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Objective. To determine if knee alignment measures differ between African Americans and Caucasians without radiographic knee osteoarthritis (rOA). Methods. A single knee was randomly selected from 175 participants in the Johnston County Osteoarthritis Project without rOA in either knee. Anatomic axis, condylar, tibia] plateau, and condylar plateau angles were measured by I radiologist; means were compared and adjusted for age and body mass index (BMI). Results. There were no significant differences in knee alignment measurements between Caucasians and African Americans among men or women. Conclusion. Observed differences in knee rOA occurrence between African Americans and Caucasians are not explained by differences in static knee alignment. (First Release July 15 2009; J Rheumatol 2009;36:1987-90; doi: 10.3899/jrheum.081294)
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A pesquisa desta tese investiga as mediações das categorias de raça e de classe social no processo de implementação do modelo de cotas sociais da Ufes para ingresso nos cursos de graduação, entre 2006 a 2012, como parte das ações afirmativas dessa universidade. Tal modelo, para incluir a população afro-brasileira no ensino superior do Espírito Santo, respeitou estritamente os critérios de renda e de origem escolar pública, não adotando o critério étnico-racial que contemplaria especificamente os negros e os indígenas. Diante disso, o autor busca sustentar a tese de que, considerando o padrão das relações raciais brasileiras produtor de assimetrias entre grupos com marcas raciais distintas, no caso de negros e brancos, as desigualdades raciais têm na operacionalização do racismo seu mote ofensivo e poderoso, ao mesmo tempo em que a classe social isolada é insuficiente na compreensão e superação do problema racial do Brasil. Portanto, na adoção de políticas de combate às desigualdades raciais no ensino superior, caberia também a utilização de medidas etnicamente referenciadas. Autores como Hall (2008) e Fraser (2006), ao trazerem a dimensão articulada e bifocal das injustiças simbólicas e das injustiças econômicas, permitem entender a complementaridade e as dinâmicas entre ambas, deslocando-se de determinismos classistas que invisibilizam o racismo como instrumento opressor nas relações sociais. Como objetivos específicos, considera: compreender o processo de construção do modelo de cotas da Ufes, para ingresso nos cursos de graduação implementado em 2008, sob a perspectiva do debate da relação entre raça e classe; examinar as políticas de ações afirmativas como respostas às demandas históricas dos afro-brasileiros no contexto da sociedade brasileira; avaliar a posição de professores e alunos de cursos de graduação da Ufes diante do ingresso de alunos cotistas, sobretudo afro-brasileiros e pobres; e investigar a relação das políticas classistas, no caso específico das cotas sociais, na superação das assimetrias raciais. Adota como procedimentos metodológicos a metodologia dialética de pesquisa considerando todas as contradições entre raça e classe no processo de implementação de ações afirmativas na Ufes. Como instrumentos de pesquisa, utiliza entrevistas de professores e alunos cotistas e não cotistas de cursos variados da universidade, assim como documentos referentes à temática. Os resultados apontam para uma “oxigenação” da universidade depois de uma entrada maior de negros e pobres, principalmente nos cursos mais elitizados, pois as cotas operam uma dimensão pedagógica de ampliar a diversidade social na academia, trazendo outras demandas, outras 10 afetividades, outras lógicas de mundo e concepções de sociedade para a única universidade pública do Espírito Santo. Indica que os mecanismos discriminatórios e estigmatizantes interpessoais e institucionais, vividos no contexto das cotas sociais e explícitos na pesquisa, não inviabilizam a importância das ações afirmativas, pois apontam para a universidade repensar e ressignificar seus currículos e ações pedagógicas homogeneizantes no sentido de ampliar a ideia de inclusão e de democratização de seus espaços. Reitera que a raça, em seu viés político e cultural, é operante de forma relacional e independente com a classe social no contexto da produção das assimetrias raciais brasileiras, de maneira que a ação de uma não nega a ação da outra, mesmo na relação entre ambas. Enfatiza a importância do entendimento e da materialidade das ações afirmativas como políticas de reconhecimento que combateriam as desigualdades simbólicas na Ufes. Aponta a relevância das políticas de assistência estudantil, conjugadas às cotas, como políticas de redistribuição econômica, que lidariam com as dificuldades ou ausências materiais dos discentes, principalmente dos cotistas. Conclui que as cotas étnico-raciais nas universidades brasileiras são instrumentos legítimos de luta pela educação, um direito social de oportunidade dos grupos historicamente apartados de princípios constituidores da emancipação, da cidadania, dos direitos humanos, da justiça social, da igualdade e da diferença.
