293 resultados para dislexia


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Resumo: A intervenção em crianças disléxicas nem sempre é fácil uma vez que, à partida, serão crianças desmotivadas por insucessos repetidos, complexos de inferioridade, timidez, baixa autoconfiança e auto-estima, com pouca capacidade de atenção e concentração. A família, a escola e a sociedade em geral têm um papel decisivo, não deverão exigir nem impor metas complicadas, adaptando sempre uma postura de compreensão da criança. A criança disléxica aprende num ritmo diferente, como tal, precisa que a escola adeqúe as suas práticas educativas tendo em conta as suas características e especificidades. Pretende-se com este trabalho aprofundar conhecimentos sobre a temática da dislexia e sua aplicação, dentro da sala de aula, na disciplina Educação Visual e Tecnológica, numa turma do 2º Ciclo do Ensino Básico que inclui uma aluna considerada disléxica. Começámos por caracterizar a turma, a aluna e os contextos envolventes em que as mesmas se inserem, seguidamente fez-se uma intervenção estruturada, a longo e curto prazo, numa dinâmica de planificação, acção e reflexão, numa perspectiva de educação inclusiva, com práticas educativas cooperativas e diferenciadas. Ao longo das sessões de trabalho, a turma teve a oportunidade de se manifestar nas assembleias de turma, na negociação das actividades, de trabalhar em pares, em grande e pequeno grupo, criando desta forma um clima de inter-ajuda e de cooperação na sala de aula, funcionando com as duas professoras da disciplina, partilhando momentos de aprendizagem e socialização de saberes. A aluna considerada disléxica passou a interagir na turma com os colegas, de forma positiva, e estes com ela. As suas dificuldades foram superadas com a ajuda dos colegas, partilhando os seus saberes, dúvidas e experiências. Foi uma experiência positiva para o grupo, para a aluna e para as professoras da turma. Abstract: The intervention in dyslexic children is not always easy from the start, a priori, children will be discouraged by repeated failures, inferiority complexes, shyness, low selfconfidence and self- esteem, with little attention span and concentration. The family, school and society in general have a decisive role, should not require or impose complicated goals, always adapting an attitude of understanding of the child. The dyslexic children learn at a different pace, as such, requires the school to adjust its educational practices in view of their characteristics and specificities. The aim of this work to deepen knowledge on the subject of dyslexia and its application in the classroom, Visual and Technological Education as the subject, in a class of the 2nd Cycle of Basic Education that includes a student considered dyslexic. We have began by characterizing the class, the student and the surrounding contexts in which they are involved, then became a structured intervention in the long and short term, in order of creating a dynamic planning, action and reflection, with a inclusive education perspective, with cooperative practical education and differentiated. During the work seasons, the class had the opportunity to express themselves in class meetings, the negotiation activities, working in pairs, in large and small groups, thus creating a climate of mutual help and cooperation in the classroom, working with two teachers of the subject, sharing moments of learning and socialization of knowledge. The student consider as dyslexic has started to interact in the class with the colleagues in a positive way, and they with her. Their difficulties were overcome with the help of colleagues, sharing their knowledge, doubts and experiences. It was a positive experience for the group, to the student and the teachers of the class.

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20% a 30% das crianças em idade escolar apresentam algum tipo de perturbação visual. Quais são os tipos de competências de leitura (erros, velocidade de leitura, entre outros) que caracterizam as crianças com alterações da visão binocular? Objetivos do estudo - Caracterizar o desempenho da leitura, em crianças do 1º ciclo do ensino básico com e sem anomalias da visão binocular; iIdentificar o impacto das variáveis que influenciam o desempenho da leitura.

