250 resultados para Percentiles


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Objetivo: Este estudio describe los percentiles de la prueba de carrera de ida y vuelta 4 x 10 m en escolares de 9 a 17 años, de Bogotá, Colombia, pertenecientes al estudio Asociación de la fuerza prensil con manifestaciones tempranas de riesgo cardiovascular en niños colombianos. “FUPRECOL” Métodos: Estudio descriptivo transversal, en 2502 varones (42.7%) y 3349 mujeres (57,2%), de edades entre 9 y 17 años, pertenecientes a 24 instituciones educativas del sector oficial, en Bogotá, Colombia. La velocidad/agilidad se evaluó con la prueba de carrera de ida y vuelta 4 x 10 m (componente motor de la batería Fuprecol). Se calcularon los percentiles (P3, P10, P25, P50, P75, P90 y P97) y curvas centiles por el método LMS, según el sexo y la edad; y se realizó una comparación entre los valores de la velocidad-agilidad observados con estudios internacionales. Resultados: La edad promedio de los participantes fue 12,7 (DE 2,4) años. Al comparar por sexos, los varones presentan un mejor rendimiento en la prueba de carrera 4 x 10 m que las mujeres. En varones, el P50 osciló entre 11,9 segundos y 13,1 segundos, mientras que en mujeres el P50 osciló entre 14,3 segundos y 15,0 segundos. Al comparar los resultados de este estudio por grupos de edades y sexos, con trabajos internacionales, el P50 fue mayor al reportado en los trabajos de España, Portugal y el estudio HELENA realizado en 9 países europeos. Esta misma tendencia fue observada al comparar la media y la desviación estándar con escolares de Argentina, Francia y el mismo estudio HELENA. Conclusiones: Se registran percentiles de la prueba de carrera de ida y vuelta 4 x 10 m en función de las edades y el sexo. Estos valores pueden ser utilizados tanto para evaluar los niveles de aptitud de los estudiantes como para detectar a estudiantes cuyos niveles de condición física están por debajo de un mínimo saludable.

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OBJECTIVES: The aims of this study were to establish a Colombian smoothed centile charts and LMS tables for tríceps, subscapular and sum tríceps+subscapular skinfolds; appropriate cut-offs were selected using receiver operating characteristic analysis based in a populationbased sample of schoolchildren in Bogota, Colombia and to compare them with international studies. METHODS: A total of 9 618 children and adolescents attending public schools in Bogota, Colombia (55.7% girls; age range of 9–17.9 years). Height, weight, body mass index (BMI), waist circumference, triceps and subscapular skinfold measurements were obtained using standardized methods. We have calculated tríceps+subscapular skinfold (T+SS) sum. Smoothed percentile curves for triceps and subscapular skinfold thickness were derived by the LMS method. Receiver operating characteristics curve (ROC) analyses were used to evaluate the optimal cut-off point of tríceps, subscapular and sum tríceps+subscapular skinfolds for overweight and obesity based on the International Obesity Task Force (IOTF) definitions. Data were compared with international studies. RESULTS: Subscapular, triceps skinfolds and T+SS were significantly higher in girls than in boys (P <0.001). The median values for triceps, subscapular as well as T+SS skinfold thickness increased in a sex-specific pattern with age. The ROC analysis showed that subscapular, triceps skinfolds and T+SS have a high discrimination power in the identification of overweight and obesity in the sample population in this study. Based on the raw non-adjusted data, we found that Colombian boys and girls had high triceps and subscapular skinfolds values than their counterparts from Spain, UK, German and US. CONCLUSIONS: Our results provide sex- and age-specific normative reference standards for the triceps and subscapular skinfold thickness values in a large, population-based sample of 3 schoolchildren and adolescents from an Latin-American population. By providing LMS tables for Latin-American people based on Colombian reference data, we hope to provide quantitative tools for the study of obesity and its complications.

