1000 resultados para poder real


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Istar é uma das divindades mais importantes na religião mesopotâmica e no panteão sumério-acádico. A sua identificação com a deusa suméria INANNA (INNIN) reflecte o fenômeno de sincretismo religioso que atravessa as teologias e as práticas religiosas na Mesopotâmia. A morfologia de INANNA poderá ser explicada pela expressão suméria NIN.AN.AK', que significa «senhora do céu». Efectivamente, ela é Dilbat (Vénus) e surge associada a outras divindades astrais como NANNA (Sin, deus identificado com a Lua), o seu pai, e como UTU (Samas, identificado com o Sol)2, o seu irmão, também elas divindades maiores do universo religioso da Mesopotâmia.

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El tema central de esta investigación son las reformas religiosas y políticas llevadas a cabo en el reinado de Ajenatón (1364-1347 a.C.), décimo faraón de la Dinastía XVIII del Imperio Nuevo del Antiguo Egipto.

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O rei castelhano Afonso X, o Sábio (1221-1284) é considerado como o idealizador de uma vasta obra que inclui textos de caráter jurídico, historiográfico, científico e sua produção poética. Este estudo propõe evidenciar o caráter propagandístico da obra afonsina considerando as condições de produção e difusão dos textos e a sua relação com o projeto político centralizador do Rei Sábio. Procurando observar a maneira pela qual o pensamento político afonsino é revelado em sua obra, são aqui analisadas as imagens do rex christianus, cujo poder provém de Deus, do rex iustus, cuja função é administrar a justiça em seu reino, e do rex sapiens, que dispõe da virtude e do conhecimento necessários para bem governar.

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Ao inventariarmos as grandes celebrações da monarquia portuguesa, encontraremos algumas que são cerimoniais eminentemente religiosos. Dentre eles, há a procissão do Anjo da Guarda do Reino de Portugal (no terceiro domingo de julho), instituída no século XVI como celebração da realeza, das quais toda a Corte participava e eram realizadas por todo o reino português. Também as aclamações de Da. Maria I (1777) e D. João VI (1818) utilizam elementos de caráter religioso (símbolos e idéias). Estas celebrações colocam-nos a hipótese de uma série de articulações entre os procedimentos religiosos e o poder real. em função do exame daquelas procissões e destes cerimoniais, procuramos esboçar uma imagem do rei português: um rei-protetor, detentor de um poder de salvação.

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El propósito de este trabajo es sondear las coincidencias y, por tanto, la cooperación que es posible encontrar entre textos de diversas procedencias y dataciones, acerca de los aspectos más representativos de la figura y de la función real. En primer lugar, se describe el proceso por el cual la inauguración del poder real es rodeado progresivamente de ritos litúrgicos. Luego, se señalan los elementos más significativos que contribuyeron a la construcción del ritual de la unción real. Finalmente, se analiza la oración de consagración real del Sacramentario de Ratoldus (s. X), rastreándose en ella los elementos que permiten reconstruir algunos aspectos centrales de la teoría política que alimentó a la sociedad altomedieval. Si tenemos en cuenta de que, en ese periodo histórico, no se produjeron tratados específicos sobre el tema, el recurso a los textos litúrgicos posibilita el acceso a una fuente de documentación válida y de particular interés para los estudios del pensamiento medieval.

