85 resultados para Telotrema Ozaki
Resumo:
Stochastic differential equation (SDE) is a differential equation in which some of the terms and its solution are stochastic processes. SDEs play a central role in modeling physical systems like finance, Biology, Engineering, to mention some. In modeling process, the computation of the trajectories (sample paths) of solutions to SDEs is very important. However, the exact solution to a SDE is generally difficult to obtain due to non-differentiability character of realizations of the Brownian motion. There exist approximation methods of solutions of SDE. The solutions will be continuous stochastic processes that represent diffusive dynamics, a common modeling assumption for financial, Biology, physical, environmental systems. This Masters' thesis is an introduction and survey of numerical solution methods for stochastic differential equations. Standard numerical methods, local linearization methods and filtering methods are well described. We compute the root mean square errors for each method from which we propose a better numerical scheme. Stochastic differential equations can be formulated from a given ordinary differential equations. In this thesis, we describe two kind of formulations: parametric and non-parametric techniques. The formulation is based on epidemiological SEIR model. This methods have a tendency of increasing parameters in the constructed SDEs, hence, it requires more data. We compare the two techniques numerically.
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A major problem in renal transplantation is identifying a grading system that can predict long-term graft survival. The present study determined the extent to which the two existing grading systems (Banff 97 and chronic allograft damage index, CADI) correlate with each other and with graft loss. A total of 161 transplant patient biopsies with chronic allograft nephropathy (CAN) were studied. The samples were coded and evaluated blindly by two pathologists using the two grading systems. Logistic regression analyses were used to evaluate the best predictor index for renal allograft loss. Patients with higher Banff 97 and CADI scores had higher rates of graft loss. Moreover, these measures also correlated with worse renal function and higher proteinuria levels at the time of CAN diagnosis. Logistic regression analyses showed that the use of angiotensin-converting enzyme inhibitor (ACEI), hepatitis C virus (HCV), tubular atrophy, and the use of mycophenolate mofetil (MMF) were associated with graft loss in the CADI, while the use of ACEI, HCV, moderate interstitial fibrosis and tubular atrophy and the use of MMF were associated in the Banff 97 index. Although Banff 97 and CADI analyze different parameters in different renal compartments, only some isolated parameters correlated with graft loss. This suggests that we need to review the CAN grading systems in order to devise a system that includes all parameters able to predict long-term graft survival, including chronic glomerulopathy, glomerular sclerosis, vascular changes, and severity of chronic interstitial fibrosis and tubular atrophy.
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Experimental data and few clinical non-randomized studies have shown that inhibition of the renin-angiotensin system by angiotensin-converting enzyme (ACE) associated or not with the use of mycophenolate mofetil (MMF) could delay or even halt the progression of chronic allograft nephropathy (CAN). In this retrospective historical study, we investigated whether ACE inhibition (ACEI) associated or not with the use of MMF has the same effect in humans as in experimental studies and what factors are associated with a clinical response. A total of 160 transplant patients with biopsy-proven CAN were enrolled. Eighty-one of them were on ACE therapy (G1) and 80 on ACEI_free therapy (G2). Patients were further stratified for the use of MMF. G1 patients showed a marked decrease in proteinuria and stabilized serum creatinine with time. Five-year graft survival after CAN diagnosis was more frequent in G1 (86.9 vs 67.7%; P < 0.05). In patients on ACEI-free therapy, the use of MMF was associated with better graft survival. The use of ACEI therapy protected 79% of the patients against graft loss (OR = 0.079, 95%CI = 0.015-0.426; P = 0.003). ACEI and MMF or the use of MMF alone after CAN diagnosis conferred protection against graft loss. This finding is well correlated with experimental studies in which ACEI and MMF interrupt the progression of chronic allograft dysfunction and injury. The use of ACEI alone or in combination with MMF significantly reduced proteinuria and stabilized serum creatinine, consequently improving renal allograft survival.
