174 resultados para Temperamento
Resumo:
O experimento foi conduzido na Estação Experimental da Embrapa, Bagé, Rio Grande do Sul, entre março de 2005 e fevereiro de 2006. O objetivo foi avaliar o comportamento materno-filial e o temperamento de ovelhas e cordeiros e relacioná-los com a sobrevivência dos cordeiros. Foram utilizadas 47 ovelhas da raça Corriedale, com peso médio de 52,1kg, e 45 ovelhas da raça Ideal, com peso médio de 49,5kg, em um delineamento inteiramente casualizado. O temperamento foi avaliado por meio dos testes: escore de comportamento materno (ECM), tempo de fuga, tipo de marcha e distância de fuga. As ovelhas da raça Corriedale apresentaram maiores valores no teste tipo de marcha que as ovelhas da raça Ideal. Os cordeiros da raça Corriedale eram os mais pesados e tinham maior índice de sobrevivência, quando comparados com os da raça Ideal. A raça não afetou o escore de comportamento materno. Ovelhas reativas (ECM=1), que fogem e não retornam aos seus cordeiros, se isolaram menos do rebanho antes do parto, protegeram menos suas crias, desmamaram-nas mais cedo e tiveram menor peso em relação às não-reativas. A reatividade das ovelhas prejudicou o cuidado materno com os cordeiros e essa característica deve ser considerada pelo setor produtivo.
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O sono desempenha um papel importante no desenvolvimento físico e emocional dos adolescentes (Del Ciampo, 2012). As perturbações de sono na adolescência são um problema com uma prevalência significativa (Mindell & Owens, 2010). As suas consequências interferem no bem-estar e no desenvolvimento saudável desta população (Hamilton, 2009). É atualmente reconhecida a pertinência do estudo dos determinantes do sono na adolescência. Esta investigação teve como primeiro objetivo descrever o padrão de sono, avaliar a perceção de qualidade do sono, a higiene do sono, as crenças disfuncionais em relação ao sono, e a relação entre o temperamento e o sono, numa amostra comunitária de adolescentes portugueses. Foram ainda consideradas como variáveis independentes o controlo parental da hora de deitar e a perceção de problemas de sono. Num segundo objetivo foi considerado o estudo das associações entre as variáveis. Como terceiro objetivo pretendeu-se avaliar a contribuição das variáveis para a qualidade do sono. Foram utilizadas as versões portuguesas de 4 questionários: a escala de Autoavaliação da Qualidade do Sono na Adolescência - AQSA, a Escala de Higiene do Sono para Adolescentes - EHSA, a Escala de Crenças Disfuncionais sobre o Sono – ECDS e o Questionário sobre o Temperamento no Início da Adolescência-Revisto – EATQ-R. Integraram a amostra 164 participantes, com idades entre os 13 e os 19 anos (M=15,37; DP=1,16). A recolha de dados teve lugar num Estabelecimento Público de Ensino Básico e Secundário, em Lisboa. Os resultados mostraram que os adolescentes dormem menos uma hora do que o recomendado durante a semana. A discrepância de horas dormidas durante a semana e o fim-de-semana é significativa (2h04). Apenas 27% dos pais participam no estabelecimento de horas para dormir. Os adolescentes da amostra apresentam valores médios de qualidade do sono, com piores resultados no domínio “acordar”; valores médios de higiene do sono com piores valores no domínio “estabilidade do sono”; e crenças pouco disfuncionais sobre o sono. 35% da amostra considera ter problemas de sono. As raparigas apresentam piores resultados na qualidade e higiene do sono, crenças mais disfuncionais sobre o sono. Os iv 4 constructos apresentam correlações significativas entre si. A higiene do sono, e os fatores do temperamento, “afetividade negativa”, “extroversão” e “controlo com esforço” mostraram ser preditores da qualidade do sono. No modelo final a idade, o género, o controlo parental e as crenças em relação ao sono mostraram não ter efeito em relação à qualidade do sono. O modelo preditivo explicou 33,5% da variabilidade da qualidade do sono.
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Invocatio: KREIKKAA Alpha, omega.
