20 resultados para HIPOT


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Resumen tomado de la publicaci??n. Resumen en ingl??s y castellano

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Resumen basado en el de la publicaci??n. Encuentro con el t??tulo: 'La gram??tica en el aula' organizado por el Instituto Cervantes de N??poles

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OBJETIVO Avaliar o custo-efetividade de diferentes tratamentos medicamentosos para hepatite B crônica entre pacientes adultos. MÉTODOS Utilizando modelo de Markov, construiu-se coorte hipotética de 40 anos para pacientes HBeAg-positivo ou HBeAg-negativo. Foram comparados os usos de adefovir, entecavir, tenofovir e lamivudina (com terapia de resgate em caso de resistência viral) para tratamento de pacientes adultos com hepatite B crônica, virgens de tratamento, com elevados níveis de alanina aminotransferase, sem evidência de cirrose e sem coinfecção por HIV. Valores para custo e efeito foram obtidos da literatura. A medida do efeito foi expressa em anos de vida ganhos (AVG). Taxa de desconto de 5% foi aplicada. Análise de sensibilidade univariada foi conduzida para avaliar incertezas do modelo. RESULTADOS O tratamento inicial com entecavir ou tenofovir apresentou melhores resultados clínicos. As menores razões custo-efetividade foram de entecavir para pacientes HBeAg-positivo (R$ 4.010,84/AVG) e lamivudina para pacientes HBeAg-negativo (R$ 6.205,08/AVG). Para pacientes HBeAg-negativo, a razão custo-efetividade incremental de entecavir (R$ 14.101,05/AVG) está abaixo do limiar recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Análise de sensibilidade mostrou que variação nos custos dos medicamentos pode tornar tenofovir alternativa custo-efetiva tanto para pacientes HBeAg-positivo quanto para HBeAg-negativo. CONCLUSÕES Entecavir é alternativa recomendada para iniciar o tratamento de pacientes com hepatite B crônica no Brasil. Contudo, se houver redução no custo de tenofovir, esta pode se tornar alternativa mais custo-efetiva.

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OBJETIVO Estimar o impacto orçamentário da utilização do Método Canguru na rede municipal de saúde. MÉTODOS Um modelo de decisão analítico foi desenvolvido para simular os custos do Método Canguru e Unidade Intermediária Neonatal no Rio de Janeiro, RJ, em 2011. A população de referência foi constituída pelos recém-nascidos estáveis clinicamente, que podem receber assistência nas duas modalidades de cuidado. O impacto orçamentário foi estimado para uma coorte hipotética de 1.000 recém-nascidos elegíveis em um ano. A proporção de recém-nascidos elegíveis que recebem assistência nas duas modalidades foi obtida por coleta de dados nas maternidades incluídas no estudo. As probabilidades dos eventos e o consumo de recursos de saúde, no período da assistência, foram incorporados ao modelo. Cenários foram desenvolvidos para refletir a adoção do método Canguru em maior ou menor escala. RESULTADOS A utilização do Método Canguru significou redução de gastos equivalente a 16% em um ano, se todos os recém-nascidos elegíveis fossem assistidos por esse método. CONCLUSÕES A opção Método Canguru é de menor custo comparado com a da Unidade Intermediária Neonatal. A análise de impacto orçamentário da utilização desse método no Sistema Único de Saúde indicou economia importante para o período de um ano.