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O camu-camu é um fruto com notável potencial nutricional, pelo seu alto conteúdo em ácido ascórbico. Sendo assim, objetivou-se avaliar a estabilidade do ácido ascórbico e pigmentos presentes no néctar de camu-camu, armazenados sob diferentes condições de luminosidade e temperatura. Os frutos foram despolpados e avaliados quanto às características físico-químicas. O néctar, obtido a partir da polpa, foi acondicionado em garrafas PET e armazenado em temperatura ambiente e sob refrigeração na presença e ausência de luz, sendo avaliado por 120 dias quanto à estabilidade de ácido ascórbico e antocianinas. O teor de ácido ascórbico nos néctares armazenados sob luz não diferiu estatisticamente dos armazenados protegidos da luz (343,25 e 340,48 mg.100 g -1), respectivamente, nos armazenados sob refrigeração, e (330,48 e 333,56 mg.100 g -1) nos armazenados em temperatura ambiente. Constatou-se que esta vitamina em néctares armazenados por 120 dias em temperatura de refrigeração apresentou boa estabilidade, com perda de apenas 12 a 14%. Quanto às antocianinas, a temperatura ambiente contribuiu negativamente, ocasionando uma degradação mais acelerada, no entanto, a exposição à luz não teve efeito. Nestas condições experimentais, conclui-se que o fator luminosidade tem pouca influência sobre o ácido ascórbico e antocianinas no néctar de camu-camu, e que a temperatura ambiente de armazenamento é fator negativo na estabilidade destes pigmentos.
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O presente estudo teve como objetivo processar frutos de tucumã por desidratação e pulverização e avaliar sua vida-de-prateleira em diferentes tipos de embalagens e temperaturas de armazenagem. A parte comestível do fruto foi desidratada, triturada e passada em tamisador para padronização do diâmetro dos grânulos, embalada em três diferentes tipos de embalagens (plástico polietileno, laminado e lata de aço) e armazenada em diferentes temperaturas (4 e 24 °C). Os frutos in natura e desidratados foram analisados quanto a umidade, pH, acidez, açúcares totais e redutores, proteínas, lipídios, cinzas, carboidratos, energia, β-caroteno e equivalente de retinol. O tucumã desidratado e pulverizado foi analisado a cada 30 dias durante 150 dias de armazenagem quanto aos índices de peróxido, de acidez e de iodo e também quanto aos parâmetros microbiológicos. Os constituintes que se destacaram, tanto no fruto in natura quanto no desidratado e pulverizado, foram: lipídios, carboidratos e, conseqüentemente, energia e β-caroteno. Em relação à vida-de-prateleira, todos os tratamentos apresentaram boa estabilidade química e microbiológica durante os 150 dias de armazenamento. Conclui-se que o tucumã desidratado e pulverizado, independente do tipo de embalagem e temperatura de armazenamento, pode ser estocado e consumido por até 150 dias, além de seu potencial nutricional como fonte de energia e β-caroteno.
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Visando o aproveitamento de frutos amazônicos e atender à demanda crescente por novos produtos no mercado, foi formulada e avaliada a aceitabilidade e vida-de-prateleira da geléia de cubiu contendo xilitol em substituição à sacarose. Os frutos procedentes da Estação Experimental do Ariaú do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia foram branqueados, despolpados, triturados, peneirados e acondicionados em embalagens plásticas à temperatura de -20 ± 1 °C até o momento da utilização. Concomitantemente, uma alíquota da polpa foi analisada quanto à umidade, proteínas, lipídios, fibras solúveis e insolúveis, cinza, pH, acidez total, açúcares totais e redutores, e compostos fenólicos. Para a formulação da geléia com uso de xilitol e convencional foi utilizada a proporção de 1:1 (polpa:xilitol e polpa:sacarose), respectivamente. A mistura foi concentrada até a obtenção de 65 °Brix , com ajuste de pH e adição de pectina. As geléias foram avaliadas quanto aos teores de proteínas, lipídios, cinza, pH, acidez, açúcares e compostos fenólicos e a vida-de-prateleira por meio de análises físico-química, microbiológica e sensorial, mensalmente, por um período de 180 dias. Os resultados demonstraram que não houve diferença estatística entre a aceitabilidade das geléias à base de xilitol e convencional, e que ambas apresentaram estabilidade físico-química e microbiológica durante o seu armazenamento. O xilitol pode ser uma alternativa viável em substituição à sacarose para o preparo de geléia de cubiu.
