999 resultados para Natureza da ci


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No presente trabalho, conduzido em casa de vegetação, procuramos estudar os efeitos dos micronutrientes ferro e zinco na produção de materia seca, composição química do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) e na fixação do nitrogênio atmosférico, em três solos, classificados como Terra Roxa Estruturada (TRE), Latossol Vermelho Escuro (LVE) e Podzólico Vermelho Amarelo (PVA). Procuramos também determinar os índices de aproveitamento destes micronutrientes pelo feijoeiro e sua distribuição na parte aérea e na raiz. O delineamento experimental foi um fatorial 3x7, sendo três solos e sete tratamentos por solo, com três repetições. Nos tratamentos, foram utilizados duas doses de ferro e duas doses de zinco em separado ou combinando as doses menores e maiores destes micronutrientes (Fe1Zn1, Fe2Zn2). As doses de ferro foram 1,5 e 3,0 ppm e as de zinco foram 2,5 e 5,0 ppm. Foram aplicados 7,5 µCi de 59Fe/kg de solo nos vasos correspondentes à dose menor de ferro e 5,0 e 10,0 µCi de 65Zn/kg de solo nos vasos correspondentes respectivamente à dose menor e maior de zinco. Todos os tratamentos receberam uma adubação básica. O comportamento do feijoeiro apresentou grande variação entre os três tipos de solos, para todas as variáveis. Não houve influência dos tratamentos de ferro e zinco na produção de parte aérea e raiz e nem no peso e numero dos nodulos. A dose de 3,0 ppm de ferro diminuiu a capacidade dos nódulos de fixarem nitrogênio atmosférico em relação à dose de 1,5 ppm enquanto que a dose de 5,0 ppm de zinco aumentou esta capacidade, em relação à dose de 2,5 ppm. Houve um efeito significativo dos tratamentos na concentração de nitrogênio, potássio, ferro e zinco na parte aérea e na concentração de nitrogênio, e zinco na raiz. A absorção de zinco dos fertilizantes e a percentagem do zinco na planta proveniente do adubo foram influenciadas diretamente pelas doses de zinco. O maior coeficiente de aproveitamento do zinco do adubo foi de 4,0%.

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Dans ce travail de recherche nous nous proposons d étudier l oeuvre d Anna de Noailles, poétesse et romancière française qui a publié ses premières poésies à la fin du XIXème siècle. Notre corpus est constitué de trois poèmes du recueil L Ombre des Jours, publié en 1902, à savoir : Jeunesse, Le Répit et Renaissance. Initialement, nous avons traité la mise en contexte sociale et culturelle de la fin du XIXème et du début du XXème siècle. Ensuite, nous avons abordé l espace interne de l oeuvre noaillienne qui se manifeste à travers des paysages de la nature. Nous avons remarqué que dans celle-ci, il y a une identification avec le moi lyrique. Enfin, nous avons analysé les trois poèmes de notre corpus. Nous soulignons que le manque de critiques et de recherche sur l oeuvre noailliene en France et l absence de recherche sur la poétesse dans le milieu académique brésilien nous ont motivée à réaliser cette étude. Ce travail a comme objectif mettre en évidence la richesse de la poétique d Anna de Noailles. Dans notre étude sur l oeuvre l ombre des jours, nous nous sommes apperçue que l auteur possède son propre style, elle ne cherchait pas à imiter un modèle littéraire particulier à ses contemporains. Dans son esthétique, nous avons remarqué le refuge dans la nature, dans le passé et aussi une forte évocation sensorielle. L univers lyrique de l oeuvre noaillienne est representé à travers des paysages bucoliques qui évoquent des saisons. Malgré ce retour à la nature, nous avons découvert des éléments que caractérisent la poésie moderne, comme la luminosité, la quête de l expansion, la superposition des images, entre autres. L espace de l ombre des jours est grandiloquent, la poétesse mentionne fréquemment son désir d expansion et pour cette raison, nous trouvons dans les poèmes des lieux ouverts, où le contact direct avec la lumière, l air et l eau devient possible. Dans l Ombre des Jours, il est rare qu une référence à un lieu clos soit traitée; si la poétesse le fait, c est pour exprimer la suspension de la passion

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Apesar das dificuldades em abordar a natureza da ciência em sala de aula, há um entendimento geral da necessidade de incorporar nos currículos noções sobre como ocorre a construção do conhecimento científico. Conhecer a história do desenvolvimento e do processo de aceitação de teorias científicas pode ajudar os professores a incluir discussões sobre a natureza da ciência no ensino de ciências. Este trabalho apresenta uma análise da aceitação e propagação das teorias sobre luz e cores de Newton ao longo do século XVIII. Apontaremos para alguns aspectos da natureza da ciência que podem ser evidenciados pelo estudo desse episódio histórico.