413 resultados para Caminhada não-Markoviana


Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Dissertação apresentada para a obtenção do grau de Mestre em Desporto com especialização em Condição Física e Saúde

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Dissertação apresentada para a obtenção do grau de Mestre em Desporto com especialização em Condição Física e Saúde

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

The random walk models with temporal correlation (i.e. memory) are of interest in the study of anomalous diffusion phenomena. The random walk and its generalizations are of prominent place in the characterization of various physical, chemical and biological phenomena. The temporal correlation is an essential feature in anomalous diffusion models. These temporal long-range correlation models can be called non-Markovian models, otherwise, the short-range time correlation counterparts are Markovian ones. Within this context, we reviewed the existing models with temporal correlation, i.e. entire memory, the elephant walk model, or partial memory, alzheimer walk model and walk model with a gaussian memory with profile. It is noticed that these models shows superdiffusion with a Hurst exponent H > 1/2. We study in this work a superdiffusive random walk model with exponentially decaying memory. This seems to be a self-contradictory statement, since it is well known that random walks with exponentially decaying temporal correlations can be approximated arbitrarily well by Markov processes and that central limit theorems prohibit superdiffusion for Markovian walks with finite variance of step sizes. The solution to the apparent paradox is that the model is genuinely non-Markovian, due to a time-dependent decay constant associated with the exponential behavior. In the end, we discuss ideas for future investigations.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Este relatório foi efetuado no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB), e centra-se em duas dimensões diferentes, a reflexiva e a investigativa. Na dimensão reflexiva encontram-se reflexões críticas e fundamentadas que demonstram as minhas vivências e aprendizagens mais significativas ao longo dos distintos contextos de intervenção, particularmente no contexto de Educação de Infância e de 1.º CEB. A dimensão investigativa apresenta um estudo realizado com quatro crianças de um jardim-de-infância. Trata-se de um estudo caso que se situa num paradigma interpretativo. O principal objetivo foi identificar e conhecer o tipo de interações estabelecidas entre uma criança com necessidades educativas especiais e os seus pares nos momentos de brincadeira livre, assim como as conceções que as crianças e as famílias tinham acerca dessas interações. Indo ao encontro dos objetivos definidos, os dados foram recolhidos através de observações, entrevistas e inquéritos por questionário. A análise dos dados permite verificar, que as crianças interagiram com a criança com necessidades educativas especiais de diferentes formas - com e sem mediação de objetos. Destaca-se que o objeto atua como mediador da interação social, e portanto, permite a aproximação das crianças. Sobressai a conceção das crianças acerca da interação com mediação de objetos que ocorre entre pares incluindo uma criança com necessidades educativas especiais, ao contrário da conceção das famílias que ressaltam as interações sem a mediação de objetos.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

