866 resultados para Successful aging, social determinants of health, resilience, engagement, gender


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Objective. To examine the link between tooth loss and multilevel factors in a national sample of middle-aged adults in Brazil. Material and methods. Analyses were based on the 2003 cross-sectional national epidemiological survey of the oral health of the Brazilian population, which covered 13 431 individuals (age 35-44 years). Multistage cluster sampling was used. The dependent variable was tooth loss and the independent variables were classified according to the individual or contextual level. A multilevel negative binomial regression model was adopted. Results. The average tooth loss was 14 (standard deviation 9.5) teeth. Half of the individuals had lost 12 teeth. The contextual variables showed independent effects on tooth loss. It was found that having 9 years or more of schooling was associated with protection against tooth loss (means ratio range 0.68-0.76). Not having visited the dentist and not having visited in the last >= 3 years accounted for increases of 33.5% and 21.3%, respectively, in the risk of tooth loss (P < 0.05). The increase in tooth extraction ratio showed a strong contextual effect on increased risk of tooth loss, besides changing the effect of protective variables. Conclusions. Tooth loss in middle-aged adults has important associations with social determinants of health. This study points to the importance of the social context as the main cause of oral health injuries suffered by most middle-aged Brazilian adults.

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O presente estudo analisa as relações entre a ‘saúde’ e o ‘social’ na Saúde Pública brasileira, especificamente a partir da noção de ‘determinação social da saúde’, focando-a em dois momentos importantes: a década de 70, quando ocorre a construção dessa noção a partir da corrente médico-social latino-americana, e a retomada dessa discussão no século XXI sobre a chancela de ‘determinantes sociais da saúde’. Possuiu como objetivos: Caracterizar a noção de ‘determinação social’ a partir do positivismo nas ciências sociais; pesquisar a construção da noção de ‘determinação social da saúde’ na Saúde Pública brasileira; descrever perspectivas de análises sobre o campo dos determinantes sociais da saúde a partir da polaridade entre a ‘saúde’ e o ‘social’. Para o alcance dos objetivos, foi realizado um estudo exploratório, através da pesquisa bibliográfica (livros e bases de dados virtuais) e da pesquisa documental. Inicialmente apresentamos os pressupostos teórico-filosóficos sobre os quais a ciência moderna se assentou e que construíram a base da corrente positivista. Após, caracterizamos, em linhas gerais, essa corrente de pensamento, para, finalmente, interpretarmos a noção de ‘determinação social’ a partir de Durkheim – uma das principais análises dentro do campo das ciências sociais. Logo após, trazemos a construção da noção de determinação social da saúde a partir da crítica latino-americana da década de 70 ao discurso hegemônico do período sobre o processo saúde-doença. O pensamento latino-americano teve grande produção teórico-política brasileira em um lugar de vanguarda quando comparado a todos os países da América do Sul e Central. Entre outras agendas, a noção de determinação social da saúde, oriunda dos movimentos sociais, pautou a reforma sanitária brasileira, colocando-se como cerne do debate. Noção esta que sustentou a ‘bandeira política’ defendida pelo movimento sanitário na luta por melhores condições de vida e de saúde no Brasil. Em seguida, apresentamos a configuração político-científica mais recente do campo dos determinantes sociais da saúde, destacando que ocorre um enfoque predominantemente reducionista sobre o social. Logo após, trazemos categorias do pensamento da sociologia crítica e da sociologia contemporânea, de forma a oferecer elementos de análise para a crítica à forma como hegemonicamente vem se pautando o discurso no interior do campo dos determinantes sociais da saúde. Ambas as perspectivas apresentam-se de forma não excludentes, não hierárquicas e não concorrentes. Finalizamos tecendo considerações que, longe de serem finais, sinalizam para a necessidade de uma nova perspectiva de partida para os estudos atuais no campo dos determinantes sociais da saúde.

