998 resultados para Gil Vicente
Resumo:
O espectáculo Serviço D’Amores, encenado por Maria Emília Correia, que é igualmente a autora da dramaturgia, ao emergir na programação do Teatro Nacional D. Maria II como um espectáculo acessível, apelativo, vivo, colorido e aparentemente mais exercício visual e lúdico do que especulação filosófica (o que não é senão parcialmente verdade mas, mesmo que o fosse, tinha a sustentar tal opção numa leitura exegética da obra vicentina que nela vê a criação plástica mais do “ourives” do que do poeta que Vicente também foi), esconde, porém, para quem quiser atentar, uma leitura disfórica do amor, como que anunciando a posteridade vicentina no que há-de vir a ser, no final do Renascimento, com Camões, o período perturbante a que se chamou Maneirismo.
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pp. 297-312
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pp.281-297
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Vamos tecer algumas considerações sobre o Diálogo da Ressureição de Gil Vicente. Esta peça, certamente a mais curta do autor (316 versos), prolonga o Breve Sumário da História de Deus (1044 versos); as duas em conjunto formam um ciclo completo da Paixão - "o Diálogo fecha este fresco", diz-nos Paul Teyssier2. ^ obra em estudo pertence ao gênero farsa enquanto a História de Deus retira as suas personagens e os seus temas do texto bíblico. Nenhuma peça religiosa de Gil Vicente está tão perto dos mistérios representados na mesma época na Europa, nomeadamente em França. A representação da Ressureição tem uma longa história. O mais antigo texto descrevendo uma Visitado sepulchri provém certamente da Regularis concórdia anglicae nationis monachomm sanctimonaliumque, redigida enfre 965 e 975, que explicita emprestar esta prática à abadia de Fleury.
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Propomos neste texto uma nova leitura da Farsa dos Físicos, relacionada com a alimentação gorda do Carnaval e os jejuns da Quaresma, os quatro humores e os rituais do calendário religioso e profano. A Farsa dos Físicos foi certamente representada perante a corte portuguesa na Terça-feira de Entrudo^ dia 9 de Fevereiro do ano bissexto de 1524, ano em que o domingo de Páscoa calhou a um 27 de Março. A. da Rocha Brito^ é de opinião que a farsa data de 1524, opinião essa partilhada por Maximiano Lemos^ e os investigadores Israel Salvator Révah e Augusta Ventura"^. No entanto, Braamcamp Freire defende a data de 1512 enquanto Paul Teyssier não se pronuncia. A farsa foi proibida pelo Index do Vaticano de 3 de Julho de 1551, certamente pelo tema e pelas blasfêmias proferidas pelo clérigo, juntamente com outras seis peças^, mas será publicada na Compilação de todas as obras, editada pela filha e o filho do dramaturgo, em 1562.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Propor à leitura dois paratextos imagéticos: o retrato de Jean de La Taille, composto de um medalhão oval que contém um epigrama, e a imagem in absentia de Gil Vicente, que se apresenta sob a forma de um enquadramento retangular do qual participam motivos ornamentais e igualmente um epigrama. A leitura destas imagens autorais apresenta a hipótese de uma representação visual, ou mesmo icônica, da atitude literária de dois dramaturgos que se apresentam ao leitor, ao mesmo tempo em que se presentificam, a fim de indicar a maneira mais conveniente de se aproximar da obra - processo essencialmente retórico conhecido sob a apelação de captatio benevolentiae. Palavras-chave: Retrato; paratexto; imagem; representação; interpelação; persuasão; figuração.
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No seio do Marketing Desportivo e das suas especificidades, a adoção de uma política estrategicamente relacional entre o clube o consumidor, afigura-se como um ponto fulcral para este estudo uma vez que a vertente irracional e os níveis de paixão que normalmente caraterizam os consumidores do produto desportivo, diferenciando-os assim do meio comum do consumo, são fatores decisivos para a sua aplicação. O principal objetivo deste estudo incide sobre o aumento das assistências no Estádio Cidade de Barcelos e consequentemente uma subida dos consumidores numa escada rolante de consumo, sendo que para esse efeito foram entrevistados 103 sócios do Gil Vicente FC devidamente extraídos de uma amostra de 3543, com base numa análise probabilística estratificada. Com a leitura deste estudo, será possível compreender e interpretar as necessidades, desejos e motivações daqueles que são o principal ativo do Gil Vicente FC, os seus sócios, perceber a dinâmica interna do clube bem como o ambiente externo em que está inserido e apreciar uma possível solução para que a relação entre clube e sócios cresça, e que desse crescimento se criem bases e pressupostos visivelmente favoráveis para qualquer uma das partes envolvidas.
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t. 1. Das obras de devac a o.--t. 2. Das comedias. Das tragicomedias.--t. 3. Das farc as. Das obras varias.
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Cover dated 1914.
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por Marques Braga
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Sign.: a4, A-C4
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Um dos pressupostos deste trabalho de projecto é de cartografar o trabalho prático de encenação realizado a partir do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente encenado para o Teatro Universitário de Coimbra (T.E.U.C) em 2010 e que constitui a matéria de análise do ensaio aqui sugerido. Neste ensaio levanto algumas questões que alimentaram o processo de criação, e que surgiram do confronto da encenação com um texto clássico, como se poderá verificar no primeiro capítulo. Posteriormente, no segundo capítulo, documento o período de preparação anterior aos ensaios. Finalmente, no terceiro capítulo, defino quais as lógicas que estiveram por trás do processo e que levaram à criação do espectáculo, através da análise à documentação feita diarísticamente no caderno de encenação que dá conta do processo de ensaios até à concretização do espectáculo.
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Dois ensaios sobre a peça "Na solidão dos campos de algodão". Um explora as suas categorias trágicas e o outro compara o texto de Koltès com o "Auto da Alma" de Gil Vicente.
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Este artigo foi criado na sequência de uma sessão realizada na Casa das Dominicanas, em Fátima, do IX Colóquio Internacional «DISCURSOS E PRÁTICAS ALQUÍMICAS», “O Céu e a Terra”, Benedita - 29-30 de Maio de 2010. Foi publicado na revista do ISTA (Instituto São Tomás de Aquino), nº 21, Ano XIII. Lisboa. pp. 195-208. O evento teve lugar no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, e foram promotores o Instituto de S. Tomás de Aquino; o TRIPLOV; Barafunda, AJCSS; e CEPSE - Cooperativa de Estudos e Intervenção em Projectos Socioeconómicos.(José Augusto Mourão, Estela Guedes, Isabel Rufino).