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Characidium xanthopterum é descrita de tributários das bacias do alto Paraná e do alto Tocantins, no Planalto Central do Brasil, Estado de Goiás, Brasil. Entre as congêneres, a nova espécie é diagnosticada pela ausência de barras escuras nas porções laterais do corpo em exemplares adultos, e pela presença de todas as nadadeiras fortemente amareladas, sem marcas ou manchas. Exemplares menores de 32 mm CP apresentam barras escuras no corpo. Estas barras desaparecem com o crescimento entre 32 e 35 mm CP, e estão sempre ausentes em indivíduos maiores do que 35 mm CP.
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
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Phallobrycon adenacanthus, is described as a new genus and species belonging to Clade A characids of Malabarba & Weitzman (2003). The new taxon is the only characid possessing two developed spines on unbranched portions of fifth, sixth and seventh anal-fin rays associated with intumescent glandular tissue on the anterior portion of the anal fin of sexually mature males. Other non-exclusive diagnostic features of the new genus (observed in male specimens) are: urogenital papilla modified into a copulatory organ, absence of pelvic-fin hooks and glandular tissue not organized into an organ. The presence of these features in members of Clade A and other characids is discussed in order to hypothesize the relationships of Phallobrycon.
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RESUMO: Objectivos 1. Avaliar a morbilidade urinária e sexual secundária à braquiterapia prostática com implante de I125. 2. Avaliar a influência da hormonoterapia neoadjuvante e adjuvante na morbilidade urinária e sexual secundária à braquiterapia(I125). 3. Avaliar a influência da associação da radioterapia externa na morbilidade urinária e sexual secundária à braquiterapia(I125). 4. Avaliar a morbilidade urinária dos doentes com contra-indicação relativa (próstatas volumosas, IPSS elevado).Material e métodos De Setembro de 2000 a Dezembro de 2004 foram recrutados 204 doentes com o diagnóstico de carcinoma da próstata localizado (T1 e T2) ou localmente avançado (T3) e expectativa de vida superior a 10 anos. Foram submetidos a braquiterapia, com implante transperineal de Iodo 125 (I125) em monoterapia ou combinada com hormonoterapia e/ou radioterapia externa (tratamento trimodal). Definiram-se diversos sub-grupos de pacientes, consoante algumas características habitualmente referidas como factores de risco para a morbilidade do tratamento de braquiterapia prostática, com o objectivo de analisar a sua influência sobre a morbilidade urinária e sexual: Grupo 1: Braquiterapia em monoterapia (MONO) versus braquiterapia associada a radioterapia externa (BCOMB) Grupo 2: Próstatas volumosas (>50ml) versus próstatas não volumosas (<50ml)Grupo 3: Braquiterapia associada a hormonoterapia (HORM) versus braquiterapia sem hormonoterapia (NHORM)Grupo 4: IPSS elevado versus IPSS baixo Avaliou-se a evolução do IPSS, QoL, taxa de RTU-P e retenção urinária pós implante, e evolução do BSFI durante todo o período de seguimento. Resultados Grupo 1: Para o grupo MONO o IPSS iniciou-se com 7.1, sofreu agravamento para 16.1 e 15.9 ao primeiro e terceiro meses. Aos 12 meses, o IPSS desceu para 10.1 enquanto que, aos 18 e 24 meses, o IPSS foi de 7.3 e 5.8. O grupo BCOMB iniciou com IPSS de 9.4. Sofreu agravamento ligeiro e pouco acentuado até aos 6 meses (IPSS de 14). A evolução do IPSS foi, então, flutuante com IPSS de 5.9 aos 12 meses e 9.5 aos 18 meses. Aos 24 meses apresentava IPSS de 6.7. A taxa de retenção urinária (6.4% e 0%) e de RTU-P (2.0% e 0%) foram semelhantes nos grupos MONO e BCOMB, respectivamente (p=0.375 e p=1). A evolução da qualidade das erecções foi semelhante nos dois grupos excepto aos 6 meses em que MONO apresentou o valor 6 e BCOMB 3.7 (p=0.029). A percentagem de doentes potentes foi significativamente inferior nos primeiros 6 meses após a braquiterapia para o grupo BCOMB relativamente ao grupo MONO: 36%–74%; 33%–73%; 33%–75%. Após os 6 meses os grupos foram homogéneos. Grupo 2: O IPSS evoluiu nas próstatas <50ml e >50ml de 7–9 para 15-19 ao primeiro mês e 15-18 ao 3.º mês. Apenas ao primeiro mês é que as diferenças no IPSS foram significativas (p=0.061). Após o 3.º mês os dois grupos foram semelhantes: IPSS de 8 e 12 ao 12.º mês e 5.7 e 6 ao 24.