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PURPOSE: To assess anatomical characteristics of the aortic valve, so that they may be useful in diagnostic situations and surgical treatment. METHODS: The study analyzed 100 healthy fixed human hearts; 84% of them obtained from males, 61% of them from Caucasian individuals. The ages of the individuals ranged from 9 to 86 years (mean 30±15.5 years). The characteristics assessed related to age, sex, and race were the following: number and height of the cusps, size of the lunulae, internal and external intercommissural distance, position of the coronary ostium in relation to the aortic valve, position of the ventricular septum in relation to the aortic valve, thickness of the cusps. RESULTS: All hearts assessed had a tricuspidal aortic valve. In regard to the height of the cusps and size of the lunula, the left coronary cusp was larger, followed by the right coronary cusp and the noncoronary cusp. The internal and external intercommissural distances had mean values of 24.6±5.7mm and 19.7±7mm, respectively. In regard to the position of the coronary ostia, in one heart two ostia emerged from the left coronary sinus, and in another, the ostium was supracommissural. The mean diameter of the aorta was 21.8±3.6mm, and there were no significant sexual or racial differences, but the diameter increased progressively with the increase in age. The thickness of the cusps did not show any significant difference in the 3 points assessed. CONCLUSION: The aortic valve annulus did not show a perfect circumference, with some variations in the measurements of the annulus, in the cusps and in the relation with the ventricular septum.
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BACKGROUND: The race- and sex-specific epidemiology of incident heart failure (HF) among a contemporary elderly cohort are not well described. METHODS: We studied 2934 participants without HF enrolled in the Health, Aging, and Body Composition Study (mean [SD] age, 73.6 [2.9] years; 47.9% men; 58.6% white; and 41.4% black) and assessed the incidence of HF, population-attributable risk (PAR) of independent risk factors for HF, and outcomes of incident HF. RESULTS: During a median follow-up of 7.1 years, 258 participants (8.8%) developed HF (13.6 cases per 1000 person-years; 95% confidence interval, 12.1-15.4). Men and black participants were more likely to develop HF. No significant sex-based differences were observed in risk factors. Coronary heart disease (PAR, 23.9% for white participants and 29.5% for black participants) and uncontrolled blood pressure (PAR, 21.3% for white participants and 30.1% for black participants) carried the highest PAR in both races. Among black participants, 6 of 8 risk factors assessed (smoking, increased heart rate, coronary heart disease, left ventricular hypertrophy, uncontrolled blood pressure, and reduced glomerular filtration rate) had more than 5% higher PAR compared with that among white participants, leading to a higher overall proportion of HF attributable to modifiable risk factors in black participants vs white participants (67.8% vs 48.9%). Participants who developed HF had higher annual mortality (18.0% vs 2.7%). No racial difference in survival after HF was noted; however, rehospitalization rates were higher among black participants (62.1 vs 30.3 hospitalizations per 100 person-years, P < .001). CONCLUSIONS: Incident HF is common in older persons; a large proportion of HF risk is attributed to modifiable risk factors. Racial differences in risk factors for HF and in hospitalization rates after HF need to be considered in prevention and treatment efforts.
