682 resultados para Telephone interview
Resumo:
Objective. Outcome assessment in clinical trials using the Western Ontario and McMaster University (WOMAC 3.0) Osteoarthritis Index is traditionally achieved through self-administration of the Index. However, in other areas of clinical measurement, telephone administration has been shown to be a reliable method of acquiring data that are both accurate and complete. To address this issue in knee osteoarthritis (OA), we conducted a comparative study of telephone administration by interviewer of WOMAC LK3.0 versus onsite self-completion at the hospital. Methods. Fifty consenting patients with knee OA were randomized to complete the WOMAC LK3.0 Index by telephone interview one day, followed by onsite completion the following day, or vice versa. Neither patients nor interviewers had access to any prior scores. Results. The mean age of the 50 patients was 66.3 years (range 44-82); 34 (68%) were female and 16 (32%) male. There was excellent agreement between the mean office and telephone scores, with mean differences for the WOMAC LK3.0 pain, stiffness, and function subscale scores and total score of 0.09, 0.12, 0.78, and 0.98, respectively. These differences were well within the respective protocol defined equivalence criteria of +/- 1.7, +/- 0.9, +/- 6.4, and +/- 9.1, and represented differences from office scores of 0.9, 2.6, 2.4, and 2.2%, respectively. Conclusion. The use of telephone interviews for the WOMAC LK3.0 Index is a valid method of obtaining OA outcome measurements. These observations have important implications for designing data acquisition strategies for future OA clinical trials and for longterm observational studies.
Resumo:
The comparability of information collected through telephone interviews and information collected through mailed questionnaires has not been well studied. As part of the first phase of a randomized controlled trial of population screening for melanoma in Queensland, Australia, the authors compared histories of skin examination reported in telephone interviews and self-administered mailed questionnaires. A total of 1,270 subjects each completed a telephone interview and a mailed questionnaire 1 month apart in 1999; 564 subjects received the interview first, and 706 received the mailed questionnaire first. Agreement between the two methods was 91.2% and 88.6% for whole-body skin examination by a physician in the last 12 months and the last 3 years, respectively, and 81.9% for whole-body skin self-examination in the last 12 months. Agreement was lower for any skin self-examination. Agreement between the two methods was similar regardless of whether the interview or the questionnaire was administered first. Missing data were less frequent for interviews (0.5%) than for mailed questionnaires (3.8%). Costs were estimated at A$9.55 (US$6.21) per completed interview and A$3.01 (US$1.96) per questionnaire. The similarity of results obtained using telephone interviews and mailed questionnaires, coupled with the substantially higher cost of telephone interviews, suggests that self-administered mailed questionnaires are an appropriate method of assessing this health behavior.
Resumo:
Jean Weissenbach, telephone interview by Kathryn Maxson and Robert Cook-Deegan, conducted from Durham, NC 09 February 2012. Jean Weissenbach, a leader in French genetic mapping, directed the French national sequencing center, Généthon, during the HGP and was instrumental in helping to build agreement to the Bermuda Principles in France.
Resumo:
OBJETIVO: O objetivo do presente estudo foi comparar as estimativas obtidas por diferentes modalidades de inquérito para condições crônicas auto-referidas em adultos residentes em Campinas (SP) no ano de 2008. MÉTODOS: Foram utilizados os dados do ISACamp, inquérito domiciliar realizado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas com apoio da Secretaria Municipal de Saúde, e do VIGITEL - Campinas (SP), inquérito telefônico realizado pelo Ministério da Saúde para Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas na população adulta (18 anos ou mais). Estimativas do auto-relato de hipertensão arterial, diabetes, osteoporose, asma/bronquite/enfisema, foram avaliadas e comparadas por meio do teste t de Student para duas amostras independentes. RESULTADOS: Para as estimativas globais, maior prevalência de hipertensão arterial e osteoporose foram verificadas pelo inquérito telefônico. Diabetes e asma/bronquite/enfisema não apresentaram diferenças estatísticas significantes. Na análise segundo variáveis sócio-demográficas, maior prevalência de hipertensão foi obtida pelo VIGITEL para os homens, entre as pessoas de 18 a 59 anos e nos que referiram 9 ou mais anos de estudo. Maior prevalência de osteoporose entre adultos (18 a 59 anos) foi verificada pelo VIGITEL. Em relação à asma/bronquite/enfisema nos idosos, maior prevalência foi observada pelo ISACamp. CONCLUSÃO: Exceto para hipertensão arterial, os dados obtidos do inquérito telefônico constituíram uma alternativa rápida para disponibilizar estimativas globais da prevalência das condições estudadas na população adulta residente em Campinas (SP).
