1000 resultados para Educação Filosofia
Resumo:
Relatrio da UC Seminrio de Apoio Prtica Profissional Supervisionada Mestrado em Educação Pr-Escolar
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Este artigo pretende defender uma redefinio da forma dos professores de Msica considerarem os contedos da sua aco. Para alm da educação c treino de competncias de performance, que abrange apenas uma pequena parcela da populao escolar, os professores deveriam considerar a composio, a improvisao e a audio activa como importantes para uma franja mais alargada dessa populao. Tal postura importante para situar os alunos numa corrente genrica de ensino/aprendizagem e est em sintonia com os mais recentes desenvolvimentos das teorias do currculo e da investigao. O construtivismo como filosofia da educação, aqui sugerido como base conceptual e os avanos da tecnologia musical e o encorajamento a um pensamento critico so citados como contribuies importantes para esta reforma. Este artigo conclui-se com uma seco sobre possveis projectos de investigao para o futuro.
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A ideia generalizada de que a criana incapaz de assimilar um mecanismo fonatrio destinado aos adultos tem constitudo um alibi para mascarar a penria educativa neste campo. O desconhecimento de que possvel ajudar a criana a construir, progressivamente, a sua voz cantada antes da puberdade, tem levado a descurar este aspecto importantssimo da educação vocal infantil.No sculo xx todos os grandes pedagogos da msica reconheceram o papel primordial do canto na educação musical. Contudo, nem todos deram a mesma importncia ao trabalho especfico no desenvolvimento da voz da criana. Os mtodos Martenot e Ward e alguns investigadores contemporneos, nomeadamente, Edwin Gordon, Marie France Castarde, Anne Bustarret, Graham Welch do um realce muito particular educação vocal da criana. O mtodo Ward prope, inclusivamente, um trabalho individualizado e sistemtico com as crianas montonas.O presente artigo aborda algumas questes essenciais da educação vocal da criana: a relao entre a voz e a idade, a mudana da voz, o problema dos montonos e ainda como desenvolvida a educação da voz na pedagogia musical Ward incluindo alguns processos de trabalho com estas crianas.
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Na ltima dcada, a investigao na rea da sade deixou de se centrar apenas na compreenso das doenas e condies lesivas da sade para passar a interessarse pelos fatores determinantes destas condies de modo a passar a uma ao preventiva (antes de deixar que os problemas se instalem). Passou depois a interessarse no s pelos problemas e seus determinantes, mas tambm pelos fatores e processos associados promoo da prpria sade, enquanto estado dinmico de bemestar global. Uma boa sade fsica e emocional permite s pessoas lidar melhor com os desafios do quotidiano. A questo que o inverso tambm verdadeiro e em geral as pessoas que lidam bem com os desafios do seu quotidiano tm maior sade fsica e mental. Temos este problema de modo recorrente em vrias reas da sade: qual o sentido da marcha. Os adolescentes com pais mais favorveis consomem menos frequentemente drogas? Ou os que no consomem drogas conseguem uma maior proximidade com os seus pais? As crianas e os adolescentes que praticam atividade fsica tm melhor sade fsica ou as crianas e os adolescentes que tm melhor sade fsica tm mais condies para ser ativos fisicamente? Na verdade, na ausncia de estudos longitudinais que acompanhem o crescimento das crianas e dos adolescentes e que controlem os diversos fatores em jogo, na ausncia de um quadro conceptual claro no possvel responder com preciso a estas questes, a no ser num ambiente de cavaqueira de uma conversa de caf. O mesmo se passa quando falamos de jovens, de adultos ou de idosos.
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Relatrio da Prtica Profissional Supervisionada Mestrado em Educação Pr-Escolar
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Relatrio da Prtica Profissional Supervisionada Mestrado em Educação Pr-Escolar
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Relatrio da Prtica Profissional Supervisionada Mestrado em Educação Pr-Escolar
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Relatrio da Prtica Profissional Supervisionada Mestrado em Educação Pr-Escolar
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Relatrio da Prtica Profissional Supervisionada Mestrado em Educação Pr-Escolar
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A forte competitividade dos mercados a nvel nacional e internacional tem levado muitas empresas a estudar mtodos e tcnicas de incremento eliminao dos desperdcios, reduo de custos e tempos, ao aumento da qualidade e da flexibilidade, tendo a filosofia lean um papel crucial na prossecuo destes objectivos. Desde os seus primrdios, a avaliao da implementao da filosofia lean no universo das empresas uma questo de investigao na rea de conhecimento da gesto industrial. Embora a nvel individual as diferentes empresas possam quantificar e avaliar os resultados da aplicao do lean, a grande dificuldade surge quando se pretende obter uma comparao por sector ou tipo de actividade econmica. Existem pases onde a prtica do lean tem sido prioritria e as empresas ocupam a vanguarda nesta rea de conhecimento. No entanto, em Portugal, existe uma clara dificuldade em se determinar at que ponto o tecido empresarial portugus assimilou esta filosofia e que resultados tm obtido com a prtica do lean. Este trabalho apresenta um estudo realizado a partir de um inqurito, obtido atravs de um questionrio on-line, s empresas que operam em Portugal de forma a estudar e analisar o estado actual do lean em Portugal e antever tendncias futuras numa perspectiva de evoluo da aplicao desta metodologia de gesto de processos produtivos. Em resultado deste estudo foi possvel identificar quais so os grandes obstculos introduo do lean, reas em que se observou sucesso ou menor impacto e quais as ferramentas e tcnicas mais usadas por sector. Como resultado deste estudo convico do autor que foi possvel obter uma fotografia abrangente do actual estado de implementao do lean e desta forma caracterizar as reas que seguem na vanguarda da implementao do lean, e as reas que ainda apresentam um desenvolvimento incipiente. Desta forma parece ao autor que o presente estudo apresenta grande utilidade para o mundo acadmico bem como para o tecido empresarial portugus.