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Nos últimos vinte e cinco anos o tema da autonomia e da administração e gestão escolar tem ocupado um lugar relevante na agenda política dos sucessivos Governos da República e na preocupação dos diferentes parceiros educativos. Rara tem sido a maioria política que resiste a dar o seu contributo sobre esta matéria, com o objetivo sempre confesso de outorgar maior autonomia às escolas. No enquadramento teórico da nossa investigação começamos por abordar a emergência do conceito de autonomia, nas suas diferentes dimensões e nos seus distintos significados. Não esquecemos também a analise das questões relacionadas com a problemática, cada vez mais atual da regulação múltipla. Analisamos de seguida a evolução da legislação portuguesa, operada a partir da publicação da Lei de Bases do Sistema Educativo com especial destaque às propostas de configuração dos órgãos de Direção e de Gestão das escolas e das competências atribuídas a cada um deles produzido pela CRSE e pelos decretos-leis 43/89, 172/91, 115-A/98 e 75/2008. A investigação empírica teve como objeto de análise dois agrupamentos localizados em concelhos distintos da Área Metropolitana de Lisboa, e procurou determinar se o conselho geral de cada uma dessas unidades orgânicas, assume na totalidade as competências que lhe são conferidas pelo quadro legislativo em vigor, e nessa medida como se articula com os outros órgãos da direção no processo de tomada de decisão. Simultaneamente fizemos o contraponto com a imagem que os intervenientes na gestão intermédia de cada um dos agrupamentos construíram sobre o seu conselho geral e das relações de poder que se estabelecem no interior de cada uma das organizações. Para corresponder aos pressupostos da nossa investigação entrevistaram-se os diretores e os presidentes dos conselhos gerais e facultámos questionários aos docentes que desempenhavam cargos nos dois agrupamentos. Concluímos, em função do que pudemos analisar, que embora o conselho geral veja o seu papel na organização da escola formalmente reconhecido não consegue desempenhar na totalidade as funções que lhe são incumbidas, já que defronta o poder real do diretor e o poder oculto do conselho pedagógico, encontrando dificuldades em libertar-se do reino das sombras.

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Um dos traços essenciais da ideologia real nas monarquias de Israel e da Mesopotâmia é a relação entre o rei e o deus criador. É essencialmente da complexidade dessa metáfora que depende, no plano ideológico, o poder real e a sua inteligibilidade em termos gerais. O rei é entendido como representação da divindade tutelar e demiúrgica. Na ideologia real israelita, a metáfora encontra a sua plenitude no conceito de aliança, contrução fundamentalmente teológica, mas que estrutura um corpo de ideias sobre o poder, sobre a sua origem, sobre o seu exercício e sobre os seus limites . Paralelamente, encontramos nas monarquias mesopotâmicas uma concepção sobre o poder que nos sugere muitas similaridades com a visão vetero-testamentária. Em ambos os casos, o poder resulta da delegação divina e da sua representação no plano terreno . Um dos exemplos paradigmáticos da metáfora bíblica é a descrição alegórica de 2 Sam.7, retomada no s1.89. Esta narraa promessa de uma dinastia a David. A promessa insere-se no quadro de uma aliança que compromete ambas as partes - Iavé e o rei . O rei torna-se o interlocutor privilegiado de Iavé, escolhido por ele para mediar a sua relação com Israel. Através deste processo de eleição/escolha, David é exaltado como figura eminente e perdendo a sua condição de homem comum, de simples pastor, é escolhido por Iavé para ser o rei de Israel.

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Dissertação de mestrado em Antropologia - Direitos Humanos e Movimentos Sociais

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Este estudo teve como base um corpus de imagens provenientes de bíblias historiadas do séc. XIII, existentes em Portugal. Centrados na concepção dos programas iconográficos, teólogos e iluminadores, provavelmente seculares, criaram mecanismos de construção de memória, de modo a veicularem, através das iniciais historiadas, mensagens que actualizavam o tempo primordial bíblico e, ao mesmo tempo, revelam intenções moralizadoras do seu próprio tempo, nas quais as relações entre cristãos e judeus estiveram presentes. O estudo passa por uma abordagem iconográfica mas, como historiadores de arte, essa aproximação leva-nos a formular questões e a estabelecer pressupostos epistemológicos à História da Arte Medieval que ultrapassam aquele método. A historiografia de arte não se detém apenas no estudo das formas, da decifração dos conteúdos e funções; consideramos que a história da arte, especialmente a arte cristã medieval, se institui num momento de abertura onde se intuem e interpretam os sintomas e se penetram os mistérios. O tema escolhido levou-nos exactamente para uma reflexão sobre o modo como se exerceu o poder dos cristãos sobre os judeus, num século em que o cristianismo se impõe no Ocidente através de uma nova atitude teológica, apoiada pelo poder real, papal e ordens mendicantes. Do ponto de vista do historiador a questão é complexa e está longe de ser unânime. Foi nosso propósito indagar como transmitiram os iluminadores os códigos, em diálogo com os teólogos, através de uma expressão artística que cumpre uma função religiosa e propagandística.