Resumo:
OBJETIVO: Estimar a prevalência de osteoporose auto-referida (com diagnóstico médico prévio) e de fatores de risco e proteção associados. MÉTODOS: Estudo transversal baseado em dados do sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL). Foram entrevistados 54.369 indivíduos com idade >18 anos residentes em domicílios servidos por pelo menos uma linha telefônica fixa nas capitais brasileiras e Distrito Federal em 2006. Estimativas de osteoporose segundo fatores socioeconômicos, comportamentais e índice de massa corporal foram estratificadas por sexo. Foram calculados riscos de ocorrência de osteoporose para cada variável individualmente, e em modelo multivariado, considerando-se odds ratio como proxy da razão de prevalência. RESULTADOS: A prevalência de osteoporose referida foi de 4,4%, predominantemente entre mulheres (7,0%), com idade >45 anos, estado civil não solteiro e ex-fumante. Entre homens, ter mais de 65 anos, ser casado ou viúvo e sedentário associaram-se positivamente ao desfecho. CONCLUSÕES: Dentre os fatores associados à osteoporose, destacam-se aspectos modificáveis relacionados com a prevenção da doença, como a atividade física e tabagismo.
Resumo:
OBJETIVO: Estimar as prevalências de comportamentos prejudiciais à saúde e de outros fatores de risco cardiovascular entre idosos com hipertensão auto-referida e comparando-as com de não-hipertensos. MÉTODOS: Foram utilizados dados do sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), referentes aos 9.038 idosos residentes em domicílios com pelo menos uma linha telefônica fixa nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal em 2006. RESULTADOS: A prevalência de hipertensão auto-referida foi de 55% (IC 95%: 53;57). A maioria dos hipertensos apresentava concomitância de três ou mais fatores de risco (69%; IC 95%: 67;71). Foram observadas altas prevalências de atividades físicas insuficientes no lazer (88%; IC 95%: 86;89) e do consumo de frutas e hortaliças inferior a cinco porções diárias (90%; IC 95%: 88;90) entre hipertensos, seguidas pela adição de sal aos alimentos (60%; IC 95%: 57;63), consumo habitual de carnes gordurosas (23%; IC 95%: 21;25), tabagismo (9%; IC 95%: 7;10) e consumo abusivo de álcool (3%; IC 95%: 2;4). Essas prevalências foram semelhantes às observadas entre não hipertensos (p >0,05), exceto tabagismo. A prevalência do tabagismo foi menor entre hipertensos (razão de prevalência ajustada [RPA] = 0,75; IC 95%: 0,64;0,89) e as prevalências de sobrepeso (RPA= 1,37; IC 95%: 1,25;1,49), dislipidemia (RPA 1,36; IC 95%: 1,26;1,36) e diabetes (RPA= 1,37; IC 95%: 1,27;1,37) foram mais altas. CONCLUSÕES: Os resultados sugerem que, exceto tabagismo, os comportamentos prejudiciais à saúde entre idosos persistem após o diagnóstico da hipertensão arterial.
