29 resultados para Experienced


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Dissertação de mestrado em Engenharia Mecânica

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Dissertação de mestrado integrado em Engenharia de Gestão e Sistemas de Informação

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Dissertação de mestrado em Enfermagem da Pessoa em Situação Crítica

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Background and aim: A significant proportion of patients presenting with obscure gastrointestinal bleeding (OGIB) have negative small bowel capsule endoscopy (SBCE) examinations, and yet remain at risk of rebleeding. We aimed to evaluate whether a second-look review of SBCE images using flexible spectral color enhancement (FICE) may improve the detection of potentially bleeding lesions. Materials and methods: This was a retrospective, single-center study including consecutive patients with OGIB subjected to SBCE, whose standard white light examination was nondiagnostic. Each SBCE was reviewed using FICE 1. New findings were labeled as either P1 or P2 lesions according to bleeding potential. Patients were followed up to assess the incidence of rebleeding. Results: A total of 42 consecutive patients were included. Sixteen patients (38%) experienced rebleeding after a mean follow-up of 26 months. Review of SBCE images using FICE 1 enabled the identification of previously unrecognized P2 lesions, mainly angioectasias, in nine patients (21%) and P1 lesions, mainly erosions, in 26 patients (62%). Among patients who experienced rebleeding, 13/16 (81%) were diagnosed with P1 lesions with FICE 1 (P=0.043), whereas 3/16 (19%) had confirmed nondiagnostic SBCE and only 1/16 (6%) had newly diagnosed P2 (plus P1) lesions. An alternative source of bleeding outside the small bowel was found in only 3/16 (19%) patients with rebleeding during the follow-up. Conclusion: In a significant proportion of patients with OGIB, FICE 1 may detect potentially bleeding lesions previously missed under conventional white light SBCE. Review of nondiagnostic SBCE with FICE 1 may be a valuable strategy to obviate the need for further investigations in patients with OGIB, particularly for those who experience rebleeding.

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Dissertação de mestrado integrado em Engenharia Civil

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Dissertação de mestrado em Crime, Diferença e Desigualdade

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Dissertação de mestrado em Ciências da Comunicação (área de especialização em Publicidade e Relações Públicas)

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Dissertação de mestrado em Educação Especial (área de especialização em Dificuldades de Aprendizagem Específicas)

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Atualmente a rede social mais visitada em todo o mundo é o Facebook. Além de nos permitir ter um perfil pessoal podemos partilhar fotos, vídeos, mensagens e outros ficheiros. No Facebook também é permitido criar grupos fechados onde os seus membros podem interagir através de mensagens escritas, de áudio, de vídeo e/ou imagens. Tanto esta rede social quanto os grupos dentro da mesma podem ser usados de forma indevida, mas, por outro lado, também podem ser utilizados para aprender, aprender a fazer, conhecer, desenvolver a linguagem escrita e outras competências. O nosso estudo teve como objetivo conhecer a perceção de educadores de infância e professores de primeiro ciclo do ensino básico relativamente ao uso do Facebook por parte das crianças, bem como às emoções que as crianças manifestam neste uso. Foi um estudo transversal, para o qual construímos e validámos um questionário específico, com questões fechadas sobre o uso da respetiva rede social. O instrumento foi disponibilizado e preenchido online através do Google Forms. A amostra foi de conveniência, tendo sido constituída por 75 indivíduos (69 mulheres, 6 homens) com idades compreendidas entre os 25 e os 56 anos. Os resultados evidenciam que os professores e educadores discordam essencialmente que as crianças aceitem pedidos de amizade e comuniquem pelo chat do Facebook com pessoas que não conhecem, concordando mais que usem para comunicar com familiares e amigos, para aderir a grupos com o objetivo de aprender e que permitem o acesso dos adultos à sua conta. No respeitante as emoções e sentimentos registou-se maior discordância quanto ao facto de as crianças preferirem estar no Facebook do que na presença dos seus amigos e de se sentirem dependentes do uso do mesmo. Porém, observou-se o maior nível de concordância para o facto de ficarem aborrecidas se as obrigarem a sair do Facebook.

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Dissertação de mestrado em Ciências – Formação Contínua de Professores (área de especialização em Física e Química)

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Dissertação de mestrado em Educação da Infância (área de especialização em Supervisão e Pedagogia da Infância)

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The effects of comorbid depression and anxiety were compared to the effects of depression alone and anxiety alone on pregnancy mood states and biochemistry and on neonatal outcomes in a large multi-ethnic sample. At the prenatal period the comorbid and depressed groups had higher scores than the other groups on the depression measure. But, the comorbid group had higher anxiety, anger and daily hassles scores than the other groups, and they had lower dopamine levels. As compared to the non-depressed group, they also reported more sleep disturbances and relationship problems. The comorbid group also experienced a greater incidence of prematurity than the depressed, the high anxiety and the non-depressed groups. Although the comorbid and anxiety groups were lower birthweight than the non-depressed and depressed groups, the comorbid group did not differ from the depressed and anxiety groups on birth length. The neonates of the comorbid and depressed groups had higher cortisol and norepinephrine and lower dopamine and serotonin levels than the neonates of the anxiety and non-depressed groups as well as greater relative right frontal EEG. These data suggest that for some measures comorbidity of depression and anxiety is the worst condition (e.g., incidence of prematurity), while for others, comorbidity is no more impactful than depression alone.

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Neste artigo propõe-se uma contribuição da teoria da vinculação na compreensão dos processos de adaptação dos adultos ao seu divórcio e como a desvinculação ao ex-cônjuge interfere na coparentalidade pós-divórcio. Este artigo formula duas hipóteses teóricas. A primeira hipótese afirma que o divórcio, enquanto processo relacional, deve ser lido como um momento de perda que germina reacções psicológicas similares às experienciadas pelos viúvos, tal como descreve Bowlby no modelo de perda da figura de vinculação, estando dependente dos estilos de vinculação dos adultos. A segunda hipótese sustenta que a coparentalidade pós-divórcio é predita pelos estilos de vinculação e pela qualidade da reorganização da vinculação dos pais. Finalmente, uma integração teórica é apresentada, operacionalizada numa proposta de investigação futura neste domínio.