96 resultados para irritability
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There are increasing reports on hypernatremia, a potentially devastating condition, in exclusively breastfed newborn infants. Our purposes were to describe the clinical features of the condition and identify the risk factors for it. We performed a review of the existing literature in the National Library of Medicine database and in the search engine Google Scholar. A total of 115 reports were included in the final analysis. Breastfeeding-associated neonatal hypernatremia was recognized in infants who were ≤ 21 days of age and had ≥ 10% weight loss of birth weight. Cesarean delivery, primiparity, breast anomalies or breastfeeding problems, excessive prepregnancy maternal weight, delayed first breastfeeding, lack of previous breastfeeding experience, and low maternal education level were significantly associated with breastfeeding-associated hypernatremia. In addition to excessive weight loss (≥ 10%), the following clinical findings were observed: poor feeding, poor hydration state, jaundice, excessive body temperature, irritability or lethargy, decreased urine output, and epileptic seizures. In conclusion, the present survey of the literature identifies the following risk factors for breastfeeding-associated neonatal hypernatremia: cesarean delivery, primiparity, breastfeeding problems, excessive maternal body weight, delayed breastfeeding, lack of previous breastfeeding experience, and low maternal education level.
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La salud, como derecho primordial de toda persona, adquiere una connotación especial cuando la persona tiene una discapacidad. El término Discapacidad describe una restricción o ausencia, debido a una deficiencia, de la capacidad de realizar una actividad en la forma o dentro del margen que se considera normal para el ser humano. Si nos referimos concretamente a la salud bucal, podemos decir, que presentan alta incidencia de patologías por lo que constituyen un grupo de riesgo con una gran necesidad de cuidados dentales. Es importante destacar que gran parte de las personas con Discapacidad, no pueden expresar en palabras o determinar claramente su proceso patológico y así toleran importantes dolores demostrados mediante el aumento de la irritabilidad, la inactividad, la pérdida de apetito, los problemas de sueño, la autoagresión, etc. Esta falta de certeza y reacciones adversas genera una situación familiar de alteración de la vida cotidiana y desconcierto, además de comenzar a realizar una serie de consultas a psiquiatra, otorrinolaringólogo, neurólogo, clínico, entre otros especialistas. Dicha situación puede ser previsible mediante controles odontológicos periódicos, derivación temprana a exámenes bucales por parte de médicos y/u otros especialistas tratantes, interconsulta con odontólogo ante cambios de conducta o autoagresión. La prevención y el cuidado de la salud dental en los pacientes con discapacidad favorecen el mantenimiento de la salud general y proporcionan una mayor calidad de vida. La intervención del odontólogo en patologías ya instaladas consiste en la eliminación de la sintomatología, detención y tratamiento de las lesiones, restauración de la función y la estética.
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En vista de que faltan las observaciones biológicas sobre muchas de las Cactáceas argentinas, el autor ha creído útil hacer conocer las que ha realizado sobre tres de ellas pertenecientes a los géneros Echinopsis, Pterocactus y Maihuenia, verificadas en el hábitat de las mismas o sobre materiales mantenidos en cultivo durante más de dos décadas. Documenta, en Echinopsis mirabilis, su ántesis nocturna, en Pterocactus cfr. tuberosus, la vitalidad de sus tubéculos radicales, en Maihuenia cfr. Valentinii, la estructura morfológica de la semilla, y en las tres especies, la estructura morfológica de sus pólenes y la germinación de sus semillas. La irritabilidad estaminal y el modo de diseminación de algunas de estas Cactáceas y su tipo biológico, han sido tomados también en consideración. Se mencionan los materiales de herbario revisados (dispersión local), los de plantas vivas que observó y las instituciones donde se ha depositado la documentación palinológica.