Resumo:
OBJETIVO: Estimar a freqüência do consumo de frutas e hortaliças e fatores associados. MÉTODOS: Foram estudados 54.369 indivíduos com idade >18 anos, entrevistados pelo sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) nas capitais brasileiras e Distrito Federal, em 2006. Os indicadores do consumo alimentar foram: consumo regular (>5 dias/semana) de frutas e hortaliças e consumo adequado (>5 vezes/dia). Calculou-se a prevalência dos indicadores e intervalos de confiança, estratificada por sexo. Para analisar a associação das variáveis sociodemográficas foram calculados odds ratio bruta e ajustada por sexo, idade, escolaridade e estado civil. RESULTADOS: Menos da metade dos indivíduos referiu consumo regular de fruta (44,1%) ou hortaliças (43,8%), enquanto 23,9% referiram consumo regular de frutas e hortaliças em conjunto; o consumo adequado foi referido por 7,3% dos entrevistados. O consumo de frutas e hortaliças variou entre as cidades estudadas, foi maior entre as mulheres e aumentou com a idade e escolaridade. CONCLUSÕES: Iniciativas de promoção do consumo de frutas e hortaliças devem atender a população como um todo, especialmente às cidades das regiões Norte e Nordeste, aos jovens, aos homens e aos estratos populacionais com baixa escolaridade.
Resumo:
OBJETIVO: Estimar a prevalência de excesso de peso e obesidade e fatores associados. MÉTODOS: Foram analisados dados referentes a indivíduos com idade >18 anos entrevistados pelo sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), realizado nas capitais brasileiras e Distrito Federal em 2006. Para 49.395 indivíduos, o índice de massa corporal (IMC) foi utilizado para identificar excesso de peso (IMC 25-30 kg/m²) e obesidade (IMC >30 kg/m²). Prevalência e razões de prevalência foram apresentadas segundo variáveis sociodemográficas, escolaridade e condição de saúde/comorbidades e auto-avaliação da saúde, estratificadas por sexo. Utilizou-se regressão de Poisson para análises brutas e ajustadas por idade. RESULTADOS: A prevalência de excesso de peso foi de 47% para os homens e 39% para as mulheres, e de obesidade, 11% para ambos os sexos. Observou-se associação direta entre excesso de peso e escolaridade entre homens, e associação inversa entre mulheres. Obesidade foi mais freqüente entre os homens que viviam com companheira e não esteve associada com escolaridade ou cor da pele. As prevalências de excesso de peso e obesidade foram mais altas entre mulheres negras e que viviam com companheiro. A presença de diabetes, hipertensão arterial sistêmica e dislipidemias, bem como considerar sua saúde como regular ou ruim, também foram referidas pelos entrevistados com excesso de peso ou obesidade. CONCLUSÕES: Enquanto cerca de um de cada dois entrevistados foram classificados com excesso de peso, obesidade foi referida por um de cada dez entrevistados. Variáveis socioeconômicas e demográficas, bem como morbidades referidas, foram associadas com excesso de peso e obesidade. Esses resultados foram similares àqueles encontrados em outros estudos brasileiros.
Resumo:
OBJETIVO: Estudar associação entre excesso de peso e hábito de fumar. METODOLOGIA: Estudo transversal desenvolvido por telefone numa amostra probabilística de adultos (Santarém /PA), em 2007. Variável desfecho foi excesso de peso, explanatória hábito de fumar e de confusão idade, escolaridade, união conjugal, estado nutricional prévio, abuso de bebidas alcoólicas, atividade física no lazer e padrão alimentar. Associação entre excesso de peso e demais variáveis foi investigada pelo teste do qui-quadrado e regressão de Poisson para o cálculo das razões de prevalência de excesso de peso conforme hábito de fumar, considerando-se três níveis de hierarquia: características sociodemográficas, estado nutricional prévio e padrão comportamental. RESULTADOS: Verificou-se 40,6% de excesso de peso e 16,4% de fumantes. As variáveis associadas ao excesso de peso foram: maior idade, menor escolaridade, união conjugal estável, excesso de peso aos 20 anos e hábito de não consumo de refrigerante para ambos os sexos; não ativo no lazer para homens e hábito de fumar (atual e passado) para mulheres. As razões de prevalência de excesso de peso não apresentaram associação com hábito de fumar para homens, porém para mulheres houve tendência de maior prevalência de excesso de peso para fumantes atuais, chegando a 2,56 vezes mais do que para nunca fumantes e ex-fumantes. CONCLUSÃO: Este estudo constatou que a prevalência de excesso de peso foi maior para mulheres fumantes, comparativamente às ex-fumantes e nunca fumantes. Para os homens não se observou nenhuma associação entre excesso de peso e tabagismo.
