999 resultados para Imaginário religioso


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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História (Especialidade em História Económica e Social Medieval)

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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em Antropologia.

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pp. 219-230

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pp. 83-93

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Dissertação do Mestrado em Didática das Línguas

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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Estudos Portugueses (Área de Especialização em Estudos Literários)

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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Filosofia, área de especialização em Estética

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Para um poeta fenomenologista, o espaço deve ser todo o lugar visível e de alguma forma alcançável, tal como o tempo deve ser todas as durações que possam fazer parte da nossa experiência de sujeitos. Caso contrário, mergulhamos numa dimensão espácio-temporal puramente idealista. O imaginário phantástico', que trabalha com estes ideais - por oposição ao imaginário real, que diz respeito às visões fenomenologistas -, è, em geral, o responsável pelas visões poéticas do espaço e do tempo. Poucos poetas resistem a não falar destas duas categorias. E poucos o fazem com acerto filosófico. Por julgarmos tudo saber sobre o espaço e o tempo, parece fácil poetar sobre os efeitos que exercem sobre sujeitos quase sempre deles sofredores. Sophia tem sido apontada como um modelo de poeta que controla como poucos as metáforas possíveis do espaço e do tempo. Iremos refutar este pré-conceito.

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Nas vésperas dos milênios todas as retrospectivas são legítimas, da mesma forma que a futurologia cria adeptos.Vive-se um tempo verdadeiramente intermédio, entre um certo passado mitificado e um futuro imaginário, mais ou menos aterrorizador, desvalorizando afinal o "nosso tempo" - aquele de que deverá nascer o real futuro, para o bem e para o mal. E com isto pretende-se apenas dizer duas coisas muito simples: 1ª questão: em todos os tempos houve quem imaginasse, desenhasse e implementasse o futuro - um futuro que, afinal, é o nosso passado; 2ª questão, decorrente da anterior: todos os dias estamos a estabelecer os alicerces do futuro, a criar (ou a negar) as condições para um evoluir, para um acertar de agulhas, para um ajuste entre instituições e sociedade, numa tendencial aproximação ao futuro, seja ele constmído em espiral, como querem algumas escolas, ou revele retrocessos, como o nosso próprio século mostrou que podem existir. Porque a história é uma ciência complexa, poderemos fixar uns tantos pontos de partida, isto é, deveremos estabelecer rigores metodológicos que balizem o nosso trabalho

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Trabalho de Projecto Apresentado à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, para Cumprimento dos Requisitos Necessários à Obtenção do Grau de Mestre em Gestão do Território, na Área de Especialização de Planeamento e Ordenamento do Território.

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Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Ciências da Comunicação, vertente Cinema e Televisão,

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A Ciência na Universidade, tema deste Encontro Interdisciplinar, concentra a própria natureza e a razão de ser desta instituição de ensino, já que é a Ciência e a sua investigação actualizada que constituem a matéria-prima e o próprio processo da sua laboração, numa relação pedagógica entre os vários sujeitos intervenientes. A Literatura, para além do seu objecto próprio, enquanto Poética ou Ciência do Literário, representa um corpus aberto aos vários domínios do saber, cruzando-se interdisciplinarmente com as outras ciências sociais e humanas. Mas a chamada literatura de viagens, enquanto expressão da experiência humana de deambulação e de encontro físico e cultural com a pluralidade de espaços, está particularmente vocacionada, mais do que qualquer outro gênero ou subgénero, para o diálogo intercultural com todas as ciências. Ela própria, no cruzamento entre o real e o imaginário, mas sempre na esfera do vivido, institui a descrição do mundo percepcionado, a physis e o anthropos. Esta descrição não é feita com critérios científicos, mas o objecto representado reenvia elementos de convergência com o da natureza das várias ciências, pelo que usamos a designação de paraciência como expressão de tal convergência.

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A técnica revela hoje de maneira inequívoca a sua natureza paradoxal: é no nosso tempo que a nossa experiência do mundo se toma tanto mais dependente dos objectes técnicos quanto menos nos damos conta da sua presença e do seu funcionamento. É pelo facto de a nossa época ser em grande medida determinada pelo funcionamento, não de utensílios, instrumentos eu máquinas, mas de dispositivos artificiais que a intervenção da técnica atinge um nível incalculável de performatividade, tomando-se, per conseguinte, tanto mais indiscemível quanto mais naturalizada e incorporada nos mais diversos domínios da experiência. Ao longe dos últimos séculos, o imaginário que alimentou a invenção técnica foi sobretudo dominado per projectes de produção e de transformação da natureza. É este imaginário que os mais recentes dispositivos técnicos parecem contrariar, uma vez que se inscrevem, antes, num claro processo de tecnicização da experiência, envolvendo dimensões que, até ao nosso tempo, pareciam escapar ao domínio da tecnicidade, tais como as dimensões bélicas, éticas, estéticas, lúdicas, sexuais e competitivas. Deste modo, de entre os objectivos que mobilizam o imaginário inventivo, não é o da produção, mas o de acondicienamente dos corpos, tanto individuais como colectivos, que parece hoje determinante. Os neves dispositivos técnicos asseguram, por conseguinte, um largo espectro de funções, que atingem já praticamente a totalidade da experiência de mundo, desde es processos de gestão burocrática da vida colectiva e da vida individual, aos procedimentos de planificaçãe das decisões, tanto em matéria econômica, come nos domínios do urbanismo, da educação, da saúde e da precriação.

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Propomos neste texto uma nova leitura da Farsa dos Físicos, relacionada com a alimentação gorda do Carnaval e os jejuns da Quaresma, os quatro humores e os rituais do calendário religioso e profano. A Farsa dos Físicos foi certamente representada perante a corte portuguesa na Terça-feira de Entrudo^ dia 9 de Fevereiro do ano bissexto de 1524, ano em que o domingo de Páscoa calhou a um 27 de Março. A. da Rocha Brito^ é de opinião que a farsa data de 1524, opinião essa partilhada por Maximiano Lemos^ e os investigadores Israel Salvator Révah e Augusta Ventura"^. No entanto, Braamcamp Freire defende a data de 1512 enquanto Paul Teyssier não se pronuncia. A farsa foi proibida pelo Index do Vaticano de 3 de Julho de 1551, certamente pelo tema e pelas blasfêmias proferidas pelo clérigo, juntamente com outras seis peças^, mas será publicada na Compilação de todas as obras, editada pela filha e o filho do dramaturgo, em 1562.