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Esta pesquisa investiga a influência de intervenções lúdicas na diminuição da ansiedade materna com mães de recém-nascidos pré-termo hospitalizados, em um hospital universitário da Grande São Paulo. São estudadas 30 mães que tiveram parto prematuro, com faixa etária entre 16 e 40 anos e escolaridade até 2º grau, por meio de estudo avaliativo-interventivo-evolutivo. Inicia-se por uma entrevista psicológica semidirigida, com o objetivo de traçar o histórico gestacional, seguida de aplicação da Escala de Ansiedade, Depressão e Irritabilidade IDA, visando identificar o nível de ansiedade materna e do Inventário de Percepção Neonatal IPN-I para verificar a expectativa das mães em relação ao comportamento de choro, alimento e vômito de seus bebês pré-termo. A seguir são efetuadas intervenções grupais lúdicas em 16 encontros, um a cada semana, de 60 minutos, segundo modelo piagetiano, que estimula processos afetivosemocionais e cognitivos. Os dados relativos ao histórico gestacional revelam que 75% das mães encontram-se na segunda gestação e já sofreram aborto ou óbito fetal; têm ida de gestacional média de 31 semanas; peso médio do bebê ao nascer de 1.640g. e tempo de internação médio de 39,93 dias. Na análise do IDA em relação à ansiedade, 75% delas apresentam escore de alta intensidade (11,25), também alto quanto à depressão (10); o escore médio (3,73) da irritabilidade exteriorizada acompanha o da irritabilidade interiorizada (3,23). A correlação entre depressão e ansiedade indica que uma reação emocional segue a outra, não havendo diferença significativa importante entre ambas (p=0,306). O IPN-I comprova que as 30 mães têm expectativas em relação ao próprio filho similares aos bebês em geral, mostrando escores médios de 8,63 e 9,20, respectivamente, confirmados pelo escore 10,0 apontado em 75% da amostra, o que configura uma alta expectativa quanto aos aspectos de sono, alimentação e vômito dos bebês. A análise qualitativa revela que a criação de grupos lúdicos mostra-se favorável, com alta adesão e motivação das mães, favorecendo a diminuição da ansiedade, a adaptação à realidade vivida e a interação mãe-bebê de forma saudável durante a internação. O estudo apresenta a trajetória interventiva de três casos emblemáticos de diferentes níveis de ansiedade, ilustrando esta evolução. Estes dados sugerem que esta modalidade de intervenção caracterize-se como uma medida de prevenção, promoção e preservação da saúde física e psíquica da mãe e do recémnascido prematuro, com repercussões na família e na sociedade.(AU)
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Esta pesquisa investiga a influência de intervenções lúdicas na diminuição da ansiedade materna com mães de recém-nascidos pré-termo hospitalizados, em um hospital universitário da Grande São Paulo. São estudadas 30 mães que tiveram parto prematuro, com faixa etária entre 16 e 40 anos e escolaridade até 2º grau, por meio de estudo avaliativo-interventivo-evolutivo. Inicia-se por uma entrevista psicológica semidirigida, com o objetivo de traçar o histórico gestacional, seguida de aplicação da Escala de Ansiedade, Depressão e Irritabilidade IDA, visando identificar o nível de ansiedade materna e do Inventário de Percepção Neonatal IPN-I para verificar a expectativa das mães em relação ao comportamento de choro, alimento e vômito de seus bebês pré-termo. A seguir são efetuadas intervenções grupais lúdicas em 16 encontros, um a cada semana, de 60 minutos, segundo modelo piagetiano, que estimula processos afetivosemocionais e cognitivos. Os dados relativos ao histórico gestacional revelam que 75% das mães encontram-se na segunda gestação e já sofreram aborto ou óbito fetal; têm ida de gestacional média de 31 semanas; peso médio do bebê ao nascer de 1.640g. e tempo de internação médio de 39,93 dias. Na análise do IDA em relação à ansiedade, 75% delas apresentam escore de alta intensidade (11,25), também alto quanto à depressão (10); o escore médio (3,73) da irritabilidade exteriorizada acompanha o da irritabilidade interiorizada (3,23). A correlação entre depressão e ansiedade indica que uma reação emocional segue a outra, não havendo diferença significativa importante entre ambas (p=0,306). O IPN-I comprova que as 30 mães têm expectativas em relação ao próprio filho similares aos bebês em geral, mostrando escores médios de 8,63 e 9,20, respectivamente, confirmados pelo escore 10,0 apontado em 75% da amostra, o que configura uma alta expectativa quanto aos aspectos de sono, alimentação e vômito dos bebês. A análise qualitativa revela que a criação de grupos lúdicos mostra-se favorável, com alta adesão e motivação das mães, favorecendo a diminuição da ansiedade, a adaptação à realidade vivida e a interação mãe-bebê de forma saudável durante a internação. O estudo apresenta a trajetória interventiva de três casos emblemáticos de diferentes níveis de ansiedade, ilustrando esta evolução. Estes dados sugerem que esta modalidade de intervenção caracterize-se como uma medida de prevenção, promoção e preservação da saúde física e psíquica da mãe e do recémnascido prematuro, com repercussões na família e na sociedade.(AU)
Resumo:
Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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Trabalho Final do Curso de Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina, Universidade de Lisboa, 2014
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Includes two memoirs (p. 171-252) on the laws and on the principle of irritability, translated by Mr. Woodhouse from the French of Dr. Girtanner. The memoirs appeared originally in Observations sur la physique, sur l'histoire naturelle et sur les arts, 1790, vol. xxxvi, p. 422-440; vol. xxxvii, p. 139-154.