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OBJETIVO: Analisar a associação do sobrepeso e da obesidade com o aleitamento materno e a alimentação complementar em pré-escolares. MÉTODOS: Estudo transversal envolvendo 566 crianças matriculadas em escolas particulares no município de São Paulo, SP, 2004-2005. A variável dependente foi sobrepeso e obesidade. Para a classificação do estado nutricional das crianças foram utilizadas as curvas de percentis do Índice de Massa Corporal para idade, classificando como sobrepeso valores e"P85 e

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OBJETIVO: Avaliar a relação entre o consumo de açúcares de adição e a adequação do consumo de nutrientes e grupos alimentares em adolescentes residentes no município de São Paulo. MÉTODOS: Foram avaliados 793 adolescentes, provenientes de um estudo de base populacional, realizado em 2003. O consumo alimentar foi medido pelo recordatório de 24 horas, tendo sido aplicado método de ajuste por meio de subamostra de 195 indivíduos. O consumo de açúcares foi categorizado em adequado ou inadequado, quando ≤10% ou >10% do valor energético total da dieta, respectivamente. A adequação de ingestão de macronutrientes considerou intervalos de distribuição aceitável, e a prevalência de inadequação dos micronutrientes foi calculada pelo método Estimated Average Requirement como ponto de corte. O consumo mediano dos alimentos foi estimado além dos percentis 25 e 75. Foram utilizados testes de Qui-quadrado, Wald e mediana, com nível de significância de 5%. RESULTADOS: Identificou-se maior proporção de adolescentes com consumo adequado de carboidratos entre aqueles com maior ingestão de açúcares de adição. Todos os adolescentes apresentaram ingestão proteica dentro dos valores preconizados e verificou-se associação significativa entre a adequação de lipídeos e o consumo de açúcares de adição somente entre os adolescentes do sexo masculino. Maior porção mediana de leite, carnes, frutas, suco industrializado, refrigerante e achocolatado em pó foi identificada entre os adolescentes com consumo excessivo de açúcares de adição. CONCLUSÃO: O consumo excessivo de açúcares de adição se mostrou relacionado à menor adequação do consumo de nutrientes e à menor ingestão de alimentos de alta densidade nutritiva.

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OBJETIVO: Analisar o consumo de frutas, legumes e verduras (FLV) de adolescentes e identificar fatores associados. MÉTODOS: Estudo transversal de base populacional com amostra representativa de 812 adolescentes de ambos os sexos de São Paulo, SP, em 2003. O consumo alimentar foi medido pelo recordatório alimentar de 24 horas. O consumo de FLV foi descrito em percentis e para investigar a associação entre a ingestão de FLV e variáveis explanatórias; foram utilizados modelos de regressão quantílica. RESULTADOS: Dos adolescentes entrevistados, 6,4% consumiram a recomendação mínima de 400 g/dia de FLV e 22% não consumiram nenhum tipo de FLV. Nos modelos de regressão quantílica, ajustados pelo consumo energético, faixa etária e sexo, a renda domiciliar per capita e a escolaridade do chefe de família associaram-se positivamente ao consumo de FLV, enquanto o hábito de fumar associou-se negativamente. Renda associou-se significativamente aos menores percentis de ingestão (p20 ao p55); tabagismo aos percentis intermediários (p45 ao p75) e escolaridade do chefe de família aos percentis finais de consumo de FLV (p70 ao p95). CONCLUSÕES: O consumo de FLV por adolescentes paulistanos mostrou-se abaixo das recomendações do Ministério da Saúde e é influenciado pela renda domiciliar per capita, pela escolaridade do chefe de família e pelo hábito de fumar.

