532 resultados para Reparo


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The bioactive compound trans-3'-methylsulphonylallyl trans-cinnamate (1) along with the inactives iryelliptin (2) and (7R,8S,1'S)-delta8'-3',5'-dimethoxy-1',4'-dihydro-4'-oxo-7.0.2',8.1'-neolignan (3) were isolated from the leaves of Cinnamomum australe. The structures of these compounds were assigned by analysis of 1D and 2D NMR data and comparison with data registered in the literature for these compounds. The DNA-damaging activity of 1 is being described for the first time.

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Os autores apresentam a taxa de recidiva com o reparo de hrnias inguinais primrias, empregando a tcnica de Shouldice em trs planos, modificada pela incluso isolada do trato iliopbico no 2 plano de sutura. A mdia de idade dos pacientes foi de 43 anos (16-88), com predominncia da doena no sexo masculino (88,4%), do lado direito (57,4%) e da modalidade indireta (59,1 %). O seguimento ps-operatrio foi de um a oito anos completos, tendo sido revistos pessoalmente pelos autores 112 pacientes, totalizando 115 hrnias, objeto deste trabalho. Houve a ocorrncia de um hematoma (0,9%) e de uma infeco da ferida operatria (0,9%). As duas nicas recidivas (1,7%) ocorreram nos primeiros dois anos de ps-operatrio, em pacientes do sexo masculino operados no incio da srie, sendo originalmente uma indireta e a outra direta. Dos resultados aferidos, os autores concluram que a tcnica adotada no reparo das hrnias inguinais primrias, com as modificaes propostas neste trabalho, apresentou um ndice baixo de recidiva, embora ainda maior se comparado ao procedimento de Shouldice clssico. Mesmo assim, preciso que o cirurgio saiba executar outras tcnicas, sobretudo as que utilizam prteses (telas), no tratamento das hrnias inguinais complexas ou multi-recidivadas.

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OBJETIVO: Descrever a experincia dos autores na correo de grandes hrnias ostomais , apresentando os resultados obtidos atravs da utilizao de tcnica preconizada pelo servio. MTODO: Foram analisados , retrospectivamente , seis casos de grandes hrnias ostomais (>10cm), no perodo de 1982 a 1999, sendo dois pacientes do sexo masculino e quatro do feminino, com mdia etria de 60 anos. Foram observadas duas hrnias paraostomais e quatro hrnias periostomais. RESULTADOS: Trs pacientes foram submetidos tcnica preconizada pelos autores, com uso de tela de polipropileno e permanncia do estoma, outros trs pacientes foram submetidos correo das hrnias com mudana do local da ostomia. No houve recorrncia na amostra estudada aps acompanhamento que variou de um a cinco anos. CONCLUSES: A tcnica proposta possibilita a manuteno da ostomia em seu stio primrio, refora a parede, previne a recidiva herniria e o prolapso da ostomia.

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OBJETIVO: Comparar o efeito do cianoacrilato e da cola de fibrina como adesivo das bordas do ferimento de clon reparado com o lado seroso da parede de jejuno. MTODO: Foram utilizados 45 ratos wistar adultos jovens, machos , com peso mdio de 260 gramas procedentes do Biotrio Central da Universidade Estadual de Maring.Os animais foram submetidos a procedimento operatrio sob sedao com thiopental para produo de ferimento pradonizado de 0,5 cm distante caudalmente a 2 cm do ceco que foi reparado no grupo I pelo lado seroso da parede de jejuno e sutura, no grupo II, pelo lado seroso da parede de jejuno e cola de fibrina, e o grupo III pelo lado seroso da parede de jejuno e cianoacrilato. No 4 dia de ps-operatrio os animais foram submetidos a um enema opaco, para estudo o de estenose. No 7 dia de ps-operatrio os animais foram submetidos a laparotomia sob sedao para estudo macroscpico da cavidade , e coleta dos segmentos que foram processados para anlise microscpica. RESULTADOS: A cola de fibrina teve uma tendncia de ser melhor reparadora, estimulando a proliferao de fibras de colgeno a partir da borda da ferida. CONCLUSO: O experimento demonstrou que o ferimento em clon de rato pode ser reparado pelo lado seroso da parede de jejuno colado s bordas da ferida por cola de fibrina ou cianoacrilato.