º mês. As taxas de retenção urinária e de RTU-P foram semelhantes (p=0.054 e p=0.286) Grupo 3: A evolução do IPSS, taxas de retenção urinária e de RTU-P foram sobreponíveis em ambos os grupos. A evolução da líbido, erecções, percentagem de doentes potentes, ejaculação, incómodo e satisfação foi significativamente inferior no grupo HORM relativamente ao grupo N HORM apenas ao primeiro mês (valores de p<0.0001; <0.0001; < 0.0001; 0.009 e 0.002 respectivamente) Grupo 4: A evolução do IPSS nos doentes com IPSS elevado foi a seguinte: 22.17(0M); 19.5(1M); 20.5(3M); 15.3(6M); 15.7(12M); 11(18M); 8(24M) A evolução do IPSS nos doentes com IPSS baixo foi a seguinte: 5.9(0M); 15.3(1M); 14.9(3M); 12.2(6M); 8.9(12M); 7.2(18M), 5.5(24M) As taxas de RTU-P (2.8% e 0%) e retenção urinária (5.1% e 5.9%) foram semelhantes em ambos os grupos de doentes (p=1). Conclusões 1. A radioterapia intersticial da próstata com implante transperineal e ecoguiado de Iodo 125 é frequentemente acompanhada de morbilidade urinária transitória e de intensidade moderada. A Morbilidade consiste em sintomatologia do aparelho urinário baixo (“LUTS – lower urinary tract symptoms”) que, na maioria dos doentes, sofre um agravamento máximo do primeiro ao 3.º mês. Segue-se uma melhoria ligeira até ao 6.º mês que é mais acentuada daí em diante. Por volta do 12.º e 18.º mês, a maior parte dos doentes apresenta sintomatologia urinária muito semelhante à que apresentava antes do tratamento. Após o 18.º mês, os doentes mantêm uma melhoria da sintomatologia urinária para além da que apresentavam previamente ao implante. As taxas de retenção urinária e de ressecção transuretral prostática após o implante de braquiterapia são muito baixas, inferiores a 10%. 2. A associação da braquiterapia prostática com radioterapia externa adjuvante influencia a evolução da sintomatologia urinária: o aparecimento da sintomatologia urinária é mais lento, demorando 6 meses a atingir o seu valor máximo que, por sua vez, é de intensidade menos acentuada do que quando a braquiterapia é utilizada em monoterapia. 3. O volume prostático superior a 50 ml não influencia a morbilidade urinária. 4. A terapêutica hormonal, neoadjuvante e adjuvante, não influencia a sintomatologia urinária. 5. Os doentes com sintomatologia urinária prévia muito acentuada não sofrem agravamento da referida sintomatologia. Pelo contrário, apresentam uma melhoria de sintomas urinários desde o primeiro mês, e que se mantém ao longo dos 24 meses de seguimento, apresentando, no final deste período, sintomatologia urinária ligeira e muito inferior à que apresentavam antes do implante. As taxas de retenção urinária e RTU-P após a braquiterapia são semelhantes às que ocorrem nos doentes assintomáticos previamente ao implante. 6. A vida sexual está preservada, em mais de 70% dos casos, ao fim dos 24 meses de seguimento. No entanto, imediatamente após o primeiro mês de seguimento, ocorre uma diminuição ligeira da qualidade das erecções que se mantém, sem melhoria ou agravamento, durante todo o período de seguimento. A hormonoterapia afecta todos os parâmetros da vida sexual, embora de forma apenas temporária. Após a suspensão da terapêutica hormonal este grupo de doentes recupera a actividade sexual e apresenta-se idêntico ao grupo de doentes que não foram sujeitos a essa terapêutica.----------------ABSTRACT: Objectives 1. To assess urinary and sexual morbility after prostatic brachytherapy with the implant of I125 seeds. 2. To assess the influence of neoadjuvant and adjuvant hormone therapy in urinary and sexual morbility after prostatic brachytherapy with the implant of I125 seeds. 3. To assess the effects, on urinary and sexual morbility, of associating external radiotherapy after prostatic brachytherapy with the implant of I125 seeds. 4. To assess the urinary morbility in patients with relative contraindications (voluminous prostates, high IPSS). Material and Methods From September, 2000 to December, 2004 a total of 204 patients were recruited with a diagnosis of localized (T1 and T2) or locally advanced (T3) carcinoma of the prostate and a life expectancy in excess of 10 years. The patients underwent brachytherapy with transperineal seed implant of iodine (I125) as a monotherapy or in combination with hormone therapy and/or external radiotherapy (trimodal treatment). With the aim of evaluating the treatment’s influence on urinary and sexual morbility, a number of patient sub-groups were defined in accordance with certain characteristics normally mentioned as morbility risk factors for prostatic brachytherapy treatment: Group 1: Brachytherapy as monotherapy (MONO) versus brachytherapy in combination with external radiotherapy (BCOMB) Group 2: Voluminous prostates (>50ml) versus non- voluminous prostates (<50ml) Group 3: Brachytherapy in combination with hormone therapy (HORM) versus brachytherapy without hormone therapy (NHORM)Group 4: High IPSS versus a low IPSS. The evolution of the IPSS, QoL, TURP rate and post-implant urinary retention as well as the BSFI were assessed throughout the entire follow-up period. Results Group 1: For the MONO group the IPSS began at 7.1, and then rose to 16.1 and 15.9 in the first and third months, respectively. At month 12, the IPSS had dropped to 10.1 and at month 18 and 24 the IPSS was registered at 7.3 and 5.8, respectively. The BCOMB group started out with an IPSS of 9.4. It underwent a slight