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RESUMO - Introdução: Actualmente 11,3 milhões de indivíduos estão co-infectados pela Tuberculose/Vírus Imunodeficiência Humana (TB/VIH), uma das principais causas de incapacidade e morte no mundo. É determinada pela exposição dos indivíduos aos factores de risco e condições/determinantes sociais de saúde. Várias são as medidas criadas a nível nacional e internacional na luta contra TB e a infecção VIH. Objectivo: Caracterizar e comparar os casos de TB entre os indivíduos não infectados com VIH e os infectados com VIH, considerando as características sócio-demográficas, o tratamento, patologias associadas e factores de risco. Método: Estudo descritivo, quantitativo e observacional. A informação foi obtida a partir da base de dados do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica da Tuberculose dos casos de TB notificados entre 1 de Janeiro de 2008 a 31 de Dezembro de 2009. Para tratamento e análise estatística (descritiva e inferencial) o programa usado foi o SPSS versão 18,0. Resultados: 12,8% dos indivíduos estavam co-infectados com TB/VIH e 87,2% não estavam co-infectados. A presença de VIH nos casos de tuberculose apresenta evidência de relação com quase todas variáveis em estudo (p<0,00) excepto a presença de insuficiência renal (p<0,307). Apresentam maior probalidade de risco da co-infecção TB/VIH os homens, a faixa etária [35;44[, os estrangeiros, os desempregados, estar em retratamento e fumar. Os indivíduos com Doença Hepática (OR= 5,238; IC95%: 3,706;7,403; ORA = 3,104; IC95%: 2,164;4,454), patologias associadas (OR=13,199; IC95%: 11,246; 15,491; ORA=21,348; IC95%:17,569; 25,940) e factores de risco (OR=3,237; IC95%: 2,968; 3,531; ORA=2,644; IC95%: 2,414; 2,985) tem maior probalidade da co-infecção TB/VIH. O ajustamento para o sexo e a idade interferiu em todas variáveis em estudo. Conclusão: Os homens, da faixa etária [35;44 [, desempregados, estrangeiros, em retratamento, fumadores apresentam maior probalidade de risco de estar co-infectado com TB/VIH.

