925 resultados para Distribution (economic theory)


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This paper proposes an alternative framework for examining the international macroeconomic impact of domestic monetary and fiscal policies and focuses on the distinction between national spending and national production and the reactive behavior of foreign investors to changing external account balances. It demonstrates that under a floating exchange rate regime, monetary and fiscal policies can affect aggregate expenditure and output quite differently, with important implications for the behavior of the exchange rate, the current account balance, and national income in the short run, as well as the economy's price level in the long run. In particular, this paper predicts that expansionary monetary and fiscal policies tend to depreciate the currency and only temporarily raise gross domestic product and the current account surplus, although permanently raise the domestic price level. This is a revised version of a paper presented at the Forty-Ninth International Atlantic Economic Conference, March 14–21, 2000, Munich, Germany.

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An economy is a coordinated system of distributed knowledge. Economic evolution occurs as knowledge grows and the structure of the system changes. This paper is about the role of markets in this process. Traditionally, the theory of markets has not been a central feature of evolutionary economics. This seems to be due to the orthodox view of markets as information-processing mechanisms for finding equilibria. But in economic evolution markets are actually knowledge-structuring mechanisms. What then is the relation between knowledge, information, markets and mechanisms? I argue that an evolutionary theory of markets, in the manner of Loasby (1999), requires a clear formulation of these relations. I suggest that a conception of knowledge and markets in terms of a graphical theory of complex systems furnishes precisely this.

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The authors discuss the regulation of rural land use and compensation for property-rights restrictions, both of which appear to have become more commonplace in recent years but also more contested. The implications of contemporary theories in relation to this matter are examined, including: the applicability of new welfare economics; the relevance of the neoclassical theory of politics; and the implications of contemporary theories of social conflict resolution and communication. Examination of examples of Swiss and Australian regulation of the use of rural properties, and the ensuing conflicts, reveals that many decisions reflect a mixture of these elements. Rarely, if ever, are social decisions in this area made solely on the basis of welfare economics, for instance social cost-benefit analysis. Only some aspects of such decisions can be explained by the neoclassical theory of politics. Theories of social conflict resolution suggest why, and in what way, approaches of discourse and participation may resolve conflicts regarding regulation and compensation. These theories and their practical application seem to gain in importance as opposition to government decisions increases. The high degree of complexity of most conflicts concerning regulation and compensation cannot be tackled with narrow economic theories. Moreover, the Swiss and Australian examples show that approaches involving conflict resolution may favour environmental standards.

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Diante do colapso financeiro de 2008, este trabalho retoma a teoria econômica proposta por Hyman P. Minsky com o objetivo de esclarecer as circunstâncias que propiciaram uma crise financeira tão profunda. A estrutura analítica de Minsky é marcada pela Hipótese da Instabilidade Financeira, a qual aponta para fatores endógenos ao próprio sistema capitalista como o principal causador de instabilidades financeiras. Este processo, caracterizado principalmente por um avanço desfavorável no nível de endividamento dos agentes, constrói um ciclo de estágios que pode se desenvolver para uma crise financeira ou um colapso sistêmico, definidos como “Momento Minsky” e “Colapso Minsky”. Este cenário descrito por Minsky, também analisado à luz de teorias mais recentes como as de Gary A. Dymski e Alessandro Vercelli, é conhecido por “ciclo minskyano”. Ao adotar estes preceitos da análise teórica de Minsky, é possível visualizar como o processo de desregulamentação e fragilização financeira dos Estados Unidos nas décadas de 1980 e 1990 proveram condições para a crise do subprime e, posteriormente, o colapso financeiro de 2008. De maneira similar, é possível observar que a análise teórica de Minsky também é aplicável à crise que afeta a economia brasileira no final de 2008. A fragilização financeira que se inicia no Brasil poucos anos antes da crise, acentuada no setor exportador de commodities, cria a condição para o “momento Minsky brasileiro”, demonstrando que apesar das falhas da análise teórica de Minsky, que supõe uma economia fechada com características da economia estadunidense, é possível visualizar uma relação de causa e efeito da recente crise financeira com a teoria minskyana.

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Dissertação para obtenção do grau de Mestre em Engenharia Electrotécnica na Área de Especialização de Energia

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Dissertação de Mestrado, Gestão de Empresas (MBA), 20 de Outubro de 2015, Universidade dos Açores.

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Ramsey pricing has been proposed in the pharmaceutical industry as a principle to price discriminate among markets while allowing to recover the (fixed) R&D cost. However, such analyses neglect the presence of insurance or the fund raising costs for most of drug reimbursement. By incorporating these new elements, we aim at providing some building blocks towards an economic theory incorporating Ramsey pricing and insurance coverage. We show how coinsurance affects the optimal prices to pay for the R&D investment. We also show that under certain conditions, there is no strategic incentive by governments to set coinsurance rates in order to shift the financial burden of R&D. This will have important implications to the application of Ramsey pricing principles to pharmaceutical products across countries.

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Dissertação de Mestrado apresentado ao Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto para obtenção de grau de Mestre em Empreendedorismo e Internacionalização, sob a orientação da Professora Doutora Manuela Maria Ribeiro da Silva Patrício

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A Work Project, presented as part of the requirements for the Award of a Masters Degree in Finance from the NOVA – School of Business and Economics

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RESUMO - Com o presente trabalho pretende-se analisar o impacto na despesa pública com medicamentos decorrente da implementação do Decreto-Lei 48-A/2010, de 13 de Maio, e do Decreto-Lei 106-A/2010, de 1 de Outubro, nos anos de 2011 e 2012. Os referidos diplomas alteraram as regras de formação do preço de referência e terão contribuído para a redução da despesa do SNS com medicamentos verificada em 2011 e 2012. Crê-se que antes da implementação dos referidos diplomas, o mercado concorrencial de medicamentos genéricos não apresentava a competição necessária, não se verificando a aproximação dos preços praticados ao seu custo marginal, de acordo com o previsto na teoria económica clássica. Pretende-se identificar o mercado total dos grupos homogéneos e analisar 50% do seu valor, através da identificação do preço de referência efectivo do 1º trimestre de 2011 ao 4º trimestre de 2012 e do cálculo do preço de referência expectável, na ausência da implementação dos referidos diplomas, com base nas regras existentes antes da implementação dos referidos diplomas. A identificação o peso relativo da alteração das regras do sistema de preços de referência, na despesa do SNS com medicamentos ocorrida em 2011 e 2012, poderemos delinear com maior rigor futuras estratégicas de controlo da despesa pública com medicamentos. Um factor de especial relevância dado o contexto actual de austeridade.