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BACKGROUND: The risk of end stage renal disease (ESRD) is increased among individuals with low income and in low income communities. However, few studies have examined the relation of both individual and community socioeconomic status (SES) with incident ESRD. METHODS: Among 23,314 U.S. adults in the population-based Reasons for Geographic and Racial Differences in Stroke study, we assessed participant differences across geospatially-linked categories of county poverty [outlier poverty, extremely high poverty, very high poverty, high poverty, neither (reference), high affluence and outlier affluence]. Multivariable Cox proportional hazards models were used to examine associations of annual household income and geospatially-linked county poverty measures with incident ESRD, while accounting for death as a competing event using the Fine and Gray method. RESULTS: There were 158 ESRD cases during follow-up. Incident ESRD rates were 178.8 per 100,000 person-years (105 py) in high poverty outlier counties and were 76.3 /105 py in affluent outlier counties, p trend = 0.06. In unadjusted competing risk models, persons residing in high poverty outlier counties had higher incidence of ESRD (which was not statistically significant) when compared to those persons residing in counties with neither high poverty nor affluence [hazard ratio (HR) 1.54, 95% Confidence Interval (CI) 0.75-3.20]. This association was markedly attenuated following adjustment for socio-demographic factors (age, sex, race, education, and income); HR 0.96, 95% CI 0.46-2.00. However, in the same adjusted model, income was independently associated with risk of ESRD [HR 3.75, 95% CI 1.62-8.64, comparing the < $20,000 income group to the > $75,000 group]. There were no statistically significant associations of county measures of poverty with incident ESRD, and no evidence of effect modification. CONCLUSIONS: In contrast to annual family income, geospatially-linked measures of county poverty have little relation with risk of ESRD. Efforts to mitigate socioeconomic disparities in kidney disease may be best appropriated at the individual level.
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BACKGROUND: Black women are at greater risk of obesity than are white women, perhaps because of their lower levels of physical activity. OBJECTIVE: We compared free-living activity energy expenditure (AEE) in sedentary white and black women (in overweight and normal-weight states) and in never-overweight control subjects. DESIGN: Subjects included 46 women (23 white, 23 black) studied while overweight and after reaching a normal weight and 38 female control subjects (23 white, 15 black). Diet, without exercise training, resulted in a mean weight loss of 13 kg and a body mass index (in kg/m(2)) < 25. Body composition, sleeping energy expenditure, free-living total energy expenditure, and the energy cost of activity and aerobic capacity were assessed before and after weight loss under 4-wk, diet-controlled, weight-stable conditions and in the control subjects. AEE was defined as above-sleep energy expenditure. RESULTS: No significant racial differences in body composition, before or after weight loss, were found. After weight loss, AEE and aerobic capacity increased in the white women and decreased in the black women (P < 0.05 and P < 0.02, respectively). After weight loss, but not before, the white women had a significantly higher mean AEE than did the black women (2448 +/- 979 and 1728 +/- 1373 kJ/d, respectively; P < 0.05), approximating AEEs in the white (2314 +/- 1105) and black (2310 +/- 1251) control subjects. CONCLUSIONS: Relative to the responses of the white women to diet-induced weight loss, the black women became less fit and less physically active. Induction of a normal body weight in overweight black women appeared to produce a more obesity-prone state, favoring weight relapse.