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RESUMO: O'suicídio'é'atualmente'um'problema'de'saúde'pública.'Estimarse'que'um'milhão'de'pessoas' morra'anualmente'devido'ao'suicídio.'De'acordo'com'diversas'agências'e'organizações'estimar 'que'ocorram'entre'20'a'40'tentativas'de'suicídio'por'cada'suicídio'consumado.'Os'custos'associados'ao'suicídio,'quer'humanos'quer'económicos'são'enormes'e'estendemrse'à'família,'emprego,'economia'e'finanças.'Os'números'oficiais'do'suicídio'em'Portugal'indicam'uma'taxa ligeiramente'acima'dos'10'por' cada'100'000'habitantes'mas' comportando' regiões'onde' são'observadas' taxas' muito' elevadas,' como' no' Sudoeste' de' Portugal' onde' se' observam particularmente taxas 3'vezes'acima'da'média'nacional.' Investigámos' o' fenómeno' com' os' objetivos' de' validar' a' técnica' de' autópsia' psicológica' em' contexto' comunitário' nunca' realizado' em' Portugal,' e' dar' um' contributo' para' uma' compreensão'mais'alargada'deste'problema'de'saúde'pública,'especialmente'nesta'região'de' Odemira.' A' autópsia' psicológica' consiste' em' reunir' detalhadamente' informação' sobre' a'personalidade' e' vida' de' alguém' que' morreu' em' circunstâncias' equívocas' (por' suicídio,' homicídio' ou' acidente)'recorrendo'ainda'a'registos'e'documentação,'bem'como'procedendo'a entrevistas' com' familiares,' colegas' ou' amigos.' Foi' feita' uma' adaptação' de' uma' entrevista' semirestruturada' para' o' efeito.' Foram' recrutados' 2' grupos' de' participantes:' um' grupo' de familiares de pessoas que cometeram'suicídio'(n=30)'e'um'grupo'de'familiares'de'pessoas'que morreram de causas' naturais' (n=24).' O' estudo' decorreu' em' 3' momentos' com' sessões' de' apresentação' (i),' sessões' de' preparação' (ii)' e' entrevistas' para' recolha' de' informação' e'monitorização.'' Os' principais' resultados'mostram' que' existiram' dificuldades' na' obtenção' da' informação' a'partir' dos' entrevistados,' a'maioria' dos' suicidas' eram'homens' acima' dos' 40' anos' de' idade,' afetados' por' lesões' graves' ou' doenças' graves' ' no' período' adulto' embora' apresentassem'condições' válidas' para' trabalhar,' reformados,' vivendo' em' família,' com' traços' de'personalidade' amargurados,' tristes' ou' pessimistas,' com' escassas' atividades' nos' tempos' de' lazer,' sem' problemas' somáticos' significativos' ou' perturbações'mentais' que' comunicaram' a intenção de morrer previamente'e'provenientes'de'famílias'sem'dificuldades'económicas'ou'relações'familiares'desadequadas.' Tendo'em'conta'a'literatura,'algumas'das'características'parecem'ser'muito'particulares'desta'população.'Aparentemente'o'suicídio'poderá'ter'implicações'genéticas'que'deveriam'ser'tidas'em'conta'em'futuras'investigações.' A'integração'da'saúde'mental'nos'cuidados'de'saúde'primários'afigurarse'urgente'tendo'em' conta' que' a' escassez' de' profissionais' de' saúde'mental' é' enorme' numa' parte' do' país' onde'ocorre' o'maior'número'de' suicídios.'Mudar'de'modelo'e'reorganizar'os' serviços'de' forma'a' poder' dar' uma' resposta' ao' défice' de' tratamento' de' saúde' mental' e' ter' em' conta' os' determinantes'sociais'da'saúde'para'fazer'face'ao'isolamento'é'fundamental.' ---------------ABSTRACT: Suicide' is,'nowadays,' a'public'health'problem.'A'million'dies' annually'by' suicide'worldwide.' According'to'several'agencies'and'organizations'an'estimation'of'20'to'40'suicide'attempts'is advanced for each complete' suicide. Associated'costs'to'suicide,'both'human'and'economic,'are' huge' and' spread' on' family,' jobs,' economy,' and' finances.' Official' available' figures' for' suicide' in' Portugal' indicate' a' rate' slightly' over' 10' for' each' 100' 000' inhabitants,' but' with'regions'where'one' can' actually' find'extremely'high' rates,' like' for' instance' in' the'Southwest' part' of' the' country,' where' are' regularly' found' rates' 3' times' higher,' when' compared' to'national'average.'' We' have' investigated' the' phenomenon' aiming' to' validate' the' technique' of' psychological'autopsy' in' a' community' context' never' explored' before' in' Portugal' and' to' contribute' for' a' wider' understanding' of' this' public' health' problem,' especially' in' this' region' of' Odemira.' Psychological'autopsy'consists'into'a'detailed'gathering'of'information'about'the'personality'and' life' of' someone' died' in' equivocal' circumstances' (suicide,' homicide,' accident),' registries and other'documentation'as'well'as'interviews'with'family'members,'corworkers'and'friends.' An' adaptation' of' a' semirstructured' interview' was' made.' Two' groups' of' participants' were'recruited: a'group of'relatives'of'people'committing'suicide'(n=30),'and'a'group'of'relatives'of'people' whose' death' was' after' natural' causes' (n=24).' Study' was'made' in' 3'moments' with'presentation'sessions;'(i)'preparation'sessions;'(ii)'interviewing'data'collection'and'monitoring' iii).'' Main'results'showed'difficulties'to'obtain'information'from'interviewees,'most'suicides'were' from males over 40 years old, affected'by'serious'illness'or'severe'injury'in'adulthood'but'valid'to'work,'retired,'living'in'family,'with'bitterness,'sad'or'pessimistic'as'personality'traits,'with'few' leisure' activities,' without' significant' health' somatic' problems' or' mental' disorders,'communicating'intention'to'die'previously,'coming'from'families'with'no'indication'of'financial'distress'or'inadequate'family'relationship.' Taking'into'account'the'literature'it'looks'like'some'features'seem'to'be'quiet'particular'from'this'population.'Apparently'one'might'say'that'suicide'could'have'genetic'implications'which'further'research'should'account'in'the'future.' Integration' of'mental' health' into' primary' care' is' urgent' once' the' scarcity' of'mental' health' professionals' is' enormous' in' a' part' of' the' country' where' most' suicides' occur.' Scaling' up services must go in order'to'address'to'treatment'gap'and'social'determinants'of'health'should'be'taken'into'account'to'face'isolation.' Results' show' that' the' profile' of' the' suicidal' in' the' region' of' Odemira' is' particular' and'implications' of' genetics' should' be' taken' into' account.' Moreover' much' can' be' done' in'organization' of' services' in' the' region' where' we' performed' the' present' study' in' order' to'address'to'treatment'gap'for'mental'disorders'and'to'the'social'determinants'of'health.

