9 resultados para HORTIA


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This work is a part of a taxonomic revision of the Neotropical genus Hortia (Rutaceae), where three names (H. colambiana Gleason. H. chocoensis Cuatrec., and H. badinii M. Lisboa ex Groppo) are proposed as synonyms of H. brasiliana Vand. ex DC., and the name H. badinii is here validated. Additionally, another name in the Rutaceae. Dictyoloma peruvianum Plana., is proposed as a synonym of D. vandellianum A. Juss. Notes on the type collection of D. vandellianum are provided.

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During taxonomic revision of the genus Hortia Vandelli (Rutaceae), it was necessary to lectotypify the name H. megaphylla Taubert because of the destruction of the holotype at B (luring World War II. This name is also formally synonymized under H. longifolia Spruce ex Engler. The author attribution is changed for H. longifolia Spruce ex Engler, crediting Spruce rather than Bentham.

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In this paper, the chemical study of Hortia superba and antimycobacterial potential of Hortia species were investigated. Crude extracts and limonoids, alkaloids, dihydrocinnamic acid derivatives and coumarins isolated from Hortia superba, Hortia oreadica and Hortia brasiliana were evaluated against Mycobacterium tuberculosis H37Rv, Mycobacterium kansasii and Mycobacterium avium. The results obtained demonstrated an inhibitory effect of the dichloromethane extract of leaves of H. oreadica (MIC 31.25 µg mL-1), indolequinazoline (15.62 µg mL-1) and furoquinoline (31.25 µg mL-1) alkaloids, and dihydrocinnamic acid derivatives (62.50 µg mL-1), on the growth of M. tuberculosis. These results are promising in relation to the search for biologically active natural products and could be useful in the development of effective new drugs against mycobacteria.

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Hortia brasiliana Vand. (Rutaceae) é um arbusto comum em áreas de cerrado na região de Uberlândia, MG. Os indivíduos atingem de 0,5 a 2,0 m de altura e possuem flores de cor rósea e consistência coriácea, reunidas em densas inflorescências umbeliformes, terminais, com eixos resistentes. A antese ocorre ao longo do dia ou da noite e pode durar de 25 minutos a 3 horas, dependendo da temperatura. A flor é protândrica e produz ca. de 60 µl de néctar, cuja concentração de açúcares varia de 24 a 32%. A espécie é autocompatível. As flores são visitadas por seis espécies de aves Passeriformes das famílias Fringillidae, Thraupidae e Mimidae, que foram consideradas polinizadores efetivos. Este tipo de polinização por pássaros pousadores é inédita para o cerrado. Os pássaros visitavam as flores receptivas de 04:30h até 08:30 h, em busca de néctar, e após este horário eram expulsos pelas abelhas Trigona spinipes (Apidae). Os pássaros utilizavam a inflorescência como plataforma de pouso, visitando de 15 a 25 flores sem incursionar vôo, sendo que o tempo de permanência em dada planta dependia da chegada de outros indivíduos. Todas as espécies de aves apresentaram comportamento agonístico quando outros pássaros pousavam na mesma planta. Efetuavam a polinização ao contactarem o estigma com as partes do corpo em que estava aderido o pólen pegajoso. Entre as abelhas, Trigona spinipes, a mais freqüente, iniciava suas visitas às 08:30 h, permanecendo até 17:00 h. Estas abelhas permaneciam muito tempo numa inflorescência possibilitando, principalmente geitonogamia. Xylocopa aff. hirsutissima foi menos freqüente que Trigona spinipes, mas em razão do seu comportamento ao visitar a flor, contactando o estigma e a antera, e ao seu maior tamanho em relação a Trigona, foi considerada como polinizador adicional. Os demais grupos de visitantes (vespas, borboletas, moscas e formigas) foram considerados como pilhadores de néctar ou pólen, podendo ocasionalmente efetuar polinizações.

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A palinological study covering all 10 species of the Neotropical genus Hortia Vand. (Rutaceae) was conducted. Pollen grains were collected from herbarium exsiccates, acetolysed and mounted in glycerine jelly on glass slides. The grains were studied under light and scanning electron microscopy, including measurements of polar and equatorial diameters, shape of the grains, number and shape of apertures, and thickness of the exine. The results demonstrated that the genus is stenopalynous, with pollen grains in monads, subprolate to prolate, 3-colporate, with very thick exine and a psilate-perforate pattern of ornamentation. Pollen grains of all species revealed a great similarity, with few variations in the pattern of ornamentation of exine, number and form of apertures and measurements. Although well-characterized palinologycally, pollen features did not furnish relevant information on the position of Hortia into an intrafamilial phylogeny.