INTRODUÇÃO: Tem vindo a aumentar a evidência que suporta a relação direta entre a prática de atividade física e a ausência de doença, nomeadamente no que concerne à prática de “caminhadas” (ACSM's, 2009). No entanto, existem alguns fatores que podem pôr em causa essa relação direta tornando, por exemplo, uma marcha em declive, numa potencial origem de lesões músculo-esqueléticas (Bohne & Abendroth-Smith, 2007; Schwameder, et al., 1999). Aos poucos, e apesar da pouca evidência existente, a utilização de bastões de caminhada começa a ser vista como uma estratégia para minimizar a sobrecarga articular subjacente, podendo ser vista como um novo instrumento de reabilitação e de melhoria da função/participação dos utilizadores, com o objetivo de alcançar vantagens biomecânicas e fisiológicas (Breyer, et al., 2010; Figard- Fabre, et al., 2010; Fritz, B., et al., 2011; Hartvigsen, et al., 2010; Kukkonen-Harjula, et al., 2007; Mannerkorpi, et al., 2010; Morso, et al., 2006; Oakley, et al., 2008; Sprod, et al., 2005; Wendlova, 2008). OBJETIVO: O presente estudo tem como principal objetivo analisar o comportamento motor de sujeitos do sexo masculino com experiência na utilização de bastões de caminhada relativamente a aspetos cinemáticos, cinéticos e de atividade mioelétrica desenvolvidos durante a marcha em declive com e sem bastões, e desta forma poder perceber se existem benefícios na utilização deste auxiliar e identificá-los. METODOLOGIA: foram selecionados treze sujeitos do sexo masculino (idade: 37±8anos; peso: 75±12Kg; altura: 177±8cm) que utilizam bastões de caminhada, com alguma regularidade (frequência de prática média: 18±24horas/mês), há pelo menos um ano. Foi realizada a análise cinemática (membro inferior e tronco), cinética (componente vertical e antero-posterior) e eletromiográfica (dos músculos vasto lateral, gastrocnémio medial e lateral, tibial anterior, eretores da espinha e tricípite braquial lateral) da marcha em descida, com e sem bastões de caminhada, num plano inclinado com 15° de declive. Para isso foi construída uma rampa em madeira com 1,07m de altura, 1,22m de largura e 4,17m de comprimento. RESULTADOS: a utilização dos bastões de caminhada levou à diminuição da flexão plantar do tornozelo aquando do apoio final e da pré-oscilação; ao aumento da flexão do joelho na resposta à carga, no apoio final, na pré-oscilação e à diminuição da flexão do mesmo no apoio médio; ao aumento da flexão da anca no contato inicial e na resposta à carga. Da leitura dos resultados cinéticos, podemos observar que a utilização dos bastões de caminhada levou ao aumento médio do Tempo de Apoio, do Máximo Ativo, do Tempo de Desaceleração e do Impulso, e a uma diminuição média estatisticamente significativa do Máximo Passivo do Mínimo Passivo. É também possível verificar que a utilização dos bastões levou à diminuição da ativação mioelétrica do gastrocnémio lateral, do vasto lateral e do tibial anterior e ao aumento da ativação do tricípite braquial durante o período de pré-ativação de 120ms, à diminuição da ativação mioelétrica do gastrocnémio lateral e do tibial anterior e ao aumento da ativação do tricípite braquial durante a fase de apoio e durante o período de acomodação mioelétrica de 60ms, assim como à diminuição da ativação mioelétrica do gastrocnémio lateral e do tibial anterior e ao aumento da ativação do tricípite braquial e do eretor da espinha direito durante o tempo de travagem. CONCLUSÕES: os bastões de caminhada podem ser vistos como mais uma das ferramentas à disposição do fisioterapeuta em situações em que a redução de cargas articulares seja necessária, por exemplo em casos de OA do joelho e/ou anca, ou mesmo em situações de pós-lesão ou pós-operatório ligamentar, como sendo um método preventivo, uma vez que apesar dos bastões de caminhada trazerem um aumento do dispêndio energético por parte de cada utilizador, são de todo benéficos na redução da fadiga muscular dos membros inferiores durante uma descida, aumentando por isso a proteção das estruturas passivas. Estes benefícios dever-se-ão também às alterações posturais que se conseguem obter pela utilização dos bastões e às vantagens mecânicas por elas criadas.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

