66 resultados para Filosofar


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RESUMO Este trabalho desenvolve aspectos da controvérsia entre Fichte e Schelling em relação aos elementos estéticos, linguístico-filosóficos e da filosofia da religião de ambos, que é foco das "Investigações sobre a liberdade humana de Schelling", assim como das exposições da doutrina da ciência e da ética do Fichte tardio (1810-1813). As divergências entre Fichte e Schelling não envolvem apenas problemas especulativos, mas sim variadas implicações e consequências dos seus sistemas filosóficos, que podem ser destacadas por uma análise da função da analogia nos dois autores. A analogia é uma figura que agrega a estética, a filosofia da linguagem e a filosofia da religião nos dois autores; ela é um significante que põe o problema do significado, ou seja, põe o problema da relação entre finito e infinito (Schelling) e da relação entre saber absoluto e saber particular (Fichte). Essa relação vai ser investigada a partir de algumas passagens das "Investigações" de Schelling (§2); num segundo momento, será analisada a função do conceito de analogia e de símbolo nesse contexto (§3); e, no final, a diferente compreensão da Igreja como símbolo do absoluto na "Filosofia da arte" de Schelling e na "Doutrina moral" fichtiana de 1798 e 1812 (§4).

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RESUMO Este texto propõe a trazer à tona alguns aspectos dos estudos do budismo e de sua filosofia no Brasil, que têm sido, de alguma forma, negligenciados ou tratados de modo pouco condizente com a proposta com que este filosofar foi inicialmente concebido. Não se trata de convencer ou "converter" acadêmicos brasileiros a pensarem de maneira similar aos eruditos budistas, mas simplesmente destacar pontos que parecem relevantes para dar continuidade a um debate que já vem sendo estabelecido, particularmente na última década. Com este propósito, serão levantadas questões como as motivações e métodos do fazer filosófico, o dogmatismo, a ética e formas de transmissão de conhecimento.

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O presente artigo pretende mostrar uma dupla perspectiva do ensino da filosofia proposto de forma disjuntiva: aprender a filosofar ou aprender a filosofia, representada, respectivamente, por Kant e por Hegel. A análise dessa questão será desenvolvida dentro do contexto da filosofia kantiana, nela destacando três aspectos: a) o ideal de perfectibilidade do gênero humano; b) o preceito da Aufklärung do pensar por si mesmo e o exercício crítico da razão, e c) a necessidade da coação como instrumento para o cumprimento do caráter normativo da conduta humana. Estes aspectos serão, também, abordados na filosofia de Hegel, bem como as suas conseqüências para o ensino da filosofia, e da possibilidade de uma escolha não disjuntiva de uma ou de outra perspectiva.

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Trata-se de uma resenha crítica da controvertida correspondência entre Theodor W. Adorno e Walter Benjamin - dois dos mais expressivos representantes da chamada primeira geração de teóricos críticos associados ao Instituto de Pesquisa Social. Além de remeter suas cartas à respectiva experiência intelectual de cada um deles, este artigo busca oferecer uma análise fundamentada dessa instigante interlocução filosófica, para além da rígida bipolarização entre "adornianos" e "benjaminianos", que, via de regra, tem predominado em sua recepção especializada, dentro e fora do Brasil. Para isso, procura-se enfatizar o contraponto produtivo entre a Dialética negativa de Adorno e o projeto das Passagens de Benjamin, tomando como centro gravitacional o processo construtivo deste último trabalho - cerne tanto das afinidades, quanto das insolúveis dissonâncias entre os dois autores. Esta pesquisa tem o apoio da FAPESP.

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Obtuvo Primer Premio compartido Antonio Domínguez Ortiz resuelto por el XX Concurso para el Fomento de la Investigación e Innovación Educativa

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Se describe una propuesta de hacer filosofía con los niños de educación infantil que consiste en reforzar, consolidar y enriquecer la programación infantil. Se considera a la filosofía 'cosa de mayores', de personas que piensan mucho y dicen cosas importantes, pero los niños y los filósofos tienen muchas cosas en común. Los niños y los filósofos parten de un mundo que quieren comprender, son entusiastas y vitales para situarse en el lugar que les corresponde. Hacer filosofía con niños no es ponerlos en una situación extraña y artificial, no es algo forzado, sino que es natural. La facultad de pensar, de reflexionar, de preguntarse por cuestiones más allá de la cotidianidad, son constantes que rodean al ámbito de la infancia. La curiosidad, las ganas de saber, la facilidad para plantearse un mundo como enigmas por resolver, como misterios por desvelar, son aspectos que tienen en común los niños y los filósofos. Hacer filosofía con los más pequeños permite darse cuente de que cuando un niño quiere expresar una idea, busca palabras para poder decir lo que piensa, su pensamiento mejora si se trabaja la lengua y su lenguaje se afianza si trabaja el pensamiento.

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Se trata el problema de la denominación de la asignatura de iniciación a la Filosofía en la Universidad, los distintos modos de iniciación a la Filosofía, las características de la iniciación histórica en la Filosofía, y la necesidad de un esquema orgánico de la historia de la Filosofía que gire en torno a su unidad central.

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El artículo pertenece a una sección de la revista dedicada a innovación educativa, en este número a escuela, memoria y entorno. - Sección denominada 'Filosofía 3/18: reflexión compartida'.

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This thesis reflects upon the question of how does philosophy think a particular today, which is not only a legitimate philosophical task but a determinative characteristic of philosophy in general. Today's thought follows two paths: first, an hermeneutical-phenomenological analysis of Martin Heidegger's thought with regards to his own contemporaneity; and secondly, through the analysis of the contemporary phenomenon of Information Technology which in the present work is to be considered a privileged sign of our times and distinctive of the mindfulness of philosophy. Therefore, the starting point is an investigation of Heidegger's thinking on his own era to whom facticity is a way of accessing the fundamental question of philosophy. This thesis is led by three guiding words which hold onto a perspective of unity in Heidegger s lifetime of work: 1. Technicity, 2. History, 3. Language, to thereby develop a characterization of human existence as 1. Technopolitical, 2. Technoscientific, and 3. Technological. Finally, in keeping with this triangular characterization of the human, a philosophical comprehension of our times will be established and drawn by Information Technology illustrating three of its' factual signs that are understood to be the 'Remains of Being' today: The Emptying of Speech (Language); The Emptying of Science (History); The Emptying of The Object (Technicity). Through these nowadays phenomenon, it is possible to maintain a grip on the fundamental question, precisely when the task of philosophy seems to have peremptorily lost its meaning and come to its logical end and to show how philosophizing in the information era is as possible as it is necessary.

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O presente artigo é o resultado de um pensamento filosófico acerca do ensino de filosofia. O principal objetivo de nossa pesquisa foi entender o que faz o filósofo quando seu ofício é ser professor de filosofia. Para tal, utilizamos como referencial teórico-metodológico o pensamento de Foucault para pensar o filósofo-professor de filosofia em seu lócus - ensino de filosofia - enquanto uma ontologia do presente, e o pensamento de Deleuze e Guattari para indicar uma possível maneira de entender esse ofício de professor que acreditamos se dar em um fazer artístico, filosófico e científico.

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Pós-graduação em Educação Escolar - FCLAR