1000 resultados para Escrita de si
Resumo:
Relatório de Estágio apresentado à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção de grau de mestre em Ensino do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico
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No princípio, porque de um escritor se frata, devia estar o verbo. Lamento dizê-lo, mas no meu caso está a imagem: José Cardoso Pires, vestido casualmente, casacão grosso, cigarro pensativo, pela praia despida. Isto foi, salvo erro, por ocasião do lançamento de Balada da Praia dos Cães, em 1982. Na altura, ainda não era muito um cUchê, esta imagem do escritor, não em Portugal, pelo menos. O escritor solitário, fumegante, maciço, caminhando pelo areai desolado, o horizonte recortado a preto e branco, preto no branco, ao fundo e em fundo. A imagem ainda não estava gasta pelo uso, e Cardoso Pires encamava-a à perfeição. O lobo soUtário, lutando com as palavras, fazendo longos passeios - solitários, pois então - por uma praia invemil. O tempo, a época do ano é aqui fundamental: se fosse no verão, a fotografia seria um fiasco: a roupa inapropriada, e a areia branca estaria decerto pejada de corpos adolescentes, namorando o bronze. A praia só é do escritor quando enfregue a si própria.
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Versão corrigida e melhorada após defesa pública
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Esta comunicação, baseando-se num extenso corpus oral que está a ser recolhido, procurará refletir de que modo a língua realizada oralmente nos permite perceber o que realmente são e como funcionam as línguas para além da dimensão formalizada da escrita. Pretende-se demonstrar que é a linguagem em uso que melhor evidencia muitos aspetos impossíveis de perceber por uma designada do sistema. Assim, procurar-se-á verificar até que ponto a verdadeira realização linguística da oralidade respeita a noção de frase e de norma, bem assim como especificamente realiza várias dimensões lexicais e pragmáticas.
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Projecto de mestrado em Mediação Cultural e Literária
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Ao iniciarmos o nosso percurso académico tínhamos como um dos pressupostos teorizar o que tivemos oportunidade de observar durante os anos de exercício de professorado, em que tivemos a oportunidade de ouvir muitas queixas, de entre as quais o baixo nível no que respeita ao domínio da produção escrita. O trabalho que ora apresentamos foi o resultado de uma tomada de consciência de que era preciso fazer um estudo a fim de, por um lado, dar conta do que se passa nessa área de ensino, por outro, encontrar propostas eficazes para a remediação deste problema. Destaca-se a particularidade linguística vivida em Cabo Verde como um dos factores responsáveis por esta situação por influir sobremaneira no processo de escolarização dos alunos, na área da Língua Portuguesa (oralidade, escrita e leitura), ou seja, pressupõem-se que este problema deve-se ao facto da coexistência de duas línguas: O Crioulo – a língua materna de uso quotidiano, portanto, língua de identificação cultural – e o Português – utilizado no ensino nas escolas. Tendo em conta esses pressupostos, deduz-se que várias dificuldades dos alunos no domínio da escrita advêm do bilinguismo natural do nosso país, na medida em que, os alunos falam de si e do seu meio em Crioulo com toda a naturalidade, mas ao entrarem na escola não conseguem expressar porque o ensino é feito na Língua Portuguesa. Mesmo na fase culminar do Ensino Básico Integrado, as referidas dificuldades convivem com os alunos, tendo em conta que o nosso modelo de ensino não é adequado à realidade linguística cabo-verdiana, consequentemente, surgem erros de vária ordem a nível da escrita. É