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OBJETIVO: Em 2007, a Organização Mundial da Saúde (OMS) propôs um referencial de crescimento de cinco a 19 anos, a ser utilizado em continuidade ao referencial de menores de cinco anos (de 2006), que, entre outras características, aos cinco anos de idade mostra um bom ajuste com a curva de 2006. Este estudo visa comparar os referenciais da OMS com o crescimento observado em pré-escolares brasileiros. MÉTODOS: A partir dos dados antropométricos de 2.830 crianças com idade entre três e seis anos de duas amostras das cidades de Taubaté e Santo André, em São Paulo, foram calculados os valores dos percentis (P) 5, 50 e 95 de peso, estatura e índice de massa corpórea (IMC). Os valores dos novos referenciais da OMS foram comparados a esses resultados de acordo com o sexo e a faixa etária. RESULTADOS: Nos percentis de estatura, o referencial apresentou valores próximos ou pouco superiores aos dos pré-escolares até os cinco anos. Nessa idade, a tendência se inverte, obtendo-se valores progressivamente inferiores até os sete anos. Para peso e IMC, em todas as idades consideradas, o P5 e 50 dos referenciais são pouco menores que os das crianças, mas o P95 indica uma tendência de crescimento progressivamente menor, fazendo com que, próximo aos sete anos, o P95 de IMC dos pré-escolares da amostra seja cerca de 4kg/m² maior. CONCLUSÕES: Os referenciais da OMS apontam uma prevalência menor de magreza (desnutrição) e baixa estatura entre cinco e sete anos e, ao mesmo tempo, uma elevação importante da prevalência de obesidade entre três e sete anos de idade.

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OBJETIVO: Avaliar o estado nutricional e a evolução de parâmetros antropométricos para alterações morfológicas em pacientes vivendo com o vírus da Imunodeficiência Humana ou com Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em uso de terapia antirretroviral de alta atividade. MÉTODOS: Trata-se de estudo de coorte prospectiva com duração de 12 meses, envolvendo indivíduos adultos, de ambos os sexos, em terapia antirretroviral recém introduzida. Os indicadores antropométricos estudados foram índice de massa corporal, circunferência de cintura, dobras cutâneas subescapular, biciptal e triciptal, avaliados com intervalos de três meses, totalizando 4 medidas do tempo. Variáveis foram descritas segundo mediana e percentis 25 e 75 e analisadas por ANOVA para medidas repetidas. RESULTADOS: A população estudada foi composta por 53 indivíduos, a maioria do sexo masculino (81%), entre 30 e 39 anos. Apenas a dobra cutânea subescapular apresentou significante variação no tempo (T1=13,7 vs T4=16,0; p<0,001), apontando para lipo-hipertrofia dorso-cervical. CONCLUSÃO: Os achados deste estudo, embora limitados, direcionam para a necessidade de vigilância de parâmetros antropométricos associados a alterações morfológicas, em especial, aqueles usados no diagnóstico de acúmulo de gordura abdominal e dorso-cervical.

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OBJETIVO: verificar a prevalência de sobrepeso e obesidade segundo sexo e idade em crianças de 2 a 6 anos de idade, alunos de escolas particulares no município de São Paulo. MÉTODO: foram realizadas medidas de peso e de altura para verificação do estado nutricional de oitocentos e seis crianças de ambos os sexos. Para a classificação do estado nutricional das crianças foram utilizadas as curvas de percentis do Índice de Massa Corporal (IMC = Peso (kg) / Altura² (cm)) para idade, conforme padrão de referência do Multicentre Growth Study, recomendado pela Organização Mundial de Saúde que classifica como sobrepeso valores de percentis > 85 e < 97 e para a obesidade valores < 97. Para análise da relação entre sexo, idade da criança e estado nutricional utilizou-se modelo linear generalizado de regressão múltipla (glm) com ligação logarítmica e família binomial, que permite, diretamente, a estimação das razões de prevalências. A prevalência de sobrepeso+obesidade foi 37,2 por cento para o sexo masculino e 33,4 por cento para o sexo feminino. A razão de prevalência (RP) mostrou que não existe diferença significativa entre obesidade e sobrepeso+obesidade para sexo e idade. CONCLUSÃO: observaram-se prevalências de sobrepeso e de obesidade superiores às prevalências médias da população brasileira. Os resultados encontrados neste estudo reforçam a preocupação com a obesidade infantil que aparentemente vem crescendo, em idades mais precoces como dos pré-escolares

