O Sublime explicado às crianças
| Data(s) |
01/01/2011
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| Resumo |
Como o próprio título indica, este ensaio pretende dialogar com a recepção do sublime kantiano pela filosofia francesa contemporânea, sobretudo com Jean-François Lyotard. Dessa forma, ao invés de ressaltar as consequências inevitável ou sistematicamente morais do sublime kantiano, como fez, de um modo geral, o comentário mais tradicional da filosofia crítica de Kant, este ensaio tenta interpretar o sublime como sendo essencialmente uma experiência da arte, seguindo assim de perto aquela tradição francesa. Mas, ao mesmo tempo, tomando alguma distância, este texto quer fazer uma objeção ao fundamento exclusivamente burkiano da concepção de sublime de Lyotard. Em suma, quero defender que é possível privilegiar o tempo (aspecto central do sublime de Edmund Burke, segundo Lyotard) também na experiência do sublime kantiano. |
| Formato |
text/html |
| Identificador |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31732011000400004 |
| Idioma(s) |
pt |
| Publicador |
Universidade Estadual Paulista, Departamento de Filosofia |
| Fonte |
Trans/Form/Ação v.34 n.spe2 2011 |
| Palavras-Chave | #Kant #Jean-François Lyotard #estética #sublime |
| Tipo |
journal article |