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Objetivo Realizar revisão sistemática da literatura para conhecer a atividade do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) em deprimidos considerando-se as medidas basais dos hormônios e analisar criticamente as metodologias utilizadas. Métodos Foi realizada busca de artigos nas bases de dados PubMed e SciELO. Na primeira base de dados, introduziram-se as palavras-chave “depressive disorder” e “HPA axis”, e na segunda utilizaram-se os termos “depression” ou “depressão” e “HHA” ou “HPA axis”. Optou-se por pesquisa realizada em humanos adultos, em inglês e português, do ano 2000 até 2011. Resultados Dos 27 artigos selecionados, obtiveram-se como resposta do eixo HPA tanto hiperatividade como atividade desregulada, hipoatividade ou não alteração. Tais resultados dependem das variáveis e dos hormônios estudados, do fluido coletado – plasma, urina, saliva, líquido cefalorraquidiano – do horário de coleta, do número de coletas, da análise estatística utilizada, do subtipo de doença depressiva, entre outros. Conclusão: Os resultados não apresentam consenso em relação à atividade do eixo HPA. Considerando as variáveis estudadas, o eixo HPA, na maioria das vezes, apresenta-se disfuncional na presença da depressão.

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Dos fueron los objetivos principales de esta investigaci??n: 1) Realizar una fundamentaci??n te??rica, a partir de las investigaciones m??s recientes, que permitiese determinar el estado de la cuestiones relativas a las interacciones entre el clima motivacional, las actitudes y comportamientos de fair play, la agresividad, la asertividad y la transferencia de actitudes deseables establecidas en un contexto deportivo a otros ??mbitos de la vida; 2) Examinar las repercusiones del Programa Delfos de educaci??n en valores a trav??s del deporte, sobre los comportamientos asertivos y agresivos en j??venes escolares. Dos cuestionarios fueron cumplimentados por los participantes en este estudio, un total de 233 ni??os-as, con edades comprendidas entre los 10 y 12 a??os, de quinto y sexto curso de Educaci??n Primaria de nueve colegios. La muestra estaba integrada por 105 ni??as, de una media de edad de 10,6, y 128 ni??os, de una media de edad de 10,8. El primer cuestionario, CATS (Children's Action Tendency Scale), mide comportamientos asertivos, agresivos y de sumisi??n en ni??os (Deluty, 1979). El segundo de los instrumentos, el SCATS (Sport Children's Action Tendency Scale), mide estas mismas variables en situaciones espec??ficas del deporte (Bredemeier, 1994). Tambi??n se utilizaron los diarios de clase de los profesores, las reuniones que semanalmente se realizaban con ellos y, la 'Hoja de autoevaluaci??n', que fue elaborada para comprender los aspectos discursivos y conductuales de los alumnos a trav??s de las respuestas que daban sobre situaciones hipot??ticas y actividades que se les propon??an como aplicaci??n de las sesiones de clase. Con los participantes se establecieron tres grupos: experimental A, experimental B y control. A continuaci??n, durante doce semanas (veinticuatro sesiones de una hora de duraci??n), se aplic?? en las clases de educaci??n f??sica el Programa Delfos al grupo (A) a partir de actividades colaborativas y al grupo (B) a partir de actividades competitivas de contacto. En el mismo tiempo el grupo de control realiz?? las clases de educaci??n f??sica que estaban programadas pero sin aplicarle el Programa Delfos. Los resultados de la investigaci??n demuestran que en un tiempo relativamente corto, doce semanas, el Programa Delfos pod??a ser un medio adecuado para reducir las conductas agresivas e incrementar las respuestas asertivas en la pr??ctica f??sico-deportiva. Tambi??n fue confirmada la hip??tesis de que los valores aprendidos en el terreno de juego pueden ser transferidos a otros contextos de la vida diaria, siempre que las experiencias sean espec??ficamente dise??adas e implementadas con este prop??sito y, que esto, es posible, tanto a partir de actividades f??sicas colaborativas, como competitivas, de contacto f??sico entre los participantes, puesto que no se hallaron diferencias significativas entre los grupos A y B. En cuanto al grupo de control, no se encontraron cambios significativos, lo que demuestra, que lo verdaderamente importante no son las actividades f??sico-deportivas en s?? mismas, sino el programa educativo en su conjunto. As?? pues, a tenor de los resultados de ??sta y otras investigaciones precedentes, hay que desterrar la idea de que la simple pr??ctica del deporte mejora el fair play y que adem??s luego el deportista transfiere estos comportamientos ??ticos en el deporte a la vida diaria. Esto no quiere decir que el potencial de beneficios, tanto morales como personales, no exista. El deporte puede ser un instrumento educativo de primer orden ya que se desarrolla en ambientes atractivos e interactivos donde todas esas instancias se ponen en juego. Pero depender?? del contexto en el que ese deporte se implemente, de los padres, profesores, entrenadores y, en ??ltima instancia, de los propios deportistas el que el deporte sea un medio de desarrollo moral o todo lo contrario.

