12 resultados para paralisia laríngea

em Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa - Portugal


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A Síndrome de Brown (SB) é uma síndrome anatómica e restritiva. Segundo Brown (1942), esta síndrome é classificada como uma ausência de elevação em adução, uma síndrome restritiva do grande oblíquo. Pode ser congénita, adquirida e iatrogénica e divide-se como ligeira, severa ou profunda. O Pequeno Oblíquo (PO) tem como acções a exciclodução, elevação e abdução. Ao estar afectado, observa-se nos movimentos oculares limitação da elevação e adução, que induz uma paralisia deste músculo. Assim, as duas apresentam ausência de elevação em adução, sendo importante, a realização de diagnóstico diferencial entre elas. Objectivos: Identificar as diversas características motoras e sensoriais da paralisia do PO comparando-as com as características da SB, especificando os testes de ortóptica adequados. Apresentar o diagnóstico diferencial a realizar, explicitando as características principais dos exames coordimétricos e do teste das ducções forçadas.

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O VI par craniano, é responsável pela inervação do músculo recto externo. Uma lesão que afecta o VI par irá resultar numa limitação da abdução. A Síndrome de Duane, do tipo I, caracteriza-se por limitação da abdução unilateral, em que o olho afectado não passa da linha média, por retração do globo ocular e estreitamento da fenda palpebral, em adução. O diagnóstico diferencial é de extrema importância para se proceder a um prognóstico correcto e respectivo plano terapêutico. Objectivos: Esquematizar as diversas características motoras e sensoriais da paralisia do VI par craniano comparando-as com as da Síndrome de Duane Tipo I, designando os testes de ortóptica respectivos. Identificar os testes de diagnóstico diferencial entre as duas entidades e as suas características principais, nomeadamente os exames coordimétricos e o teste das ducções forçadas.

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Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção do grau de mestre em Educação Especial – ramo de Problemas de Cognição e Multideficiência

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Globalmente, o vírus do papiloma humano (HPV) é a segunda causa mais comum de cancro associado a mortalidade e morbilidade entre as mulheres devido ao seu relacionamento com o cancro do colo do útero (CCU) e caracteriza-se também como uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais prevalentes. Entre 2000 e 2006, foram diagnosticados cerca de 1.401.400 casos de CCU e estima-se que seja responsável por cerca de 260.000 mortes anuais. Aproximadamente 80% destas mortes ocorrem nos países em desenvolvimento. Um estudo Americano indicou que cerca de 30% a 40% das mulheres entre os 14 e 40 anos encontram-se infectadas pelo HPV e cerca de 75% foi infectada em alguma altura da sua vida. Estudos mostram que este vírus é também responsável por um razoável numero de casos de cancro da vulva, vagina, ânus, pénis, orofaríngeos e pulmonares. Com um número estimado de mais de 200 diferentes estirpes, este vírus é maioritariamente assintomático. Existem 13 a 18 tipos diferentes de HPV considerados de elevado risco oncogénico (HPV-ERO) responsáveis pela maioria dos casos de cancro. As estirpes consideradas de baixo risco oncogénico (HPV-BRO) estão intimamente relacionadas com riscos clínicos menores como lesões (e.g., verrugas) na mucosa oral, genital, anal e laríngea. Recentemente, o avançado conhecimento molecular da estrutura do HPV permitiu aos investigadores o desenvolvimento de medidas preventivas e de tratamento face ao vírus, incluindo a introdução de uma vacina no mercado aprovada pela FDA muito eficiente especialmente nas mulheres mais jovens.

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Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção de grau de mestre em Ciências da Educação - Especialidade Educação Especial

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Relatório da Prática Profissional Supervisionada Mestrado em Educação Pré-Escolar

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Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção de grau de mestre em Educação Especial – ramo de Problemas de Cognição e Multideficiência

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A Toxina Botulínica A (TBA) bloqueia a transmissão neuromuscular a nível pré-sináptico, inibindo a libertação da acetilcolina (necessária para a condução de sinal nervoso) nos terminais nervosos, por bloqueio da acção do cálcio causando uma denervação funcional que pode durar cerca de 6 meses. Objectivos do estudo: desaparecimento da diplopia, de torcicolos e corrigir a limitação parcial ou total do movimento; evitar a contractura secundária.

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A síndroma de Hugonnier é uma paralisia bilateral do músculo grande oblíquo. É geralmente assimétrica e, frequentemente, diagnosticada como unilateral. A bilateralidade desta condição só se evidência após a primeira intervenção cirúrgica. Principais sinais: olhos geralmente alinhados na ppo - ligeira hipertropia ao cover teste (inferior a 10°); a hipertropia aumenta na posição de leitura (campo de ação do GO); fusão presente em supraversão – tendência a baixar o queixo para manter a binocularidade; em depressão e adução, limitação do GO com extorsão do olho afetado. Critérios de diagnóstico sugestivo de bilateralidade: padrão em V superior a 25 ^; exciclotorsão bilateral acentuada (> 10-12°); prova de Bielschowsky positiva para ambos os lados.