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Dissertação apresentada à Escola Superior de Educação de Lisboa para obtenção de grau de mestre em Educação Especial, ramo Multideficiência e Problemas de Cognição

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O estudo que apresentamos tem como objetivos de investigação contribuir para o desenvolvimento global das crianças com Necessidades Educativas Especiais, nomeadamente, portadoras de Dislexia, designadamente em aulas onde são lecionados conteúdos de Ciências da Natureza e de Matemática, e conceber um recurso didático apoiado nas TIC que seja adequado à utilização em sala de aula por alunos com dislexia. Neste sentido, o estudo foi orientado pelas seguintes questões de investigação: A utilização do Scratch é adequada e exequível no trabalho quotidiano de alunos portadores de Dislexia? e Em que medida o Scratch pode contribuir para um melhor envolvimento dos alunos portadores de Dislexia na realização das tarefas propostas? O presente trabalho segue uma metodologia de carácter qualitativo, centrando-se no estudo de caso. Tentou-se dar uma resposta à reduzida utilização do software Scratch no ensino das Ciências da Natureza e Matemática como instrumentos viáveis para uma aprendizagem de sucesso em alunos portadores de Dislexia. Este estudo foi aplicado a três alunos do 4º ano, com este diagnóstico, de um agrupamento de escolas do concelho de Viseu. Para dar resposta às questões de investigação supracitadas foram implementadas e projetadas duas atividades no software Scratch para serem desenvolvidas em duas situações formativas contextualizadas. O subdomínio que se pretendeu trabalhar foi “A importância da água para os seres vivos” articulando com o conteúdo dos volumes. Os dados foram recolhidos através da análise dos Programas Educativos Individuais de cada um dos alunos participantes, das entrevistas às docentes de Educação Especial, de gravações áudio, fotografias, trabalhos dos alunos e os registos da professora investigadora. Os resultados obtidos permitiram caracterizar o modo como os alunos, portadores de dislexia, se envolveram com o Scratch na aquisição de conhecimento. Permitiram ainda demonstrar aos professores que é possível construir atividades nesta ferramenta envolvendo conteúdos curriculares interdisciplinares.

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Dissertação de mestrado em Educação Especial (área de especialização em Dificuldades de Aprendizagem Específicas)

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La evaluación de la velocidad de denominación permite la identificación temprana de niños en riesgo de desarrollar dislexia. Por lo tanto es importante contar con un test de velocidad de denominación que sea adecuadamente diseñado para nuestro contexto cultural. Debido a que las pruebas de denominación creadas en otros contextos culturales no funcionan adecuadamente al aplicarse transculturalmente es que se construyó el Test de Velocidad de Denominación. Éste es un test neuropsicológico para evaluar la velocidad de denominación (implica cronometrar el tiempo necesario para la producción de los nombres correctos de figuras que se le presentan al individuo). El test consta con satisfactorios estudios de validez. Para la presente etapa se propone administrar el test a doscientos niños de 4 a 8 años para la construcción del baremo. A una submuestra de sesenta niños del grupo de baremación se les readministrará el test a los fines de evaluar la confiabilidad (estabilidad) de la prueba.

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Las dificultades de lectura y escritura se pueden detectar desde el momento en que los niños y niñas inician el aprendizaje de la lectoescritura en la etapa de Educación Infantil. En algunos casos estos alumnos reciben un apoyo escolar que en muchas ocasiones no conlleva las mejoras esperadas, siendo las técnicas y metodologías de refuerzo aplicadas ineficaces. El problema, desde nuestro punto de vista, empieza con el diagnóstico que se realiza a estos jóvenes, que determina las directrices de la intervención idónea en cada caso. La Teoría PASS de la inteligencia nos permite conocer qué procesos están implicados cuando el niño lee o escribe, y parte de la premisa de que si conocemos el perfil cognitivo de un alumno que presenta dificultades podremos entender como estas se originan. Para conocer este perfil cognitivo (los cuatro procesos cognitivos que describe esta teoría: Planificación, Atención, Simultaneo y Secuencial) utilizamos la batería DN-CAS (Das & Naglieri: Cognitive Assessment System). El perfil obtenido al aplicar el DN-CAS nos permitirá conocer el origen de las dificultades de lectura y escritura, saber cuando está justificada una dislexia, descartar problemas emocionales o la presencia de los mismos y diseñar la intervención más adecuada en cada situación

