57 resultados para Casu


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Invocatio: KREIKKAA Alpha, omega.

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The present report has the goal of enunciating and exposing some of the main judicial subjects that were developed during the period of internship, coming forth in the form of answers to questions properly reformulated as not to injure the confidentiality of data available while in the process of making said report, they deal with different branches of the law, although with a special focus on the field of Insurance Law. It being an academic piece, it was of the utmost importance to focus more sharply on a specific theme, in casu, medical-civil responsibility, causing the interest in this matter due to the curricular internship and a case law research on the subject. The last chapter of this paper focuses mainly on the problematic of seizure by insurance intermediary’s commissions, credits from occupational accidents and illnesses and Retirement and Education Savings Plans (PPR/Es), this being one problematic with which I dealt directly in the early stages of the internship.

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The present report has the goal of enunciating and exposing some of the main judicial subjects that were developed during the period of internship, coming forth in the form of answers to questions properly reformulated as not to injure the confidentiality of data available while in the process of making said report, they deal with different branches of the law, although with a special focus on the field of Insurance Law. It being an academic piece, it was of the utmost importance to focus more sharply on a specific theme, in casu, medical-civil responsibility, causing the interest in this matter due to the curricular internship and a case law research on the subject. The last chapter of this paper focuses mainly on the problematic of seizure by insurance intermediary’s commissions, credits from occupational accidents and illnesses and Retirement and Education Savings Plans (PPR/Es), this being one problematic with which I dealt directly in the early stages of the internship.

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Tese de Doutoramento em Ciências Jurídicas - Área de Ciências Jurídicas Públicas

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Fundamentos: Atualmente, a revascularização cirúrgica do miocárdio é o melhor tratamento para o paciente dialítico com lesão coronariana multiarterial, contudo a mortalidade e a morbidade hospitalar do procedimento ainda permanecem altas. Objetivos: Avaliar os resultados e a evolução intra-hospitalar da revascularização cirúrgica do miocárdio isolada em pacientes dialíticos. Métodos: Estudo retrospectivo unicêntrico de 50 pacientes dialíticos consecutivos e não selecionados, submetidos à revascularização cirúrgica do miocárdio em um hospital terciário universitário no período de 2007 a 2012. Resultados: A casuística apresentou alta prevalência de fatores de risco cardiovasculares (100% hipertensos, 68% diabéticos e 40% dislipidêmicos). Não houve óbito intraoperatório, e 60% dos procedimentos foram feitos sem circulação extracorpórea. Houve sete (14%) óbitos intra-hospitalares. Infecção pós-operatória, insuficiência cardíaca prévia, uso de circulação extracorpórea, função ventricular anormal e reexploração cirúrgica foram os fatores associados a maior mortalidade. Conclusão: A revascularização cirúrgica do miocárdio é um procedimento factível para essa classe de pacientes, contudo com alta morbidade e mortalidade intra-hospitalar. É necessário melhor entendimento das particularidades metabólicas desses pacientes para o planejamento adequado das condutas.