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RESUMO - Introdução: A saúde oral é uma componente essencial na saúde geral e no bem-estar dos indivíduos. Sabe-se que os problemas de saúde oral afectam predominantemente os elementos de níveis socioeconómicos mais baixos, evidenciando a influência dos determinantes sociais da saúde na saúde oral das populações. Os objectivos deste estudo são caracterizar os comportamentos de rotinas diárias de higiene oral, frequências de idas a consultas de saúde oral, auto-avaliação do estado de saúde oral e percepção de dor na cavidade oral em crianças de 12 anos em Portugal e analisar a associação entre estes e os factores sociodemográficos. Métodos: Foi realizado um estudo observacional, transversal e analítico, abrangendo 1309 jovens e baseado em informação recolhida no III Estudo Nacional de Prevalência de Doenças Orais (ENPDO). Para além das estatísticas descritivas usuais, as estatísticas inferenciais basearam-se predominantemente em modelos de regressão logística binária. Resultados: Dos participantes, 70.6% (n=924) escova “duas ou mais vezes por dia” com associação com todas as variáveis sociodemográficas. Na análise multivariada, o género masculino (OR=2.088; IC95%: 1.574-2.770, em relação ao género feminino), a área de residência predominantemente rural ou mediamente urbana (OR= 1.800; IC95%: 2.587; OR=1.516; IC95%: 1.093-2.103, em relação a zonas predominantemente urbanas), a escolaridade da mãe ser o ensino básico (OR= 2.112; IC95%: 1.408-3.168, em relação ao ensino superior) e a actividade laboral do pai ser desempregado (OR= 1.938; IC95%: 1.280-2.934, em relação a ser trabalhador) foram as variáveis com mais impacto para a adopção de comportamentos de escovagem potencialmente inadequados (p<0.05). A maioria dos inquiridos (94.2%; n=1247) já tinham ido a uma consulta de saúde oral e 74.5% (n=860) nos últimos 12 meses, 95.5% (n=1250) encontram-se satisfeitos com a saúde oral e 44.5% (n=578) afirma ter tido algum tipo de dor na cavidade oral nos últimos 12 meses. Conclusão: Os resultados obtidos estão de acordo com a literatura em termos de factores de associação. Desta forma, a saúde oral nos jovens de 12 anos em Portugal, nos diversos contextos aqui analisados, pode ser considerada como satisfatória. A única excepção relevante é a componente da dor, com valores alarmantes embora de natureza mais subjectiva. A influência dos factores sociodemográficos sugere que futuras abordagens para a promoção da saúde oral tenham em conta os determinantes de saúde no delineamento de estratégias quer a nível individual quer a nível comunitário.

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Recent IPH Highlights detailed in this document include:- Celebrating 10 years of North South working- Tackling obesity- Social Determinants of Health- Health impacts of education: a review- Linking research and policy- Fuel poverty and health- Building capacity- Highlighting differences in health and wellbeing across the island

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The Urban Regeneration and Community Development Policy Framework for Northern Ireland sets out for DSD and its partners, clear priorities for urban regeneration and community development programmes, both before and after the operational responsibility for these is transferred to councils under the reform of local government. Four policy objectives have been developed, which will focus on the underlying structural problems in urban areas and also help strengthen community development throughout Northern Ireland. The policy objectives are as follows: Policy Objective 1 – To tackle area-based deprivation: Policy Objective 2 – To strengthen the competitiveness of our towns and cities: Policy Objective 3 – To improve linkages between areas of need and areas of opportunity: and Policy Objective 4 –To develop more cohesive and engaged communities. Key points from IPH response Urban regeneration and community development provide a basis for addressing the social determinants of health and reducing inequalities in health. This policy framework presents an opportunity for coherence and complementarity with ‘Fit and Well - Changing Lives’ as part of government’s overall approach to tackling health inequalities. It is now well established that a focus on early years’ interventions and family support services yields significant returns, so prioritising action in these areas is essential. Defined action plans on child poverty are essential if this policy framework is to make a real and lasting difference in deprived urban areas. Development of the environmental infrastructure to improve health in deprived areas should be supported by well-planned monitoring and evaluation. Linking the policy framework to economic development and local community plans will enhance effectiveness in the areas of education, job creation, commercial investment and access to services, which in turn are critical for the economic growth and stability of urban communities. Community profile data and health intelligence (as available through IPH Health Well) could usefully inform central and local government in terms of resource allocation and targeted service delivery.