Resumo:
OBJETIVO: Analisar a freqüência de hipertensão arterial sistêmica auto-referida e fatores associados. MÉTODOS: Estudo baseado em dados do sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL), coletados em 2006 nas capitais brasileiras e Distrito Federal. Estimou-se a freqüência de hipertensão arterial sistêmica entre 54.369 adultos, estratificada por sexo, região geográfica, variáveis sociodemográficas e comportamentais e morbidades auto-referidas. Foram calculadas os odds ratios brutos de hipertensão e ajustados para variáveis do estudo. RESULTADOS: A freqüência de hipertensão auto-referida foi de 21,6 por cento, maior entre mulheres (24,4 por cento versus 18,4 por cento), menor nas regiões Norte e Centro-Oeste e maior na Sudeste. A freqüência de hipertensão aumentou com a idade, diminuiu com a escolaridade, foi maior entre negros e viúvos e menor entre solteiros. A chance de hipertensão, ajustada para variáveis de confusão, foi maior para os indivíduos com excesso de peso, diabetes, dislipidemia e de eventos cardiovasculares. CONCLUSÕES: Cerca de um quinto da população referiu ser portadora de hipertensão arterial sistêmica. As altas freqüências de fatores de risco modificáveis indicam os segmentos populacionais alvos de intervenção, visando à prevenção e controle da hipertensão
Resumo:
OBJETIVO: Avaliar a reprodutibilidade e a validade de indicadores de atividade física e sedentarismo, obtidos por sistema de vigilância baseado em inquéritos telefônicos. MÉTODOS: Foram realizadas análises de reprodutibilidade e validade em duas subamostras aleatórias (n=110 e n=111, respectivamente) da amostra total (N=2.024) de adultos (>18 anos), estudada pelo sistema, no município de São Paulo, em 2005. Os indicadores avaliados incluíram a freqüência de "suficientemente ativos no lazer", "inativos em quatro domínios da atividade física (lazer, trabalho, transporte e atividades domésticas)" e "ver televisão por longos períodos". A reprodutibilidade foi estudada comparando-se resultados obtidos a partir da entrevista telefônica original do sistema e de outra entrevista idêntica repetida após sete a 15 dias e feita por entrevistador diferente do que fez a entrevista original. A validade foi estudada comparando-se resultados obtidos a partir da entrevista telefônica original e de três recordatórios de 24 horas (método de referência) realizados na semana seguinte à entrevista original. RESULTADOS: A freqüência dos três indicadores avaliados foi idêntica ou muito próxima entre a primeira e a segunda entrevistas telefônicas, e os coeficientes kappa se situaram entre 0,53 e 0,80, indicando boa reprodutibilidade de todos os indicadores. Relativamente ao método de referência, evidenciou-se especificidade de 80% ou mais para os três indicadores e sensibilidade de 69,7% para "ver televisão por longos períodos", 59,1% para "inativos em quatro domínios" e 50% para "suficientemente ativos no lazer". CONCLUSÕES: Os indicadores de atividade física e sedentarismo empregados pelo sistema aparentam ser reprodutíveis e suficientemente acurados. Se mantido em operação nos próximos anos, o sistema poderá oferecer ao Brasil um instrumento útil para avaliação de políticas públicas de promoção da atividade física e controle das doenças crôni
Resumo:
Objectives: To test the effectiveness, in the setting of primary health care, of verbal advice on exercise from a family physician (FP) combined with supporting written information. Design: A controlled trial with subjects allocated to a control group or one of two intervention groups using a balanced design based on day of the week. Setting: Ten general practices in Perth, Western Australia. Subjects: All sedentary patients consulting an FP. Intervention: Verbal advice on exercise from the FP and a pamphlet on exercise mailed to the patient's home address within 2 days of his/her visit to the doctor. Main outcome measure: Level of physical activity at followup. Results: 6,351 adult patients attending an FP practice completed a screening questionnaire, and 763 sedentary adults were recruited to the project. The response to follow-up, via a postal survey at 1, 6, and 12 months after the index consultation was 70%, 60%, and 57%, respectively. At 1 month a subsample of the control and intervention subjects were contacted for a telephone interview to verify self-reported levels of activity (n = 136). Treating all nonresponders as sedentary, at 1 month significantly more subjects in the combined intervention groups reported doing some physical activity (40%) compared with the control group (31%). Similarly, at 6 months, 30% of the control group and 38% of the combined intervention groups were now active. There was very little change at followup at 12 months (31% control and 36% intervention groups, respectively). Conclusion: A simple intervention aimed at the promotion of physical activity to sedentary patients in general practice can help reduce inactivity.