and little-significant rise until month 6 (IPSS at 14). The evolution of the IPSS then began to fluctuate from an IPSS of 5.9 at month 12 and 9.5 at month 18. At month 24 we registered an IPSS of 6.7. The urinary retention rate (6.4% and 0%) and TURP rate (2.0% e 0%) were similar to those of the MONO and BCOMB groups, respectively (p=0.375 and p=1). The evolution regarding the quality of erections was similar for the two groups except at 6 months when the MONO group displayed a value of 6 and the BCOMB group 3.7 (p=0.029). The percentage of sexually potent patients was significantly lower in the first six months after brachytherapy for the BCOMB group when compared with the MONO group: 36%–74%; 33%–73%; 33%–75%. After six months, the results became more consistent. Group 2: IPSS results evolved in <50ml and >50ml prostates from 7–9 to 15-19 in the first month and from 15-18 after the third month. It was only in the first month that the differences in the IPSS were significant (p=0.061). After the third month, the two groups displayed similar outcomes: IPSS 8 and 12 at month 12 and 5.7 and 6 at month 24. Urinary retention and TURP rates were similar (p=0.054 e p=0.286). Group 3: IPSS evolution and rates of urinary retention and TURP were identical in both groups. Figures regarding libido, erections, percentage of sexually potent patients, ejaculation, discomfort and sexual satisfaction were always significantly lower for the HORM group, when compared to the NHORM group in the first month only (values of p<0.0001; <0.0001; <0.0001; 0.009 e 0.002, respectively). Group 4: IPSS evolution in patients with a high IPSS was as follows: 22.17(0M); 19.5(1M); 20.5(3M); 15.3(6M); 15.7(12M); 11(18M); 8(24M) IPSS evolution in patients with a low IPSS was as follows: 5.9(0M); 15.3(1M); 14.9(3M); 12.2(6M); 8.9(12M); 7.2(18M), 5.5(24M)TURP rates (2.8% e 0%) and those for urinary retention (5.1% e 5.9%) were similar in both patient groups (p=1). Conclusions 1. Interstitial radiotherapy of the prostate with transperineal, ultrasound-guided implant of Iodine-125 seeds is often followed by transitory urinary morbility of moderate intensity. The morbility involves symptoms of the lower urinary tract which, in most cases are at their worst from the first to the third months. There is a slight improvement up to the sixth month, at which point improvement becomes more accentuated. Around months 12 or 18, most patients display urinary symptoms that are very similar to those noted before treatment. After month 18, patients’ urinary symptoms continue to improve past the point they displayed prior to the implant. Urinary retention rates and those for transurethral resection of the prostate are very low (below 10%), after brachytherapy seed implant. 2. The combination of prostatic brachytherapy and adjuvant external radiotherapy affects the evolution of urinary symptoms: the appearance of urinary symptoms is much slower, taking six months to peak, and is less intense than when brachytherapy is employed as the only means of treatment. 3. The fact that the prostate displays a volume greater than 50 ml does not influence urinary morbility. 4. Neoadjuvant and adjuvant hormone therapy do not influence urinary symptomology. 5. Patients with severe, preexisting symptoms of the urinary tract do not experience a worsening of those symptoms. On the contrary, they exhibit an improvement in urinary symptoms as of the first month. This improvement continues for the 24 months, after which patients display symptoms of the urinary tract that are slight and a noticeable improvement over the urinary complaints registered before the implant. Urinary retention and TURP rates subsequent to brachytherapy are similar to those registered for asymptomatic patients. 6. The patient’s sexual performance is maintained in more than 70% of the cases, as noted after 24 months of follow-up. However, immediately after the first follow-up month there is a lessening in the quality of erections that continues, without improving or worsening, for the whole follow-up period. Hormone therapy affects all the parameters of sexual performance, albeit temporarily. After suspending hormone therapy, this group recovered with regard to sexual performance, and showed itself to be identical to the group of patients that had not undergone hormone therapy.-------------------RESUMÉ:Objectives 1. Évaluer la morbilité urinaire et sexuelle après la realisation la curiethérapie de la prostate avec implant de I125. 2. Évaluer l’ influence de la thérapie hormonale néoadjuvante et adjuvante en ce qui concerne la morbilité urinaire et sexuelle après la réalisation de la curiethérapie (I125). 3. Évaluer l’influence de l’association de la radiothérapie externe dans la morbilité urinaire et sexuelle après la réalisation de la curiethérapie (I125). 