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El siguiente escrito pretende contribuir a la solución de los problemas anteriormente descritos que presenta la lucha contra el terrorismo por medio de la proposición de un diagnóstico que permita comprender cómo opera la estrategia terrorista de Al-Qaeda a partir del 11 de septiembre y cuáles son las ventajas que otorga esta estrategia en la guerra asimétrica contra Estados Unidos. Para esto se desarrollarán tres objetivos que corresponden a cada capítulo: en el primer capítulo se identificará cuál es la historia, estructura, composición, financiación, ideología y poder real de Al-Qaeda con el fin de obtener una panorámica general de la personalidad del actor principal del conflicto. En el segundo capítulo se establecerá cuáles son los nuevos mecanismos de guerra implementados por Al-Qaeda en la lucha contra Estados Unidos que evidencian la práctica del terrorismo como estrategia de guerra y cuál es su modus operandi. Y por último, en el tercer capítulo, se analizará por qué el terrorismo de Al-Qaeda resulta ser una estrategia ventajosa y viable en condiciones de desventaja real y asimetría de poder en la guerra contra Estados Unidos y sus aliados.

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Recopilar, seleccionar y ordenar la prensa de carácter pedagógico de Barcelona desde el año 1800 hasta el año 1899. 49 revistas seleccionadas de una población total de 769 publicaciones elegidas según el criterio de cumplimiento de las normas de la UNESCO en cuanto a la definición de prensa. Investigación de tipo histórico y bibliométrica. Define y acota el objetivo de estudio. Realiza una búsqueda exhaustiva en archivos, bibliotecas y hemerotecas, a partir de la cual crea un índice alfabético de la prensa pedagógica publicada en Barcelona en el siglo XIX. Sistematiza la prensa por época, autores y temas. Extrae 49 títulos a partir de los cuales cataloga 8611 artículos. Realiza un vaciado de esta documentación transcribiendo el nombre del autor, el título y los datos de localización. Clasifica el contenido por materias y obtiene un índice por materias de 117 entradas. Analiza los datos mediante representaciones gráficas. También incluye un índice de las revistas pedagógicas publicadas en España así como de la revistas no pedagógicas. Material historiográfico. Análisis de contenido y representaciones gráficas. El estudio permite conocer la actitud de la prensa pedagógica barcelonesa ante las leyes que regulaban la educación, ante el poder constituido, ante la Iglesia y ante el pueblo así como la influencia positiva del poder real que la prensa podía ejercer en el campo de la educación. La aparición de esta prensa es, en cierto modo, la respuesta a una nueva conciencia de la escuela y una necesidad social de situar la figura del maestro en una categoría bien definida, dentro del contexto general de la sociedad.

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The goal of our dissertation is to study how the Scandinavian writings produced a Norwegian identity of warlike ideals in a compilation of Icelandic sagas known as Heimskringla and has parts of its content focused on storytelling about a troubled time of Scandinavian monarchies rising between the 8th and 11th centuries, which is called the Viking Age. The Heimskringla, also known as The Circle of the World is a set of writings based on Icelandic oral memory about the Norwegian kings and the conception of a Norwegian territory. While we investigated the relationship between the members of royalty, their companions and the Scandinavian people, we delineate the relationship between memory, identity and war. Our study points out how the Scandinavian war produces, in its storytelling, proper spaces, in socio-political relations among the participants, in the organization of its conflicts or the location of war activities, where places are transformed into essential points in these narratives. The war is both a place of identity statements and a space of practices, necessary for the strengthening of royal power

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Incluye Bibliografía