85 resultados para Virola sebifera


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0 fracionamento do extrato clorofórmico das folhas de Virola sebifera levou ao isolamento da lignanas (2R, 3R) -2, 3-Di- (3', 4'-dimetoxibenzil) -butirolactona (1), (2R, 3R) -2, 3-Di (3'', 4'' -dimetoxibenzil) -butirolactona(3). Tentativa de transformações da lignana(1) em ánalogo de Podofilotoxina (4) foram realizadas com resultados parciais negativos. Um dos produtos obtidos nas transformações propostas foi (2R, 3R) -2, 3Di- (5'-bromo-3', 4' -Dimetoxibenzil) -butirolactona (5).

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Foram estudados aspectos da biologia floral e reprodutiva de Virola sebifera Aubl., uma espécie dióica de mata mesofítica em Uberlândia, Minas Gerais. Foi determinado o sexo de 54 indivíduos presentes na área em três períodos reprodutivos consecutivos. O comportamento fenológico de floração de 11 indivíduos de cada sexo foi acompanhado entre outubro de 1998 e abril de 2000. Houve maior freqüência de indivíduos masculinos na população e nenhum indivíduo mudou de sexo, indicando forte estabilidade sexual na espécie. A floração é anual, massiva e prolongada do tipo cornucópia e os indivíduos masculinos floresceram precocemente e por um período mais longo que os femininos. As flores de V. sebifera estão agrupadas em inflorescência do tipo panícula; são pequenas (3 e 4 mm de comprimento para flores masculinas e femininas, respectivamente), inconspícuas, com perianto infundibuliforme e verticilos reprodutivos inclusos. Flores masculinas e femininas apresentaram alta longevidade, superior a uma semana. O único recurso floral é o pólen fornecido pelas flores masculinas. O forte odor e a semelhança morfológica entre flores dos dois sexos (mimetismo floral intra-específico) podem fazer com que flores femininas sejam visitadas pelos agentes polinizadores mesmo sem oferecer recursos florais. O número de frutos iniciados resultantes de polinização natural foi relativamente baixo (5,8%). A maturação de frutos por apomixia (0,2%) foi significativamente menor que aquela apresentada por polinização cruzada (1,5%). Estes resultados demonstram a dependência de V. sebifera de agentes polinizadores para a produção de sementes, apesar de que visitantes florais quase não foram observados durante o estudo e os polinizadores efetivos não puderam ser claramente definidos.

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Quantitative analysis carried out by high performance liquid chromatography indicated the accumulation of a major secondary compound in seedlings of Virola sebifera which was isolated and identified as the lignan hydroxy-otobain. This lignan occurs only in trace amounts in the seeds, where cyclolignans (aryltetralones) are by far the major components. In addition to hydroxy-otobain, only hydroxy-aryltetralones were detected in the seedlings, indicating a selective process in the translocation of secondary compounds. Copyright (C) 2000 John Wiley & Sons, Ltd.

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The phytochemical study of Virola sebifera leaves led to the isolation of three lignans: (+)-sesamin, (-)-hinokinin, and (-)-kusunokinin and three flavonoids: quercetin-3-O - L-rhamnoside, quercetin-3-O - D-glucoside, and quercetin-3-methoxy-7-O - D-glucoside by using techniques as high-speed counter-current chromatography and high-performance liquid chromatography. The crude extracts, fractions, and isolated compounds were evaluated for their insecticidal and fungicidal potential against Atta sexdens rubropilosa and its symbiotic fungus Leucoagaricus gongylophorus. The bioassay results showed a high insecticidal activity for the methanol crude extract of the leaves of V. sebifera and its n-hexane, dichloromethane and ethyl acetate fractions. The fungicidal bioassay revealed high toxicity of the lignans against L. gongylophorus. © 2012 Keylla Utherdyany Bicalho et al.