4. Évaluer la morbilité urinaire des malades avec des contre indications relatives (prostates volumineuses, IPSS élevé). Matériel et méthodologie De Septembre 2000 à Décembre 2004, on a recruté 204 patients ayant pour diagnostique un carcinome de la prostate localisé (T1 et T2) ou localement avancé (T3) et dont l’expectative de vie était de plus de 10 ans. Ils ont été soumis au traitement de la curiethérapie avec l’implantation transpérinéal de l’iode 125 (I125) en monothérapie ou en traitement combiné avec une thérapie hormonale et/ou radiothérapie externe (traitement trimodale). Il y a eu plusieurs sous-catégories de patients, et cela dépend de quelques caractéristiques normalement considérées comme des facteurs à risque en ce qui concerne la morbilité du traitement de la curiethérapie de la prostate, et l’objective étant d’analyser son influence sur la morbilité urinaire et sexuelle. Groupe 1: Curiethérapie en traitement unique (MONO) par rapport à la curiethérapie associée au traitement externe (BCOMB). Groupe 2: Prostates volumineuses (>50ml) par rapport au prostates qui ne sont pas volumineuses (<50ml). Groupe 3: Curiethérapie associée au traitement hormonale (HORM) par rapport à la curiethérapie sans traitement hormonale (NHORM). Groupe 4: IPSS élevé par rapport au IPSS diminué. Nous avons évalué l’evolution du IPSS, Qualité de vie, le taux de RTU-P et la retention de l’urine après l’implant, BSFI pendant toute la période du traitement. Résultats Groupe 1: Pour le groupe MONO l’IPSS a commençé avec un taux de 7.1, et les patients ont souffert d’un empirement allant jusqu’à 16.1 et 15.9 pendant le premier et le troisième mois. 12 mois après l’IPSS diminua jusqu’à 10.1 À 18 mois le taux fût de 7.3 et à 24 mois il diminua encore jusqu’à atteindre 5.8. Le groupe BCOMB commença avec un taux d’IPSS de 9.4. Ils souffrirent un empirement légér et peu accentué jusqu’aux 6 premiers mois (IPSS de 14). L’évolution de l’IPSS était fluctuante allant de 5.9 à 12 mois et 9.5 à 18 mois. À 24 mois, l’IPSS était de 6.7. Le taux de retention de l’urine (6.4% et 0%) et de la RTU-P (2.0% et 0%) étaient simmilaires dans les groupes MONO et BCOMB respectivement (p=0.375 et p=1). L’ évolution de la qualité des érections fût semblable dans les 2 groupes excepté le groupe MONO qui présenta une valeure de 6 à 6 mois et le groupe BCOMB qui présenta une valeure de 3.7 (p=0.029). Le pourcentage des malades sexuellement puissants a été significativement inférieur pendant les 6 premiers mois depuis la curiethérapie pour le groupe BCOMB si on le compare au groupe MONO: 36%–74%; 33%–73%; 33%–75%. Après cette période, les groupes eûrent des résultats homogénes. Groupe 2: L’ IPSS a évolué dans les prostates <50ml et >50ml de 7–9 jusqu’à 15-19 pendant le premier mois et jusqu’à 15-18 au 3ème mois. C’est seulement pendant le premier mois que les différences de l’IPSS ont été significatives (p=0.061). Après le 3ème mois les deux groupes ont eu des résultats semblables: IPSS 8 et 12 à 12.º mois et 5.7 et 6 à 24.º mois. Le taux de retention de l’urine et de la RTU-P ont été simmilaires (p=0.054 e p=0.286). Groupe 3: L’evolution de l’ IPSS, les taux de retention de l’urine et de la RTU-P pourraient se surposer pour les deux groupes. L’évolution de la libido, des érections, le pourcentage des malades sexuellements puissants, l’incommodité et la satisfaction ont été toujours significativement infériures dans le groupe HORM par rapport au groupe NHORM dès le premier mois (valeurs de p <0.0001; <0.0001; < 0.0001; 0.009 et 0.002 respectivement) Groupe 4: L’évolution de l’ IPSS pour les malades ayant un IPSS élevé fût ainsi: 22.17(0M); 19.5(1M); 20.5(3M); 15.3(6M); 15.7(12M); 11(18M); 8(24M)L’évolution de l’ IPSS pour les malades ayant un IPSS diminué fût ainsi:5.9(0M); 15.3(1M); 14.9(3M); 12.2(6M); 8.9(12M); 7.2(18M), 5.5(24M) Le taux de RTU-P (2.8% e 0%) et de retention de l’urine (5.1% et 5.9%) ont été semblables dans les 2 groupes de malades (p=1). Conclusions 1. La radiothérapie interstitielle de la prostate avec implant transpérinéal de l’iode 125 est fréquamment acompagnée d’une morbilité urinaire transitoire et d’intensité modérée. La morbilité consiste d’une symptomatologie de l’apparéil urinaire inférieure qui, dans la plupart des malades, empire gravement du premier au troisième mois. La situation s’améliore légèrement jusqu’au 6ème mois, l’amélioration étant plus accentuée à partir de là. Autour du 12ème jusqu’au 18ème mois, la majorité des malades présente une symptomatologie urinaire qui se ressemble beaucoup à celle qu’ils avaient avant le traitement. Après le 18ème mois l’amélioration de la symptomatologie urinaire est constante par rapport à celle qu’ils présentaient avant l’implant. Le taux de retention de l’urine et de RTU-P après l’implant de la curiethérapie sont très basses, au dessus de 10%. 