Resumo:
Objective: To pilot a clinical information service for general practitioners. Methods: A representative sample of 31 GPs was invited to submit clinical questions to a local academic department of general practice. Their views on the service and the usefulness of the information were obtained by telephone interview. Results: Over one month, nine GPs (29% of the sample, 45% of those stating an interest), submitted 20 enquiries comprising 45 discrete clinical questions. The median time to search for evidence, appraise it and write answers to each enquiry was 2.5 hours (range, 1.0-7.4 hours). The median interval between receipt of questions and dispatch of answers was 3 clays (range, 1-12 days). Conclusions: The GPs found the answers useful in clinical decision making; in four out of 20 cases patient management was altered.
Resumo:
Objective: To compare rates of self-reported use of health services between rural, remote and urban South Australians. Methods: Secondary data analysis from a population-based survey to assess health and well-being, conducted in South Australia in 2000. In all, 2,454 adults were randomly selected and interviewed using the computer-assisted telephone interview (CATI) system. We analysed health service use by Accessibility and Remoteness Index of Australia (ARIA) category. Results: There was no statistically significant difference in the median number of uses of the four types of health services studied across ARIA categories. Significantly fewer residents of highly accessible areas reported never using primary care services (14.4% vs. 22.2% in very remote areas), and significantly more reported high use ( greater than or equal to6 visits, 29.3% vs. 21.5%). Fewer residents of remote areas reported never attending hospital (65.6% vs. 73.8% in highly accessible areas). Frequency of use of mental health services was not statistically significantly different across ARIA categories. Very remote residents were more likely to spend at least one night in a public hospital (15.8%) than were residents of other areas (e.g. 5.9% for highly accessible areas). Conclusion: The self-reported frequency of use of a range of health services in South Australia was broadly similar across ARIA categories. However, use of primary care services was higher among residents of highly accessible areas and public hospital use increased with increasing remoteness. There is no evidence for systematic rural disadvantage in terms of self-reported health service utilisation in this State.
Resumo:
Objective-To evaluate the efficacy of cryosurgery for treatment of skin and subcutaneous tumors in dogs and cats. Study Design-Prospective study. Animals-Dogs (n = 20), cats (10). Methods-Cutaneous or subcutaneous tumors were treated by liquid nitrogen cryosurgical spray (1 cm from target tissue at 90 degrees until a 5-mm halo of frozen tissue was achieved) for 15-60 seconds. Malignant lesions had 3 freeze-thaw cycles benign tumors, 2 cycles. The second or third freeze cycle was performed after complete thaw of the preceding freeze. Wounds healed by second intention. Follow-up was weekly for 1 month and then twice monthly until wounds healed, and final outcome was determined by telephone interview of owners. Results-Tumor size ranged from 0.3 to 11 cm, diameter with 28 (60%) being 0.3-1 cm; 8 (17%) 1.1-3cm, and 11 (23%) >3.4cm. Complications included edema, erythema and for extremity lesions, pain and lameness. Treated lesions (n = 47) had an overall remission of 98% (mean follow-up.. 345 +/- 172.02 days [range, 150-750 days]). One malignant peripheral nerve sheath tumor recurred 7 months after cryosurgical treatment. Conclusion-Cryo surgery is an efficient method for treatment of skin and subcutaneous tumors in dogs and cats. Clinical Relevance-Cryosurgical ablation is an effective means of treating small cutaneous or subcutaneous tumors in dogs and cats, especially in older animals where wound closure or cosmetic outcome might limit surgical excision alone. (C) Copyright 2008 by The American College of Veterinary Surgeons.