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Depois de 1991, as políticas de comunicação desenvolvidas em Cabo Verde estiveram assentes numa contrariedade entre os planos do discurso e os planos da acção: se a nível discursivo, a liberdade de imprensa foi encarada como o pilar das opções do regime, a nível das práticas da governação um conjunto de acções e inacções dificultaram a implementação de um ambiente de liberdade no seio dos profissionais da comunicação social. Desde logo, o processo de transição de regime empurrou os jornalistas e os actores políticos no poder para uma situação de colisão eminente, resultando numa acumulação de processos judiciais contra os profissionais da comunicação social; também, o monopólio público do sector da televisão, para além de provocar a desregulação do sector – com as autarquias a instalarem antenas parabólicas para satisfazer a população com conteúdos de canais internacionais –, dificultou o pluralismo de opinião, já que sobre a estação pública recaem críticas constantes que apontam para a intervenção dos governos na sua actuação; ainda, regista-se, entre 1991 e 2009, uma política de desinvestimento dos sucessivos governos no sector mediático, relegando-o para um plano secundário das opções de governação. Se, nos primeiros anos da democracia pluralista, houve um aumento significativo do investimento no sector da comunicação social, cedo verificou-se uma quebra do investimento, que não deu espaço aos media estatais para crescerem e contribuírem efectivamente na solidificação do sistema democrático. Na correlação das políticas de comunicação com a liberdade de imprensa, resultam duas fases no percurso de Cabo Verde: a) fase de insatisfação generalizada (sobretudo na década de 90), em que, a par da fraca qualidade dos produtos mediáticos disponibilizados aos cidadãos, os jornalistas e a classe política entraram em rota de colisão; a classe jornalística dividiu-se, passando a haver os considerados ‘jornalistas próximos do PAICV’ e ‘jornalistas próximos do MpD’ (devemos levar em consideração que o MpD e o PAICV são os dois únicos partidos políticos virtualmente ilegíveis na arena política caboverdiana). Assim, a conivência entre os profissionais da comunicação social e os actores políticos fez com que alguns jornalistas passassem a ser apelidados de ‘comissários políticos’; b) fase de satisfação conveniente ou precária: instalou-se depois dos períodos mais conturbados da transição política, sobretudo a partir do início do novo milénio, com a substituição do partido no poder e uma mudança de atitude dos governantes em relação às actividades da comunicação social. A mudança de regime levou a uma redefinição do posicionamento dos jornalistas face aos partidos políticos, passando a haver profissionais que trabalham mais alinhados com o governo e profissionais que trabalham mais alinhados com a oposição. Esta situação resultou de uma má concepção de democracia instalada em Cabo Verde em que os partidos políticos figuram como as únicas entidades que gozam efectivamente de uma liberdade de actuação. Associado aos partidos políticos, encontramos uma concentração de poderes: o poder político (através do escrutínio público), o poder económico (grande parte dos empresários cabo-verdianos nasceram no seio dos partidos políticos que estiveram no governo, o que faz com que haja uma certa politização da vida económica do país), o poder cultural (a maior parte dos intelectuais está associada aos partidos políticos que, quando estão no governo, subsidiam os seus projectos e a sua aspiração de realização pessoal e profissional) e o poder de influência social (quase todos os órgãos de comunicação social nacionais estão conotados com os partidos políticos e a fraca liquidez do mercado publicitário faz com que não haja empresas auto-sustentáveis no sector mediático). Todos esses condicionalismos sociológicos acabam por dificultar a implementação de um ambiente de liberdade no seio da comunicação social cabo-verdiana. Apesar de, hodiernamente não haver uma insatisfação generalizada como na década de 90, a aparente normalidade que se regista na relação entre a classe política e os jornalistas é assegurada por uma informação que evita provocar incómodo nos partidos aos quais os órgãos de comunicação social se encontram associados ou com os quais são conotados. Desta forma, a auto-censura torna-se num mecanismo inibidor da liberdade de imprensa. Assim, encontra-se um jornalismo que, por um lado, procura ser incisivo para o partido encarado como oposição e, por outro lado, é cómodo, domesticado e amorfo para o partido ao qual o órgão de comunicação social em causa se encontra vinculado. Neste caso, não sobram condições para falar-se na isenção das práticas jornalísticas, nem no rigor das mensagens que são difundidas no seio da sociedade. Notamos que as políticas de comunicação adoptadas em Cabo Verde, depois de 1991, não provocaram uma revolução nas práticas jornalísticas. Se antes, os jornalistas eram considerados de ‘comissários políticos’ por se entender que estavam vinculados ao Partido Único, depois da abertura de regime registou-se uma divisão da classe jornalística entre os dois partidos políticos com mais expressão na sociedade cabo-verdiana. Assim, a concepção jurídica da liberdade de imprensa revestiuse de uma formalidade que não encontrou correspondência nas práticas do dia-a-dia dos jornalistas e, desta forma, perdura uma distância entre a concepção jurídico-formal e a concepção jurídico-material da liberdade de imprensa. Muito caminho preciso de ser feito nesta matéria para que a comunicação social possa vir a ser a voz da sociedade

