939 resultados para work satisfaction


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A produção do cuidado integral e a eqüidade são desafios na gestão do SUS. Analisou-se um arranjo da gestão municipal para a produção do cuidado implantado por meio da regulação assistencial com o objetivo de enriquecer as reflexões sobre o tema. Foi realizado estudo de caso em que os dados foram obtidos mediante observação, entrevistas, narrativas escritas e análise documental. Os sujeitos da pesquisa foram gestores e trabalhadores da Secretaria de Saúde. Como resultado destaca-se um conceito de rede viva, produzida ativamente pela construção de relações entre os trabalhadores dos diferentes serviços. Destacam-se as ações de apoio ao cuidado produzido pelas equipes, com base na regulação assistencial e na gestão dos processos de trabalho. Os resultados foram expressivos na qualificação do cuidado, na redução das filas às especialidades e na satisfação dos profissionais. Como marca do processo, evidencia-se a necessidade de enriquecer, em ato, os saberes técnicos com as tecnologias leves e os saberes produzidos em movimentos ativos da gestão para a produção do cuidado.

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Este artigo apresenta parte dos resultados de pesquisa que investigou características do movimento de aproximação e afastamento entre homeopatas e médicos da Biomedicina, segundo o ponto de vista dos profissionais não homeopatas. Foram entrevistados 48 profissionais de saúde (docentes, gestores e médicos que trabalham na rede publica). Toma-se para análise apenas os resultados das entrevistas com gestores. Foram usadas como referências as concepções de: campo social e científico de Bourdieu; racionalidades médicas de Madel Luz; arranjos tecnológicos do trabalho em saúde de Mendes-Gonçalves e de identidade profissional de médico de Donnangelo e de Schraiber. Os resultados indicam que o apoio de gestores à presença da Homeopatia no SUS relaciona-se à percepção da demanda social, à defesa do direito de escolha dos usuários e à constatação de tratar-se de uma prática médica que resgata a dimensão humanista da medicina, contribuindo assim para a satisfação do usuário. As dificuldades e resistências apontadas pelos gestores ressaltam que a falta de informações sobre os procedimentos homeopáticos limita as possibilidades de utilização da Homeopatia porque gera insegurança sobre esta medicina.

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O objetivo principal deste estudo foi verificar a correlação entre satisfação no trabalho e capacidade para o trabalho de docentes universitários. Este é um estudo transversal de abordagem quantitativa. Dele fizeram parte 154 docentes, dos quais 50,6% eram homens e 49,4% eram mulheres e cuja idade média era de 39,25 anos. A coleta de dados incluiu três questionários: 1. Dados sociodemográficos e funcionais, 2. Escala de satisfação no trabalho; 3. Índice de capacidade para o Trabalho - ICT. A satisfação no trabalho e o ICT mostraram correlação estatisticamente significativa (r=0,23, p<0,01). Conclui-se que o aumento da satisfação no trabalho pode melhorar a capacidade para o trabalho entre os docentes.

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INTRODUÇÃO: o acolhimento tem se constituído num potente disparador de mudanças. Este trabalho reflete a satisfação experimentada, resultante da atuação num ambiente altamente sinérgico e produtivo. OBJETIVO: implantação e implementação da assistência materno-neonatal a partir do acolhimento ao cliente interno. MÉTODO: realizou-se observação direta do cotidiano em setores distintos do Hospital Maternidade Interlagos (HMI) -SES/SP e seu Ambulatório. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com dois profissionais da equipe multidisciplinar, as quais subsidiaram oficinas de humanização no ambiente hospitalar. Os profissionais foram divididos em áreas de exercício profissional, da administrativa à assistencial. RESULTADOS: ocorreu implantação do Comitê de Acolhimento e Humanização da Assistência Materno-Neonatal no Hospital Maternidade Interlagos, com participação dos líderes de acolhimento na gerência institucional, provendo melhor desempenho individual e coletivo no exercício laboral na Unidade Hospitalar

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OBJETIVO: Estimar a prevalência de distúrbios psíquicos menores e identificar estressores associados entre motoristas de caminhão. MÉTODOS: Estudo transversal conduzido com 460 motoristas de caminhão de uma transportadora de cargas das regiões Sul e Sudeste do Brasil, em 2007. Os trabalhadores preencheram questionário com dados sociodemográficos, estilos de vida e condições de trabalho. As variáveis independentes foram condições de trabalho, incluindo estressores ocupacionais, satisfação e demanda-controle no trabalho. O desfecho avaliado foi a ocorrência de distúrbios psíquicos menores. Foram realizadas análises de regressão logística univariada e múltipla. RESULTADOS: A prevalência de distúrbios psíquicos menores foi de 6,1 por cento. Os estressores mais citados foram congestionamentos, controle de rastreamento e jornada extensa de trabalho. A alta demanda no trabalho, o baixo apoio social e a jornada extensa diária referidos pelos motoristas estiveram associados aos distúrbios psíquicos menores. CONCLUSÕES: O trabalho em jornadas extensas foi associado à ocorrência de distúrbios psíquicos menores, tanto na análise das condições gerais de trabalho quanto como fator referido como estressor pelos motoristas. A regulamentação da jornada de trabalho com limitação de horas de trabalho diário é, portanto, uma medida necessária para a redução da chance de desenvolvimento de distúrbios psíquicos menores em motoristas