nesta óptica que surgiu o presente trabalho cujo tema é «A Escrita na 3ªFase do Ensino Básico» – Estudo de Caso, através de um estudo de composições feitas por alunos afectos a duas escolas: a do Lavadouro (Zona Urbana – Praia) e a de Fontes (Zona tipicamente Rural – São Domingos). Face a isso apresentou-se a seguinte questão de partida:«Que tipos de erros os alunos das zonas urbana e rural cometem e quais são as possíveis causas dos mesmos?». Os principais objectivos deste estudo são: Identificar as possíveis causas dos erros; perceber e interpretar os erros dos alunos, propor estratégias de melhorias do processo ensino aprendizagem da escrita e verificar se a consciência metalinguística dos alunos está patente no processo de expressão escrita. Ao esboçar o enquadramento teórico, tencionamos apresentar um panorama geral sobre: Conceitos de Escrita, Breve Historial da mesma, A importância da Linguagem Escrita, Conceito de Língua, Situação Linguística cabo-verdiana, Processo ensino aprendizagem no meio urbano e rural, Influências da oralidade na produção Escrita, Categorização dos erros, A expressão escrita e a consciência metalinguística. No desenvolvimento deste trabalho pretendemos traçar um plano que, posteriormente, permitirá a discussão dos resultados. Portanto, são referidos a metodologia, a caracterização dos grupos dos sujeitos, principalmente a análise do erro a partir de produção escritas dos alunos, bem como a análise das tarefas metalinguísticas, as transcrições da interacção grupal e o relato dos professores. Após isso apresentamos algumas propostas de actividades para remediação. Neste caso, os resultados nos permitirão compreender as causas dos erros para podermos posteriormente propor estratégias de remediação, bem como a complexidade da tomada de consciência metalinguística dos alunos sobre os erros e os contributos da mesma na interacção verbal no processo de escrita, entre duas realidades diferentes. Referente à conclusão, propõem-se fazer uma apreciação geral da fundamentação teórica confrontando-a com o estudo de caso, tendo em conta os subsídios que este tema nos trouxe, enfatizando a metalinguagem, que é uma actividade ao alcance de todos os professores interessados na melhoria do processo de ensino aprendizagem da Língua Portuguesa, e em particular, da Escrita. Por último, é de realçar que no início da realização do nosso trabalho deparamos com algumas dificuldades principalmente no que tange à selecção tanto dos grupos para o estudo como também em relação à selecção de fontes adequadas, o que nos consumiu algum tempo. Após isso, graças ao apoio dos actores implicados no estudo, conseguimos transpor essa barreira tornando possível delinear a abordagem e a análise que ora apresentamos.
Resumo:
Quando iniciei, no Bairro do Alto da Cova da Moura, o trabalho que deu origem a esta tese, apercebi-me que era ali que os tambores se poderiam reinventar, que os ritmos anteriormente vividos ou escutados se recriavam na batida do pilão, na forma de fazer rapé, no funaná, na música rap ou no Colá S. Jon. Foi neste contexto ambíguo de construções culturais simultaneamente reflexivas e experienciais que procurei uma estadia longa no terreno, a passagem para o interior do bairro, espaço-tempo da pesquisa, a construção de um objeto de estudo e de um percurso metodológico. A experiência de campo mostrava-se-me como um processo dialéctico e dinâmico, como construção dialógica e pragmática, através da qual trabalhava o terreno como um meio simultaneamente de comunicação e conhecimento e procurava encontrar nos métodos modos de reconstrução das condições de produção dos saberes. Residia aí o problema do espaço afetivo e intelectual, vital e ao mesmo tempo cognitivo, que é a observação de terreno enquanto diálogo e processo de palavra. Havia