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Analizar la interconexi??n de centros, servicios, equipos e instituciones. 29 centros escolares, 6 asociaciones, 3 equipos psicopedag??gicos y 5 servicios de salud. En cada uno de los centros se analizan: 1) los niveles de atencion al minusv??lido en cuanto a prevenci??n, valoraci??n y tratamiento; 2) los niveles de informaci??n de entrada, proceso y salida; 3) los niveles de coordinaci??n intra e intersectorial. Entrevista realizada por encuestadores previamente preparados por el equipo evaluador. Se recoge la informaci??n siguiendo la pauta y el protocolo conformado en un cuestionario. 1) Centros escolares: en el nivel de atenci??n se observa cierta carencia de motivaci??n de cara a la intervenci??n; se detecta una carencia general en la sistematizaci??n de la informaci??n interna y la coordinaci??n; tambi??n se observan problemas de coordinaci??n inter e intrasector. 2) Asociaciones: la atenci??n preventiva que ofrecen es b??sicamente asistencial y la atenci??n valorativa y de intervenci??n son diferentes seg??n los recursos de que disponen; a nivel de informaci??n destacan el asesoramiento y gesti??n de recursos, el control de datos y la custodia de documentaci??n y casu??stica; la principal coordinaci??n detectada es la de cada asociaci??n con las instituciones que le aportan recursos econ??micos y con las federaciones o confederaciones que se ocupan de las mismas minusval??as. 3) Equipos psicopedag??gicos: a nivel de atenci??n se centran en el apoyo y asesoramiento t??cnico al profesorado, as?? como en la valoraci??n diagn??stica y en la elaboraci??n de informes de identificaci??n de Necesidades Educativas Especiales y/o minusval??as; se aprecia un nivel de informaci??n amplia en los tres momentos del proceso; la coordinaci??n, si bien existe y es considerable, funciona a nivel de contactos personales y de buena voluntad por parte de los integrantes de los equipos. 4) Servicios de salud: todos ponen en marcha programas de prevenci??n y detecci??n precoz de minusval??as pero no en todos se identifica un mismo nivel de tratamiento y seguimiento; el nivel de informaci??n es muy variable; no existe un programa de atenci??n coordinada, las v??as de comunicaci??n no est??n establecidas y las relaciones se establecen puntualmente. Para configurar una red de coordinaci??n integral operativa es fundamental establecer unos cauces de comunicaci??n y discusi??n permanentes que consigan mantener una v??a abierta a la informaci??n y formaci??n de todas aquellas personas que van a estar en contacto con el minusv??lido. Para ello ser?? preciso considerar los tres niveles de atenci??n (familiar-escolar-ocupacional), que delimitan el campo de intervenci??n y las acciones de todos los sectores implicados.