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Dentro del marco del aborto involuntario recurrente (AIR), se han propuesto causas autoinmunes y alogénicas, e implementación de terapias como la inmunización activa con leucocitos alogénicos de la pareja o de donantes. La evidencia disponible en cuanto a la efectividad de estos tratamientos es contradictoria, por lo que se desea realizar una revisión sistemática para evaluar la efectividad de la inmunización activa con leucocitos alogénicos de la pareja o de donantes para esta condición. Se realizó un estudio tipo revisión sistemática de la literatura, usando las siguientes bases de datos: Medline, Embase, Cochrane Library y Scielo. Se realizó una búsqueda a través del registro de ensayos clínicos del Instituto Nacional de Salud de los Estados Unidos (www.clinicaltrials.gov) y, una búsqueda manual a través de las referencias de los estudios seleccionados siguiendo la estrategia de bola de nieve. Se seleccionaron ensayos clínicos y estudios de cohorte analítica, en idioma inglés y español. Se realizó un análisis cuantitativo de la información por medio de un metaanálisis. El tratamiento inmunomodulador con linfocitos puede considerarse como una terapia efectiva para mantener la gestación y lograr recién nacido vivo según resultados estadísticos; sin embargo la calidad de los estudios incluidos es baja, por lo que no se aconseja para la práctica rutinaria. Se sugiere la realización de estudios con metodologías robustas y que apoyen los resultados presentados en esta investigación.
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Resumen tomado de la publicaci??n
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The integrin alpha(IIb)beta(3) plays a critical role in mediating clot retraction by platelets which is important in vivo in consolidating thrombus formation. Actin-myosin interaction is essential for clot retraction. In the present study, we demonstrate that the structurally distinct Src kinase inhibitors, PP2 and PD173952, significantly reduced the rate of clot retraction, but did not prevent it reaching completion. This effect was accompanied by abolition of alpha(IIb)beta(3)-dependent protein tyrosine phosphorylation, including PLCgamma2. A role for PLCgamma2 in mediating clot retraction was demonstrated using PLCgamma2-deficient murine platelets. Furthermore, platelet adhesion to fibrinogen leads to MLC phosphorylation through a pathway that is inhibited by PP2 and by the PLC inhibitor, U73122. These results demonstrate a partial role for Src kinase-dependent activation of PLCgamma2 and MLC phosphorylation in mediating clot retraction downstream of integrin alpha(IIb)beta(3).
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Introduction: TLR-4 has also been identified as a receptor for endogenous alarmins, which are increased post transplantation. TLR-4 has also been associated with a polymorphism that could impact graft outcome. Objective: To assess the expression of TLR-4 in kidney transplant patients carrying or not a polymorphism. Methods: TLR-4 polymorphism (A299G/T399I) was studied in 200 renal transplant patients. Healthy volunteers were also enrolled as control group. The polymorphism analysis was performed using restriction enzymes technique (RFLP). Functionality of TLR-4 polymorphism was assessed in samples from controls by quantification of TNF-alpha after LPS stimulus. TLR-4 and -2 expressions were also analyzed by flow cytometry. Results: TLR-4 polymorphism was present in 8.5% of renal transplant patients. This polymorphism was associated with impairment in TNF-alpha secretion. In general, in renal transplant patients, TLR-4 expression in monocytes and in neutrophils was lower than in health volunteers. TLR-2 and TLR-4 expressions in healthy volunteers with A299G/T399I TLR-4 polymorphism was higher than in wild-type genotype healthy volunteers (p<0.01 and p<0.05, respectively), and also higher than A299G/T399I TLR-4 polymorphism renal transplant patients (p<0.05). TLR-2 expression on neutrophils in wild-type genotype renal transplant patients was higher compared to wild-type genotype healthy volunteers, and was also higher in relation to A299G/T399I kidney transplanted patients (p<0.01). Conclusion: Stable renal transplant patients with TLR-4 polymorphism have a lower expression of TLR-4 and TLR-2 receptors in peripheral mononuclear cells, which ultimately indicate a less responsiveness for alarmins. (C) 2010 Elsevier B.V. All rights reserved.