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Entre las zonas estudiadas se encuentra el P.N. de la Sierra Norte (en Sevilla) y los P.N. de la Sierra de Carde??a y Montoro y de las Sierras Subb??ticas (en C??rdoba) no obstante, el abundante material disponible y su proximidad recomienda su estudio detenido y su inclusi??n en una hipot??tica tercera parte del proyecto que ser?? solicitada en la convocatoria de este a??o 2007

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Realiza la fundamentaci??n te??rica del educador en medio abierto.Presentar el rol del trabajador social. Potenciar actividades dirigidas a conseguir una mejor calidad de vida, provocar cambios de actividades individuales a colectivas. Facilitar a la comunidad la comprensi??n de sus propios problemas. Elaborar alternativas a las problem??ticas sociales. Servicios sociales de Atenci??n primaria. Ayuntamiento de Esplugues de LLobregat. Estudiar la historia de la comunidad y las instituciones m??s representativas con el fin de establecer programas partiendo de las demandas directas de la poblaci??n. Analiza conflictos y situaciones de riesgo de una comunidad. Documentos legales de los servicios Sociales.Entrevistas individuales. Entrevistas a familias y visitas domiciliarias. Propone los pasos a seguir para evaluar los resultados obtenidos mediante la aplicaci??n hipot??tica del plan (evaluaci??n de lo planificado, evaluaci??n del proceso, evaluaci??n del resultado). Concluye que la dedicaci??n plena que requiere esta clase de trabajo social a menudo no es apreciada por los organismos que en ella est??n involucrados.

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El objetivo del estudio es llegar a determinar la relaci??n que existe entre la utilizaci??n de los nuevos medios de ense??anza y el comportamiento actitudinal dominante que sobre los mismos tienen los profesores. Describe las nuevas tecnolog??as de la educaci??n, dedicando especial atenci??n a las posibilidades del ordenador como medio de ense??anza. Analiza las actitudes de los profesores hacia las nuevas tecnolog??as y las necesidades de formaci??n del profesorado. La muestra hipot??tica corresponde a todos los profesores del ??rea de Ciencias Naturales de secundaria dentro de la ciudad de Buenos Aires, tanto de instituciones p??blicas como privadas. Se elabora una encuesta que se divide en tres partes. En la primera se tienen en cuenta los siguientes aspectos: edad, antig??edad docente, titulaci??n acad??mica, sexo, tipo de instituci??n en la que se ejerce, localizaci??n de la escuela, asignaturas que imparte cada profesor, formaci??n en nuevas tecnolog??as, frecuencia de uso de algunos instrumentos educativos, instrumentos de los que pueden disponer en su trabajo, tiempo dedicado a la inform??tica, la existencia o no del ordenador en el domicilio y el grado de dominio t??cnico. En la segunda se tratar?? de evaluar el significado que pueden tener las actitudes de los profesores hacia las NT en lo referente al rendimiento y el aprendizaje. La tercera parte medir?? las actitudes de los profesores hacia el ordenador en particular, y hacia los medios audiovisuales en general. Considera que el esfuerzo que requiere la introducci??n de las NT en el aula solamente tiene sentido si se orienta, no s??lo a adquirir destrezas para el tratamiento autom??tico de la informaci??n, sino tambi??n a potenciar aprendizajes m??s activos y aut??nomos. Esto se consigue actuando sobre las formas de pensamiento de los profesores y sobre las predisposiciones que tengan inicialmente hacia las NT.