2. L’association de la curiethérapie de la prostate avec la radiothérapie externe adjuvante a une influence sur l’évolution de la symptomatologie urinaire: l’apparition des symptômes est plus lente, prenant jusqu’à 6 mois pour atteindre son niveau maximum, qui à son tour, a une intensité moins accentuée que lorsque la curiethérapie est utilisée en monothérapie. 3. Le volume de la prostate supérieure à 50 ml n’a pas d’influence sur la morbilité urinaire. 4. La thérapie hormonale, néoadjuvante et adjuvante, n’a pas d’influence sur la symptomatologie urinaire. 5. Les malades ayant une symptomatologie urinaire préalable et très accentuée ne souffrent pas d’empirement de leur situation. Au contraire, ils présentent une amélioration des symptômes urinaires à partir du premier mois et ceci se maintient tout au long des 24 mois que dure le traitement, ayant à la fin de cette période une symptomatologie urinaire légère et beaucoup plus basse que celle qu’ils présentaient avant l’implant. Le taux de retention de l’urine et de la RTU-P après la curiethérapie est simmilaire à celui que les malades qui n’ont pas de symptômes présentent avant l’implant. 6. La vie sexuelle est préservée dans plus du 70% des cas à la fin de la période de traitement (24 mois). Entretemps, immédiatement après le premier mois d’étude, on note une légère diminution de la qualité des érections qui se maintient sans amélioration ou empirement tout au long du traitement. Le traitement à base d’hormones affecte tous les paramètres de la vie sexuelle, mais de façon temporaire. Après la suspension de la thérapie hormonale ce groupe de malades récupère l’activité sexuelle et se présente de façon égale au groupe de malades qui n’ont pas été soumis à ce traitement.
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En el Laboratorio de Huachipa del Instituto del Mar del Perú, en el período comprendido entre octubre de 1980 y agosto de 1982, se realizaron varios experimentos a fin de determinar el efecto del tipo de estanque, densidad de carga y calidad y cantidad de fertilizante en el crecimiento y la producción de Tilapia nilotica. Estos experimentos arrojaron una diferencia no significativa entre los tratamientos, por lo cual se halló una cifra general promedio de crecimiento y producción que permitió su comparación con las cifras de producción obtenidas en otras áreas del mundo, un peso individual promedio de 203.4 g, una producción total de 2,038 Kg/ha/272 días, y una producción neta de 5.6 Kg/ha/día. Cifras que quedan dentro del rango reportado por el ICA (International Center for Aquaculture) para clima templado; similares a las obtenidas en países de Europa Central y la China, y notablemente bajas comparadas con los 20 Kg/ha/día producidos en Israel. Se identifican la mala condición de los estanques utilizados, la baja densidad de carga aplicada, la baja calidad del fertilizante y el clima de la zona, específicamente la presencia de nubosidad, como los factores de mayor incidencia en los resultados poco satisfactorios.
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Se realiza un análisis de componentes principales de las escalas de Excitación y Ansiedad del SAI-E a fin de derivar subescalas que proporcionen mejor y más información sobre el contenido del cuestionario. Los factores obtenidos mantienen una gran afinidad con los resultados de Chambless. Las subescalas de Excitación se encuentran muy correlacionadas con las variables de frecuencia de coito, frecuencia de masturbación y con un listado de variedad de conductas sexuales (Bentler). Las subescalas de Ansiedad muestran correlaciones negativas con las variables sexuales anteriores. La fiabilidad alfa de las subescalas derivadas factorialmente es aceptable.
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Establishing the pattern of crime is fundamental for the successful investigation ofinternational crimes (genocide, war crimes, and crimes against humanity). A patternof crime is the aggregate of multiple incidents that share common features related tothe victims, the perpetrators, and the modus operandi. Pattern evidence and analysishave been used successfully, mainly in the investigation of large-scale killings, destruction,and displacement; the use for sexual violence charges has been remarkablymore limited. There is a need to overcome this gap by setting proper methods of datacollection and analysis. At the level of evidence collection, under-reporting should beaddressed through victimization surveys or secondary analysis of data available fromdifferent sources. At the level of analysis, the available evidence needs to be subject toimpartial examination beyond the pre-conceptions of the conflict parties and advocacygroups, in compliance with scientific standards for quantitative, qualitative, andGIS (Geographic Information Systems)methods. Reviewing the different investigativeexperiences and jurisprudence will help to set the right methodology and contribute mostefficiently to putting an end to the impunity regarding sexual crimes.