que ter em conta a experiência pragmática e comunicativa de terreno, através das resistências e da receção afável, dos mal entendidos e compromissos, dos rituais interativos, da tomada de consciência da observação do observador, que estão na base da construção e da legitimação do terreno como espaço-tempo da pesquisa. A inserção no terreno permitiu-me a viagem por muitos temas possíveis, por muitas áreas de investigação. O percurso realizado conduziu-me a este trabalho que constitui uma abordagem dos processos de produção e reprodução de um ritual cabo-verdiano, Colá S. Jon, na Cova da Moura, um dos bairros da periferia urbana de Lisboa. A tese é uma construção etnográfica, por comparação e contraste, de múltiplos fazeres, (re)fazeres a muitas vozes. Vozes dos que o fazem, repetem, dizem. Vozes do quotidiano ou escrita de poetas que o consideram, “prenda má grande dum pôve e que tá fazê parte de sê vida”(Frusoni). Saber dos antropólogos que o dizem “imagem e metáfora da forma como os cabo-verdianos se representam”, modo como se contam a si, para si, para os outros. É também representação de uma comunidade que se explica a si mesma, e ao explicar-se se constrói para si e para os outros a partir de dois eixos, de duas histórias que simultaneamente se cruzam e diferenciam: uma explicitada pelas palavras e simbolizada pela dança do colá, veiculando o contexto social e cultural das interações e dos processos sociais; outra sugerida pela dança do navio, representando a historicidade de um povo - o cruzamento dos destinos de homens e mulheres que atravessando os mares atraídos pela aventura, arrastados ou empurrados pela tragédia se juntaram e plantaram na terra escassa e pobre das Ilhas, no centro do Atlântico, daí partindo ainda hoje, numa repetição incessante do ciclo da aventura, da tragédia ou da procura, na “terra longe”, da esperança de uma vida melhor. A reconstituição do Colá S. Jon, fora do país de origem, confrontada com outras realidades sociais adquire, neste contexto, novas dimensões e sublinha outras já existentes. Adquire a forma elegíaca da recordação, espécie de realidade ontológica da origem fixada num tempo e num espaço; a de lugar de tensão dialéctica com a sociedade recetora no processo migratório e de consciência reflexiva da diversidade e alteridade resultante do encontro ou do choque com outra cultura; a de simulacro tornando-se objeto repetível, espetáculo em que ressaltam sobretudo a forma estética ou força dramática, um real sem origem na realidade ou produto de outra realidade, a da praxis ou conveniência política distante da participação dos seus atores. A tese coloca-nos perante o questionamento, o olhar reflexivo, da pesquisa antropológica: simultaneamente experiência social e ritual única, relação dialógica com os atores sociais, processo de mediação, de comunicação, e a consequente dimensão epistemológica, ética e política da antropologia. Coloca-nos também perante a viagem ritual - passagem ao terreno, à imagem e à escrita – e a consequente procura de reconhecimento e aceitação do percurso realizado. O processo de produção do filme Colá S. Jon, Oh que Sabe! completa-se com o da escrita, síntese de uma experiência e aparelho crítico do filme. Ambos tem uma matriz epistemológica comum. Resultam da negociação da diferença entre o “Eu” e o “Outro” e da complexa relação entre a experiência vivida no terreno, os saberes locais, os pressupostos teóricos do projeto antropológico. Ao mesmo tempo que recusam a generalização, refletem uma construção dialógica, uma necessária relação de tensão e de porosidade entre experiências e saberes, uma ligação ambígua entre a participação numa experiência vivida e a necessária distanciação objetivante que está subjacente em qualquer atividade de tradução ou negociação intercultural, diatópica.