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1) Analizar los problemas asociados al proceso de reflexi??n y toma de decisiones del alumnado. 2) Planificar y desarrollar nuevas estrategias para la acci??n tutorial. 3) Analizar y comprender los contextos donde se genera la situaci??n-problema. 4) Modificar la situaci??n-problema contando con la participaci??n activa de los implicados. Profesores, tutores, orientadores y alumnado de tercero y cuarto de educaci??n secundaria obligatoria de tres institutos de educaci??n secundaria. El alumnado fue seleccionado por los tutores en funci??n del nivel de reflexi??n que pod??an aportar, su casu??stica acad??mica, y por la claridad de sus ideas. El dise??o de la investigaci??n se caracteriz?? por ser flexible, emergente, colectivo y dial??ctico. 1) Tras la negociaci??n y formaci??n del grupo de trabajo, se efectu?? un an??lisis preliminar de la situaci??n objeto de estudio para detectar las cuestiones. Inicialmente la dimensi??n sobre la que se centr?? la atenci??n, fue la relativa a las carencias del alumnado. La recogida, el an??lisis y la discusi??n de informaci??n permiti?? tomar conciencia de que la situaci??n-problema era fruto de las particularidades del alumnado, sus familias, el contexto social, las peculiaridades del profesorado y la forma en que se abordan las tutor??as y la orientaci??n. 2) Se concret?? el problema de partida y se delimitaron los objetivos de la investigaci??n. ??stos se ampliaron conforme avanzaba la investigaci??n y se detectaban nuevas necesidades. A medida que se establec??an los objetivos, se consensuaban las alternativas para la mejora de la pr??ctica, y se discut??an y se planificaban. 3) Los tutores adaptaron las acciones previstas en funci??n de las caracter??sticas y de la forma de responder de sus alumnos a las sesiones de tutor??a. En la fase acci??n se obtuvo la informaci??n necesaria para el an??lisis y la reflexi??n grupal sobre lo acontecido en las tutor??as. Se revelaron las posibles lagunas de la acci??n, las actividades ??tiles, los logros conseguidos, los conocimientos necesarios para mejorar la acci??n y las habilidades necesarias para poner en pr??ctica lo planificado.4) Los resultados obtenidos en cada planificaci??n-acci??n llevaban a la planificaci??n siguiente. C.O.S. (Cuestionario de Orientaci??n Sociolaboral), C.E.O.S. (Cuestionario de Evaluaci??n de la Orientaci??n Sociolaboral). 1) La labor de la asesora seg??n la orientadora y los tutores. Fue valorada positivamente, tanto en el dise??o de actividades como a la hora de proporcionar un estilo de trabajo democr??tico y din??mico. 2) Logros del alumnado a lo largo de las sesiones de tutor??a. El alumnado valor?? positivamente el desarrollo de las actividades de tutor??a y lo conseguido a lo largo de ellas. La mayor??a de los sujetos de ambos niveles consideraron que la informaci??n recibida en la tutor??a fue muy o bastante ??til. Seg??n los tutores, la valoraci??n positiva estaba motivada por la relaci??n entre las actividades de la tutor??a y los intereses de los alumnos, de modo que la informaci??n les result?? pr??ctica y ??til. 3) Percepci??n del alumnado sobre los aspectos positivos y negativos de la tutor??a. La tutor??a les ayud?? a aclarar duda y les permiti?? analizar sus caracter??sticas personales. 4) Demandas de informaci??n del alumnado. M??s de la mitad del alumnado de tercero manifest?? la necesidad de conocer m??s sobre las alternativas acad??micas y profesionales relacionadas con sus capacidades. El alumnado de cuarto demand?? m??s informaci??n sobre las profesiones que les interesan. El proyecto ha tenido una trayectoria en la que se ha pasado de la demanda de soluciones externas a la construcci??n de las mismas por los miembros de los grupos y generar respuestas adaptadas a las necesidades de sus alumnos. Es importante que el tutor tenga la competencia para analizar las necesidades de los alumnos, de elaborar propuestas de actuaci??n adaptadas a su grupo-clase y transmitir el sentido de las sesiones de tutor??a. La tutor??a no supone desempe??ar una tarea mec??nica a partir de materiales predeterminados. Se hizo evidente la importancia de la disposici??n y la preparaci??n con la que el tutor debe abordar su funci??n. El desarrollo de las sesiones de tutor??a no puede confiarse simplemente a la cumplimentaci??n de actividades de respuesta a preguntas sobre intereses, motivaciones, capacidades, etc. Este tipo de actividades despierta rechazo a los alumnos ya que no se muestra dispuesto a redactar sus percepciones, sentimientos, actitudes o conocimientos sobre ellos mismos y es un planteamiento que no invita al debate. Por ello es importante despertar el inter??s del alumnado y hacer ver la necesidad de estas actividades.