682 resultados para learning work
Resumo:
This study examined the practice and implementation of undergraduate student internships in Ontario, Canada. A literature review revealed that implementation of internships at the undergraduate level in Ontario varies within campuses by faculty and department and also across the university spectrum, partly due to a lack of consistency and structure guiding internship practice in Ontario. Moreover, a lack of general consensus among participating stakeholders concerning the philosophy and approach to internship further complicates and varies its practice. While some departments and universities have started to embrace and implement more experiential learning opportunities into their curriculum, the practice of undergraduate internships is struggling to gain acceptance and validity in others. Using the theory of experiential learning as presented by Dewey (1938) and Kolb (1984) as theoretical frameworks, this research project developed an internship implementation strategy to provide structure and guidance to the practice of internships in Ontario’s undergraduate university curriculum.
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The hypothesis that the same educational objective, raised as cooperative or collaborative learning in university teaching does not affect students’ perceptions of the learning model, leads this study. It analyses the reflections of two students groups of engineering that shared the same educational goals implemented through two different methodological active learning strategies: Simulation as cooperative learning strategy and Problem-based Learning as a collaborative one. The different number of participants per group (eighty-five and sixty-five, respectively) as well as the use of two active learning strategies, either collaborative or cooperative, did not show differences in the results from a qualitative perspective.
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A survey was conducted among students of the Accounting and Administration undergraduate degree at ISCAP – IPP (School of Accounting and Administration of Polytechnic Institute of Porto) in order to understand their perception value of their course Business Simulation (BS). This course is provided in a business environment where students can learn by doing through the management of a company as they were in the real life, but risk-free. The learning tasks are provided in an action-oriented format to maximize the learning process. Students learn by doing a set of tasks every session and have also to produce reports and presentations during the course. BS is part of the undergraduate degree of Accounting and Administration at ISCAP – IPP since the beginning of 2003. The questionnaire we used captured the students’ perception about general and specific skills and competencies considered important for managers and accountants in the real life, about the methodology used in the course, which is totally different from the traditional form, and also about the adequacy of the course included as part of the undergraduate degree. The results showed that students’ perception is highly positive and almost all of them think they improve the skills needed for a job during the course. These results are consistent with [1] Adler and Milne’s research in which the authors found that students agree with the use of action-oriented learning tasks in order to provide them the needed attitudes, skills, and knowledge. The improvement of group skills is the most important issue for students, which can be understandable as BS is the only course from the degree in Accounting and Administration they really have to work in groups.
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O SHO 2010, Colóquio Internacional de Segurança e Higiene Ocupaciona
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Se realizó un estudio transversal, se incluyeron 3 residentes no cardiólogos y se les dio formación básica en ecocardiografía (horas teóricas 22, horas prácticas 65), con recomendaciones de la Sociedad Americana de Ecocardiografia y aportes del aprendizaje basado en problemas, con el desarrollo de competencia técnicas y diagnósticas necesarias, se realizó el análisis de concordancia entre residentes y ecocardiografistas expertos, se recolectaron 122 pacientes hospitalizados que cumplieran con los criterios de inclusión y exclusión, se les realizo un ecocardiograma convencional por el experto y una valoración ecocardiográfica por el residente, se evaluó la ventana acústica, contractilidad, función del ventrículo izquierdo y derrame pericárdico. La hipótesis planteada fue obtener una concordancia moderada. Resultados: Se analizó la concordancia entre observadores para la contractilidad miocárdica (Kappa: 0,57 p=0,000), función sistólica del ventrículo izquierdo (Kappa 0,54 p=0.000) siendo esta moderada por estar entre 0,40 – 0,60 y con una alta significancia estadística, para la calidad de la ventana acústica (Kappa: 0,22 p= 0.000) y presencia de derrame pericárdico (Kappa: 0,26 p= 0.000) se encontró una escasa concordancia ubicándose entre 0,20 – 0,40. Se estableció una sensibilidad de 90%, especificidad de 67%, un valor predictivo positivo de 80% y un valor predictivo negativo de 85% para el diagnóstico de disfunción sistólica del ventrículo izquierdo realizado por los residentes.
