1000 resultados para Formulación estratégica


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Jesús García Gil, vicerector de Projectes Estratègics i Economia de la Universitat refelxiona sobre el concepte d'excel·lència universitària i explica la participació de la UdG en la segona convocatòria del Campus d'Excel·lència Internacional

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La tesis doctoral "Urbanismo Ambiental y Evaluación Estratégica" investiga y propone un renovado papel del urbanismo y muy especialmente de la ordenación del territorio como instrumentos no tan sólo de valor para la protección del medio ambiente sino también para la consecución de las políticas hacia un desarrollo sostenible. Con tal fín se reflexiona y potencia la visión/función del suelo como recurso ambiental, también en su función urbanística, y de su mano las consecuencias e interacciones que tal conceptuación puede tener en la Comunidad Europea desde su competencia compartida con los Estados Miembros en materia de medio ambiente, concretamente en su capacidad para incidir, mediante técnicas normativas y no normativas en el urbanismo y la ordenación del territorio en cuanto instrumentos de regulación y ordenación del recurso ambiental suelo. En esta nueva andadura del urbanismo ambientalizado o, si se prefiere, en la carrera hacia el desarrollo urbanístico sostenible, la técnica de evaluación ambiental estratégica de determinados planes y programas se revela como fundamental, especialmente si se consigue que su transposición a los ordenamientos internos de los Estados Miembros se lleve a cabo con pleno respeto a las notas insosyalables defendidas en la tesis de técnica preventiva y no reparativa, dinámica, con capacidad de incidencia en la elección misma del modelo de plan y con miras finalistas a la sostenibilidad. Con ella podrá generalizarse el urbanismo ambiental y acelerarse el proceso de revisión que tienen pendiente las materias de urbanismo y ordenación del territorio desde la nueva concepción del suelo como recurso ambiental y mediante la recepción e integración de los principios ambientalistas.

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O presente artigo tem como objectivo demonstrar que a credibilização e dignificação institucional da área científica do Turismo junto da tutela ministerial não é uma questão de esforço de demonstração das bases epistemológicas do Turismo, mas sim uma questão de concertação estratégica da emergente comunidade de investigadores do Turismo. Parte-se do pressuposto de que a emancipação das áreas científicas é um processo complexo e gradual que inclui 3 dimensões relevantes: (1) epistemológica; (2) social e económica; (3) político-institucional e identitária. São formuladas duas hipóteses: a primeira hipótese assume que, na atribuição do estatuto de autonomia a áreas científicas, a dimensão político-institucional e identitária tem primazia sobre a dimensão epistemológica; a segunda hipótese sustenta que a crescente importância social e económica do Turismo tem servido para atrair financiamentos para as universidades, subsidiando projectos e grupos de investigação atomizados pelas diversas unidades de I&D das várias ciências sociais reconhecidas (Economia, Geografia, Sociologia, Antropologia, etc…), sendo este facto um obstáculo à autonomização do Turismo como área científica interdisciplinar. Estas duas hipóteses obtiveram corroboração empírica através da análise da lista de áreas científicas da FCT e da distribuição dos grupos de investigação do Turismo pelas diversas unidades de I&D reconhecidas e avaliadas pela FCT em 2007. É ainda aventada a hipótese, a qual só o tempo poderá validar, segundo a qual a emergente comunidade de investigadores do Turismo, maioritariamente vinculada ao Politécnico, tentará contrariar a actual tendência de espartilhamento disciplinar, apostando cada vez mais na criação de grupos de investigação interdisciplinares, o quelevará ao reconhecimento dos Estudos do Turismo como área científica autónoma. Assume-se ainda que a dignificação dos Estudos do Turismo passa pela sua emancipação, a qual tarde ou cedo será conseguida, como o resultado cumulativo das seguintes linhas evolutivas: (1) a crescente aposta na formação pós-graduada em Turismo; (2) a criação de novas unidade de investigação em Turismo nas instituições de ensino onde existem Mestrados e Doutoramentos em Turismo; (3) o contínuo esforço de dignificação do Ensino Politécnico; (4) a procura de pontos de referência em outros países, onde o ensino e a investigação têm forte tradição.