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Purpose To test the association between night work and work ability, and verify whether the type of contractual employment has any inXuence over this association. Methods Permanent workers (N = 642) and workers with precarious jobs (temporary contract or outsourced; N = 552) were interviewed and Wlled out questionnaires concerning work hours and work ability index. They were classiWed into: never worked at night, ex-night workers, currently working up to Wve nights, and currently working at least six nights/2-week span. Results After adjusting for socio-demography and work variables, current night work was signiWcantly associated with inadequate WAI (vs. day work with no experience in night work) only for precarious workers (OR 2.00, CI 1.01- 3.95 and OR 1.85, CI 1.09-3.13 for those working up to Wve nights and those working at least six nights in 2 weeks, respectively). Conclusions Unequal opportunities at work and little experience in night work among precarious workers may explain their higher susceptibility to night work

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Previous studies have revealed that students who work and study build up sleep deficits during the wrkweek, which can trigger a sleep rebound during days off. The objective of this study was to investigate the impact of working on sleepiness during days off working / non-working on sleepiness days off among high school students. The study population, aged 14-21 years, attended evening classes in São Paulo, Brazil. For the study, the students completed questionaires on living conditions, health, and work; wore actigraphs; and completed the Karolinska Sleepiness Scale (KSS). To predict sleepiness, a logistic regression analysis was performed. Excessive sleepiness was observed on the first day off among working students. Results suggest that working is a significant predictor for sleepiness and that two shifts of daily systematic activities, study and work, might lead to excessive daytime sleepiness on the first day off. Further, this observed excessive sleepiness may reflect the sleep debt accumulated during the workweek

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In the last decades there was an increase in stress at work and its effects on workers' health. These issues are still little studied in the electric utility sector. This study aims to evaluate factors associated with stress at work and to verify its associations with health status among workers of an electric company in São Paulo State, Brazil. A cross-sectional study was conducted with 474 subjects (87.5% of the eligible workers). Data were collected using self-reported questionnaires. A descriptive analysis, a multiple linear hierarchical regression analysis and a correlation analysis were performed. The majority of participants were males (91.1%) and the mean age was 37.5 yr. The mean score of stress level was 2.3 points (scale ranging from 1.0 to 5.0). Hierarchical multiple analyses showed that: regular practice of physical activities (p=0.025) and individual monthly income (p=0.002) were inversely associated with stress level; BMI was marginally associated with the stress level (p=0.074). The demographic characteristics were not associated with stress. Stress at work was significantly associated with physical and mental health status (p<0.001). To improve health of electric utility workers, actions are suggested to decrease stress by remuneration and an appropriate practice of physical activity aiming reduction of BMI

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Background and objective: The purpose of the present study was to evaluate the effects of a nap at work on the sleepiness of 12-hour, night-shift (registered and assistant) nursing personnel.Methods: Twelve nurses filled out daily logs, the Karolinska Sleepiness Scale (KS), and wore wrist actigraphs for two periods of four continuous days.Results: Mean nap duration during the night shifts was 138.3 (SD+39.8) minutes. The mean sleepiness level assessed by the KS score was lower, 3.3 (SD±1.6), when the nap was taken during the first span (00:01 - 03:00h) of the night shift, compared with 6.6 (SD±1.0) when there was no nap. The mean sleepiness level assessed by the KS score was also lower, 3.6 (SD±0.9), when the nap was taken during the second span (03:01 - 06:00h) of the night shift, compared with 7.0 (SD±1.1) when there was no nap. Thus, napping either during the first or second part of the night shift reduces sleepiness of 12-hour, night-shift nursing personnel. Moreover, the mean duration of the first sleep episode after night work was longer in those who did not nap than in those who did. Conclusions: The results of this study show that napping during the 12-hour, night-shift results in less sleepiness at work and less need for recovery sleep after work

