3 resultados para Good Practices

em Instituto Superior de Psicologia Aplicada - Lisboa


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Este artigo condensa um conjunto de reflexões baseadas em factos relacionados com a gestão da qualidade nas Instituições de Ensino Superior (IES). São identificados factores internos e externos favoráveis à melhoria da qualidade dos serviços prestados por estas organizações, bem como algumas das barreiras que se lhe opõem. Relativamente às abordagens da qualidade, nestas organizações são consideradas: de um lado as que resultam da Supervisão do Estado e do outro as que estão associadas a sistemas de natureza voluntária, designadas aqui por Abordagem Qualidade, em que sobressai a Certificação baseada na norma ISO 9001 e os sistemas de Gestão pela Qualidade Total (GQT) também designados de Excelência Organizacional. São identificadas algumas das insuficiências dos modelos assentes na Supervisão do Estado e defendida a importância de atender ao conjunto de “boas práticas” já existentes, ao invés de abordagens que tratam desta problemática numa perspectiva ab initio, sem contemplar o conhecimento acumulado neste domínio da gestão das organizações.

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Dissertação de Mestrado apresentada ao ISPA - Instituto Universitário

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The Health Behavior in School-aged Children is a cross-national study collecting data on social and health indicators on adolescents in 43 countries. The study provides comparable data on health behaviors and health outcomes through the use of a common protocol, which have been a back bone of the study sine its initiation in 1983. Recent years, researchers within the study have noticed a questionable comparability on the widely used item on self-rated health. One of the four response categories to the item "Would you say your health is….?" showed particular variation, as the response category "Fair" varied from 20 % in Latvia and Moldova to 3-4 % in Bulgaria and Macedonia. A qualitative mini-survey of the back-translations showed that the response category "Fair" had a negative slant in 25 countries, a positive slant in 10 countries and was considered neutral in 9 countries. This finding indicates that there are what may be called semantic issues affecting comparability in international studies, since the same original word (in an English original) is interpreted differently across countries and cultures. The paper test and discuss a few possible explanations to this, however, only leaving to future studies to hold a cautious approach to international comparisons if working with the self-rated health item with four response categories.