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En tant qu'acteur important de la vie politique québécoise, le mouvement des femmes a réussi à garantir de nouveaux droits pour les femmes et a fortement contribué à améliorer leurs conditions de vie. Cependant, son incapacité à reconnaître et à prendre en compte les expériences particulières des femmes qui vivent de multiple discriminations a été critiquée entre autres par les femmes autochtones, les femmes de couleur, les femmes immigrantes, les lesbiennes et les femmes handicapées. Par exemple, dans les 40 dernières années, un nombre croissant de femmes immigrantes et racisées se sont organisées en parallèle au mouvement pour défendre leurs intérêts spécifiques. Dans ce mémoire, je me penche sur la façon dont le mouvement des femmes québécois a répondu à leurs demandes de reconnaissance et adapté ses pratiques pour inclure les femmes de groupes ethniques et raciaux minoritaires. Bien que la littérature sur l'intersectionalité ait fourni de nombreuses critiques des tentatives des mouvements sociaux d'inclure la diversité, seulement quelques recherches se sont penchées sur la façon dont les organisations tiennent compte, dans leurs pratiques et discours, des identités et intérêts particuliers des groupes qui sont intersectionnellement marginalisés. En me basant sur la littérature sur l'instersectionnalité et les mouvements sociaux, j'analyse un corpus de 24 entretiens effectués auprès d'activistes travaillant dans des associations de femmes au Québec afin d'observer comment elles comprennent et conceptualisent les différences ethniques et raciales et comment cela influence en retour leurs stratégies d'inclusion. Je constate que la façon dont les activistes conceptualisent l'interconnexion des rapports de genre et de race/ethnicité en tant qu'axes d'oppression des femmes a un impact sur les plateformes politiques des organisations, sur les stratégies qu'elles mettent de l'avant pour favoriser l'inclusion et l'intégration des femmes immigrantes et racisées et sur leur capacité à travailler en coalition.
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L’objectif général de cette thèse de doctorat est de mieux comprendre comment le public interprète les nouvelles scientifiques portant sur la génétique humaine, plus précisément les nouvelles portant sur la génétique des comportements et celles portant sur la génétique des groupes raciaux. L’ouvrage prend la forme d’une thèse par article. Le Chapitre 1 introduit le lecteur aux buts et aux pratiques de la vulgarisation scientifique, présente un sommaire de la recherche sur les effets des médias, résume les principaux travaux produits par le champ de la génopolitique, et définit la structure des croyances du public à l’égard de l’influence de la génétique sur les traits humains. Le Chapitre 2 présente les fondements de la méthode expérimentale, il en explique les atouts et il offre des exemples de différents types de devis expérimentaux utilisés en science politique. Toutes les recherches produites dans cette thèse reposent au moins en partie sur cette méthode. Le Chapitre 3 présente les résultats d’une expérience de sondage qui vise à mesurer l’effet de la lecture d’une nouvelle à propos de la recherche en génétique des comportements sur des participants. L’étude démontre que le public interprète la nouvelle avec maladresse et tend à généraliser l’influence de la génétique à d’autres traits humains qui n’y sont pas mentionnés. J’avance l’hypothèse qu’un raccourci psychologique amplement documenté puisse expliquer cette réaction : l’heuristique de l’ancrage et de l’ajustement. Le Chapitre 4 présente lui aussi les résultats d’une expérience de sondage. L’étude consiste à manipuler certaines informations du contenu d’une nouvelle sur la génopolitique de manière à vérifier si certains éléments sont particulièrement susceptibles de mener à la généralisation hâtive mise en évidence dans le Chapitre 3. Les analyses suggèrent que cette généralisation est amplifiée lorsque la nouvelle présente de hauts niveaux d’héritabilité tirés d’études de jumeaux, ainsi que lorsqu’elle présente des travaux de génétique des populations visant à étudier l’origine des différences géographiques. Ce chapitre présente des recommandations à l’égard des journalistes scientifiques. Le Chapitre 5 s’intéresse à un aspect différent de la génétique humaine : celui de la génétique des races. L’objectif de cette recherche est de comprendre comment le public réagit aux travaux qui invalident l’idée selon laquelle les humains sont divisés en différentes races génétiquement distinctes. Les analyses de données transversales ainsi que les résultats d’une expérience de sondage convergent et indiquent que les conservateurs et les libéraux réagissent de manière diamétralement opposée à cette information. D’un côté, les libéraux acceptent le constat scientifique et réduisent leur impression que la génétique explique en partie les inégalités sociales; de l’autre, les conservateurs rejettent l’argument avec une intensité si forte que le rôle qu’ils attribuent aux différences génétiques s’en voit bonifié. Ces résultats sont interprétés à partir de la théorie du raisonnement motivé. Enfin, le Chapitre 6 résume les principaux constats, met en évidence les contributions que ma thèse apporte à la science politique et à la communication scientifique, et présente quelques pistes pour la recherche future.