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JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Temperamento e caráter possuem estreita relação com desempenho profissional de médicos anestesiologistas. Este estudo teve como objetivo estabelecer uma matriz de fatores contendo traços de temperamento e caráter considerados importantes por instrutores/responsáveis e médicos em especialização (ME) em Anestesiologia. MÉTODO: Um questionário contendo 29 traços foi apresentado a 84 Responsáveis e 1089 ME. Cada traço foi valorizado numa escala Likert de 10 pontos com extremos: absolutamente indesejável e absolutamente desejável a um ME em Anestesiologia e comparado pelos testes Kruskal-Wallis e Mann-Whitney. Utilizou-se análise fatorial para identificar fatores continentes dos traços estudados. RESULTADOS: Os resultados compreenderam as respostas de 35 responsáveis e 164 ME. Houve diferença significativa entre escores atribuídos aos traços confiabilidade (p<0,04) e organização (p<0,04) entre responsáveis e ME. Seis fatores foram identificados, respondendo por 63,74% da variância dos escores do questionário. CONCLUSÕES: Responsáveis e ME valorizaram de forma semelhante os traços. A análise fatorial mostrou que seis dimensões incorporaram os 29 traços. Estes achados sugerem que um instrumento de avaliação não técnica de ME contendo estas dimensões pode demonstrar validade de face e conteúdo.
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Resumen tomado de la publicaci??n
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Resumen tomado de la publicaci??n
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Conocer la relación entre intereses profesionales y temperamento. Expone unas nociones básicas sobre la orientación profesional, estudia al sujeto de la orientación profesional y analiza los intereses profesionales y el carácter. 1) Si existe una fuerte oposición entre intereses profesionales y carácter resulta necesario investigar otros factores, como pueden ser: inteligencia, aptitudes, estado físico del sujeto, ambiente social, familiar, etc. En caso de que todos ellos fueran opuestos a los intereses que el sujeto manifiesta habría que desaconsejarle la profesión hacia la que se inclina, porque si hemos de tender a la autorrealización de la persona por medio del ejercicio de su profesión, difícilmente podrá lograrse si hay gran desproporción entre sus aspiraciones e intereses y las posibilidades reales con las que cuenta. No llegará generalmente a tener éxito en su profesión y esto puede acarrearle un desajuste personal y social e incluso un desequilibrio psíquico. 2) Si la relación entre intereses y temperamento es pequeña debe estimularse al sujeto para que desarrolle aquellos intereses que estén más de acuerdo con su temperamento y así llegará a una mayor integración en el campo individual y social. 3) Si la relación entre intereses y carácter es alta, sin ninguna duda, el sujeto se orientará hacia aquellas profesiones que manifiesten sus inclinaciones. 4) Hay una alta correlación entre determinados intereses profesionales y ciertos temperamentos. Los temperamentos activos tienen sobre todo interés por grupos de profesiones de carácter ejecutivo, de negocios y de cálculo. Mientras que los temperamentos emotivos muestran preferencia por grupos de profesiones políticas, literarias, humanitarias, artísticas y musicales. Los temperamentos secundarios se interesan por profesiones científicas como las ciencias físicas, químicas y biológicas. Existe una correlación intensa entre los intereses profesionales y el temperamento o carácter. En todo proceso de orientación profesional hay que tener en cuenta si existe esta relación.
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Hacer resaltar de nuevo la obra de Huarte, exponer su concepción antropológica y hacer ver la importancia que ha tenido en la historia del pensamiento, y la que puede tener en la nueva orientación profesional. Hace una exposición general de la Doctrina de Huarte, las fuentes de que procede sus sistemas y las influencias que ha recibido hasta asentar sus principios y proposiciones, estudia la psicología huartina, sobre todo en su relación psicosomática, se ve la relación que tiene el temperamento con el ingenio, así como la dedicación de cada ingenio a su ciencia respectiva en orden a una orientación profesional y realiza una ligera crítica de su Doctrina, fijándose sobre todo en los puntos claves y más trascendentales. 1) La experiencia nos enseña que existen hombres y seres diferentes en cuanto al ingenio, tal diferencia de ingenios no proviene de condiciones pedagógicas sino de algo propio del sujeto, ahora bien, la causa no hay que atribuirla al alma, porque según Huarte todas las almas son iguales y de la misma perfección esencial. Por lo tanto, tales diferencias de ingenios hay que atribuirlas a las diferencias de temperamentos. 2) Los temperamentos serán la causa de la diversidad de ingenios, el temperamento también influye en las costumbres de la misma manera que influye en la virtud y en los ingenios o facultades. 3) Resulta excesiva la división que hace Huarte de las Ciencias, limita a tres las clases generales de ingenios: entendimiento, memoria e imaginativa, Huarte admite variaciones, pero siempre con predominio de una de las tres facultades mencionadas. 1) Admite en el hombre los principios substanciales de alma y cuerpo, el alma es una sustancia espiritual e inmortal capaz de obrar separada del cuerpo. 2) En su libro aparece una finalidad pedagógico-social: racionalizar la dirección de los estudios y profesiones para la perfección de las facultades del individuo, la meta que Huarte se propuso fue aplicar a cada individuo su ciencia o profesión particular, para evitar esa pérdida de energía y tiempo en actividades que después no van a ser prácticas para la vida.
