1000 resultados para Envolvimento do Aluno na Escola


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A presente comunicação decorre do desenvolvimento de uma dissertação de mestrado em Administração Escolar, realizada na Universidade de Évora. A investigação em causa incide sobre o tema Programa “Escola Segura” (PES), mais especificamente, sobre a avaliação/caraterização dos impactos do Programa “Escola Segura”, no concelho de Portalegre. Considerou-se relevante a opção da temática, na medida em que, e como sublinha SILVA (2000:44), “a promoção da segurança nas escolas constitui uma responsabilidade de todos. Um ambiente seguro é um requisito básico de funcionamento da comunidade escolar e representa um direito elementar de cada aluno, funcionário e professor.” Educação e segurança são dois aspetos fulcrais da nossa sociedade, que se quer cada vez mais civilizada e evoluída. Assim sendo, este trabalho pretendeu apresentar os resultados do referido estudo, de acordo com o cruzamento de informação recolhida (devidamente analisada e interpretada) de três grupos distintos: alunos, professores e agentes do Programa “Escola Segura”.

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A principal infra-estrutura de qualquer comunidade é, na época contemporânea, a educação e formação das pessoas que a constituem. Hoje, mais do que nunca, a competitividade de cada sociedade e de cada pessoa assenta nas respetivas capacidades de aprender. A Educação Comunitária tenta assumir, neste contexto, uma das possíveis respostas que algumas comunidades locais têm procurado face aos desafios resultantes do desenvolvimento de características globalizantes mas, paradoxalmente, assimétrico, em termos geográficos, económicos, sociais e culturais. Procura-se, através de uma intervenção de proximidade, promover o desenvolvimento de competências e atitudes que tornem os habitantes da comunidade mais autónomos, empreendedores e criativos do ponto de vista social, comunitário e pessoal. Na presente comunicação pretende-se, por um lado, caraterizar os pilares do modelo pedagógico da Escola Comunitária de São Miguel de Machede, criada em 1998 e com sede na freguesia rural de São Miguel de Machede e, por outro, descrever, de forma sucinta, as atividades de Educação Não formal e de Empreendedorismo Social. De entre as várias atividades, destaca-se o Circuito da Aldeia, que visa promover o envolvimento da comunidade e o empreendedorismo social tem permitido aos jovens do meio urbano um contacto e uma experiência únicos, com o mundo rural, na sua dimensão mais essencial e genuína, contribuindo, ainda, para a preservação e valorização do património material e imaterial da nossa comunidade, tornando-se num bem transacionável, com elevado potencial gerador de riqueza.

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O presente documento retrata o trabalho efetuado durante o ano letivo 2011/2012, cujo objetivo é a análise e a reflexão sobre o planeamento, condução e avaliação do ensino de uma turma, da qual fui responsável. Pretende, ainda, refletir sobre o contributo e pertinência das várias ações de promoção para a saúde e atividades de complemento curricular desenvolvidas, assim como a importância do acompanhamento semanal da direção de turma e de um melhor conhecimento da comunidade em que esta está inserida.

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O presente relatório é referente ao processo de Estágio Pedagógico que realizei no ano letivo 2015/2016. Este momento de formação caracterizou-se pela minha integração, enquanto professora estagiária, no contexto profissional sob a supervisão pedagógica dos professores orientadores de escola e de faculdade. O processo de lecionação das aulas de Educação Física e das sessões de treino do Desporto Escolar, bem com a Investigação sobre o contexto escolar específico e o acompanhamento da Diretora de Turma permitiram-me conhecer as diversas funções relacionadas com a profissão docente e, consequentemente, a aquisição de uma maior competência pedagógica. O percurso de descoberta sistemática que vivenciei, aliado à supervisão constante dos professores orientadores de estágio, permitiram-me a consciencialização de todas as dificuldades reais do processo de ensino-aprendizagem e a superação apropriada de cada uma. Neste relatório pretendo dar a conhecer a experiência por mim vivida ao longo de todo o ano letivo, em cada umas das áreas e subáreas de desenvolvimento a que fui sujeita. Ao longo do ano consegui assimilar com qualidade as competências de planeamento, condução e avaliação através das práticas por mim realizadas, da reflexão constante sobre estas, do estudo autónomo e da partilha de conhecimento que ocorreu sistematicamente entre os elementos do núcleo de estágio. Tais experiências contribuíram para que me tornasse mais competente no desempenho da função docente, processo que deverei manter em constante construção. A maior conclusão que pude retirar reflete-se ao nível do processo de ensino-aprendizagem que deve estar centrado no aluno, procurando desenvolver a motivação que permitirá a cada um alcançar o seu sucesso.