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Introducción: El glaucoma representa la tercera causa de ceguera a nivel mundial y un diagnóstico oportuno requiere evaluar la excavación del nervio óptico que está relacionada con el área del mismo. Existen reportes de áreas grandes (macrodiscos) que pueden ser protectoras, mientras otros las asocian a susceptibilidad para glaucoma. Objetivo: Establecer si existe asociación entre macrodisco y glaucoma en individuos estudiados con Tomografía Optica Coherente (OCT ) en la Fundación Oftalmológica Nacional. Métodos: Estudio transversal de asociación que incluyó 25 ojos con glaucoma primario de ángulo abierto y 74 ojos sanos. A cada individuo se realizó examen oftalmológico, campo visual computarizado y OCT de nervio óptico. Se compararon por grupos áreas de disco óptico y número de macrodiscos, definidos según Jonas como un área de la media más dos desviaciones estándar y según Adabache como área ≥3.03 mm2 quien evaluó población Mexicana. Resultados: El área promedio de disco óptico fue 2,78 y 2,80 mm2 glaucoma Vs. sanos. De acuerdo al criterio de Jonas, se observó un macrodisco en el grupo sanos y según criterio de Adabache se encontraron ocho y veinticinco macrodiscos glaucoma Vs. sanos. (OR=0,92 IC95%=0.35 – 2.43). Discusión: No hubo diferencia significativa (P=0.870) en el área de disco entre los dos grupos y el porcentaje de macrodiscos para los dos grupos fue similar, aunque el bajo número de éstos no permitió concluir en términos estadísticos sobre la presencia de macrodisco y glaucoma.
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Objetivo: Recientemente, se han propuesto varios dispositivos de impedancia bioeléctrica (BIA) para la estimación rápida de la grasa corporal. Sin embargo, no han sido publicadas referencias de grasa corporal para niños y adolescentes en población Colombiana. El objetivo de este estudio fue establecer percentiles de grasa corporal por BIA en niños y adolescentes de Bogotá, Colombia de entre 9 y 17.9 años, pertenecientes al estudio FUPRECOL. Métodos: Estudio descriptivo y transversal, realizado en 2.526 niños y 3.324 adolescentes de entre 9 y 17.9 años de edad, pertenecientes a instituciones educativas oficiales de Bogotá, Colombia. El porcentaje de grasa corporal fue medido con Tanita® Analizador de Composición Corporal (Modelo BF-689), según edad y sexo. Se tomaron medidas de peso, talla, circunferencia de cintura, circunferencia de cadera y estado de maduración sexual por auto-reporte. Se calcularon los percentiles (P3, P10, P25, P50, P75, P90 y P97) y curvas centiles por el método LMS según sexo y edad y se realizó una comparación entre los valores de la CC observados con estándares internacionales. Resultados: Se presentan valores de porcentaje de grasa corporal y las curvas de percentiles. En la mayoría de los grupos etáreos la grasa corporal de las chicas fue mayor a la de los chicos. Sujetos cuyo porcentaje de grasa corporal estaba por encima del percentil 90 de la distribución estándar normal se consideró que tenían un elevado riesgo cardiovascular (chicos desde 23,4-28,3 y chicas desde 31,0-34,1). En general, nuestros porcentajes de grasa corporal fueron inferiores a los valores de Turquía, Alemania, Grecia, España y Reino Unido. Conclusiones: Se presentan percentiles del porcentaje de grasa por BIA según edad y sexo que podrán ser usados de referencia en la evaluación del estado nutricional y en la predicción del riesgo cardiovascular desde edades tempranas.