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Quando iniciei, no Bairro do Alto da Cova da Moura, o trabalho que deu origem a esta tese, apercebi-me que era ali que os tambores se poderiam reinventar, que os ritmos anteriormente vividos ou escutados se recriavam na batida do pilão, na forma de fazer rapé, no funaná, na música rap ou no Colá S. Jon. Foi neste contexto ambíguo de construções culturais simultaneamente reflexivas e experienciais que procurei uma estadia longa no terreno, a passagem para o interior do bairro, espaço-tempo da pesquisa, a construção de um objeto de estudo e de um percurso metodológico. A experiência de campo mostrava-se-me como um processo dialéctico e dinâmico, como construção dialógica e pragmática, através da qual trabalhava o terreno como um meio simultaneamente de comunicação e conhecimento e procurava encontrar nos métodos modos de reconstrução das condições de produção dos saberes. Residia aí o problema do espaço afetivo e intelectual, vital e ao mesmo tempo cognitivo, que é a observação de terreno enquanto diálogo e processo de palavra. Havia que ter em conta a experiência pragmática e comunicativa de terreno, através das resistências e da receção afável, dos mal entendidos e compromissos, dos rituais interativos, da tomada de consciência da observação do observador, que estão na base da construção e da legitimação do terreno como espaço-tempo da pesquisa. A inserção no terreno permitiu-me a viagem por muitos temas possíveis, por muitas áreas de investigação. O percurso realizado conduziu-me a este trabalho que constitui uma abordagem dos processos de produção e reprodução de um ritual cabo-verdiano, Colá S. Jon, na Cova da Moura, um dos bairros da periferia urbana de Lisboa. A tese é uma construção etnográfica, por comparação e contraste, de múltiplos fazeres, (re)fazeres a muitas vozes. Vozes dos que o fazem, repetem, dizem. Vozes do quotidiano ou escrita de poetas que o consideram, “prenda má grande dum pôve e que tá fazê parte de sê vida”(Frusoni). Saber dos antropólogos que o dizem “imagem e metáfora da forma como os cabo-verdianos se representam”, modo como se contam a si, para si, para os outros. É também representação de uma comunidade que se explica a si mesma, e ao explicar-se se constrói para si e para os outros a partir de dois eixos, de duas histórias que simultaneamente se cruzam e diferenciam: uma explicitada pelas palavras e simbolizada pela dança do colá, veiculando o contexto social e cultural das interações e dos processos sociais; outra sugerida pela dança do navio, representando a historicidade de um povo - o cruzamento dos destinos de homens e mulheres que atravessando os mares atraídos pela aventura, arrastados ou empurrados pela tragédia se juntaram e plantaram na terra escassa e pobre das Ilhas, no centro do Atlântico, daí partindo ainda hoje, numa repetição incessante do ciclo da aventura, da tragédia ou da procura, na “terra longe”, da esperança de uma vida melhor. A reconstituição do Colá S. Jon, fora do país de origem, confrontada com outras realidades sociais adquire, neste contexto, novas dimensões e sublinha outras já existentes. Adquire a forma elegíaca da recordação, espécie de realidade ontológica da origem fixada num tempo e num espaço; a de lugar de tensão dialéctica com a sociedade recetora no processo migratório e de consciência reflexiva da diversidade e alteridade resultante do encontro ou do choque com outra cultura; a de simulacro tornando-se objeto repetível, espetáculo em que ressaltam sobretudo a forma estética ou força dramática, um real sem origem na realidade ou produto de outra realidade, a da praxis ou conveniência política distante da participação dos seus atores. A tese coloca-nos perante o questionamento, o olhar reflexivo, da pesquisa antropológica: simultaneamente experiência social e ritual única, relação dialógica com os atores sociais, processo de mediação, de comunicação, e a consequente dimensão epistemológica, ética e política da antropologia. Coloca-nos também perante a viagem ritual - passagem ao terreno, à imagem e à escrita – e a consequente procura de reconhecimento e aceitação do percurso realizado. O processo de produção do filme Colá S. Jon, Oh que Sabe! completa-se com o da escrita, síntese de uma experiência e aparelho crítico do filme. Ambos tem uma matriz epistemológica comum. Resultam da negociação da diferença entre o “Eu” e o “Outro” e da complexa relação entre a experiência vivida no terreno, os saberes locais, os pressupostos teóricos do projeto antropológico. Ao mesmo tempo que recusam a generalização, refletem uma construção dialógica, uma necessária relação de tensão e de porosidade entre experiências e saberes, uma ligação ambígua entre a participação numa experiência vivida e a necessária distanciação objetivante que está subjacente em qualquer atividade de tradução ou negociação intercultural, diatópica.