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O objetivo deste estudo foi de analisar os modelos e funções dos planejamentos estratégicos adotados nas instituições de ensino superior (IES) de Palmas, Tocantins. Procuramos, para tanto, enfatizar três grandes práticas empresariais globais que fazem parte do contexto das universidades: a competitividade, visualizada pela introdução da inovação e de novas tecnologias; a mercantilização da educação, que emergiu da forma como a educação é tratada - ‘mercadoria’- e, assim, reflete sobre a autonomia universitária; e, por último, o planejamento estratégico, que tomou grande proporção de uso no ensino superior nas últimas décadas. Frente ao exposto, a questão central que conduziu a pesquisa foi: como as práticas empresariais globais (planejamento estratégico, competitividade e mercantilização da educação) têm influenciado os modelos de gestão adotados pelas universidades frente aos desafios que enfrentam no tocante à oferta da educação superior e como os planejamentos estratégicos expressam essa influência? Nesse sentido, analisamos os documentos dos planejamentos estratégicos de duas IES, uma pública e outra privada, de forma a evidenciar suas diferenças e similaridades por meio dos modelos de gestão e suas principais funções, bem como entrevistamos os gestores das IES sobre suas concepções em relação à influência das práticas empresariais globais quanto ao planejamento estratégico. Como resultado das análises e das entrevistas realizadas, concluímos que o planejamento estratégico é utilizado, pelas IES, como importante ferramenta para formar a imagem institucional, pensar a universidade no futuro, evitar retrabalhos e, principalmente, melhorar os serviços prestados à sociedade.

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A presente dissertação consiste num trabalho de investigação descritivo e exploratório, cujo principal objetivo é conhecer a eficácia da comunicação interna na organização. Atualmente tem-se apontado que a comunicação interna é um dos fatores geradores de comprometimento. Como as organizações são sistemas complexos, esta é uma ferramenta que pode favorecer a unidade organizacional. A comunicação interna é uma condição essencial para o bom funcionamento das organizações e um diferencial competitivo num mercado cada vez mais concorrencial. As organizações que possuem bons sistemas de comunicação interna são capazes de atingir melhores condições de planeamento estratégico, onde a informação flui com mais rapidez e facilidade.

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El creciente interés en la comunicación y la información ha planteado la necesidad de repensar cómo, a partir de las clásicas libertades de expresión y opinión y la más moderna libertad de información, se ha protegido la posibilidad de las personas de comunicarse. El derecho no es un campo neutral, refleja relaciones de poder aunque paradójicamente su finalidad sea brindar reglas para el tratamiento de estas relaciones y probables conflictos, dentro de un cierto orden de civilidad. En el campo de la comunicación, como en todos, la intervención desde el derecho ha variado según las necesidades de cada momento histórico.

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El presente estudio tiene como objetivo la implementación de un Cuadro de Mando Integral para una empresa que ofrece servicios informáticos a la pequeña y mediana empresa en la ciudad de Quito. Se parte exponiendo el marco conceptual, el cual se enfoca en la estrategia y la metodología para implementar un Cuadro de Mando Integral y sus indicadores en las perspectivas financiera, del cliente, del proceso interno y de aprendizaje. Una vez definida la metodología, se procede presentando a la empresa, a través de su misión, visión, estructura organizacional y todos los aspectos relevantes de la misma, necesarios para establecer las bases del Cuadro de Mando Integral. A continuación se realiza la construcción del Cuadro desarrollando los objetivos estratégicos, su mapa estratégico y posteriormente se definen indicadores y metas para cada una de las cuatro perspectivas, lo que finalmente permite presentar el Cuadro de Mando Integral de la empresa. El trabajo permite concluir que el Cuadro de Mando Integral es una herramienta para la alta gerencia que permite mejorar su gestión al enfocarla en los aspectos estratégicos y permitir un monitoreo de sus indicadores.