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Mode of access: Internet.
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The greater part of the contents of this book was included in the author's Silliman lectures, delivered at Yale in October, 1911, and published under title: Irritability, a physiological analysis of the general effect of stimuli in living substances, New Haven, 1913; but sufficient material has been added to make a practically new work. cf. Vorwort.
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Neuropsychiatric complications are common in patients with chronic hepatitis C undergoing treatment with interferon alpha. These side effects include alterations of mood, cognition, and neuroendocrine function and are unpredictable. In a number of neurological disorders characterized by neuropsychiatric symptoms and cognitive dysfunction, inheritance of an apolipoprotein E (APOE) epsilon4 allele is associated with adverse neuropsychiatric outcomes. The authors present evidence that the APOE genotype may influence a patient's neuropsychiatric response to interferon alpha treatment. The inheritance of APOE genotypes was examined in 110 patients with chronic hepatitis C treated with interferon alpha. A retrospective investigation was conducted by assessing the rates of psychiatric referral and neuropsychiatric symptoms experienced during treatment along with other complaints indicating psychological distress. A highly statistically significant association was seen between APOE genotypes and interferon-induced neuropsychiatric symptoms. Patients with an epsilon4 allele were more likely to be referred to a psychiatrist and had more neuropsychiatric symptoms during antiviral treatment than those without an epsilon4 allele. Additionally, patients with an epsilon4 allele were more likely to experience irritability or anger and anxiety or other mood symptoms. These data demonstrate that an individual's APOE genotype may influence the neuropsychiatric response to antiviral therapy with interferon alpha. Prospective studies evaluating the importance of APOE in susceptibility to interferon alpha-induced neuropsychiatric complications are needed. Moreover, pathways involving APOE should be considered in understanding the pathophysiology of interferon alpha-induced neuropsychiatric complications.
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Quality of life has been shown to be poor among people living with chronic hepatitis C However, it is not clear how this relates to the presence of symptoms and their severity. The aim of this study was to describe the typology of a broad array of symptoms that were attributed to hepatitis C virus (HCV) infection. Phase I used qualitative methods to identify symptoms. In Phase 2, 188 treatment-naive people living with HCV participated in a quantitative survey. The most prevalent symptom was physical tiredness (86%) followed by irritability (75%), depression (70%), mental tiredness (70%), and abdominal pain (68%). Temporal clustering of symptoms was reported in 62% of participants. Principal components analysis identified four symptom clusters: neuropsychiatric (mental tiredness, poor concentration, forgetfulness, depression, irritability, physical tiredness, and sleep problems); gastrointestinal (day sweats, nausea, food intolerance, night sweats, abdominal pain, poor appetite, and diarrhea); algesic (joint pain, muscle pain, and general body pain); and dysesthetic (noise sensitivity, light sensitivity, skin. problems, and headaches). These data demonstrate that symptoms are prevalent in treatment-naive people with HCV and support the hypothesis that symptom clustering occurs.