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Dissertao apresentada Escola Superior de Educação de Lisboa para obteno do grau de Mestre em Educação Artstica
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OBJETIVO: Avaliar a intensidade e a durao dos esforos fsicos em aulas de Educação Fsica no ensino fundamental e mdio. MTODOS: Estudo transversal de base escolar por meio de observao de 218 aulas de Educação Fsica, incluindo um total de 272 estudantes (avaliados trs vezes cada um). O estudo foi realizado em Pelotas, RS, de agosto a setembro de 2009. Para a intensidade dos esforos, foram utilizados acelermetros e adotados os pontos de corte (em counts por minuto): atividades sedentrias (0 a 100), leves (101 a 2.000), moderadas (2.001 a 4.999), vigorosas (5.000 a 7.999) e muito vigorosas (> 8.000). RESULTADOS: O tempo mdio de durao das aulas foi de 35,6 minutos (dp 6,0). A proporo mdia de tempo das aulas em atividades fsicas de intensidade moderada a vigorosa foi de 32,7% (dp 25,2). Os meninos (44,1%) envolveram-se significativamente mais em atividades fsicas moderadas a vigorosas do que as meninas (21,0%; p < 0,01). Estudantes que se envolvem em atividade fsica fora das aulas tiveram maior participao em atividades fsicas moderadas a vigorosas nas aulas de Educação Fsica. CONCLUSES: Alm de o tempo da aula de Educação Fsica ser reduzido, os estudantes praticam atividades fsicas de intensidade moderada a vigorosa um tero da aula, com pouca contribuio significativa para o nvel de atividade fsica dos estudantes.
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O novo modelo de formao inicial (Decreto-Lei 43/2007) exige que os futuros professores do 1. e 2. ciclos do ensino bsico e os futuros educadores de infncia faam pelo menos 30 ECTS de formao em Matemtica na Licenciatura em Educação Bsica (LEB), mas a forma e o contedo desta formao da responsabilidade de cada instituio, que define as unidades curriculares, o seu contedo e a forma como so lecionadas. Sabe-se que, para alm do contedo, a forma como o professor aprende tem uma forte influncia na forma como vai ensinar. Assim, todos estes aspetos precisam de ser discutidos, tendo por base a investigao j realizada em Portugal e noutros pases. Partindo da assuno de que o conhecimento do professor constitui um fator decisivo na interpretao e implementao do currculo e da necessidade de uma discusso alargada de qual dever ser o contedo da formao em Matemtica na LEB, as Escolas Superiores de Educação de Lisboa, de Viana do Castelo e de Viseu iniciaram um projeto de investigao que tem como principal objetivo compreender de que modo a formao inicial contribui para o desenvolvimento do conhecimento do professor em Matemtica e em Ensino da Matemtica e como pode este ser promovido. Uma das questes que o projeto visa investigar que conhecimento de contedo matemtico tm os estudantes quando iniciam o curso da LEB.Para caracterizar o conhecimento matemtico dos estudantes da LEB, entrada no curso, foi elaborado um teste diagnstico, que foi aplicado nas trs Escolas Superiores de Educação, em outubro de 2011, a todos os alunos a iniciar o 1. ano, num total de 268: 143 em Lisboa, 51 em Viseu e 74 em Viana do Castelo. Neste artigo apresentada uma anlise dos principais resultados deste teste bem como as questes e dilemas que aqueles resultados nos colocam.
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OBJETIVO: Avaliar a associao entre nveis de rudo presentes em centros de educação infantil e alteraes vocais em educadoras. MTODOS: Estudo transversal com 28 educadoras de trs instituies de educação infantil de So Paulo, SP, em 2009. Os nveis de presso sonora foram mensurados segundo a Associao Brasileira de Normas Tcnicas, com uso de medidor de nvel de presso sonora. As mdias foram classificadas de acordo com os nveis de conforto, desconforto e dano auditivo propostos pela Organizao Panamericana de Sade. As educadoras tiveram a voz avaliada com: autoavaliao com escala analgica visual, avaliao perceptivo-auditiva com escala GRBAS e anlise acstica com o programa Praat. Estatstica descritiva e teste do qui-quadrado, com 10% de significncia devido ao tamanho da amostra, foram usados para anlise da associao entre rudo e avaliao vocal. RESULTADOS: As educadoras possuam idades entre 21 e 56 anos. A mdia de rudo foi 72,7 dB, considerado dano 2. A autoavaliao vocal das profissionais apresentou mdia de 5,1 na escala, considerada alterao moderada. Na avaliao perceptivo-auditiva, 74% apresentaram alterao vocal, principalmente rouquido; destas, 52% foram consideradas alteraes leves. A maior parte apresentou frequncia fundamental abaixo do esperado na avaliao acstica. Mdias de jitter, shimmer e proporo harmnico-rudo estavam alteradas. Presena de rudo entre os harmnicos associou-se a alterao vocal. CONCLUSES: H associao entre presena de rudo entre harmnicos e alterao vocal, com elevados nveis de rudo. Apesar de a maioria das educadoras ter apresentado voz alterada em grau leve, a autoavaliao mostrou alterao moderada, provavelmente pela dificuldade de projeo.