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On 17 November 2011, the First Minister and deputy First Minister published the draft Programme for Government 2011-2015 for consultation. IPH recognise that health is influenced by a wide range of social determinants, including economic, biological, environmental and cultural factors such as housing, the environment, income, employment and access to education and health services . Improvements to health can be achieved through a well-designed PfG which addresses the economy, creates safer communities and delivers efficient public services.  IPH welcome this opportunity to submit our views to the Northern Ireland Executive on the Draft Programme for Government 2011-15. Key points from the IPH response include: • Northern Ireland has a poor population health status in key areas when compared to other regions in the United Kingdom and in the Republic of Ireland. IPH support and particularly welcome allocation of an increased proportion of the Northern Ireland budget to public health. • IPH endorses the perspective in the PfG that good population health makes a central contribution to economic and social development.   However we would welcome greater acknowledgement of the links between social deprivation and health outcomes.  • IPH welcomes the adoption of a social determinants of health approach to improving population health and tackling health inequalities which is in line with current health policy and recent policy developments across the United Kingdom and internationally (See report of the Commission on the Social Determinants of Health (CSDH))

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The Institute of Public Health in Ireland is an all-island body which aims to improve health in Ireland by working to combat health inequalities and influence public policies in favour of health. The Institute promotes co-operation in research, training, information and policy in order to contribute to policies which tackle inequalities in health. Over the past six years the Institute has worked closely with the Department of Health and Children and the Department of Health, Social Services and Public Safety in Northern Ireland to build capacity for Health Impact Assessment. The Institute takes the view that health is determined by policies, plans and programmes in many sectors outside the health sector as well as being dependent on access to and availability of first class health services. The importance of other sectors is encapsulated in a social determinants of health perspective which recognises that health is largely shaped and influenced by the physical, social, economic and cultural environments in which people live, work and play. Figure 1 illustrates these multi-dimensional impacts on health and also serves to highlight the clear and inextricable links between health and sustainable development. Factors that impact on long-term sustainability will thus also impact on health.

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We examined the reciprocal influence between educational decisions and the timing of first births, using the Family and Fertility Surveys of France and West Germany. Since these two processes are potentially endogenous, we modelled them jointly, using event history models. We hypothesise that the reciprocal impact of educational and fertility careers, as well as the impact of the common determinants of both processes, are gender specific and context specific.The results show a significant endogeneity for women and men in both countries. This endogeneity is stronger for women than for men, while no substantial differences are found between the two countries. Removing this shared and unobserved heterogeneity, the results show a stronger reciprocal impact between the processes for women than for men. A similar impact of being enrolled in education on first birth in both countries is found, while the effect of the birth (and especially of the pregnancy) of the first child on terminating one’s education appeared to be more marked in West Gernany than in France.