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Este artículo pertenece a un monográfico de la revista sobre psicología evolutiva y de la educación
Resumo:
Analizar si las variables que conforman el temperamento (tanto las obtenidas a través del laboratorio como las del cuestionario) están en relación con la cantidad de vocabulario que tiene el niño a los 15 y 18 meses de edad. Analizar si los estilos lingüísticos (referencial y expresivo) presentan algún vínculo con alguna de las características temperamentales evaluadas. 12 sujetos de doce meses que fueron seguidos hasta los 18 meses, en la Escuela Infantil Guadalupe de la Comunidad Autónoma de Murcia. Las características temperamentales fueron evaluadas en el laboratorio, aplicando una escala de tareas, tareas que fueron grabadas en vídeo (10 minutos) midiendo las variables de tono emocional, nivel de actividad, orientación social hacia el experimentador, atención y vocalizaciones. Las características temperamentales también fueron evaluadas utilizando una medida indirecta: cumplimentar, por parte de los padres, a los 15 y 18 meses, un cuestionario que tenía en cuenta el comportamiento del niño en situaciones cotidianas: aseo, alimentación y juego. Se realizaron dos registros de vocabulario (15-18 meses), de los registros (realizados por los padres durante una semana cada vez) se extrajeron dos medidas: cantidad de vocabulario e índice de expresividad. Tareas evolutivas y Escalas de Puntuación para la Medida del Temperamento Infantil en el laboratorio (Matheny y Wilson, 1981), Cuestionario de Temperamento: Toddler Behavior Assesment Questionnaire de Goldsmith, 1987, registros de vocabulario. A la luz de los resultados no se puede afirmar categóricamente que la presencia de determinadas características temperamentales acelere o ralentice el proceso de adquisición lingüística ni que áquellas determinen el estilo lingüístico que adoptan los niños en su primer lenguaje. Se puede hablar de tendencias de asociación, pero no de asociaciones significativas entre variables. De todas las dimensiones que conforman el constructo TEMPERAMENTO, sólo la que se refiere a la expresión de la emocionalidad tiene que ver tanto con la cantidad de vocabulario como la adquisición de los estilos lingüísticos.
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Examinar las diferencias individuales de lenguaje en el período de adquisición de las primeras 50 palabras indagando sobre el tipo de vocabulario que representa al estilo expresivo y referencial. Analizar algunas de las variables de tipo prelingüístico y lingüístico que desde varias investigaciones han caracterizado ambos estilos: gestos comunicativos, cantidad de vocabulario y estilos de conversación. Analizar las diferencias temperamentales que se asocian con los estilos referencial y expresivo. 19 familias de nivel socioeconómico medio reclutadas a través de centros de salud de la Región de Murcia: 11 niñas y 8 niños. Para el trabajo de laboratorio (observación) de evaluación del temperamento se fijaron visitas a los 7,9,12 meses de edad de los bebés participantes y para la evaluación del lenguaje a los 9, 12, 15, 18, 21 y 24 meses. Estas visitas se realizaban en dos días distintos dentro de la misma semana. En la primera sesión se recoge la medida del lenguaje y en la segunda la del temperamento. La secuenciación de las tareas del laboratorio fue la siguiente: grabación del lenguaje (juego libre) y del temperamento: período de habituación, arco de juguetes, abrazar, juguete que se retira, interacción madre-hijo, cambio de luces, separación materna, juego del cucú, cambio de sonidos y máscaras. Codificación del lenguaje, codificación de las tareas de temperamento y cálculo de la fiabilidad interobservadores. Análisis de los datos. Para la medida del lenguaje se utilizó la observación de laboratorio y el informe materno, al igual que para la medida del temperamento. Inventario de Desarrollo Comunicativo McArthur de Ferson, Dale, Reznick, Thal, Bates, Hartung, Pethick y Reilly (1993) Batería de Evaluación del Temperamento en el laboratorio de Goldsmith y Rothbart (1996), Versión Prelocomotora del Cuestionario Conductual Infantil Revisado (IBQ-R) de Rothbart y Garstein (1999). Las observaciones de laboratorio se graban, después se procede a la codificación de los gestos comunicativos prelingüísticos, del estilo de comunicación, tipo de vocabulario. Para el análisis estadístico de los datos se utilizó el análisis factorial de componentes principales por normalización varimax con Kaiser. Paquete ASA ver 8.2, 1999. Análisis de covarianza. paquete SPSS ver 11.0.1, 2002. El estudio corrobora la existencia de referencias individuales en el lenguaje temprano y permite dibujar un perfil desde etapas tempranas en el desarrollo destacando el uso de la señalización por parte del niño y de la madre, así como la tendencia a retroalimentar las emisiones de los niños que favorecen el desarrollo de la comunicación referencial. Se han encontrado diferencias individuales en determinadas características temperamentales asociadas a los niños catalogados como referenciales y expresivos. Estas características presentan una fuerte consistencia interna. Los niños referenciales emplean más tiempo en la exploración de objetos, así como en gestos de delimitación de objetos, promoviendo en los cuidadores la utilización de las palabras vinculadas a los mismos. Las características temperamentales de los niños expresivos hace que su interacción con los adultos se encuadre preferentemente en la importancia del contacto con los cuidadores, de ahí que los niños sean más sensibles a la utilización de expresiones y frases congeladas empleadas habitualmente por los adultos en la interacción social. El temperamento del niño parece contribuir a una determinada forma de relación que se producirá mejor en unos contextos que en otros. A los niños inhibidos les gustan los contextos interactivos mediados por objetos y su manipulación y no les importa permanecer largos períodos de tiempo sólos. A los niños desinhibidos les encanta el contacto social, les entretiene participar en las rutinas de sus madres, encontrando multitud de oportunidades para ser incluidos en vocablos sociales contextuales o en su imitación lingüística como comportamiento típico de esas rutinas sociales.