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Little is known about clinical differences associated with cytomegalovirus (CMV) infection by distinct strains in renal transplant patients. Different clinical pictures may be associated with specific viral genotypes. viral load, as well as host factors. The objective of this study was to identify CMV strains to determine viral load (antigenemia), and their correlation with clinical data in renal transplant recipients. Seventy-one patients were enrolled, comprising 91 samples. After selection, polymorphonuclear cells were used to amplify and sequence the gB region of CMV DNA. The sequences were analyzed to ascertain the frequency of different genotypes. Additionally, the results of this Study showed that the gB coding gene presents a great variability, revealing a variety of patterns: classical gB (1.4%), gB1V (46.4%), classical gB2 (35.2%), gB2V (2.8%), gB3 (1.4%), classical gB4 (4.9%) and gB4V (4.9%). The mean viral load in kidney transplant patient was 75.1 positive cells (1-1000). A higher viral load was observed in patients with genotype 4 infection. Statistically significant differences were detected between gB1 and gB4 (p=0.010), and between gB2 and gB4 (p=0.021). The average numbers of positive cells in relation to clinical presentation were: 34.5 in asymptomatic, 49.5 in CMV associated syndrome and 120.7 in patients with invasive disease (p=0.048). As a group, gB1 was the most frequent strain and revealed a potential risk for developing invasive disease. Viral load also seemed to be important as a marker associated with clinical presentation of the disease. (C) 2008 Elsevier B.V. All rights reserved.
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Heme oxygenase-1 (HO-1) has a microsatellite polymorphism based on the number of guanosine-thymidine nucleotide repeats (GT) repeats that regulates expression levels and could have an impact on organ survival post-injury. We correlated HO-1 polymorphism with renal graft function. The HO-1 gene was sequenced (N = 181), and the allelic repeats were divided into subclasses: short repeats (S) (< 27 repeats) and long repeats (L) (>= 27 repeats). A total of 47.5% of the donors carried the S allele. The allograft function was statistically improved six months, two and three yr after transplantation in patients receiving kidneys from donors with an S allele. For the recipients carrying the S allele (50.3%), the allograft function was also better throughout the follow-up, but reached statistical significance only three yr after transplantation (p = 0.04). Considering only those patients who had chronic allograft nephropathy (CAN; 74 of 181), allograft function was also better in donors and in recipients carrying the S allele, two and three yr after transplantation (p = 0.03). Recipients of kidney transplantation from donors carrying the S allele presented better function even in the presence of CAN.
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Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em Administração da Universidade Municipal de São Caetano do Sul
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Trata da aferição e análise da eficiência econômica e administrativa do ISS na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Caracteriza o ISS, sob enfoque administrativo, econômico, legal e político, bem como a RMSP, do ponto de vista político, geográfico e econômico. Analisa as estatísticas de arrecadação tributária da mencionada região, bem como dos municípios que a compõem. Aponta as vantagens de se ter um sistema de arrecadação tributária eficiente, além de sugerir pesquisas complementares sobre o referido assunto.
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Este trabalho objetiva analisar e contribuir com o gerenciamento de riscos de preços dentro da indústria sucroenergética brasileira, mais especificamente da região Centro-Sul do país, que é a maior processadora de cana-de-açúcar de todo o mundo. Esta indústria tem características peculiares, tanto quanto às formas de comercialização de seus produtos finais – notadamente o açúcar e o etanol – quanto de sua estrutura de custos, onde a cana-de-açúcar representa algo da ordem de 70% do custo total de produção destes produtos. Assim, a proposição aqui implícita passa por uma abordagem específica para o gerenciamento de riscos de preços destas empresas, definindo como principal fator de risco o distanciamento entre os preços das vendas de açúcar travados em mercado organizado de futuros frente aos preços do açúcar apurados dentro da metodologia Consecana e que formam os preços do principal insumo produtivo destas empresas, a cana-de-açúcar. Assim, com uma abordagem empírica é feita uma análise sobre uma amostra de 1.138 ações de fixações de preços ocorridas durante o ano-safra 2012-13, revelando um comportamento de atuação no mercado futuro por parte destas empresas de maximização do valor da firma. Além disso, serão identificados os principais fatores idiossincráticos e sistêmicos que influenciam o retorno que estas empresas obtêm da comercialização de açúcar para o exterior, bem como os fatores que influenciam a tomada de decisão por parte destas empresas.