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Introduction: Individuals with poor social determinants of health aremore likely to receive improper healthcare. Frequent Users (FUs) ofEmergency Departments (ED) (defined as >4 visits in the previous12 months) represent a subgroup of vulnerable patients presentingwith specific medical and social needs. They usually account for highhealthcare costs by overusing the healthcare system. In 2008-2009,FUs accounted for 4% of our ED patients but 17% of all our ED visits.Methods: We conducted a prospective cohort of patients admitted toour ED with vulnerabilities in ≥3 specific domains (somatic or mentaldiseases, risk behaviors, social determinants of health, and healthcareuse). Patients were either directly identified by a multidisciplinary team(two nurses, one social worker, one physician) or referred to that teamby the ED staff during opening hours from July 1st 2010 to April 30th2011.Results: 127 patients were included (67% males), aged 43 years (SD15); 65% were migrants. They had a median of 6 ED visits (interquartilerange (IQR) 8-1) in the previous 12 months, representing a total of 697visits. The most frequently affected domains during the index visit were:71% somatic, 61% psychiatric, 75% risk behaviors, 97% social and84% healthcare use issues. Each case required a median of 234minutes (IQR 300-90) dedicated to assess their outpatient network(99% of the patients), to set up an ambulatory medical follow-up (43%)or a meeting with social services (40%).Conclusions: Vulnerability affected ED patients in more than onedomain. Vulnerable patients have complex needs that were difficult toaddress in the time-pressured ED setting. Although ED consultationoffers immediate access to medical care, EDs are dedicated more foracute short-term somatic care. Caring for a growing number ofvulnerable patients requires a different type of management. Limitedevidence shows that multidisciplinary case-management interventionshave demonstrated positive outcomes in terms of reducing ED useand costs, and improvement of patient's medical and social outcomes.A randomized trial of case-management is underway to confirm theresults of observational studies.

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Objectif: La santé des Indiens inscrits est inférieure à celle des autres Canadiens et dévoile des écarts importants entre les différents groupes qui la composent. La nation crie de l’Iiyiyiu Aschii, signataire de la Convention de la Baie-James et du Nord québécois (CBJNQ), bénéficie à cet égard d’un état de santé supérieur à celui des autres Indiens inscrits. L’objectif de ce mémoire est d’examiner l’impact de la CBJNQ sur les déterminants sociaux et l’état de santé de ses signataires cris depuis son entrée en vigueur en 1977. Méthodologie : Des analyses comparatives entre les Cris de l’Iiyiyiu Aschii, les Indiens inscrits et les Canadiens ont permis de suivre l’évolution à travers le temps des différences socioéconomiques, d’habitudes de vie et d’état de santé de ces groupes. Résultats : Les Cris ont enregistré, comparativement aux autres groupes d’Indiens inscrits vivant sur une réserve, une plus grande amélioration de leurs déterminants socioéconomiques, une progression relativement limitée de leurs comportements à risque et une préservation à un niveau plus élevé de leurs pratiques traditionnelles. Les Cris ont également vu progresser plus rapidement leur espérance de vie à la naissance que les Canadiens, et leur mortalité infantile a connu une chute encore plus importante que celle enregistrée chez les Indiens inscrits sur réserve. Conclusion : La CBJNQ a vraisemblablement eu un impact significatif sur la santé des Cris de l’Iiyiyiu Aschii. Cette amélioration sanitaire s’explique notamment par la Convention qui a su mettre en place des structures politiques qui ont favorisé l’amélioration des déterminants sociaux et le développement de l’autonomie gouvernementale des Cris.

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En cette ère de «nouvelle santé publique», les professionnels sont exhortés à détourner leur attention de l’individu afin de pouvoir mettre l’accent sur les déterminants sociaux de la santé. Un phénomène contraire s’opère dans le domaine des sciences biomédicales, où un mouvement vers la santé personnalisée permet d’envisager des soins préventifs et curatifs adaptés à chaque individu, en fonction de son profil de risque génétique. Bien qu’elles n’aient que partiellement fait leur entrée dans notre système de santé, ces avancées scientifiques risquent de changer significativement le visage de la prévention, et dans cette foulée, de susciter des débats de société importants. L'étude proposée vise à contribuer à une réflexion sur l'avenir d'une des fonctions essentielles de la santé publique en tentant de mieux comprendre comment le public perçoit la prévention basée sur le risque génétique. Ce projet de recherche qualitative consiste en l'analyse secondaire des échanges ayant eu lieu lors de quatre ateliers délibératifs auxquels ont participé des membres du public d'horizons divers, et durant lesquels ceux-ci ont débattu de la désirabilité d'une technologie préventive fictive, le «rectificateur cardiaque». La théorie de la structuration d'Anthony Giddens est utilisée comme cadre conceptuel guidant l’analyse des échanges. Celle-ci permet d’émettre les trois constats suivants: a- le « rectificateur cardiaque » est loin d’être interprété par tous les participants comme étant une intervention préventive; b- son utilisation est perçue comme étant légitime ou non dépendamment principalement des groupes de personnes qu’elle viserait; c- l’intervention proposée ne se pense pas hors contexte.

