984 resultados para Kant
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RESUMO: O parágrafo 62 da Crítica do Juízo, cuja função é definir o conceito de conformidade a fins objetiva (objektive Zweckmässigkeit), começa com uma declaração do filósofo segundo a qual todas as figuras geométricas se relacionam com uma conformidade a fins objetiva e admirável. Embora não seja aqui essencial para a definição do princípio dessa conformidade a fins, a afirmação de Kant de que ela é muitas vezes digna de admiração exerce um importante papel para a sua própria definição. O objetivo deste texto é tecer algumas considerações em torno dessa relação entre o princípio estritamente lógico da conformidade a fins e o sentimento em geral, seja de admiração da natureza, ou em todas as suas variações, tais como aparece na sequência do mesmo parágrafo 62: o entusiasmo, a alegria e a estupefação. Embora de antemão se reconheça que tais sentimentos não podem intervir no mecanismo estritamente lógico desse princípio, que, segundo Kant, é transcendental, pretende-se mostrar como o seu uso relaciona-se sempre e de algum modo com um sentimento. Para isso, é preciso mostrar que a afirmação de Kant segundo a qual o juízo teleológico não possui nenhuma relação com o sentimento de prazer e desprazer não implica necessariamente que esse tipo de juízo não possua relação nenhuma como nenhum tipo de sentimento.
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The book chapter throws new light on the ways in which Kant and Sade question the tenets of mainstream Enlightenment thinking.
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To approach philosophy as a way of working on the self means to begin not with the experience it clarifies and the subject it discovers, but with the acts of self‐transformation it requires and the subjectivity it seeks to fashion. Commenting on the variety of spiritual exercises to be found in the ancient schools, Pierre Hadot remarks that: Some, like Plutarch’s ethismoi, designed to curb curiosity, anger or gossip, were only practices intended to ensure good moral habits. Others, particularly the meditations of the Platonic tradition, demanded a high degree of mental concentration. Some, like the contemplation of nature as practiced in all philosophical schools, turned the soul toward the cosmos, while still others—rare and exceptional—led to a transfiguration of the personality, as in the experiences of Plotinus. We also saw that the emotional tone and notional content of these exercises varied widely from one philosophical school to another: from the mobilization of energy and consent to destiny of the Stoics, to the relaxation and detachment of the Epicureans, to the mental concentration and renunciation of the sensible world among the Platonists.1 While successfully applied to ancient philosophy,2 this approach has not been widely exploited in the history of philosophy more broadly. There is, however, at least one study of medieval metaphysics in these terms,3 and there are some important discussions of early modern Stoicism and Epicureanism.4 And a recent study of Hume shows the fruitfulness of the approach for Enlightenment philosophy.5 It is all the more surprising then that there seems to have been no serious attempt to approach Kant’s moral philosophy in this way.
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Revista de Filosofia da Unidade de Investigação em Ciência, Tecnologia e Sociedade da Universidade Lusófona
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Sumário da lição de síntese submetido para provas de agregação, Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais da Universidade dos Açores, 6 de Dezembro de 2013.
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Dissertação de Mestrado em Ciências da Comunicação, área de especialização em Comunicação e Artes
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La problemática de la investigación se plantea en el contexto de la filosofía trascendental de Kant, en relación al modo en que es en general posible para nosotros representarnos el ámbito de la moralidad. Nuestra comprensión natural o preteórica del funcionamiento del lenguaje parece llevarnos a entender el significado de nuestras palabras en términos de la relación que se establece entre el signo lingüístico y el objeto: nuestros términos lingüísticos están en el lugar del objeto extralingüístico a que refieren y que constituye su significado. A nuestro modo de ver, la afirmación kantiana relativa a que todo nuestro conocimiento comienza con la experiencia, es decir, con aquello que procede de los sentidos, parece estar apuntando a esta intuición fundamental. Ahora bien, la cuestión que cabe plantearse es: de acuerdo con este modelo de significación, ¿cuál es el significado de nuestros términos morales? Si, con Kant, aceptamos que el concepto de deber moral exige el cumplimiento (u omisión) incondicionado de una acción y que, precisamente por las exigencias de universalidad y necesidad que le son inherentes, tal concepto es inderivable de la experiencia, cabe preguntarse cuál es el significado del concepto de deber en sentido moral (y, en general, de los términos morales) y de qué manera somos capaces de representárnoslo. Mi investigación ha pretendido esclarecer precisamente en qué sentido debe entenderse la afirmación kantiana de que en la reflexión sobre la corrección moral de nuestras acciones, para representarnos las exigencias de universalidad y necesidad que son propias del concepto de deber moral, nos servimos analógicamente del concepto de naturaleza, así como analizar la plausibilidad de la propuesta kantiana misma.
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Global Justice has usually been understood to mean institutional and social justice (political and redistributive issues on a global scale). In contrast, issues involving different national and cultural identities, are usually marginal in reflections on global justice. This occurs despite the fact that human rights include political social and cultural rights. This paper links a conception of global justice, moral cosmopolitanism, with plurinational democracies. After giving a brief description of moral cosmopolitanism I go on to analyse notions of cosmopolitanism and patriotism in Kant's work and the political significance that the notion of "unsocial sociability" and the "Ideas of Pure Reason" of Kant's first Critique have for cosmopolitanism. Finally, I analyse the relationship between cosmopolitanism and minority nations based on the preceding sections. I postulate the need for a moral and institutional refinement of democracies and international society that is better able to accommodate national pluralism than has so far been achieved by traditional liberal constitutionalism and cosmopolitanism