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Esta pesquisa investiga a influência de intervenções lúdicas na diminuição da ansiedade materna com mães de recém-nascidos pré-termo hospitalizados, em um hospital universitário da Grande São Paulo. São estudadas 30 mães que tiveram parto prematuro, com faixa etária entre 16 e 40 anos e escolaridade até 2º grau, por meio de estudo avaliativo-interventivo-evolutivo. Inicia-se por uma entrevista psicológica semidirigida, com o objetivo de traçar o histórico gestacional, seguida de aplicação da Escala de Ansiedade, Depressão e Irritabilidade IDA, visando identificar o nível de ansiedade materna e do Inventário de Percepção Neonatal IPN-I para verificar a expectativa das mães em relação ao comportamento de choro, alimento e vômito de seus bebês pré-termo. A seguir são efetuadas intervenções grupais lúdicas em 16 encontros, um a cada semana, de 60 minutos, segundo modelo piagetiano, que estimula processos afetivosemocionais e cognitivos. Os dados relativos ao histórico gestacional revelam que 75% das mães encontram-se na segunda gestação e já sofreram aborto ou óbito fetal; têm ida de gestacional média de 31 semanas; peso médio do bebê ao nascer de 1.640g. e tempo de internação médio de 39,93 dias. Na análise do IDA em relação à ansiedade, 75% delas apresentam escore de alta intensidade (11,25), também alto quanto à depressão (10); o escore médio (3,73) da irritabilidade exteriorizada acompanha o da irritabilidade interiorizada (3,23). A correlação entre depressão e ansiedade indica que uma reação emocional segue a outra, não havendo diferença significativa importante entre ambas (p=0,306). O IPN-I comprova que as 30 mães têm expectativas em relação ao próprio filho similares aos bebês em geral, mostrando escores médios de 8,63 e 9,20, respectivamente, confirmados pelo escore 10,0 apontado em 75% da amostra, o que configura uma alta expectativa quanto aos aspectos de sono, alimentação e vômito dos bebês. A análise qualitativa revela que a criação de grupos lúdicos mostra-se favorável, com alta adesão e motivação das mães, favorecendo a diminuição da ansiedade, a adaptação à realidade vivida e a interação mãe-bebê de forma saudável durante a internação. O estudo apresenta a trajetória interventiva de três casos emblemáticos de diferentes níveis de ansiedade, ilustrando esta evolução. Estes dados sugerem que esta modalidade de intervenção caracterize-se como uma medida de prevenção, promoção e preservação da saúde física e psíquica da mãe e do recémnascido prematuro, com repercussões na família e na sociedade.(AU)
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O presente estudo teve como objetivo avaliar a saúde mental de internautas universitários. Trata-se de uma pesquisa com delineamento transversal e quantitativa. Participaram deste estudo 150 usuários de internet, dos gêneros, masculino e feminino, com idade entre 17 e 53 anos, estudantes universitários de diversos cursos de graduação da faculdade de saúde, de um único campus, de uma universidade privada, localizada na cidade de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. A amostra foi selecionada por critério de conveniência, porém considerou-se a amostragem por cotas para melhor representatividade da população estudada. Os instrumentos utilizados foram o Questionário de Morbidade Psiquiátrica para Adultos (QMPA) e um questionário complementar desenvolvido para caracterização da amostra. Após coleta, os dados foram lançados e tratados estatisticamente. Os resultados mostraram prevalência de saúde mental em 58% dos internautas universitários. Entre os participantes que apresentaram sintomas de morbidade psiquiátrica (42%) prevaleceram os sintomas de exaltação do humor, ansiedade, somatização, irritabilidade e depressão, sintomas comumente referidos como transtornos psiquiátricos menores. Dos internautas estudados 55% foram considerados usuários pesados por utilizarem a internet acima de 60 horas mensais. A média de horas de acesso à internet apresentou correlação com os sintomas de morbidade psiquiátrica avaliados. Contudo estes sintomas de morbidade psiquiátrica não apresentaram diferenciação entre tipo de usuário (pesado e leve), em ambos os casos prevaleceram a avaliação de saúde mental. As horas de acesso à internet foram consideradas um dos indícios do uso patológico da internet, porém insuficiente para estabelecer qualquer diagnóstico. O uso patológico da internet mostrou-se presente em 57% dos internautas, por utilizarem a internet em detrimento de outros aspectos de suas vidas. Os sintomas de morbidade psiquiátrica apresentaram correlações positivas e significativas com as questões sobre o uso patológico da internet. Os resultados desta pesquisa sugerem que o uso patológico da internet revela-se como um novo campo de expressão de morbidades psiquiátricas já conhecidas. Deste modo, a internet não se mostra como um fator de risco para saúde mental de seus usuários. Ela seria um amplificador, uma ferramenta que facilitaria a expressão de tais comportamentos patológicos, que são provenientes de transtornos já existentes, assim como a utilização de diversas outras práticas sociais, que podem se tornar patológicas pela manifestação de diferentes transtornos do indivíduo.