17 resultados para VSH


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A new cryptographic hash function Whirlwind is presented. We give the full specification and explain the design rationale. We show how the hash function can be implemented efficiently in software and give first performance numbers. A detailed analysis of the security against state-of-the-art cryptanalysis methods is also provided. In comparison to the algorithms submitted to the SHA-3 competition, Whirlwind takes recent developments in cryptanalysis into account by design. Even though software performance is not outstanding, it compares favourably with the 512-bit versions of SHA-3 candidates such as LANE or the original CubeHash proposal and is about on par with ECHO and MD6.

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Uno de los ejemplares no tiene video. Premios Nacionales a la Innovaci??n Educativa, 1997

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A correlação estratigráfica busca a determinação da continuidade lateral das rochas, ou a equivalência espacial entre unidades litológicas em subsuperfície, a partir de informações geológico-geofísicas oriundas de poços tubulares, que atravessam estas rochas. Normalmente, mas não exclusivamente, a correlação estratigráfica é realizada a partir das propriedades físicas registradas nos perfis geofísicos de poço. Neste caso, busca-se a equivalência litológica a partir da equivalência entre as propriedades físicas, medidas nos vários poços de um campo petrolífero. A técnica da correlação estratigráfica com perfis geofísicos de poço não é uma atividade trivial e sim, sujeita a inúmeras possibilidades de uma errônea interpretação da disposição geométrica ou da continuidade lateral das rochas em subsuperfície, em função da variabilidade geológica e da ambigüidade das respostas das ferramentas. Logo, é recomendável a utilização de um grande número de perfis de um mesmo poço, para uma melhor interpretação. A correlação estratigráfica é fundamental para o engenheiro de reservatório ou o geólogo, pois a partir da mesma, é possível a definição de estratégias de explotação de um campo petrolífero e a interpretação das continuidades hidráulicas dos reservatórios, bem como auxílio para a construção do modelo geológico para os reservatórios, a partir da interpretação do comportamento estrutural das diversas camadas em subsuperfície. Este trabalho apresenta um método de automação das atividades manuais envolvidas na correlação estratigráfica, com a utilização de vários perfis geofísicos de poço, através de uma arquitetura de rede neural artificial multicamadas, treinada com o algoritmo de retropropagação do erro. A correlação estratigráfica, obtida a partir da rede neural artificial, possibilita o transporte da informação geológica do datum de correlação ao longo do campo, possibilitando ao intérprete, uma visão espacial do comportamento do reservatório e a simulação dos possíveis paleoambientes. Com a metodologia aqui apresentada foi possível a construção automática de um bloco diagrama, mostrando a disposição espacial de uma camada argilosa, utilizando-se os perfis de Raio Gama (RG), Volume de Argila (Vsh), Densidade (ρb) e de Porosidade Neutrônica (φn) selecionados em cinco poços da região do Lago Maracaibo, na Venezuela.

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A identificação de fácies em um poço não testemunhado é um dos problemas clássicos da avaliação de formação. Neste trabalho este problema é tratado em dois passos, no primeiro produz-se a codificação da informação geológica ou da descrição das fácies atravessadas em um poço testemunhado em termos das suas propriedades físicas registradas nos perfis geofísicos e traduzidas pelos parâmetros L e K, que são obtidos a partir dos perfis de porosidade (densidade, sônico e porosidade neutrônica) e pela argilosidade (Vsh) calculada pelo perfil de raio gama natural. Estes três parâmetros são convenientemente representados na forma do Gráfico Vsh-L-K. No segundo passo é realizada a interpretação computacional do Gráfico Vsh-L-K por um algoritmo inteligente construído com base na rede neural competitiva angular generalizada, que é especializada na classificação de padrões angulares ou agrupamento de pontos no espaço n-dimensional que possuem uma envoltória aproximadamente elipsoidal. Os parâmetros operacionais do algoritmo inteligente, como a arquitetura da rede neural e pesos sinápticos são obtidos em um Gráfico Vsh-L-K, construído e interpretado com as informações de um poço testemunhado. Assim, a aplicação deste algoritmo inteligente é capaz de identificar e classificar as camadas presentes em um poço não testemunhado, em termos das fácies identificadas no poço testemunhado ou em termos do mineral principal, quando ausentes no poço testemunhado. Esta metodologia é apresentada com dados sintéticos e com perfis de poços testemunhados do Campo de Namorado, na Bacia de Campos, localizada na plataforma continental do Rio de Janeiro, Brasil.

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In central Antarctica, drainage today and earlier back to the Paleozoic radiates from the Gamburtsev Subglacial Mountains (GSM). Proximal to the GSM past the Permian-Triassic fluvial sandstones in the Prince Charles Mountains (PCM) are Cretaceous, Eocene, and Pleistocene sediment in Prydz Bay (ODP741, 1166, and 1167) and pre-Holocene sediment in AM04 beneath the Amery Ice Shelf. We analysed detrital zircons for U-Pb ages, Hf-isotope compositions, and trace elements to determine the age, rock type, source of the host magma, and "crustal" model age (T(C)DM). These samples, together with others downslope from the GSM and the Vostok Subglacial Highlands (VSH), define major clusters of detrital zircons interpreted as coming from (1) 700 to 460 Ma mafic granitoids and alkaline rock, epsilon-Hf 9 to -28, signifying derivation 2.5 to 1.3 Ga from fertile and recycled crust, and (2) 1200-900 Ma mafic granitoids and alkaline rock, epsilon-Hf 11 to -28, signifying derivation 1.8 to 1.3 Ga from fertile and recycled crust. Minor clusters extend to 3350 Ma. Similar detrital zircons in Permian-Triassic, Ordovician, Cambrian, and Neoproterozoic sandstones located along the PaleoPacific margin of East Antarctica and southeast Australia further downslope from central Antarctica reflect the upslope GSM-VSH nucleus of the central Antarctic provenance as a complex of 1200-900 Ma (Grenville) mafic granitoids and alkaline rocks and older rocks embedded in 700-460 Ma (Pan-Gondwanaland) fold belts. The wider central Antarctic provenance (CAP) is tentatively divided into a central sector with negative ?Hf in its 1200-900 Ma rocks bounded on either side by positive epsilon-Hf. The high ground of the GSM-VSH in the Permian and later to the present day is attributed to crustal shortening by far-field stress during the 320 Ma mid-Carboniferous collision of Gondwanaland and Laurussia. Earlier uplifts in the ~500 Ma Cambrian possibly followed the 700-500 Ma assembly of Gondwanaland, and in the Neoproterozoic the 1000-900 Ma collisional events in the Eastern Ghats-Rayner Province at the end of the 1300-1000 Ma assembly of Rodinia.

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New data on elemental composition of particulate matter from the North Dvina River are presented. In May (period of snowmelt flood) it is similar to the upper layer of the continental crust due to active erosion of crust material in the catchment area. In August (summer low water period) impact of biogenic components increases and elevated concentrations of Cd, Sb, Mn, Zn, Pb, and Cu are observed. At other seasons no significant increase in heavy and rare earth element concentrations is observed.