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Resumen tomado parcialmente de la publicación

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Estudiar la dificultad de algunos niños, que se muestran a pesar de su edad, incapaces de responder a las elementales exploraciones oftalmológicas que se les realizan habitualmente, a pesar de que el aparato receptivo visual es totalmente normal. Se han utilizado 500 fichas, de niños en edad escolar entre los 6 y los 10 años, que habían sido sometidos a examen oftalmológico. Se parte de un análisis de la evolución que ha sufrido el estudio y tratamiento de las dislexias, se presentan también las distintas clasificaciones y terminologías referidas a la misma. Se estudia también en profundidad los distintos factores que inciden en la aparición de la dislexia: neuropsicológicos, la percepción visual, los factores genéticos, la dominancia cerebral, etc. A continuación se presenta la etiología del problema, su sintomatología, el examen oftalmológico y diagnóstico; para pasar a presentar finalmente las posibilidades terapéuticas y la función del oftalmólogo. A partir de las fichas de examen se estudiaron también las distintas variables en los niños disléxicos: agudeza visual, función binocular, discomatosis, anomalías del lenguaje, función auditiva, etc. Para la parte teórica se utilizó como fuente de información esencial la bibliografía. Por otra parte están las fichas del examen oftalmológico de los niños, y los datos referentes a distintas pruebas que se les habían aplicado. Se analizan y describen los resultados de varios trabajos experimentales contenidos en la bibliografía. Para presentar los resultados del trabajo de tipo empírico, basado en el análisis de fichas, se utilizan esencialmente frecuencias y porcentajes. A partir de los análisis teóricos efectuados se plantea una clasificación de cara al diagnóstico de la dislexia en la que se incluyen los siguientes pasos: historia familiar y personal; evaluación psicológica; examen neurológico (modo de andar, movimiento dedo nariz, lateralidad); examen oftalmológico; etc. En el trabajo de tipo empírico se constata que: de las 500 fichas de niños disléxicos estudiadas se encuentra un porcentaje de niños con problemas de lectura del 5,4 por ciento. El 22 por ciento de los disléxicos presentaba fobias (exofobia, hiperfobia, etc.). De los niños disléxicos había 18 que presentaban anomalías del lenguaje, frente a sólo 2 que las presentaban en el grupo de los no disléxicos; igualmente de los disléxicos había 2 con problemas auditivos. El dominio del ojo izquierdo se observó en 37 niños disléxicos, frente a 42 del otro grupo. Parece ser que la enseñanza especializada es todavía el mejor descubrimiento para ayudar al niño disléxico. El papel fundamental del oftalmólogo se desarrolla dentro de un equipo multiprofesional especialmente dedicado al tema de la dislexia o bien en colaboración estrecha con este grupo.

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Determinar si algunas alteraciones en lecto-escritura que se presentan en niños de 6 a 8 años de edad cronológica están vinculadas a algún tipo de articulación verbal, modificación del ritmo articulatorio o dificultad en la emisión correcta de la voz. 222 alumnos entre 6 y 8 años. Exploración de toda la muestra a nivel de inteligencia general, para a continuación realizar una selección de casos y proceder a un estudio pormenorizado de cada uno de ellos. Test de Raven de matrices progresivas -escala en color-; test de análisis de lecto-escritura; escala Mccarty de aptitudes y psicomotricidad; test guestáltico visomotor para niños. Técnicas estadísticas. La procedencia o extracción social del niño marca de alguna manera los aprendizajes lecto-gráficos. Es necesario y urgente comenzar cuanto antes una preparación motriz temprana para favorecer el ritmo de las reacciones motoras y mentales del niño, compensando así las posibles deficiencias gnósico-práxicas que presente. El estudio de los prerrequisitos para el aprendizaje lecto-gráfico se debe insertar en el contexto socio-cultural donde se produzca tal aprendizaje y con unas condiciones psicopedagógicas favorables.

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