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This article reviews the evidence collected by diverse national and international organizations regarding the relationship between sexual violence against women, forced displacement, and dispossession in the context of the Colombian armed conflict. To this end, it uses the concept of “sexual violence regimes” to highlight that the endspursued by sexual violence are not always exhausted by simple consummation (that is, the act of sexual violence itself), but depending on the context, can be connected with broader strategic goals of armed actors. At the same time, this document admits the difficulty of proving this relationship with respect to judicial procedures, and thus sets out the possibility of creating a rebuttable presumption, in the framework of “unconstitutional state of affairs” created by judgment T-025 of 2004, that alleviates the burden of proof of the victims, and serves as a catalyst to promote new genderbased mechanisms of reparations.
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Detectar la opinión de los españoles sobre algunos aspectos de la sexualidad y de la Educación Sexual, con el fin de contribuir a introducir este importante sector de la formación general en los currícula escolares. Por otra parte, se pone de manifiesto la necesidad de afrontar la tarea de preparar a los padres para que puedan educar a los hijos en lo que respecta al conocimiento y vivencia de lo sexual. Formada por hombres y mujeres de edades comprendidas entre los 15 y 65 años. Este trabajo posee dos tipos de datos obtenidos en dos momentos distintos. El primer tipo de datos se refiere a un inventario en el que se inquieren cuestiones acerca de la sexualidad y la Educación Sexual y que ha sido depurado y aplicado en dos ocasiones separadas entre sí dieciseis años. El segundo tipo de datos, obtenidos sólo una vez, en la segunda aplicación, se refiere a preferencias y creencias sobre la conducta sexual, por una parte, y las dimensiones básicas de personalidad tal y como son defendidas y propuestas por Eysenck, por otra. Junto a los predictores de personalidad se han utilizado otros correspondientes a criterios de identificación (edad, sexo, profesión, etc.), y con todos ellos se han aplicado análisis modulares zonales para detectar relaciones no lineares. Encuesta elaborada en 1970; constaba de 13 preguntas de identificación y 84 referidas a: consideración actual de la mujer en España, conocimiento y vivencia de la propia sexualidad entre la población adulta española y predisposición respecto a la educación sexual desde la infancia. Segunda aplicación: la misma encuesta pero depurada, añadiéndose preguntas del cuestionario de actitudes sexuales y personalidad de Eysenck. Existe una importante permanencia de los factores, en el transcurso del tiempo, en nuestra prueba de actitudes sexuales. Los factores se repiten prácticamente todos. Los factores se repiten prácticamente todos, si bien cambia el sentido de algunos de ellos de acuerdo con las modificaciones que ha experimentado la sociedad respecto del tema sexual. Parece que los factores obtenidos por Eysenck son diferentes a los nuestros, en la prueba de actitudes hacia el sexo. En los factores de personalidad existe una cierta semejanza. La consistencia interna de los diferentes factores de nuestra prueba de actitudes sexuales es, en general, aceptable. Parece que se ha dado un giro importante en las actitudes de los individuos respecto a la sexualidad, sobre todo en el deseo de una mayor información sexual para la infancia y la juventud, en una mayor aceptación de relaciones prematrimoniales, en un aumento de las manifestaciones de satisfacción sexual y en una precocidad en la madurez de los individuos respecto al conocimiento y uso de la sexualidad. Como no ha habido una intencionalidad educativa, los avances, creemos, son debidos a la instuitución. El uso de nuestra prueba en investigaciones posteriores podría confirmar la validez y fiabilidad de la misma.
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En este estudio se realizó una encuesta con el fin de evidenciar el conocimiento y la práctica de la Educación Sexual en adolescentes que acudieron al servicio de consulta externa de Medicina General en dos Instituciones Prestadoras de Servicios de Salud (IPS) de la ciudad de Bogotá, una de régimen contributivo y otra de régimen subsidiado. Se realizó un estudio observacional, descriptivo, de corte transversal, a 100 adolescentes, mujeres y hombres, a través de la aplicación de un instrumento prediseñado con un contenido de 17 preguntas donde se indagó acerca de: planificación familiar, conducta sexual, educación sexual, embarazo adolescente y conductas de riesgo en adolescentes. En relación al régimen de aseguramiento en salud que tenían los adolescentes, las diferencias encontradas en sus respuestas fueron a nivel de: educación sexual recibida, acceso a los servicios de planificación familiar de las Empresas Promotoras de Salud (EPS), presencia de embarazo adolescente y consumo de alcohol asociado a la práctica de relaciones sexuales. Tras el análisis de la información obtenida con la aplicación de la encuesta, se concluye que es indispensable crear en las instituciones educativas públicas y privadas de la ciudad de Bogotá, una nueva herramienta metodológica a través de la cual se realice promoción de la salud y refuerzo de prácticas protectoras en educación sexual para adolescentes, pues persiste desconocimiento de la misma.