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O realismo apresenta em Cabo Verde particularidades próprias. Se em Portugal e noutros países foi um movimento literário e idiológico-político empenhado em soluções transformadoras da sociedade pela via da função social da arte, pela desmistificação da consciência e pela oposição ao capitalista e ao burguês, em Cabo Verde, por razões naturais, geográficas e sociais contextualiza-se assumindo outras preocupações. Manuel Lopes, com o tempo, sem esquecer o plano subjectivo, envereda por uma escrita poética com implicações objectivistas tematizando os problemas crioulos mais prementes: seca, isolamento, fome, emigração. A objectividade e a subjectividade são, por isso, duas características do realismo cabo-verdiano. Os paradigmas, São Vicente-Mar (urbanidade) e Santo Antão-terra (ruralidade) e ainda a dinâmica de oposição entre o partir/ficar informam decisivamente a sua poesia.
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Les directrius de l’Espai Europeu d’Educació Superior proposen un nou model d’aprenentatge per competències que requereix una planificació de la docència centrada en l’estudiant. L’avaluació és un element clau a l’hora de dissenyar la guia docent de les assignatures. En aquesta comunicació es presenta una experiència d’avaluació de la percepció dels alumnes respecte a la prova en forma d’examen de dues assignatures dels estudis de Psicologia. Els estudiants van respondre la prova escrita i immediatament després en van fer una valoració mitjançant un autoinforme de preguntes obertes. Es descriu si els alumnes han considerat que la prova d’avaluació permetia reflectir els aprenentatges. S’exposen quines competències han quedat sense avaluar segons els estudiants i es recullen propostes de millora suggerides pels universitaris
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Se entienden por representaciones sociales el conjunto de puntos de vista, creencias y concepciones que comparten los miembros de una determinada comunidad sobre la actividad de la escritura. Como seres alfabetizados que leen y escriben com mayor o menor frecuencia y con mayor o menor consciencia, los humanos construyen representaciones mentales sobre tal hecho, elaboran opiniones, configuran actitudes y desarrollan hábitos de trabajo, en definitiva, existe un determinado estilo de relacionarse a través de la escritura. Se aborda la escritura como práctica humanística mistificada y como tecnología decadente en el mundo moderno. También se analiza la expansión de la tecnología informática en la escuela, entendiendo el ordenador como instrumento de escritura que debería ocupar un lugar central en el aula de lengua. Finalmente se reflexiona si el escrito es un producto estático y finito, una actividad individual y privada, si la ortografía se encuentra sobrevalorada, o si un escrito es un texto complejo.
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Mejorar la expresión escrita de un grupo de alumnos de FP II a partir de contenidos prácticos y utilizando la lengua de uso.. 30 alumnos de primer y segundo curso de segundo grado de FP. Caraterísticas: sentimiento positivo hacia la lengua catalana, capacidad mental aceptable y campo de intereses orientado hacia trabajos manuales.. Plantea un marco teórico sobre lengua de uso, pensamiento y expresión escrita. Describe la problemática de la lengua catalana y la situación de la Formación profesional. Desarrolla una investigación empírica. Plantea unas hipótesis encaminadas a contrastar la eficacia de un método lúdico y activo para la didáctica de la lengua catalana. Realiza la programación de la experiencia: objetivos, contenidos, actividades, metodología, estrategias utilizadas, motivación, temporalización, etc. Aplica el programa a un grupo de alumnos de FP. Realiza un diagnóstico inicial de la muestra. Contrasta la validez del método didáctico a partir de la diferencia de resultados obtenidos en un dictado y una redacción escritas por los alumnos antes y después de la experiencia, y a partir de la opinión de los alumnos y del profesor.. Test dominó d'Anstey. Test TEA 3 (Test de aptitudes escolares). Cuestionario sociocultural y lingüístico ad hoc. Notas del expediente de segundo grado. Dictado de ortografía y redacción de los alumnos. Dos encuestas: una sobre el curso de lengua y otra sobre usos y intereses lingüísticos. Entrevistas personales y diarios de los alumnos.. Cálculo de estadísticos descriptivos: media, desviación típica, frecuencias, etc. Representaciones