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The market for natural cosmetics featuring ingredients derived from Amazon natural resources is growing worldwide. However, there is neither enough scientific basis nor quality control of these ingredients. This paper is an account of the chemical constituents and their biological activities of fourteen Amazonian species used in cosmetic industry, including açaí (Euterpe oleracea), andiroba (Carapa guianensis), bacuri (Platonia insignis), Brazil nut (Bertholletia excelsa), buriti (Mauritia vinifera or M. flexuosa), cumaru (Dipteryx odorata), cupuaçu (Theobroma grandiflorum), guarana (Paullinia cupana), mulateiro (Calycophyllum spruceanum), murumuru (Astrocaryum murumuru), patawa (Oenocarpus bataua or Jessenia bataua), pracaxi (Pentaclethra macroloba), rosewood (Aniba rosaeodora), and ucuuba (Virola sebifera). Based on the reviewed articles, we selected chemical markers for the quality control purpose and evaluated analytical methods. Even though chromatographic and spectroscopic methods are major analytical techniques in the studies of these species, molecular approaches will also be important as used in food and medicine traceability. Only a little phytochemical study is available about most of the Amazonian species and some species such as açaí and andiroba have many reports on chemical constituents, but studies on biological activities of isolated compounds and sampling with geographical variation are limited.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Remanescentes florestais na porção nordeste do Estado de São Paulo são ainda pouco estudados quanto à composição florística. Foi realizado o levantamento florístico e fitossociológico de uma floresta de galeria no Município de Cristais Paulista visando à caracterização da flora do remanescente e o estudo das relações florísticas com outras formações ribeirinhas. Para o levantamento fitossociológico foi utilizado o método de ponto-quadrante. em quatro transeções paralelas ao curso d'água, foram estabelecidos 90 pontos eqüidistantes em 10 metros e amostrados os indivíduos com PAP > 15 cm. Espécies em estágio reprodutivo, não amostradas no levantamento fitossociológico, foram coletadas e identificadas. Foram encontradas 68 espécies, distribuídas em 37 famílias, das quais 53 espécies e 34 famílias foram amostradas no levantamento fitossociológico. O índice de diversidade (H') para as espécies foi de 3,17 nats indivíduo-1 e as espécies mais importantes (em VI) foram Virola sebifera, Protium heptaphyllum, Tapirira guianensis e Copaifera langsdorffii. A comparação com outras florestas ribeirinhas evidenciou uma maior semelhança florística com as florestas situadas principalmente na bacia do Rio Grande, possivelmente devido às condições semelhantes de clima, e no Brasil Central, devido à rede de drenagem que atua como rota migratória das espécies. Foram encontradas também muitas espécies compartilhadas com os cerrados, evidenciando a contribuição da flora desse domínio para a floresta de galeria estudada.

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Lignans from Virola sebifera Aubl., Virola sp., and Otoba parvifolia (Mkfg.) A. Gentry (Myristicaceae) inhibited the in vitro growth of the fungus cultivated by leaf-cutting ants of the species Atta sexdens rubropilosa Forel (Hymenoptera: Formicidae). A comparison of activity among the lignans was obtained.

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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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O Estado de São Paulo apresenta poucos remanescentes de vegetação nativa, ameaçados pela expansão urbana e agricultura. Com a grande expansão das atividades silviculturais no país, estudos sobre as contribuições e impactos das florestas plantadas são de grande importância na análise da sucessão secundária e conservação de ambientes naturais. O trabalho teve como objetivo a análise da composição florística e estrutura fitossiológica do estrato arbustivoarbóreo de uma comunidade vegetal regenerante na face norte dos talhões 91G, 91H e 91I, na Floresta Estadual “Edmundo Navarro de Andrade” (FEENA), em Rio Claro, SP, em uma área anteriormente ocupada por Eucalyptus sp, sendo as espécies classificadas quanto as classes sucessionais e síndromes de dispersão. A área correspondente aos talhões 91G, 91H e 91I está incluída no Plano de Manejo como Zona de Recuperação, para posterior inclusão no zoneamento como área permanente. Foram alocadas 28 parcelas com dimensões de 20x10 metros cada, totalizando 0,56 ha amostrados. Os resultados indicaram a presença de 79 espécies pertencentes a 34 famílias, sendo as famílias Fabaceae, Asteraceae, Euphorbiaceae e Myrtaceae as mais representativas em número de espécies. Houve grande abundância e dominância de Virola sebifera e Siparuna guianensis, amplamente distribuídas na área. A maior parte das espécies amostradas é pioneira ou secundária inicial, sendo a grande maioria zoocórica, o que sugere presença de fauna. Foram encontradas muitas espécies generalistas, algumas típicas de floresta e cerrado, portanto, a área assemelha-se a um ecótono de cerrado e floresta estacional semidecidual, com maior abundância e biomassa de espécies generalistas e típicas de cerrado. Dessa forma, a riqueza encontrada foi considerada alta em comparação com outros estudos realizados na FEENA, sendo indicada... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)