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Describir los instrumentos con los que se va a trabajar (cuestionarios, muestra y el método de trabajo), definir las diferentes variables de los dos cuestionarios o test para pasa posteriormente al análisis factorial de las mismas, elaborar resultados sobre la estructura de la personalidad y predecir las conductas del individuo; obtener un perfil de las estudiantes de magisterio, a partir de los datos obtenidos. La muestra objeto de estudio, pertenece a una Escuela Universitaria de Formación de Profesorado de EGB de Madrid, formada por doscientas dos mujeres de las distintas especialidades y cursos de magisterio. Para el estudio se utilizaron distintas variables: vitalidad, temperamento y carácter. Luego se explicaron los resultados del análisis factorial así como la distribución de las variables en los factores, su descripción y los posibles tipos de personalidad. Por último se detalló el perfil de la muestra (estadísticos básicos) . Hay una presencia de tres posibles tipos de personalidad, con las dimensiones que se le pueden atribuir. Son: 1) El hombre social en las tres vertientes: relacionar, mental y de expresión.2) El hombre volitivo expresado en la decisión, planificación y ejecución..
Resumo:
Temperamento é hereditário e relativamente estável no padrão de emoções básicas tais como medo e raiva. Nós exploramos traços de temperamento em camundongos para selecionar fenótipos distintos com extremos de temperamento. Em um ambiente novo (campo aberto) com objeto central, dois grupos de 15 animais a partir de 79 foram selecionados e separados de acordo com alta e baixa exploração do objeto para compor os grupos de alto e baixo exploradores, respectivamente. O desempenho destes animais foi idêntico no mesmo teste uma semana depois e se manteve distinto oito meses depois, sugerindo a presença de traços de temperamento. Estes camundongos foram posteriormente testados em outras tarefas comportamentais. Comparados aos baixo exploradores, os camundongos alto exploradores foram menos ansiosos no claro-escuro e no labirinto em cruz elevado, mostraram aumento na locomoção no campo aberto, apresentaram melhor desempenho no decorrer dos testes do Labirinto de Lashley (estímulo apetitivo) e tiveram alta latência para descer da plataforma no teste de esquiva inibitória (estímulo aversivo). Camundongos alto exploradores se mostraram agressivos no teste de intruso, enquanto que os baixo exploradores se mostraram passivos ou submissos. Estes resultados mostram que diferenças individuais no temperamento influenciam grande parte dos comportamentos em camundongos. Esse perfil comportamental dos camundongos alto e baixo exploradores se assemelha a temperamentos depressivos e hipertímicos de pacientes com depressão unipolar e bipolar.
Resumo:
O objetivo desta investigação foi verificar o julgamento de educadoras de creche sobre os fatores que causam e/ou influenciam o temperamento e o desempenho de bebês. Vinte e uma educadoras foram entrevistadas a respeito de cada um dos 90 bebês de 4 a 24 meses sob seus cuidados, seguindo um roteiro semi-estruturado. Os resultados mostram que (a) as crenças das educadoras são predominantemente ambientalistas, isto é, que as educadoras atribuem influência significativa do ambiente no temperamento e desempenho dos bebês, e (b) que elas subestimam o seu papel de promotoras do desenvolvimento das crianças. A necessidade de se conhecer as crenças das educadoras para a eleboração de programas de treinamento eficazes é enfatizada.