gráficas y cálculo de diferencias de medias y correlaciones mediante la T de Wilcoxon y la R de Spearman entre variables y grupos.. La media de faltas en el dictado final respecto al inicial es significativamente inferior. Las medias de las notas en la redacción final son significativamente superiores que en la redacción inicial. Se obtiene una valoración muy positiva de la experiencia por parte del alumnado y del profesorado. Los profesores destacan como muy positivo la constatación por parte de los alumnos de la eficacia del nuevo método de enseñanza y la empatia creada entre profesor y alumno.. Se demuestra la efectividad del método. Es posible mejorar la expresión escrita solo a través de su práctica, y en todo caso, con un mínimo de teoría (partiendo de la gramática del discurso) haciendo uso de las reglas ortográficas y gramaticales que se consideran indispensables para la redacción de un escrito. El aumento del grado de motivación en el proceso de aprendizaje mejora los resultados previsibles. Es factible motivar al estudiante adulto de los últimos niveles de FP si se le presentan los incentivos adecuados. El profesor es una pieza básica en el proceso de aprendizaje y motivación del alumno..
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Resumen tomado de la publicación
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Ofrecer alternativas escolares a un concepto de cultura escrita reformulado en función de las nuevas investigaciones sobre la escritura. El objeto de estudio es la escritura y la tecnología en la escuela. En un primer momento se trabaja, desde la antropología de la escritura, la concepción de la cultura escrita con vistas a su reformulación desde un ámbito teórico. Pasa a centrarse en la sociología de la comunicación y la tecnología, con específica referencia a la escritura y sus transformaciones con el uso del ordenador. Se ocupa a continuación de los sujetos y la enseñanza y de la contextualización de la problemática en América Latina. Se desarrollan los aspectos textuales, situándose en el ámbito del nuevo sistema educativo argentino propuesto por la Ley Federal de Educación. En lo que compete al área de lengua y comunicación se intenta perfilar un marco para la didáctica de la lengua desde el enfoque comunicativo. Por último se desarrolla una propuesta que servirá para orientar las acciones educativas. Las siguientes disciplinas constituyen la base de la revisión bibliográfica: la lingüística, la semiótica, la psicología del aprendizaje, la comunicación social y la sociología. Se realiza un análisis descriptivo-interpretativo en los aspectos teóricos, considerando las aportaciones de la etnografía y etnología educativas y las ciencias del lenguaje. Se observa que aprender a leer es aprender a enfrentarse a textos completos y que es necesario hacerlo desde el comienzo de la educación, introduciendo todo tipo de textos (los de índole práctica, los más formalizados o teóricos, los propios de usos escolares, los discursos literarios y los discursos iconoverbales insertos en los viejos y nuevos medios de comunicación). La presentación de contenidos tendrá que moverse desde lo general y simple hacia lo particular y complejo. Se trata de partir del uso y de la interpretación de los discursos prácticos y cotidianos de los medios masivos de comunicación más habituales en el entorno de los alumnos para proporcionar apoyos que permitan iniciar de forma gradual el trabajo de producción, de reflexión y de comprensión con los discursos más formales, teóricos, científicos y literarios. Todos estos discursos estarían más próximos a la norma culta y la utilización de los mismos traería consigo un beneficio social. Para la implementación de lo propuesto se requiere un maestro de lengua con una concepción epistemológica y metodológica diferente a la actual. Hay que considerar que si la escritura se presenta como propia de las sociedades urbanas, es necesario que desde la escuela se atienda a la compleja problemática de la escritura para ir hacia la equidad social. El analfabetismo funcional va en contra de lo que se plantea como calidad de la educación y también genera desventajas en los jóvenes que a pesar los años de permanencia en el sistema educativo no han adquirido las competencias comunicativas necesarias para su inserción laboral y social. Es por tanto una prioridad desarrollar la competencia comunicativa en los niños y jóvenes, ofreciendo un marco de acción didáctica que permita la reflexión lingüística y metalingüística de los usos discursivos.