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Esta tesis pretende analizar las prácticas etnoeducativas implementadas en el Colegio 19 de Noviembre ubicado en la comunidad rural afroecuatoriana, La Concepción, de la región Carchi, asentada discretamente en las faldas de la cordillera tremenda. Este trabajo explora el proceso de la etnoeducación, en el colegio al respecto de sus retos, sus triunfos, y sus participantes, y las complejidades epistemológicas de poder e identidad que se enredan en el proceso. La etnoeducación pretende crear nuevas lógicas educativas las cuales incluyen la enseñanza sobre la cultura y la historia afroecuatoriana e intentan recuperar el conocimiento afro perdido y excluido a través de años de colonialismo y neocolonialismo. Esta investigación intenta identificar los desafíos que enfrentan el proyecto etnoeducativo y los éxitos que le inspiran en La Concepción. Desde esta perspectiva, esta tesis se realiza un análisis de las prácticas aplicadas en el colegio rural, de población afroecuatoriana, y las respuestas de los jóvenes allí. Indagaba sobre las siguientes preguntas: ¿Cuáles son las prácticas etnoeducativas que contribuyen al mejoramiento de la calidad de la educación en La Concepción, y qué aportes ofrecen estas prácticas para la construcción de nuevos espacios socio-políticos de participación juvenil? ¿Cómo están construyendo los docentes los espacios educativos de las prácticas de etnoeducación para la participación juvenil como espacios de transformación? ¿Cómo reciben estas prácticas etnoeducativas los jóvenes?

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El propósito central de este trabajo de investigación es explorar la factibilidad teórica y práctica de plantear una formulación del derecho humano a la comunicación como condición de posibilidad de la participación de los sujetos sociales, teniendo en cuenta las tensiones que operan actualmente en el discurso de los derechos humanos y la dinámica resignificación de las nociones de democracia. Desde esta perspectiva la presente tesis ha sido organizada en cuatro capítulos, el primero ofrece una panorámica crítica de las complementariedades, tensiones y potencialidades de dos nociones conceptuales: los derechos humanos y la democracia. Para los fines de este trabajo éstas actúan como categorías explicativas y como contexto conceptual del problema que hemos identificado; problema cuyo enunciado central consiste en que: la noción hegemónica de democracia liberal ha instrumentalizado la construcción, uso y apropiación de los derechos humanos tradicionalmente relacionados con la comunicación para, contrariamente a su pretensión original, constreñir la potestad deliberativa de los ciudadanos desde la que es posible construir, de-construir y reconstruir permanentemente la participación en democracia. En el segundo capítulo se ensaya una formulación conceptual de los derechos tradicionalmente relacionados con la comunicación, procurando ofrecer una interpretación técnico-jurídica de su contenido y alcances. En ese sentido las nociones conceptuales que se formulan no sustituyen a las formulaciones legales vigentes, pero si pretenden orientar la interpretación de sus alcances mínimos con sentido integrador. El tercer capítulo realiza una revisión sinóptica del problema de la fundamentación desde la categoría de los derechos humanos, al cual se ve o se vería avocado a responder, cualquier intento de formulación del derecho humano a la comunicación que busque un presupuesto filosófico como sustento de sus pretensiones de universalidad. Finalmente el capítulo cuarto realiza un examen de los esfuerzos contemporáneos para formular el derecho a la comunicación y propone una nueva formulación de éste. Esta nueva formulación plantea ser insumo para avanzar en la tarea de su compleja confección jurídica, por lo que se ha incluido un examen de eficacia normativa destinado a visibilizar los problemas que la formulación de este derecho implica.

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El presente trabajo de investigación procura dar respuestas válidas a la problemática generada por un mal manejo de las relaciones interpersonales de los docentes que integran la Institución Escolar. En este contexto y de manera específica hablaremos de los conflictos que se han generado en la Escuela Concentración Deportiva de Pichincha, al percibir un ambiente de intolerancia entre los docentes de la institución, debido a falencias en las interrelaciones; resulta interesante poner de relieve uno de los conflictos que como ejemplo se presenta desde años atrás y es, el que se produce por las relaciones interpersonales tirantes con el tutor del departamento psicopedagógico, ocasionándose una confusión en los roles que debe cumplir cada profesional en sus diversos espacios laborables, con los niños que poseen necesidades educativas especiales, sin el cumplimiento de las recomendaciones psicopedagógicas y el irrespeto a los horarios para el desarrollo de las capacidades en este grupo de niños. Se ha sostenido y se pone de manifiesto por parte de algunos profesionales que este conflicto se agudizó por la falta de capacitación en el manejo de las relaciones interpersonales que generan malestar entre algunos docentes. Para aquello proponemos la formulación, aplicación y evaluación de un plan de capacitación en el manejo de relaciones interpersonales.