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Introdução e objetivo: A exposição à luz natural tem efeitos relevantes no sistema de temporização biológica. Pode-se supor que essa exposição poderia promover um ajuste melhor entre os ritmos biológicos e os horários de início de trabalho entre trabalhadores diurnos de ambientes externos. O objetivo deste estudo foi comparar a matutinidade/vespertinidade e a relação entre o horário de trabalho real e o ideal em trabalhadores diurnos expostos a condições de iluminação distintas. Métodos: O estudo foi conduzido com dois grupos de trabalhadores (n=49) que residiam em uma área rural e tinham condições sociais similares. Um grupo trabalhava em ambiente interno (n=20, idade média 30,8 anos (21-50); desvio padrão=9,8) e o outro grupo trabalhava em ambiente externo (n=29, idade média 30,8 anos (17- 50); desvio padrão=10,0). Os trabalhadores preencheram um questionário de matutinidade/vespertinidade (MEQ). Foi realizada uma ANOVA de um fator com o intuito de comparar os escores do MEQ entre os dois grupos de trabalhadores. Resultados: Como esperado, o Grupo do Ambiente Externo (GAE) apresentou média de escores mais elevada que o Grupo do Ambiente Interno (GAI), o que significa uma tendência à matutinidade (GAE: 58,4±7,9; GAI; 47,4±6,4), com significância estatística (F=26,22; p<0,001). De acordo com os dados relatados em relação aos horários de trabalho, o GAE gostaria de atrasar seu horário de trabalho em 31 minutos, em média, enquanto que o GAI gostaria de atrasar em 96 minutos seu horário de trabalho (F=7,71; p<0,01). Conclusões: Os resultados desse estudo sugerem que a exposição à luz natural pode promover um ajuste melhor aos horários de início de trabalho matutinos

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Com o objetivo de comparar a satisfação das mulheres com a experiência do parto em três modelos assistenciais, foi realizada pesquisa descritiva, com abordagem quantitativa, em dois hospitais públicos de São Paulo, um promovendo o modelo "Típico" e o outro com um centro de parto intra-hospitalar (modelo "CPNIH") e um peri-hospitalar (modelo "CPNPH"). A amostra foi constituída por 90 puérperas, 30 de cada modelo. A comparação entre os resultados referentes à satisfação das mulheres com o atendimento prestado pelos profissionais de saúde, com a qualidade da assistência e os motivos de satisfação e insatisfação, com a indicação ou recomendação dos serviços recebidos, com a sensação de segurança no processo e com as sugestões de melhorias, mostrou que o modelo CPHPH foi o melhor avaliado, vindo em seguida o CPNIH e por último o Típico. Conclui-se que o modelo peri-hospitalar de assistência ao parto deveria receber maior apoio do SUS, por se constituir em serviço em que as mulheres se mostram satisfeitas com a atenção recebida

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Background: The present work aims at the application of the decision theory to radiological image quality control ( QC) in diagnostic routine. The main problem addressed in the framework of decision theory is to accept or reject a film lot of a radiology service. The probability of each decision of a determined set of variables was obtained from the selected films. Methods: Based on a radiology service routine a decision probability function was determined for each considered group of combination characteristics. These characteristics were related to the film quality control. These parameters were also framed in a set of 8 possibilities, resulting in 256 possible decision rules. In order to determine a general utility application function to access the decision risk, we have used a simple unique parameter called r. The payoffs chosen were: diagnostic's result (correct/incorrect), cost (high/low), and patient satisfaction (yes/no) resulting in eight possible combinations. Results: Depending on the value of r, more or less risk will occur related to the decision-making. The utility function was evaluated in order to determine the probability of a decision. The decision was made with patients or administrators' opinions from a radiology service center. Conclusion: The model is a formal quantitative approach to make a decision related to the medical imaging quality, providing an instrument to discriminate what is really necessary to accept or reject a film or a film lot. The method presented herein can help to access the risk level of an incorrect radiological diagnosis decision.

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Introduction: Work disability is a major consequence of rheumatoid arthritis (RA), associated not only with traditional disease activity variables, but also more significantly with demographic, functional, occupational, and societal variables. Recent reports suggest that the use of biologic agents offers potential for reduced work disability rates, but the conclusions are based on surrogate disease activity measures derived from studies primarily from Western countries. Methods: The Quantitative Standard Monitoring of Patients with RA (QUEST-RA) multinational database of 8,039 patients in 86 sites in 32 countries, 16 with high gross domestic product (GDP) (>24K US dollars (USD) per capita) and 16 low-GDP countries (<11K USD), was analyzed for work and disability status at onset and over the course of RA and clinical status of patients who continued working or had stopped working in high-GDP versus low-GDP countries according to all RA Core Data Set measures. Associations of work disability status with RA Core Data Set variables and indices were analyzed using descriptive statistics and regression analyses. Results: At the time of first symptoms, 86% of men (range 57%-100% among countries) and 64% (19%-87%) of women <65 years were working. More than one third (37%) of these patients reported subsequent work disability because of RA. Among 1,756 patients whose symptoms had begun during the 2000s, the probabilities of continuing to work were 80% (95% confidence interval (CI) 78%-82%) at 2 years and 68% (95% CI 65%-71%) at 5 years, with similar patterns in high-GDP and low-GDP countries. Patients who continued working versus stopped working had significantly better clinical status for all clinical status measures and patient self-report scores, with similar patterns in high-GDP and low-GDP countries. However, patients who had stopped working in high-GDP countries had better clinical status than patients who continued working in low-GDP countries. The most significant identifier of work disability in all subgroups was Health Assessment Questionnaire (HAQ) functional disability score. Conclusions: Work disability rates remain high among people with RA during this millennium. In low-GDP countries, people remain working with high levels of disability and disease activity. Cultural and economic differences between societies affect work disability as an outcome measure for RA.