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Pós-graduação em Saúde Coletiva - FMB
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O principal objetivo desta pesquisa é colocar em relevo o processo de precarização e perda da autonomia do trabalho docente. Este processo está relacionado diretamente à centralização, no Estado de São Paulo, da política educacional. Esta centralização ocorreu de forma combinada com a desconcentração das tarefas administrativas e do financiamento do sistema. O conceito de descentralização, que é amplamente difundido na década de 1990 no ensino público, significa medidas no sentido de liberar o Estado das suas responsabilidades. O que não quer dizer, em absoluto, transferir para a comunidade escolar, como é propagandeado pela ideologia neoliberal, maior autonomia das unidades escolares. No Estado de São Paulo este processo de centralização do poder não ocorre apenas nas questões de administração escolar (atividade-meio), mas também sobre os principais elementos ligados ao processo de ensino-aprendizagem: currículo, formação docente e avaliação do ensino, por exemplo. Estes elementos foram combinados com a desconcentração das tarefas administrativas e de financiamento da escola. Para que o docente tenha autonomia e possa, efetivamente, contribuir de maneira significativa para a formação das novas gerações é imprescindível que participe diretamente do processo de construção curricular, da gestão escolar e, principalmente, da autogestão de seu trabalho. O problema que procuramos apontar é que as políticas educacionais não têm contribuído para estes objetivos. Vejamos: a avaliação externa que não se trata apenas de uma política aplicada no estado e nem em determinado governo é, na verdade, uma política de Estado; extrai do professor, em boa medida, o controle do processo de avaliação do ensino e da aprendizagem. O Regime de Progressão Continuada, instituído pelo Conselho Estadual de Educação, é um mecanismo para determinar a partir de cima a promoção indiscriminada dos alunos, confirmando a pseudo-autonomia dos docentes e dos Conselhos Gestores das Unidades Escolares. Faltam as condições materiais e espirituais para que os docentes possam desempenhar de forma adequada seu trabalho. Por isso, se faz necessária uma denúncia no sentido de que o professor está impossibilitado objetivamente de realizar o trabalho de maneira a contribuir para a formação integral dos alunos. As mudanças do ponto de vista estrutural só podem realizar-se a partir da luta político-social para quebrar a estrutura hierárquica construída no interior das escolas e sustentada nas demais instâncias do sistema de ensino e na sociedade. O trabalho docente precisa se realizar dentro de um ambiente que lhe permita, de fato, desenvolver a sua autonomia a partir de um processo de reflexão sobre sua prática e de uma prática orientada pela sua reflexão. Mas, se não adentramos na condição extremamente precária deste trabalho na atualidade - e esta precariedade não diz respeito apenas a fragmentos da totalidade dos problemas estruturais que envolvem o trabalho docente - não podemos contribuir para o real desenvolvimento da sua autonomia e da superação da crise estrutural da escola pública.(AU)
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O principal objetivo desta pesquisa é colocar em relevo o processo de precarização e perda da autonomia do trabalho docente. Este processo está relacionado diretamente à centralização, no Estado de São Paulo, da política educacional. Esta centralização ocorreu de forma combinada com a desconcentração das tarefas administrativas e do financiamento do sistema. O conceito de descentralização, que é amplamente difundido na década de 1990 no ensino público, significa medidas no sentido de liberar o Estado das suas responsabilidades. O que não quer dizer, em absoluto, transferir para a comunidade escolar, como é propagandeado pela ideologia neoliberal, maior autonomia das unidades escolares. No Estado de São Paulo este processo de centralização do poder não ocorre apenas nas questões de administração escolar (atividade-meio), mas também sobre os principais elementos ligados ao processo de ensino-aprendizagem: currículo, formação docente e avaliação do ensino, por exemplo. Estes elementos foram combinados com a desconcentração das tarefas administrativas e de financiamento da escola. Para que o docente tenha autonomia e possa, efetivamente, contribuir de maneira significativa para a formação das novas gerações é imprescindível que participe diretamente do processo de construção curricular, da gestão escolar e, principalmente, da autogestão de seu trabalho. O problema que procuramos apontar é que as políticas educacionais não têm contribuído para estes objetivos. Vejamos: a avaliação externa que não se trata apenas de uma política aplicada no estado e nem em determinado governo é, na verdade, uma política de Estado; extrai do professor, em boa medida, o controle do processo de avaliação do ensino e da aprendizagem. O Regime de Progressão Continuada, instituído pelo Conselho Estadual de Educação, é um mecanismo para determinar a partir de cima a promoção indiscriminada dos alunos, confirmando a pseudo-autonomia dos docentes e dos Conselhos Gestores das Unidades Escolares. Faltam as condições materiais e espirituais para que os docentes possam desempenhar de forma adequada seu trabalho. Por isso, se faz necessária uma denúncia no sentido de que o professor está impossibilitado objetivamente de realizar o trabalho de maneira a contribuir para a formação integral dos alunos. As mudanças do ponto de vista estrutural só podem realizar-se a partir da luta político-social para quebrar a estrutura hierárquica construída no interior das escolas e sustentada nas demais instâncias do sistema de ensino e na sociedade. O trabalho docente precisa se realizar dentro de um ambiente que lhe permita, de fato, desenvolver a sua autonomia a partir de um processo de reflexão sobre sua prática e de uma prática orientada pela sua reflexão. Mas, se não adentramos na condição extremamente precária deste trabalho na atualidade - e esta precariedade não diz respeito apenas a fragmentos da totalidade dos problemas estruturais que envolvem o trabalho docente - não podemos contribuir para o real desenvolvimento da sua autonomia e da superação da crise estrutural da escola pública.(AU)
