamilial variability in age at onset raises the question of whether nonallelic modifying genes could be involved in chronic distal spinal muscular atrophy.