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Determinar las caracter??sticas cognoscitivas de los adolescentes escolarizados de la Costa Norte de Colombia. Como objetivos espec??ficos, determinar: el nivel cognitivo alcanzado, el nivel cognitivo de acuerdo con la edad, el nivel cognitivo de acuerdo con el grado de escolaridad, el nivel cognitivo de acuerdo con el sexo, el nivel cognitivo respecto a la regi??n, las diferencias del nivel cognitivo respecto a la edad, respecto al grado, respecto al sexo y respecto a la regi??n. La muestra ha sido de 910 sujetos con edades comprendidas entre 14 y los 21 a??os, de los cuales 472 son hombres y 438 eran mujeres. En los sujetos: edad, nivel de escolaridad y experiencia. En los investigadores: entrenamiento, secuencia de aplicaci??n. El m??todo empleado se desarroll?? con un dise??o descriptivo-comparativo. Prueba de conservaci??n de volumen, prueba de proporcionalidad y prueba de razonamiento hipot??tico-deductivo. Contraste de proporciones, Z con contraste bilaterial y Chi cuadrado. Utilizaci??n del programa estad??stico SPSS. La cultura regula el nivel de dificultad de la tarea dentro de los diferentes contextos. En este sentido es cuestionable la validez de las inferencias sobre procesos de deducci??n y razonamiento de individuos en condiciones culturales diferentes. Las respuestas a los problemas de l??gica verbal, no permiten extraer conclusiones sobre los procesos l??gicos, pues existen factores previos de comprensi??n de la informaci??n y la tarea. Parece existir una clara relaci??n entre las caracter??sticas del sistema educativo colombiano y las caracter??sticas cognitivas encontradas, en el sentido de que es un sistema que refuerza y fortalece la memorizaci??n como forma exclusiva de aprendizaje, la cual impide alcanzar niveles superiores de pensamiento necesarios para un abordaje cr??tico de la realidad en la cual se encuentran inmersos los j??venes. La ausencia de manifestaciones del pensamiento formal en los adolescentes de la muestra se relaciona con la carencia de experiencias necesarias, de transmisiones sociales adecuadas, de estimulaciones cognitivamente desequilibradoras para la adquisici??n de estructuras mentales caracter??sticas del razonamiento abstracto. Los resultados del estudio se apartan de los datos obtenidos en otras investigaciones en cuanto que por lo menos de un cuarenta a un cincuenta por ciento de los sujetos con edades entre 14 y 15 a??os empiezan a resolver las tareas formales y apoyan la hip??tesis de que el pensamiento formal no es alcanzado por la mayor??a de los sujetos occidentales a esas edades. Respecto a la relaci??n entre el nivel cognitivo y el rendimiento acad??mico, aunque en el presente estudio se encuentran relaciones, no existe suficiente evidencia como para concluir la certeza de dicha afirmaci??n. En funci??n de los resultados de las investigaciones parece ser que la evoluci??n del pensamiento concreto hacia el pensamiento formal, es mucho m??s lenta y problem??tica de lo que originalmente se crey??, lo que plantea numerosas inconvenientes en el proceso educativo.