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Resumen tomado de la publicación
Resumo:
Los objetivos perseguidos a lo largo de este trabajos han sido: ofrecer una información actual y clara de lo que es la Sexualidad. Conocer cómo influyen los cambios sexuales en la adolescencia. Conocer, mediante una investigación, el grado de información y actitudes que respecto del hecho sexual tienen los muchachos.. El número total de sujetos que se tuvieron en cuenta para realizar la muestra fue de 363. Se aplicó a cuatro Colegios privados, en los que se analizaron las siguientes variables: la edad, el curso y la procedencia.. La parte teórica ha utilizado la fuente de carácter bibliográfico, y para la parte práctica se ha pasado un cuestionario.. Experimental.. Las conclusiones extraídas de la investigación han sido las siguientes: 1. Aunque la mayoría manifiesta estar enterado sobre las cuestiones relacionadas con el sexo, dudamos de la fidelidad de dicha información. La mayoría manifiesta que siente interés por lo sexual. 3. Se afirma que han sido medios poco científicos los que le han informado sobre cuestiones de sexo. 4. Existe una actitud bastante clara en negar como único el fin procreativo en la sexualidad. 5. Aparece una tendencia clara a denunciar la poca información que la escuela ofrece respecto del hecho sexual. 6. Hay una tendencia a afirmar que se conocen los distintos métodos anticonceptivos. 7. Se denota una actitud bastante clara para afirmar que la sexualidad es buena como elemento de comunicación y demostración de amor. 8. Hay una tendencia general a afirmar que sería necesario hablar sobre el aborto. 9. Aparece una tendencia bastante clara en afirmar que no se debería tener miedo a la hora de hablar sobre la sexualidad. 10. En general se sabe que la mujer no es fértil todos los días del año. 11. Afirman que saben distinguir las partes del aparato genital masculino y femenino. 12. Existe una actitud de no ver como homosexuales a los varones que se manifiestan delicados y sensibles. 13. En general los individuos se expresan sabeedores de lo que son las enfermedades venéreas. 14. Hay un porcentaje considerable que niega como único del hecho sexual el acto en sí. 15. La tendencia general que se aprecia es que no se ve en la masturbación algo dañino para la salud. 16. Los distintos individuos no manifiestan tener una idea clara de lo que pasa en la mujer cuando en ella se produce el orgasmo. 17. Hay una actitud general en ver a la heterosexualidad como única forma normal de orientar la propia sexualidad.. La educación sexual es importante, influye de forma decisiva en comportamientos posteriores del hombre. Las actitudes ante él son distintas y variables, en este trabajo se ha tenido en cuenta una actitud abierta, concibiendo la sexualidad como una dimensión humana..
Resumo:
Se expone como se trata el tema de la educación sexual durante la época del nacional-catolicismo. Es a raíz del fallecimiento del general Franco cuando comienzan a surgir numerosos trabajos acerca de la represión sexual vivida durante el franquismo. Se tratan un conjunto de conocimientos que constituyen la iniciación sexual propiamente dicha. Para ello, se siguen una serie de modelos de charlas que se ofrecen a los padres con el fin de resolver las dificultades que puedan encontrar en esta materia. Entre esas cuestiones destacan el origen de la vida y las transformaciones fisiológicas.
Resumo:
Las políticas de población y planificación familiares de Europa occidental han llegado a un consenso para introducir la educación sexual en los planes de enseñanza y en el ámbito de la socialización familiar la Conferencia de el Cairo (1994) ha permitido ampliar este consenso a los países del tercer mundo mediante orientaciones para que incluyan la educación sexual en sus políticas demográficas. En España desde la transición democrática aparece expresamente recomendad su inclusión en los programas oficiales del Ministerio de Educación, al igual que la prevención del SIDA y otras enfermedades de transmisión sexual y sobre todo la preocupación por los embarazos no deseados entre adolescentes, etcétera. Estas campañas dirigidas por ejemplo a la utilización de preservativos entre los adolescentes han generado sonadas polémicas en los últimos años. Pero nadie pone en duda la necesidad de educar a los jóvenes en el conocimiento de su sexualidad. A partir del periodo simbolizado por el Plan Beveridge (1942) que significó también el comienzo del estado del bienestar, cambia el modo de entender el ejercicio del poder en relación con la salud de los ciudadanos y el propio concepto de salud. Desde este momento el Estado se preocupa por el bienestar y la calidad de vida individuales no con el objeto de aumentar el vigor de la nación y fortalecer al Estado, sino al servicio de los individuos, a los que se reconoce el derecho de mantener el cuerpo y la existencia propios, en buena salud y permanente bienestar. En este marco de gestión de la salud, que en España, por la dictadura, se desvincula tardíamente del Estado interventor, no se trata de convertir a la familia en un medio de tutela estatal, sino en una esfera que por si misma, demanda ayuda par resolver sus conflictos: problemas de comunicación de la pareja, consejos sobre planificación familiar, etcétera. Así, la educación sexual está regida por el imperativo orgásmico (deber del orgasmo) en el interior de la democracia sexual (respeto al goce recíproco). Estas garantías en la vida sexual de las parejas ayudarán a promover una correcta comunicación intrafamiliar, una afectividad idónea para la vida en sociedad. Pero en todos estos frentes de herencias y transformaciones se hace una crítica a la educación sexual formal por que no es sólo un conjunto de técnicas, de saberes, de valores; implica la producción de un modelo antropológico, un modelo de sujeto que impide la posibilidad de invertarnos, de experimentarnos a nosotros mismos y a los demás como sujetos de deseo. Si los defensores del sexo por el sexo no llegaron al delirio de un cuerpo, los amantes del sexo nos ofertan el suelo de un individuo feliz, anonadado en un climax sin fin.