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Por medio del presente estudio se pretende realizar la formulación de una metodología para la administración del riesgo operacional, de acuerdo a las normas vigentes emitidas por la Superintendencia de Bancos y Seguros, y las recomendaciones realizadas por el Comité de Basilea. Se ha tomado como eje del estudio a la Sociedad Financiera FINCA S.A., por medio de la cual se ha realizado un seguimiento de cómo se encuentra estructurada la gestión de riesgo operacional, y en base a los resultados obtenidos se ha podido realizar ciertas recomendaciones que pueden ayudar a una mejor gestión de acuerdo a la metodología recomendada por el Comité de Basilea y adicionalmente a los lineamientos del ente de Control. Para poder realizar las recomendaciones pertinentes para la gestión de riesgo operacional se ha tomado en cuenta los diversos temas concernientes a la implementación y requisitos que se debe tener para la gestión de este riesgo en particular, el mismo que tiene la misma importancia y su propia metodología como lo son el riesgo de mercado y liquidez, y el riesgo de crédito. Dentro del estudio se indica la base conceptual inicial por medio de la que se parte como punto directriz, siguiendo con los requisitos indispensables para una adecuada gestión de riesgo operacional, tales como la elaboración de auto evaluaciones, mapas de riesgos, bases de datos, entre otras. Es así que una vez conocida la base conceptual que se encuentra detrás de una correcta gestión de riesgo operacional, se estará en capacidad de conocer cuales son las principales amenazas reales o potenciales que afectan a la entidad en su conjunto (Identificación), de igual forma se podrá determinar cuál es el impacto ocasionado por los riesgos identificados en la entidad, el cual se podrá determinar por medio criterios cualitativos o cuantitativos (Evaluación), para luego poder verificar la evolución de los riesgos que han sido identificados (Seguimiento) y finalmente poder realizar las acciones que se encaminen a reducir el impacto del riesgo evaluado (Control y Mitigación).

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La presente tesis analiza las relaciones del Ministerio del Ambiente (MAE), con el Fondo Ambiental Nacional, FAN, en el marco de la alianza estratégica que mantienen para apoyar la conservación de la biodiversidad del Sistema Nacional de Áreas Protegidas, SNAP. Con este enfoque, se revisa puntualmente el marco jurídico e institucional para la gestión de la biodiversidad en general y del SNAP en particular; y en este contexto se resume la trayectoria del SNAP, su conformación, problemática y situaciones recurrentes de debilidades para su gestión, desde 1973 hasta la actualidad. Se revisan el contexto político y económico que motivaron la creación y luego puesta en marcha del FAN; sus características legales y organizacionales, ámbito de acción y enfoque estratégico; así como las características de la alianza MAE FAN, direccionada a apoyar al MAE en la gestión de recursos financieros que apoyen la gestión del SNAP, la cual se agravó como resultado de la implementación en 1998 de la Ley Especial de Galápagos, que eliminó los fondos que subsidiariamente recibía el SNAP. Se analiza los sistemas y modelos de gestión, tanto del MAE, como del FAN, para ubicar en ellos los arreglos institucionales realizados para implementar la alianza de apoyo al SNAP; y en este sentido se describen el diseño, elaboración e implementación del Fondo de gastos operativos básicos, para las áreas protegidas, FAP, como un mecanismo de capitalización de un fondo patrimonial cuyos rendimientos se destinan a apoyar la gestión de las áreas protegidas del SNAP; mecanismo implementado conjuntamente por las dos entidades desde el 2002. Luego de una revisión de la implementación de los macro procesos del Fondo de áreas protegidas: FAP, se analizan los planes estratégicos del SNAP y del FAN, para ubicar los avances, reflexionar sobre los problemas recurrentes; y en base de ello proceder a proponer recomendaciones que fortalezcan la alianza MAE y FAN, tanto en la implementación del FAP, como en potenciales temas de interacción entre el MAE y el FAN, para un fortalecimiento más integral a la gestión del SNAP como un objetivo de país, a cuyo cumplimiento el FAN debe contribuir de manera más eficiente y con la consiguiente corresponsabilidad del MAE.