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This work revisits the fruits of Iryanthera juruensis and Virola pavonis and the leaves from V. michelii, as well as describing a study of the fruits of V. mollissima. In I. juruensis aryltetraline neolignan (1) and tetrahydrofuran neolignan (2), were found while from V. pavonis neolignans of benzofuran type (6-9), the tetrahydrofuran type (2, 11-13, 17) and the biphenyl type (10), in addition to diastereoisomers of the 8.O.4'-oxyneolignan type (14 and 15) and others were isolated. The V. mollissima accumulates the aryltetralone neolignan 4 and its seco derivative (5). The lignoids 1 and 2 obtained from I. juruensis arils possess antileishmanial activity against the promastigote form of Leishmania amazonensis.

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"Graminaceous" stomata were observed in Virola (Myristicaceae). Comments are made on the widespread occurrence of this type of stomata as well as the need for additional structural information which can show a variation gradient between the characteristic stomata type of the Graminae and Cyperaceae and the "graminaceous" stomata of dicotyledons.

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RESUMONo presente trabalho, autores apresentam o estudo dos caracteres anatômicos de 24 espécies do gênero Virola (Myristicaceae) da Amazônia. Para cada espécies, são apresentadas as seguintes informações: características gerais da madeira, descrição microscópica, distribuição geográfica, habitat, usos comuns, além de quatro quadros sinóticos, o primeiro em ocorrência dos elementos anatômicos representativo do lenho, o segundo de espécies afins ou sinônimos, o terceiro de distribuição geográfica das espécies estudadas que ocorrem no Brasil, o último da distribuição até agora conhecida das espécies pesquisadas pelos diferentes tipos de vegetação do Brasil e um atlas contendo 48 microfotografias da estrutura do lenho.

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Este estudo foi conduzido com o propósito de gerar equação de afilamento para Virola surinamensis (Roll.) Warb, que está entre as espécies mais exportadas pela indústria madeireira do estuário amazônico. Foram testados os modelos de Kozak (1969), Baldwin (1991), Demaerschalk (1972) e Garay (1979). Todos esses modelos estimaram o diâmetro comercial com precisão, porém os três primeiros resultaram em inconsistência ao estimar a altura comercial. O modelo de Garay foi selecionado e utilizado para gerar uma curva de cubagem para a espécie.

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Este trabalho teve como objetivo estudar a germinação e o armazenamento de sementes de Virola surinamensis (Rol.) Warb. em condições de laboratório, no Estado do Amapá, Brasil. Para tanto, frutos foram coletados na Reserva Particular de Patrimônio Natural, "Ekinox", localizada em Macapá. Sementes recém-colhidas do lote original apresentaram teor médio de água de 24% e baixo ganho de água durante a embebição. Devido às diferenças no tamanho e, ou, peso, as sementes colhidas foram divididas em dois grupos: grandes e pequenas. Independentemente do tamanho da semente, a maior porcentagem de germinação e o menor tempo médio de germinação ocorreram a 30 ºC. Sementes armazenadas por 30 dias em condição ambiente (27 ºC ± 3 e 75% ± 5 UR) e em germinador (20 ºC e 58% UR) apresentaram viabilidade abaixo de 2%, ressaltando-se o comportamento recalcitrante de sementes de Virola surinamensis.