Resumo:
Conocer la concepción general que sobre la educación sexual poseen quienes asisten a programas de formación en este área. Realizar una valoración del funcionamiento de los programas (efecto a largo plazo), en base a la apreciación de las personas participantes. Se presentan dos estudios. En el primer estudio participan 675 personas, profesores no universitarios que participaron en programas de formación en educación sexual entre 1983 y 1988 y ofertados o aceptados desde los COFES de Navarra. En el segundo estudio participan 168 docentes (no universitarios), divididos en dos grupos: grupo no formado (docentes sin preparación previa en el área de la sexualidad) y grupo formado (personas que participaron en algún curso de formación o educación sexual). El primer estudio utiliza un método correlacional y descriptivo que trata de indagar acerca de la opinión sobre la educación sexual del profesorado que deseó formarse en este área. El segundo estudio, por una parte, utiliza una metodología correlacional con el fin de determinar qué características (variables personales y contextuales) se asocian con el nivel más globalizado de la intervención. Por otra parte, se realiza un análisis comparativo 'ex post facto', con grupo testigo aleatorio (grupo no formado en educación sexual versus grupo sí formado) con el fin de determinar el peso de la formación en la motivación para hacer educación sexual, la capacidad o habilidad para impartir esta materia, el grado de intervención en educación sexual y las características de dicha intervención. En el primer estudio se utilizan dos cuestionarios autoadministrados. El primer cuestionario consta de 20 ítems y se aplica antes de realizar o participar en el programa. Recoge la opinión o concepto de la educación sexual, el grado de información sobre sexualidad, valoración de la propia capacidad, satisfacción sexual y relación con el alumnado. El segundo cuestionario (compuesto por 19 ítems) se aplica al acabar el curso de formación y recoge las variables: valoración del programa, capacitación tras el programa, características de los cursos y datos sociodemográficos y profesionales. En el segundo estudio se utilizan un cuestionario autoadminstrado de 38 preguntas y dos escalas de actitudes hacia la sexualidad. Las variables recogidas son: la motivación para hacer educación sexual, la capacidad para esta tarea, la fuerza ambiental efectiva (factor contextual), la intervención en educación sexual y la formación o no en educación sexual. También se consideran las variables: edad, sexo, opción religiosa y política. En el primer estudio la descripción de los resultados se basa en la distribución de frecuencias absolutas y de porcentajes, la utilización de la prueba Chi cuadrado y coeficientes de correlación (de Spearman y biserial por rangos). En el segundo estudio se utilizan pruebas no paramétricas (Chi cuadrado y la prueba de contraste de Mann-Whitney) para evaluar la efectividad de la formación. También se utilizan análisis descriptivos y coeficientes de correlación (Pearson, biserial puntual y de Spearman). Los resultados obtenidos apoyan la idea de que la educación sexual recibe más apoyo verbal que fáctico. Sí hay, de todas formas, coincidencia en valorar firmemente la importancia de la educación sexual (lo considera asi el 98.66 por ciento). Sin embargo, la escuela es elegida como marco idóneo para la educación sexual sólo por el 7.11 por ciento. Igualmente, se asume que la moral de la educación sexual debe ser responsabilidad de la familia (33.18 por ciento). La valoración del funcionamiento de los programas de formación es altamente satisfactoria (el 91.63 por ciento de los participantes lo valoraron de forma positiva). La evaluación del impacto de la formación a largo plazo arroja los siguientes resultados. Los docentes que participaron en programas de formación mantienen una predisposición favorable para desarrollar la educación sexual. La formación también incide positivamente en el nivel de conocimientos, pero el efecto es menor en las actitudes sexuales y en las actitudes hacia la educación sexual. La formación debe orientarse no tanto hacia cursos de sensibilización, sino especialmente hacia la toma de conciencia del papel fundamental de la educación sexual en los ámbitos educativo y sociosanitario, con el fin de que sea asumida como parte de las tareas profesionales y priorizada en el curriculum escolar. Igualmente, la evaluación de los resultados y del impacto a largo plazo contribuye a determinar el progreso en conocimientos, actitudes, percepciones y habilidades.