O envelhecimento da população é um dos maiores triunfos da humanidade e também um dos nossos grandes desafios. A Estratégia Saúde da Família apresenta-se no cenário nacional como uma ferramenta de ação diante desta realidade, pois fortalece os princípios e diretrizes do SUS. Na atenção básica, a atividade física é considerada como comportamentos determinantes de saúde e o Profissional de Educação Física inserido em uma equipe multiprofissional pode contribuir para as necessidades em saúde das comunidades assistidas. O presente trabalho teve como objetivo estabelecer ações de fortalecimentos por meio de um programa de caminhada orientada e estabelecer as contribuições para a saúde da população adulta e idosa. Os métodos utilizados foram descrição e elaboração de um plano de ação para beneficiar a população adulta e idosa da comunidade dos bairros Costa Telles I e II do município de Uberaba/MG, assistida por uma Equipe de Saúde da Família e Núcleo de Apoio à Saúde da Família com a prática regular da caminhada orientada. Para a organização e implantação, adotou-se como estratégia descrever as características da população local. Além disso, foram geradas informações através do diagnóstico situacional do território, com o mapeando detalhado da situação local, principalmente, referente à prática regular de atividade física "caminhada". O desenvolvimento da presente proposta se baseia na execução do exercício físico "caminhada" na comunidade, com o direcionamento desta prática realizada por um profissional de educação física. As atividades acontecerão semanalmente, com a frequência de três vezes e duração de 60 minutos cada sessão, com alongamento antes e depois da caminhada orientada. Os profissionais da Equipe Saúde da Família e do Núcleo de Apoio da Saúde da Família desenvolverão oficinas de educação em saúde para o grupo. O incentivo e apoio a esta proposta "Caminhada Orientada" pode ser uma boa opção para a população e esta iniciativa contempla as diretrizes da Política Nacional de Promoção à Saúde e fortalece as ações das Equipes Saúde da Família e Núcleo de Apoio a Saúde da Família no âmbito do atendimento em saúde à população.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Em Bocaiúva MG, o projeto "Caminhar com Saúde" foi implantado com objetivos primordiais de atender toda população que utiliza a Estratégia Saúde da Família e o Núcleo de Apoio à Saúde da Família, visando proporcionar mais saúde e qualidade de vida na população adulta do município através da prática da caminhada orientada. As atividades desenvolvidas são caminhadas, alongamentos e exercícios localizados que acontecem diariamente nas praças públicas do município onde totaliza uma média de 854 participantes de ambos os sexos. Entre os frequentadores, 96% são mulheres e somente 04% são homens. Neste sentido, o objetivo principal deste estudo é desenvolver um plano de ação para aumentar a adesão de homens ao programa. Para isso, foi necessário conhecer quais os motivos causadores dessa baixa adesão dos homens. Para organização e implantação adotou-se como estratégia, descrever inicialmente ao plano de ação um diagnóstico situacional onde foram definidos e priorizados os problemas apresentados neste estudo. A partir dos problemas diagnosticados como horário das caminhadas impróprio para a participação, o estilo de vida sedentário e o desconhecimento dos homens ao projeto, foram apresentadas às ações: elaborar melhores horários, aumentar o nível de informação e modificar hábitos e estilo de vida da população. Sendo assim, espera-se que com as ações apresentadas possam aumentar a adesão dos homens a este projeto que objetiva melhorar a saúde e a qualidade de vida da população bocaiuvense.

Relevância:

20.00% 20.00%

Publicador:

Resumo:

Introdução: A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é o principal fator de risco de morte entre as doenças não transmissíveis, mostrando relação com risco cardiovascular, sendo ainda um importante problema de saúde pública. Situação problema: Dificuldade de adesão a medidas não farmacológicas para controle da pressão arterial em hipertensos. Justificativa: O tratamento não farmacológico é uma medida sem nenhum ou pouco custo que pode ser realizada pela maioria dos pacientes e que traz benefícios já a curto prazo, sendo capaz de parar o curso da doença, diminuir o uso de medicamentos ou até mesmo substituí-lo. Objetivo geral: Melhorar a adesão ao tratamento de pacientes com Hipertensão Arterial Sistêmica, promovendo a criação de um Grupo de Caminhada na unidade de saúde. Metodologia: Foi feito o levantamento do perfil da população de hipertensos atendida no posto pela aplicação de um questionário, sendo analisados 32 pacientes hipertensos de 38 a 64 anos, e proposto um grupo de Caminhada. Resultados esperados: O grupo de Caminhada servirá para estimular os pacientes hipertensos a realizarem atividades físicas dentro e fora do grupo de caminhada, para que conheçam pessoas que estão na mesma situação e que troquem experiências e estímulos para o combate da Hipertensão Arterial Sistêmica.