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O estágio pedagógico constitui-se como um momento de formação único, uma vez que é a primeira experiência real de lecionação para o professor estagiário. Para além disso, é uma condição necessária para o acesso à carreira profissional de professor de Educação Física em Portugal. Deste modo, este documento pretende retratar o ano letivo que marca o meu primeiro contacto com o ensino, em que tentei aplicar todos os conhecimentos adquiridos durante a formação inicial. Ainda assim, a realização de estudo autónomo revelou-se determinante, ao longo de todo o ano letivo, para colmatar alguma falta de conhecimento. Esta estratégia possibilitou a realização de um melhor diagnóstico dos desempenhos dos alunos e, consequentemente, o reajuste dos objetivos de cada aluno de acordo com os resultados da avaliação formativa. O estágio é também o momento em que o professor estagiário contacta, pela primeira vez, com outras funções a desempenhar na escola. Todas estas experiências, desde a participação na direção de turma e desporto escolar, até ao desenvolvimento de projetos de investigação e atividades de intervenção na escola, permitem uma reflexão por parte do professor estagiário e também uma melhor preparação para a realização destas tarefas no futuro.

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Dissertação de mest. em Observação e Análise de Relação Educativa, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Univ. do Algarve, Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico de Beja, 2005

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Dissertação de mest. em Psicologia da Educação na especialidade Necessidades Educativas Especiais, Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Escola Superior de Educação, Univ. do Algarve, 2002

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A inclusão das práticas de lazer na rotina diária da família expressa um desafio ainda com muito por se desvendar. Este documento reporta a análise empírica da frequência da prática em atividades de lazer e do uso dos tempos livres após a aplicação de um projeto de investigação exploratório realizado junto de 10 famílias, maioritariamente emigrantes, com filhos entre os 2 e os 4 anos de idade, de um infantário bilingue (Português-Inglês) Londrino. Este teve como objetivo principal verificar se a integração dos pais no projeto artístico-cultural na escola dos filhos influenciava positivamente na participação artístico-cultural do quotidiano familiar: aumento da participação em atividades artístico-culturais. Para isso foi utilizado um conjunto de metodologias que consistiu na análise de um inquérito por questionário, na implementação de um conjunto de dinâmicas artístico-culturais com envolvimento parental e da análise documental. Como resultado foi possível verificar que, no geral, houve um ligeiro aumento na frequência da participação artística e cultural familiar após a realização de um conjunto de atividades de âmbito escolar que permitiu às famílias (pais e filhos) realizarem um conjunto de atividades que visou promover e estimular a vontade e o contentamento por atividades de lazer.

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Relatório de estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém para obtenção do grau de mestre em Educação e Comunicação Multimédia

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Relatório final apresentado para a obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-Escolar e em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico

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Relatório de estágio apresentado à Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém para obtenção do grau de mestre em Educação e Comunicação Multimédia

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O presente relatório foi realizado no âmbito do Mestrado em Intervenção e Animação Artísticas, compreendendo o estudo acerca dos contributos de um projeto de intervenção, no domínio da expressão dramática, junto de jovens detentores de comportamentos problemáticos frequentemente caraterizados como de indisciplina. Esta temática tem sido estudada ao longo dos anos por vários autores, considerando-se que afeta não só os alunos mas também os professores e a restante comunidade escolar. Assim, perante a necessidade de se conhecer quais as estratégias passíveis de surtirem efeitos no que se refere à (in)disciplina, com um grupo de alunos de um curso vocacional, que frequentam uma escola profissional do concelho de Alcobaça, surgiu a seguinte pergunta de partida: - Quais os contributos de um projeto de intervenção no domínio da expressão dramática na construção de relações consigo e com o outro? De forma a dar resposta a esta questão, delineou-se uma investigação-ação com a pretensão de simultaneamente investigar e agir sobre a temática anteriormente referida, organizando-se a intervenção através da técnica Playbuilding de Errol Bray (1997), em sessões que permitiram primeiramente uma experimentação de exercícios de expressão dramática e improvisações e, posteriormente, a edificação de um projeto de criação teatral, construído autonomamente pelos participantes. Durante o processo foi criado um ambiente de participação e envolvimento, tendo os participantes estabelecido uma relação de proximidade com a investigadora, exteriorizando sentimentos e emoções face ao seu quotidiano e à relação estabelecida com os professores, constituindo estes a base do projeto de criação teatral. iv Os resultados apresentados evidenciaram o papel da expressão dramática como forte indutor da expressão de sentimentos e emoções, permitindo olhar para si próprio e ao mesmo tempo colocar-se no lugar do outro, sendo potenciadora de uma reflexão acerca das próprias ações e da descoberta de si e do outro. Pode-se constatar que é uma estratégia que propicia a construção de um ambiente de partilha de emoções e resolução de conflitos, que permite a cooperação, a aceitação mútua e a melhoria das relações consigo e com o outro.