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O principal objetivo desta pesquisa é colocar em relevo o processo de precarização e perda da autonomia do trabalho docente. Este processo está relacionado diretamente à centralização, no Estado de São Paulo, da política educacional. Esta centralização ocorreu de forma combinada com a desconcentração das tarefas administrativas e do financiamento do sistema. O conceito de descentralização, que é amplamente difundido na década de 1990 no ensino público, significa medidas no sentido de liberar o Estado das suas responsabilidades. O que não quer dizer, em absoluto, transferir para a comunidade escolar, como é propagandeado pela ideologia neoliberal, maior autonomia das unidades escolares. No Estado de São Paulo este processo de centralização do poder não ocorre apenas nas questões de administração escolar (atividade-meio), mas também sobre os principais elementos ligados ao processo de ensino-aprendizagem: currículo, formação docente e avaliação do ensino, por exemplo. Estes elementos foram combinados com a desconcentração das tarefas administrativas e de financiamento da escola. Para que o docente tenha autonomia e possa, efetivamente, contribuir de maneira significativa para a formação das novas gerações é imprescindível que participe diretamente do processo de construção curricular, da gestão escolar e, principalmente, da autogestão de seu trabalho. O problema que procuramos apontar é que as políticas educacionais não têm contribuído para estes objetivos. Vejamos: a avaliação externa que não se trata apenas de uma política aplicada no estado e nem em determinado governo é, na verdade, uma política de Estado; extrai do professor, em boa medida, o controle do processo de avaliação do ensino e da aprendizagem. O Regime de Progressão Continuada, instituído pelo Conselho Estadual de Educação, é um mecanismo para determinar a partir de cima a promoção indiscriminada dos alunos, confirmando a pseudo-autonomia dos docentes e dos Conselhos Gestores das Unidades Escolares. Faltam as condições materiais e espirituais para que os docentes possam desempenhar de forma adequada seu trabalho. Por isso, se faz necessária uma denúncia no sentido de que o professor está impossibilitado objetivamente de realizar o trabalho de maneira a contribuir para a formação integral dos alunos. As mudanças do ponto de vista estrutural só podem realizar-se a partir da luta político-social para quebrar a estrutura hierárquica construída no interior das escolas e sustentada nas demais instâncias do sistema de ensino e na sociedade. O trabalho docente precisa se realizar dentro de um ambiente que lhe permita, de fato, desenvolver a sua autonomia a partir de um processo de reflexão sobre sua prática e de uma prática orientada pela sua reflexão. Mas, se não adentramos na condição extremamente precária deste trabalho na atualidade - e esta precariedade não diz respeito apenas a fragmentos da totalidade dos problemas estruturais que envolvem o trabalho docente - não podemos contribuir para o real desenvolvimento da sua autonomia e da superação da crise estrutural da escola pública.(AU)
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Esta investigación se interesa en evaluar los logros y retos que ha presentado el proyecto ASEAN Community en cada una de sus tres áreas de acción (Comunidad económica, comunidad de política y seguridad, y comunidad socio-cultural) ante su aplicación en Tailandia. De esta manera, se busca analizar la incidencia que ha tenido el proyecto en el Desarrollo Humano de Tailandia durante el periodo 2004-2014. A través del análisis del estatus actual a la luz del concepto de libertades instrumentales se realiza la evaluación de los resultados de los proyectos y su conveniencia o no para el desarrollo humano de la sociedad tailandesa.
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El Centro de Enseñanza Aprendizaje de la Universidad del Rosario (cea-ur), acorde con su compromiso por el mejoramiento continuo y la búsqueda de la innovación en los procesos de enseñanza-aprendizaje, pone a disposición de la comunidad académica el Boletín Reflexiones Pedagógicas. Esta colección presentará diversas alternativas para mejorar nuestros procesos didácticos y fortalecer los procesos de aprendizaje de nuestros estudiantes, de una manera sencilla y fácil de entender. En este primer número se presenta el tema de aprendizaje activo centro de nuestro proyecto educativo enunciado en el pei 2014.En él encontrarán no solo a qué se refiere este tipo de aprendizaje, sino también la descripción de algunas estrategias para desarrollarlo y referencias para profundizar en este tema.
Resumo:
Este número de Reflexiones Pedagógicas busca presentar los proyectos finales integradores (PFI) como una opción de enseñanza y aprendizaje activo. Se explica qué son los PFI, así como las ventajas que se obtienen al hacer uso de estos en una o más asignaturas. Por otro lado, se relatan las experiencias que el programa de Ingeniería Biomédica ha encontrado en la implementación de PFI en algunas de sus asignaturas. Por último, se exponen algunos retos y desafíos inherentes a la implementación de esta alternativa pedagógica. Esperamos que lo compartido en este número sea de utilidad para continuar en la ruta del aprendizaje activo y significativo, el cual implica retos tanto para los docentes como para los estudiantes. Luego de lo vivido como equipo de profesores, consideramos que esta experiencia es altamente transferible a otros campos de conocimiento. Los resultados son gratificantes, así lo hemos evidenciado en cada momento con los estudiantes.