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La esclerosis sistémica (ES) es una enfermedad autoinmune multisistémica que afecta principalmente la piel, los pulmones, el tracto gastrointestinal, el corazón y los riñones. La enfermedad pulmonar, presente en casi el 100% de los casos, es el factor con mayor influencia en la mortalidad. El propósito de este estudio es realizar un análisis detallado de la enfermedad pulmonar por tomografía computarizada de alta resolución(TCAR) en pacientes Colombianos con ES, para lo cual se realizó un estudio de prevalencia analítica en 44 pacientes con ES valorados en el Hospital Universitario Mayor Méderi en los últimos 7 años. Los resultados mostraron características demográficas y clínicas similares a las previamente descritas. La prevalencia de enfermedad pulmonar intersticial fue alta, y los hallazgos de fibrosis pulmonar como vidrio esmerilado y panal de abejas se asociaron con la presencia del autoanticuerpo antiSCL70. La medida del diámetro esofágico por TCAR fue mayor en los pacientes con disfagia, antiSCL 70 y linfopenia, los cuales son marcadores de mal pronóstico.
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Esta revisión de la literatura tuvo como objetivo describir las actitudes hacia el VIH/SIDA, el cáncer y la Enfermedad de Alzheimer desde el modelo tripartito. Se revisaron 109 artículos publicados entre 2005 y 2015 en algunas bases de datos especializadas y herramientas de análisis de impacto. También se incluyeron fuentes secundarias ampliándose la búsqueda a los últimos 20 años (1995-2015). Los resultados mostraron que la mayoría de los estudios realizados sobre las actitudes hacia estas tres enfermedades son de tipo cuantitativo y la información se analizó con base en los componentes del modelo tripartito. Algunos aspectos sociodemográficos como el sexo y la edad están asociados con las actitudes hacia las tres enfermedades y predominan las creencias erróneas sobre ellas respecto a sus causas, curso y tratamiento. También predominan actitudes negativas hacia las tres enfermedades y las conductas e intenciones conductuales son diversas hacia cada una de ellas. No se hallaron antecedentes empíricos del estudio de la estructura de las actitudes propuesta por el modelo tripartito hacia las tres enfermedades. La Salud Pública ha liderado la investigación con base en el modelo de conocimientos, actitudes y prácticas propuesto por la OMS.
Resumo:
Pós-graduação em Ciências Sociais - FFC
Resumo:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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Registros de peso vivo, peso de carcaça, peso de cortes primários e rendimento de carcaça, provenientes do Matadouro Frigorífico da Cooperativa da Indústria Pecuária do Pará Ltda. (SOCIPE), localizada no distrito de Icoaraci, município de Belém, Estado do Pará, foram utilizados para discriminar possíveis diferenças entre fêmeas bubalinas e bovinas, abatidas durante o ano de 2007. Os registros de peso vivo foram utilizados para separar a amostra em fêmeas leves e pesadas, separadamente em cada espécie, utilizando como limiar o valor correspondente à mediana do peso vivo em cada espécie. Assim, foram compostos quatro grupos de fêmeas, bubalinas e bovinas, leves e pesadas. Para comparação entre fêmeas, vetores de médias dos pesos vivo, pesos carcaça quente, carcaça quente esquerda e direita, peso da carcaça fria, peso dianteiro, peso traseiro, peso ponta-de-agulha e peso couro, entre vacas bubalinas e bovinas, leves e pesadas, foram utilizados procedimentos de inferência multivariada. Os resultados revelaram a heterogeneidade para o peso de abate dos animais, dentro e entre espécies, não havendo um padrão bem definido de peso ideal ao abate. Vacas bubalinas obtiveram maiores pesos para componente de carcaça, quando comparadas às fêmeas do grupo bovino. Excetuando o peso da carcaça fria e a ponta de agulha, bubalinas do grupo pesado, obtiveram maiores médias quando comparadas ao grupo leve. Dentro do grupo de fêmeas bovinas não houve diferença estatística para o peso da caraça fria (P>0,05). Verifica-se que, em média, fêmeas bovinas apresentaram maior rendimento, exceto para o dianteiro. Os grupos intra-raciais apresentaram-se significativamente diferentes entre si (P<0,01). Por outro lado, não foram verificadas diferenças intra-raciais para os rendimentos de carcaças quentes, carcaça fria, dianteiro e traseiro.