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El presente trabajo desarrolla un análisis de la metodología requerida para llevar a cabo un ejercicio de planificación en una empresa de servicios del Distrito Metropolitano de Quito, basándose en los métodos de la prospectiva. La parte inicial de este trabajo se realizó mediante el análisis del entorno externo e interno de la organización y los elementos que considera la matriz de Fortalezas, Oportunidades, Debilidades y Amenazas (FODA) al momento de efectuar el diagnóstico de la empresa como parte del proceso de formulación de la estrategia. Complementariamente se hace un análisis reflexivo sobre el uso de las herramientas de la planificación prospectiva y su aporte al diseño de la estrategia, para finalmente con esta información estructurar una caja de herramientas en la cual, la empresa objeto de estudio pueda disponer de las metodologías y los lineamientos generales más acordes con su realidad empresarial y su visión del futuro en el largo plazo, al momento de formular su plan estratégico. Para este efecto se ha considerado la revisión de los enfoques teóricos más relevantes de la planificación estratégica y la prospectiva, el análisis estratégico, la determinación del perfil de la empresa objeto de estudio y la aplicación práctica de las metodologías de la prospectiva estratégica acorde con la realidad de la empresa, para finalmente documentar el aprendizaje adquirido por la organización y el autor, a fin de que este trabajo sirva de guía al lector en procesos de intervención similares.

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El Club de Recreaciones “Granilandia”, se halla en un notable fortalecimiento institucional dentro del campo turístico, recreacional y de hospedaje. No obstante, con el desarrollo de esta propuesta del Plan Estratégico, se está aportando a generar una dinámica de gestión tanto estratégica, así como operativa; además de contribuir a la búsqueda de nuevos escenarios de escala turística. El turismo, cuya estrecha relación con el Club, ha dado pie a la configuración de un proceso de renovación, tanto en su propia concepción, como en los modos y medios de gestión que se están llevando a cabo. En las diferentes zonas donde funcionan las filiales del Club de Recreaciones, participan dichos procesos de renovación y afrontan el futuro con el reconocimiento de sus debilidades y amenazas, pero también de sus fortalezas y oportunidades; y con el convencimiento de poder convertirse en el Club de Recreaciones más competitivo del mercado turístico nacional.

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En el presente trabajo se propone un modelo de plan estratégico, cuya aplicación se sugiere en la empresa Ponce Yepes S.A., con el objetivo de conseguir una eficiente y eficaz gestión de inventarios para la Línea de Repuestos John Deere. El estudio se ha dividido en tres capítulos, en los cuales se van estructurando progresivamente las diferentes etapas para el establecimiento del plan estratégico que se propone. El primer capítulo contiene un resumen teórico sobre la administración de inventarios, los conceptos, la clasificación y los modelos más difundidos. En el segundo capítulo se realiza el análisis de la situación actual de la empresa, enfocado a la Línea de Repuestos John Deere. Este capítulo incluye el análisis del entorno, el esquema de funcionamiento actual del sistema de inventarios, el análisis FODA, la determinación de los clientes internos y externos con sus correspondientes demandas, la elaboración y análisis de las matrices de evaluación de factores internos y externos, en forma individual y combinada; y, se presentan las listas de las estrategias a aplicarse. En el tercer capítulo se presenta la estructuración del plan estratégico, que está compuesto por la reformulación de la misión y visión, el establecimiento de objetivos globales para la gestión de repuestos John Deere, la formulación de las estrategias y políticas para alcanzar dichos objetivos y se concluye detallando el plan operativo, el cual incluye la matriz de aplicación del plan operativo, el cronograma de cumplimiento, el modelo de evaluación y seguimiento de dicho plan, y el flujo de caja del presupuesto de costos. Finalmente se presentan las conclusiones y recomendaciones resultantes del modelo de plan estratégico propuesto.