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Background: Cationic bilayers based on the inexpensive synthetic lipid dioctadecyldimethylammonium bromide (DODAB) have been useful as carriers for drug delivery, immunoadjuvants for vaccines and active antimicrobial agents. Methods: Rifampicin (RIF) or isoniazid (ISO) interacted with DODAB bilayer fragments (BF) or large vesicles (LV). Dispersions were evaluated by dynamic light-scattering for zeta-average diameter (Dz) and zeta-potential (zeta) analysis; dialysis for determination of drug entrapment efficiency; plating and CFU counting for determination of cell viability of Mycobacterium smegmatis or tuberculosis, minimal bactericidal concentration (MBC) and synergism index for DODAB/drug combinations. Results: DODAB alone killed micobacteria over a range of micromolar concentrations. RIF aggregates in water solution were solubilised by DODAB BF. RIF was incorporated in DODAB bilayers at high percentiles in contrast to the leaky behavior of ISO. Combination DODAB/RIF yielded MBCs of 2/2 and 4/0.007 mu g/mL against Mycobacterium smegmatis or Mycobacterium tuberculosis, respectively. Synergism indexes equal to 0.5 or 1.0, indicated synergism against the former and independent action, against the latter species. Conclusions: In vitro, DODAB acted effectively both as micobactericidal agent and carrier for rifampicin. The novel assemblies at reduced doses may become valuable against tuberculosis.

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Background: We evaluated growth and nutritional status of preschool children between 2 and 6 years old from low income families from 14 daycare centers. Methods: Cross-sectional study with 1544 children from daycare centers of Santo Andre, Brazil. Body weight (W), height (H) and body mass index (BMI) were classified according to the 2000 National Center for Health Statistics (CDC/NCHS). Cutoff points for nutritional disorders: -2 z scores and 2.5 and 10 percentiles for malnutrition risk, 85 to 95 percentile for overweight and above BMI 95 percentile for obesity. Stepwise Forward Regression method was used including age, gender, birth weight, breastfeeding duration, age of mother at birth and period of time they attended the daycare center. Results: Children presented mean z scores of H, W and BMI above the median of the CDC/NCHS reference. Girls were taller and heavier than boys, while we observed similar BMI between both genders. The z scores tended to rise with age. A Pearson Coefficient of Correlation of 0.89 for W, 0.93 for H and 0.95 for BMI was documented indicating positive association of age with weight, height and BMI. The frequency of children below -2 z scores was lower than expected: 1.5% for W, 1.75% for H and 0% for BMI, which suggests that there were no malnourished children. The other extremity of the distribution evidenced prevalence of overweight and obesity of 16.8% and 10.8%, respectively. Conclusion: Low income preschool children are in an advanced stage of nutritional transition with a high prevalence of overweight.