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Bogotá D.C. es una ciudad de más de siete millones de habitantes en su mayoría de estrato medio, dividida políticamente por veinte localidades. Aquí se generan la mayoría de oportunidades de desarrollo y día a día llega la población fluctuante de otras ciudades de Colombia en busca de un mejor futuro. Las necesidades de la población en una metrópolis como ésta no se hacen esperar y la salud entendida, como un buen estado físico y mental, además de ser una necesidad humana primordial se ha convertido en uno de los temas más agobiantes para los ciudadanos y los creadores de políticas públicas en el Distrito Capital. Alcanzar un adecuado estado de salud no es solo cuestión de asegurar y dar cobertura de servicio, también se requiere que las diferentes políticas públicas que existen estén articuladas para llegar al deseado estado de salud. Estas políticas públicas son los mismos determinantes sociales de salud, por los cuales la Organización Mundial de la Salud (OMS) ha impartido la instrucción de incrementar esfuerzos con el fin de mejorar el estado de salud de la población mundial. En esta investigación se realiza un análisis del Índice de Condiciones de Vida, calculado por el DANE, en la Encuesta Calidad de Vida para Bogotá en 2003, 2007 y Encuesta Multipropósito 2011, estudiando el primer factor que hace parte de dicho índice, el Acceso y Calidad de los Servicios, el cual se compone por cuatro aspectos: i) Abastecimiento y calidad del agua, ii) Eliminación de excretas; iii) Recolección de basuras y iv) Combustible para cocinar. La revisión teórica que aborda a los determinantes sociales de la salud evidencia que estos cuatro componentes son fundamentales para garantizar el estado de salud de los bogotanos y hacen parte de los objetivos del milenio. Adicionalmente se realizan regresiones lineales para determinar el peso que ha tenido el factor acceso y calidad de los servicios, en el estado de salud de los bogotanos, definiendo el Índice de Condiciones de Vida como variable proxy al estado de salud, para cada uno de los años de estudio. Por último se presentan algunos datos de los resultados de las políticas públicas relacionadas con el acceso y calidad de los servicios de los gobiernos de la ciudad correspondientes a los años de estudio.

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Antecedentes: Cada año hay 2,5 billones de casos de diarrea en menores de 5 años y 1,3 millones de estos niños mueren; lo que constituye a la EDA como segunda causa de muerte en este grupo de edad Metodología: Análisis transversal transnacional multinivel de la Encuesta DHS y el Banco Mundial en 348.706 niños de 40 países Resultados: Prevalencia de EDA 14%. Inequidad (OR=1.335; IC 95% 1.117-1.663) y bajos ingresos en las naciones (OR=1.488; IC 95% 1.024-2.163) presentaron asociación con EDA. Vivir en un país pobre aumenta la asociación entre el índice de riqueza del hogar y EDA (OR=1.0961; IC 95% 1.003-1.207) y la asociación entre no educación de la madre y EDA (OR=1.310; IC 95% 1.035-1.601). Otros factores asociados con EDA fueron sexo femenino, (OR=0.922; IC 95% 1.900-0.944), edad de niño (OR=0.978; IC 95% 0.978-0.979), vacunación (OR=0.821; IC 95% 0.799-0.843), peso normal al nacer (OR=0.879; IC 95% 0.834-0.926), edad de la madre (OR=0.987; IC 95% 0.985-0.989), no educación de la madre (OR=1.416; IC 95% 1.283-1.564), madre trabajadora (OR=1.136; IC 95% 1.106-1.167), embarazo deseado (OR=0.774; IC 95% 0.753-0.795), familia nuclear (OR=0.949; IC 95% 0.923-0.975) e índice de riqueza del hogar (OR=0.948; IC 95% 0.921-0.977) Conclusiones: La desigualdad y los bajos ingresos de los países desarrollados se asocian con EDA, independientemente de las características del niño, la mamá o el hogar. El gasto en salud no presenta asociaciones con EDA. Esto se debe considerar en las campañas de salud pública orientadas al manejo de la EDA.