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Ofrecer informaci??n sobre la planificaci??n preescolar en la provincia de Orense y determinar la eficacia de esta etapa en los alumnos de primer curso de EGB. 80 ni??os de primer curso de EGB, con edades comprendidas entre los 6 y los 7 a??os pertenecientes a diferentes centros educativos de la provincia de Orense, entre los cuales 40 sujetos estuvieron preescolarizados y los restantes no. ITPA, Raven, an??lisis secuencial. Se parte de la hipot??sis afirmativa de que los alumnos de primer curso que asistieron al curso de preescolar aventajan en madurez perceptiva, madurez conceptual y en las habilidades psicoling????sticas a sus compa??eros de curso no preescolarizados. Se advierte la necesidad de poner en marcha un plan urgente a corto o medio plazo, para cubrir la demanda de preescolarizaci??n existente. A nivel de planificaci??n, las necesidades reales de la provincia de Orense hasta 1984 se estiman unos 2500 puestos m??s de los existentesa, lo que representar??a un incremento del 46 por ciento. Con respecto a la eficacia de la educaci??n preescolar y las repercusiones de la misma en los niveles de EGB se advierte que los escolares de Primer curso de EGB que se beneficiaron de la educaci??n preescolar aventajan sus compa??eros no beneficiados de esta educaci??n, por lo menos en lo que se refiere a la madurez conceptual, habilidades relativas a la regulaci??n intuitiva, clasificaci??n, operaciones l??gicas y muy especialmente en habilidades psicoling????sticas. La hipot??sis de partida se confirma al poner de manifiesto los resultados la existencia de una alta correlaci??n entre la estimulaci??n temprana del lenguaje y la madurez conceptual. Se defiende una preescolarizaci??n de todos los ni??os y particularmente de aquellas ??reas rurales, con la intenci??n de sentar las bases para eliminar las causas del retraso escolar, tan generalizado en Galicia.

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Analizar las experiencias de colaboraci??n entre la escuela y la empresa, que se han llevado a cabo mediante la implantaci??n de convenios de pr??cticas compartidas y los contratos de formaci??n. Se eligieron cuatro de los seis centros de Formaci??n Profesional de la provincia de Barcelona que hab??an iniciado contactos con las empresas de su entorno. La metodolog??a utilizada en la investigaci??n es de tipo cualitativo. Los datos se han obtenido a trav??s de entrevistas en profundidad de tipo semidirectivo a dos colectivos: 1. Los alumnos que pose??an una experiencia m??nima de tres meses de pr??ctica en empresa (en el caso de an??lisis de los convenios de pr??cticas compartidas); 2. Los profesores encargados de las relaciones con las empresas. Entrevista en profundidad. Cuadernos de seguimiento de pr??cticas en empresas. Los convenios de colaboraci??n pretenden establecer una mayor comunicaci??n e intercambio entre la empresa y la escuela, con el fin de proporcionar una formaci??n m??s adecuada a las necesidades del empleo. Este nuevo modelo formativo debe aportar a los alumnos de FP un conjunto de aptitudes y capacidades profesionales que faciliten su posterior incorporaci??n a la actividad laboral. Se han establecido convenios con empresas que si bien pod??an brindar salidas laborales, no ofrec??an las condiciones de aprendizaje adecuadas. Los alumnos han aceptado permanecer o prolongar convenios en situaciones precarias con la esperanza de un hipot??tico puesto de trabajo. Por otro lado, la falta de experiencia y la escasa valoraci??n de la formaci??n, han orientado sus intereses hacia los beneficios inmediatos que presentan los convenios. Los contratos de formaci??n pretenden proporcionar una formaci??n adecuada al puesto de trabajo a la poblaci??n de 16 a 20 a??os que no posean ninguna titulaci??n, a trav??s de la reducci??n de un m??nimo de dos horas diarias de la jornada laboral, para dedicarlas a la formaci??n. La informaci??n limitada que se dispone sobre este tipo de contrataci??n laboral ha puesto de relieve una serie de problemas: A. Flexibilidad en la contrataci??n; B. Reducci??n de los costes de la mano de obra; C. El car??cter muy discutible de la formaci??n que se proporciona a trav??s de este tipo de contratos. A pesar de la desviaci??n de los objetivos originales de los convenios de colaboraci??n y los contratos de formaci??n, no se puede considerar la experiencia como un fracaso, sino que, a pesar de las limitaciones, es un primer paso de acercamiento del sistema productivo al Sistema Educativo.