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The application of airborne laser scanning (ALS) technologies in forest inventories has shown great potential to improve the efficiency of forest planning activities. Precise estimates, fast assessment and relatively low complexity can explain the good results in terms of efficiency. The evolution of GPS and inertial measurement technologies, as well as the observed lower assessment costs when these technologies are applied to large scale studies, can explain the increasing dissemination of ALS technologies. The observed good quality of results can be expressed by estimates of volumes and basal area with estimated error below the level of 8.4%, depending on the size of sampled area, the quantity of laser pulses per square meter and the number of control plots. This paper analyzes the potential of an ALS assessment to produce certain forest inventory statistics in plantations of cloned Eucalyptus spp with precision equal of superior to conventional methods. The statistics of interest in this case were: volume, basal area, mean height and dominant trees mean height. The ALS flight for data assessment covered two strips of approximately 2 by 20 Km, in which clouds of points were sampled in circular plots with a radius of 13 m. Plots were sampled in different parts of the strips to cover different stand ages. The clouds of points generated by the ALS assessment: overall height mean, standard error, five percentiles (height under which we can find 10%, 30%, 50%,70% and 90% of the ALS points above ground level in the cloud), and density of points above ground level in each percentile were calculated. The ALS statistics were used in regression models to estimate mean diameter, mean height, mean height of dominant trees, basal area and volume. Conventional forest inventory sample plots provided real data. For volume, an exploratory assessment involving different combinations of ALS statistics allowed for the definition of the most promising relationships and fitting tests based on well known forest biometric models. The models based on ALS statistics that produced the best results involved: the 30% percentile to estimate mean diameter (R(2)=0,88 and MQE%=0,0004); the 10% and 90% percentiles to estimate mean height (R(2)=0,94 and MQE%=0,0003); the 90% percentile to estimate dominant height (R(2)=0,96 and MQE%=0,0003); the 10% percentile and mean height of ALS points to estimate basal area (R(2)=0,92 and MQE%=0,0016); and, to estimate volume, age and the 30% and 90% percentiles (R(2)=0,95 MQE%=0,002). Among the tested forest biometric models, the best fits were provided by the modified Schumacher using age and the 90% percentile, modified Clutter using age, mean height of ALS points and the 70% percentile, and modified Buckman using age, mean height of ALS points and the 10% percentile.

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Background: There is a paucity of information describing the real-time 3-dimensional echocardiography (RT3DE) and dyssynchrony indexes (DIs) of a normal population. We evaluate the RT3DE DIs in a population with normal electrocardiograms and 2- and 3-dimensional echocardiographic analyses. This information is relevant for cardiac resynchronization therapy. Methods: We evaluated 131 healthy volunteers (73 were male, aged 46 +/- 14 years) who were referred for routine echocardiography; who presented normal cardiac structure on electrocardiography, 2-dimensional echocardiography, and RT3DE; and who had no history of cardiac diseases. We analyzed 3-dimensional left ventricular ejection fraction, left ventricle end-diastolic volume, left ventricle end-systolic volume, and left ventricular systolic DI% (6-, 12-, and 16-segment models). RT3DE data were analyzed by quantifying the statistical distribution (mean, median, standard deviation [SD], relative SD, coefficient of skewness, coefficient of kurtosis, Kolmogorov-Smirnov test, D`Agostino-Pearson test, percentiles, and 95% confidence interval). Results: Left ventricular ejection fraction ranged from 50% to 80% (66.1% +/- 7.1%); left ventricle end-diastolic volume ranged from 39.8 to 145 mL (79.1 +/- 24.9 mL); left ventricle end-systolic volume ranged from 12.9 to 66 mL (27 +/- 12.1 mL); 6-segment DI% ranged from 0.20% to 3.80% (1.21% +/- 0.66%), median: 1.06, relative SD: 0.5482, coefficient of skewness: 1.2620 (P < .0001), coefficient of Kurtosis: 1.9956 (P = .0039); percentile 2.5%: 0.2900, percentile 97.5%: 2.8300; 12-segment DI% ranged from 0.22% to 4.01% (1.29% +/- 0.71%), median: 1.14, relative SD: 0.95, coefficient of skewness: 1.1089 (P < .0001), coefficient of Kurtosis: 1.6372 (P = .0100), percentile 2.5%: 0.2850, percentile 97.5%: 3.0700; and 16-segment DI% ranged from 0.29% to 4.88% (1.59 +/- 0.99), median: 1.39, relative SD: 0.56, coefficient of skewness: 1.0792 (P < .0001), coefficient of Kurtosis: 0.9248 (P = .07), percentile 2.5%: 0.3750, percentile 97.5%: 3.750. Conclusion: This study allows for the quantification of RT3DE DIs in normal subjects, providing a comparison for patients with heart failure who may be candidates for cardiac resynchronization therapy. (J Am Soc Echocardiogr 2008; 21: 1229-1235)