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Trata de verificar en qué medida los factores de comprensión y producción linguística se constituyen en determinantes del éxito en el proceso de enseñanza-aprendizaje. Población escolar de tercer curso de B.U.P (Bachillerato Unificado Polivalente) durante el curso académico 1985-1986 en tres institutos de la ciudad de Valladolid (Nuñez Arce: exclusivo femenino, La Rondilla: mixto, Zorrilla: masculino). Investigación teórica y empírica por lo que consta de dos partes bien diferenciadas, en la primera se ofrece una revisión teórica del rendimiento académico, así como de las tareas o variables que utilizamos como predictoras y/o explicativas del mismo, de la comprensión y de la producción lingüística, aíi como del papel que juega el tipo de tarea, concretamente la tarea de paráfrasis en los procesos de comprensión y aprendizaje. La segunda parte es empírica o experiencial donde se explica la razón del diseño utilizado para comprobar hipótesis formuladas así como de los resultados obtenidos y la discusión general de los mismos.Lo hace mediante un diseño cuasi-expermental. Test de cloze, cuestionarios. Debido al numero de variables analizadas se utiliza cmo técnica el Análisis de regresión múltiple 'paso a paso' 'stepwise regression' con el objetivo de pronosticar una variable denominada criterio en función de un conjunto de variables denominadas predictoras. Se producen análisis cualitativos y cuantitatios, asi como un análisis comparativo. Los modelos utilizados son el de Glasman y Biniaminov, el de Centra y Poter.Cuenta con 20 variables independientes o explicativas y siete dependientes (modelo multivariado), la variable dependiente o criterio es el Rendimiento Académico. Los resultados se encuentra implícitos en las conclusiones: respecto al nivel de comprensión de los distintos alumnos de ciencia o letras se pone de manifiesto que respecto a la tarea de preguntas parafraseadas acerca de un texto la comprensión es mayor en los alumnos de ciencias y que se fuerza a los sujetos a procesar significados, en la capacidad de producción de paráfrasis son los alumnos de letras quien poseen índices superiores apoyándose en la memoria reconstructiva que implica mayor facilidad para reconstruir una nueva forma de superficie que exprese un determinado significado subyacente. Los mejores alumnos de ciencias poseen la capacidad de comprender más allá de la información concreta que se les trasmite, utilizando mecanismos cognitivos buenos y avanzados. Respecto al rendimiento académico las preguntas parafraseadas acerca de un texto facilitan la recuperación de información, por lo que se confirma que el discurso conexo facilita la ejecución del procesamiento, poniendo en evidencia la mayor significatividad de las macroestructuras en relación con la microestructuras. La capacidad de producción de paráfrasis revela el poder predictivo solamente para el idioma en los alumnos de letras. Respecto a la tercera hipótesis en la que se planteaba que si la paráfrasis es un índice adecuado de comprensión por parte del sujeto, y la comprensión un factor explicativo del rendimiento escolar, aquellos sujetos que ejecuten mejor tareas de paráfrasis y de comprensión serán también los que obtengan mejores resultados en el rendimiento escolar, ha sido verificada. Respecto a la cuarta hipótesis en la que se planteaban si los elementos formales de la estructura de superficie de un texto producido por los sujetos pueden explicar el rendimiento académico de los mismos las conclusiones son que la longitud de la frase y la puntuación posee poder predictivo en los alumnos de Matemáticas, en la capacidad de producir un texto estructurado subyace en el proceso cognitivo del aprendizaje de las matemáticas en cambio los alumnos de Letras son capaces de producir textos con mayores medidas de comprensión, mayor densidad de información y tasa de redundancia. Como conclusión se puede afirmar que los alumnos de Ciencias y de Letras poseen estilos cognitivos diferentes..