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A Escola é hoje o espaço social por excelência. Daí que se afigure como uma oficina privilegiada de (re)construção de identidades (Vieira, R., 2009), como um ateliê da diversidade social, espelho da sociedade em que está inserida, reconhecendo-se, portanto, como o seu microcosmos (Vieira, A., 2013). Com a transformação da Escola num espaço universal e obrigatório para todos, surgem, inevitavelmente, metamorfoses que lhe exigem novos papéis. Com efeito, a criação de Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP) contextualiza a emergência de novos atores, em particular, o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF). Afigurando-se a mediação intercultural como caminho para entender, catalisar, empoderar e transformar essa diversidade, importa conhecer em que medida o GAAF pode constituir-se como campo de possibilidade(s) para a mediação intercultural entre alunos, famílias, escola e comunidade. Reconhecendo, a priori, a complexidade do nosso objeto de estudo, privilegiámos o paradigma hermenêutico, compreensivo, de descoberta, defendendo a sua complementaridade (Boavida e Amado, 2006), assumindo uma metodologia compósita, politeísta (Bourdieu, 1992). Assim, como universo de análise da nossa investigação, escolhemos um Agrupamento de Escolas do distrito de Leiria, que, enquanto TEIP, incorpora um GAAF desde o ano letivo 2012/ 2013. De facto, importa conhecer, compreender e interpretar as representações que o sujeito (per si complexo) em estudo manifesta. Adotámos, por isso, como método, o estudo de caso etnográfico (Stenhouse, 1994, in Amado, 2014). Quanto às técnicas de recolha da informação (Bell, 2010; Amado, 2014), elegemos três, designadamente, a análise documental, a observação participante e a entrevista individual semiestruturada (entrevistámos três alunos, três encarregados de educação, uma psicóloga, um técnico de serviço social, o diretor do Agrupamento, três professores e três parceiros da comunidade, perfazendo um total de 15 entrevistas). A estada no terreno foi reveladora, permitindo-nos concluir que, não obstante a demora na visibilidade de resultados imediatos, intrínseca a qualquer projeto social, o GAAF pode, efetivamente, constituir-se como um campo de possibilidade(s) para a mediação intercultural entre alunos, famílias, escola e comunidade, na medida em que se afirma como prática catalisadora, com dinâmicas transformadoras e empoderadoras da(s) diversidade(s) que habita(m) a Escola contemporânea.

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Introdução A Lei 60/2009 impõe a criação do gabinete de apoio ao aluno, onde os alunos possam ter resposta às questões no âmbito da educação para a saúde e educação sexual. Em 2010 a UCC Farol do Mondego em parceria, promoveu a criação deste espaço. Participa com a presença de um técnico em cada um dos gabinetes. A procura deste espaço era muito reduzida pelo que quisemos perceber quais os motivos desta fraca adesão. Objetivos Perceber o grau de conhecimento sobre o gabinete de apoio dos alunos dos 2º, 3º ciclo e ensino secundário das escolas do concelho da Figueira da Foz. Estabelecer qual o horário mais adequado para os alunos de cada escola. Metodologia Estudo descritivo, quantitativo. A população alvo é composta por 878 alunos do 2º, 3º ciclo e ensino secundário das escolas do concelho da Figueira da Foz. Colheita de dados realizada através de formulário eletrónico de auto preenchimento, com questões sobre o local, horário de funcionamento e finalidade em setembro e outubro de 2015. Resultados Amostra com 795 unidades de observação (51,32% do sexo masculino e 48,68 do feminino). A população frequenta do 5º ao 12º ano com a maioria do 7º ano (30,44%) seguida do 8º ano (29,06%). A média de idade é de 13,37 anos com desvio padrão 1,58. 52,83 % afirma conhecer o Gabinete de apoio ao aluno da sua escola e 34,34% menciona o local correto. 58,11 % desconhece o horário de funcionamento do Gabinete. A maioria (40,38%) considera que o horário de funcionamento mais adequado é "à hora do almoço", seguido de 20,13% "das 14h30 min ás 15h 30 min". Quanto ao profissional que deve estar no gabinete do Aluno, a maioria, refere "o psicólogo", 23,52%, seguido de 11,7% que referem "o enfermeiro, o médico e o psicólogo" e por 11,32% que referem "o enfermeiro e o psicólogo". Quanto à função do gabinete a maioria (49,81%) considera que é "esclarecer dúvidas e falar dos seus problemas" e 28,55% "falar dos seus problemas". Conclusões A maioria (52,83%) dos alunos afirma conhecer o gabinete de apoio ao aluno. No entanto só 34,34% menciona a localização correta. A maioria (58,11%) desconhece o horário de funcionamento. Consideramos que deve ser feito um maior investimento na divulgação do gabinete e nas estratégias utilizadas nessa divulgação. Tendo em conta as respostas dadas o horário do gabinete deverá mudar para "à hora do almoço". Quanto ao profissional que deve estar no gabinete a maioria (23,55%) refere que deve ser o psicólogo pelo que a UCC Farol do Mondego deverá promover que este profissional disponibilize algumas horas para permanência no gabinete.