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The dichloromethane extract from taproots of Hortia oreadica afforded six limonoids, these are 9,11-dehydro-12 alpha-acetoxyhortiolide A, hortiolide C, 11 alpha-acetoxy-15-deoxy-6-hydroxyhortiolide C, hortiolide D, hortiolide E, 12 beta-hydroxyhortiolide E, in addition to the known limonoid, guyanin. The dichloromethane extract from stems of H. oreadica also afforded two limonoids 9,11-dehydro12 alpha-hydroxyhortiolide A and 6-hydroxyhortiolide C. As a result of this study and literature data, Hortia has been shown to produce highly specialized limonoids that are similar to those from the Flindersia (Flindersioideae). The taxonomy of Hortia has been debatable, with most authors placing it in the Toddalioideae. Considering the complexity of the isolated limonoids, Hortia does not show any close affinity to the genera of Toddalioideae. That is, the limonoids appear to be of little value in resolving the taxonomic situation of Hortia. (C) 2012 Elsevier Ltd. All rights reserved.

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A taxonomic revision of the genus Hortia (Rutaceae) is presented. Hortia is a Neotropical genus with most of the species occurring in the Amazonian region. The species are woody, nearly all trees, with simple leaves crowded near the apices of the branches, showy broad corymbose terminal inflorescences, reddish to pink flowers, and berries with abundant oil glands. Ten species are recognized here, most of them occurring in Brazil. A key to the species, descriptions, synonyms, illustrations, as (yell as comments on the geographic distribution, ecology, and economic uses of each species are presented.

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Phytochemical studies of Hortia brasiliana and Hortia oreadica (Rutaceae) have led to the identification of three novel dihydrocinnamic acids: 5-methoxy-2,2-dimethyl-2H-1-benzopyran-8-propanoic acid, 5,6-dimethoxy-2,2-dimethyl-2H-1-benzopyran-8-propanoic acid and erythro-2-hydroxy-4-methoxy-3-(1,2,3-trihydroxy-3-methylbutyl) benzenepropanoic acid from H. brasiliana and the second compound and six known dihydrocinnamic acids from H. oreadica. Engler included Hortia as the single Neotropical genus in the Toddalioideae subtribe Toddaliinae. However, the range of dihydrocinnamic acid derivatives found in H. brasiliana and H. oreadica show that they contain similar compounds to other species of Hortia and clearly point to their phytochemical affinities with other Rutoideae species. (C) 2012 Elsevier Ltd. All rights reserved.

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\"Flórula da Formação Pirabas, Estado do Pará, Brasil\" compreende o estudo dos primeiros vegetais coletados nos sedimentos miocêntricos da Formação Pirabas. A coleção inclui restos foliares, bem preservados, em calcáreo, procedentes de uma escavação na localidade de Caieira (Olaria), Capanema. Na metodologia paleobotânica, considerando as afinidades da Flora cenozóica com a atual, as pesquisas foram baseadas no estudo comparativo, visto ter sido eliminada a possibilidade do estudo pelo processo de maceração epidérmica, dado o caráter da fossilização. A Flórula é composta exclusivamente de Angiospermae, compreendendo 20 espécies incluídas em 19 gêneros e 18 famílias, das quais apenas uma, com um gênero e uma espécie, pertence a Monocotyledoneae. As Dicotyledoneae distribuem-se entre as Archychlamtdeae, com 15 famílias e 16 gêneros, e as Sympetalae, com 2 famílias, 2 gêneros e 2 espécies. Os \"taxa\" com categorias de espécies constituem em sua generalidade entidades novas, descritas com observância das regras e procedimentos nomenclaturais. Duas famílias ocorrem pela primeira vez em estado fóssil, das quais uma endêmica do complexo hileiano - Rapateaceae, e outra neotropical - Caryocaraceae, cada qual representada por um gênero. Oito gêneros são descritos pela primeira vez na condição fóssil (Endlicheria Nees, Bonnetia Mart. e Zucc., Caryocar L., Hortia Vand., Apeiba Aubl., Meriania Sw., Cassipourea Aubl., Rapatea Aubl.,). A Flórula de Pirabas é até o presente a única conhecida no Brasil de idade Miocênica. A análise dos elementos morfológicos e das correlações entre áreas e clima indicam pertencer ao tipo mesófilo o conjunto de folhas de Pirabas e que a Flórula em questão estaria correlacionada à existência de um ambiente úmido revestido de floresta tropical de planície. Determinadas informações, quanto ao paleoclima, resultaram da comparação da área dos gêneros constantes na Flórula de Pirabas com a distribuição dos climas da classificação de KOEPPEN. A ausência de espécies megáfilas na Flórula de Pirabas é interpretada como uma deficiência do processo de fossilização.