182 resultados para sublime
Resumo:
Accepting Furet’s claim that events acquire meaning and significance only in the context of narratives, this article argues that a particular type of international relations narrative has emerged with greater distinction after the traumatic experience of September 11: the gothic narrative. In a sense the political rhetoric of President Bush marks the latest example of America’s fine tradition in the gothic genre that began with Edgar Allan Poe and Nathaniel Hawthorne and extends through Henry James to Stephen King. His discourse of national security, it will be shown, assumes many of the predicates of gothic narratives. The gothic scenes evoked by Bush as much as Poe involve monsters and ghosts in tenebrous atmospheres that generate fear and anxiety, where terror is a pervasive tormentor of the senses. Poe’s narratives, for example, turn on encounters with dark, perverse, seemingly indomitable, forces often entombed in haunted houses. Similarly, Bush’s post-September 11 narratives play upon fears of terrorists and rogue states who are equally dark, perverse and indomitable forces. In both cases, ineffable and potently violent and cruel forces haunt and terrorise the civilised, human world.
Resumo:
Este é um artigo sobre a cinemática como espetáculo e a construção do sublime. Ocupa-se das construções engendradas do desejo e, no caso, interpreta o objeto de desejo como um objeto sublime. Ao mesmo tempo, é um artigo sobre decadência e abandono. Assim, este escrito tenta lidar com alguns conceitos imbuídos no relacionamento entre decadência e mortificação. Dessa forma, o artigo é sobre distância e sobre movimento, sobre Kinema (movimento grego) e a distância que é descrita pela queda da construção sublime e a melancolia associada a isso. Essas idéias são exploradas por intermédio do exame de um dos mais poderosos filmes de Alfred Hitchcock, Vertigo (1958), e uma noção de sublime trágico. Analisados conjuntamente, o conceito de sublime e a narrativa do filme provêem insights sobre a melancolia das representações que são úteis na perseguição obsessivo-compulsiva da idealização organizacional.
Resumo:
Review of Nigel Smith, Is Milton Better Than Shakespeare; Paradise Lost, introduced by Philip Pullman; Paradise Lost, ed Barbara Lewalski; Milton and Toleration, eds. Sharon Achinstein and Elizabeth Sauer; Concise Companion to Milton, ed Angelica Duran.
Resumo:
O objetivo do texto é propor uma interpretação do conceito de sublime na Teoria estética de Theodor Adorno, partindo do confronto com leituras significativas de outros comentadores, de modo a fornecer uma concepção que associe o movimento de transcendência e alteridade da forma estética à dinâmica histórico-processual das obras.
Resumo:
Partindo das analises do criticismo kantiano, este texto investiga as concepções romântica e moderna de sublime e de imaginação. Se, por um lado, a concepção romântica inaugura o mundo moderno, por outro, a expressionista mostra os limites dessa mesma modernidade. Para ambas, entretanto, a Crítica do Juízo de Kant é o âmbito privilegiado no qual podemos precisar as distinções.
Resumo:
Como o próprio título indica, este ensaio pretende dialogar com a recepção do sublime kantiano pela filosofia francesa contemporânea, sobretudo com Jean-François Lyotard. Dessa forma, ao invés de ressaltar as consequências inevitável ou sistematicamente morais do sublime kantiano, como fez, de um modo geral, o comentário mais tradicional da filosofia crítica de Kant, este ensaio tenta interpretar o sublime como sendo essencialmente uma experiência da arte, seguindo assim de perto aquela tradição francesa. Mas, ao mesmo tempo, tomando alguma distância, este texto quer fazer uma objeção ao fundamento exclusivamente burkiano da concepção de sublime de Lyotard. Em suma, quero defender que é possível privilegiar o tempo (aspecto central do sublime de Edmund Burke, segundo Lyotard) também na experiência do sublime kantiano.