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OBJETIVO: Avaliar a incorporao de telas de polister revestido em uma de suas faces por colgeno (Parietex, Covidien) e polipropileno recoberto por cido poligliclico (Optilene Mesh Elastic e Safil, BBD Aesculap) no reparo de defeitos da parede ventral de coelhos avaliando a cicatrizao no aspecto macroscpico, o depsito de colgeno e a imunomarcao tecidual pelos anticorpos MMP-1, MMP-8 e MMP-13. MTODOS: Utilizaram-se 16 coelhos, divididos em dois grupos de oito animais, avaliados aps eutansia aps 30 e 60 dias de ps-operatrio. Os animais foram submetidos realizao de dois defeitos simtricos na parede ventral do abdome, direita e esquerda da linha alba, que compreendendo todos os folhetos musculares e o peritnio. O reparo dos defeitos foi realizado mediante implante intraperitoneal de dois modelos diferentes de telas. Utilizou-se a tela de polister revestido com camada protetora de colgeno (grupo controle) e a tela de polipropilene revestido com malha de cido poligliclico (manufaturacao prpria, grupo de experimentacao). A avaliacao constou de aspectos clnicos, achados macroscpicos, anlise dos colgenos tipos I/III e avaliao imunoistoqumica de metaloproteinases. RESULTADOS: Os resultados da avaliacao clnica e os parmetros macroscpicos foram semelhantes entre os grupos. 50% dos animais do grupo Parietex tiveram ausncia de aderencias intraperitoneais a no 30 dia de ps-operatrrio. Em ambos os grupos observou-se reducao das aderncias entre o 30 e o 60 dias de ps-operatrio, contudo sem diferenca estatstica. As aderncias observadas foram classificadas principalmente de frouxas. Nao se observou a ocorrencia de complicacoes envolvendo vsceras intraabdominais. No Grupo Parietex houve a ocorrncia de formacao de ulceracao da pele que recobria a tela em quatro animais, em comparacao com um no grupo de experimentacao. No Grupo Parietex foi observada uma insuficiencia de reparo aps 60 dias. Quanto ao depsito do colgeno tipos I e III, nao houve diferenca significativa entre os grupos. Os resultados da imunoistoqumica referentes aos anticorpos MMP-1 e MMP-8 tambm no demonstraram diferena significativa entre as telas. CONCLUSO: As duas telas pesquisadas obtiveram resultados semelhantes tanto nos aspectos macro como nos microscpicos, podendo ser consideradas semelhantes quanto ao reparo de defeitos cirrgicos da parede ventral do abdome em coelhos.

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OBJETIVO: Aferir complicaes ps-operatrias imediatas e tardias em pacientes portadores de hrnia inguinal, submetidos correo cirrgica pela tcnica de Gilbert1, com utilizao do Sistema Prolene de Hrnia (SPH). MTODOS: Foram pesquisados todos os pacientes submetidos herniorrafia inguinal com tela PHS no Hospital So Lucas da PUCRS no perodo de janeiro de 2001 at ourubro de 2006. As informaes foram coletadas de modo retrospectivo, atravs de contato telefnico e reviso de pronturios. O protocolo de coleta de dados contemplou os aspectos epidemiolgicos, bem como as complicaes imediatas e tardias. RESULTADOS: Foram includos 96 pacientes. Foram identificadas seis (6,25%) complicaes, em pacientes distintos; nenhuma complicao com bito. Dois pacientes (2,08%) apresentaram seroma; hematoma foi identificado em um paciente (1,04%); um paciente (1,04%) apresentou infeco de ferida operatria. Dois pacientes (2,08%) apresentaram edema escrotal. Aps seguimento mdio de 49,25 meses (16-86,12) dois pacientes (2,08%) apresentaram dor crnica e um paciente (1,04%) apresentou recorrncia, com vinte e seis meses de ps-operatrio. CONCLUSO: O reparo de hrnias inguinais com tela PHS um mtodo seguro, eficaz, facilmente reprodutvel e com baixas taxas de complicaes, recorrncia ou sintomas em longo prazo.

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As hastes bloqueadas alm de permitirem estabilizao rgida de fraturas, possuem vantagens biomecnicas quando comparadas a outras tcnicas de imobilizao, por atuar ao longo do eixo mecnico central do osso, alm de preservar os conceitos de padres biolgicos de osteossntese . O uso limitado de hastes bloqueadas em gatos se atribui ao fato da cavidade intramedular ser pequena, limitando o tamanho e dimetro dos pinos. Relatam-se casos de 10 felinos que apresentavam fraturas fechadas simples ou mltiplas da difise femoral. Os animais pesavam entre 3,5 e 5 kg, o que permitiu a utilizao de hastes de 4,0mm e 4,7mm de dimetro. Para insero da haste, adotou-se a via retrgrada ou a normgrada e foram realizados bloqueios com quatro parafusos de titnio de 2,0 mm de dimetro. Complicaes intra-operatrias no ocorreram, entretanto um animal sofreu fratura de colo femoral e fratura transversa distal ao implante, trs dias aps o ato cirrgico, devido a novo trauma. Os animais foram submetidos a exames radiogrficos at quatro meses aps a interveno, evidenciando-se formao de calo sseo secundrio e consolidao ssea em perodo de 61-89 dias. Clinicamente, ocorreu esporadicamente alterao na marcha por leve claudicao de apoio definida por escala de claudicao, entretanto os animais iniciaram o apoio adequado entre trs e oito dias aps o ato operatrio. Complicaes psoperatrias ocorreram referentes ao animal que sofreu novo trauma, entretanto notou-se consolidao do foco primrio tratado pelo implante com 61 dias e consolidao da nova fratura num perodo total de 150 dias do incio do tratamento conservativo por penso esparadrapado e tala. Conclui-se que o uso de haste bloqueada em felinos foi adequado uma vez que houve consolidao ssea em todos os casos, com retorno precoce da funo do membro, permitindo a deambulao.

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A Copaifera langsdorffii uma leguminosa nativa do Brasil, da qual pode ser extrado um leo, popularmente conhecido como leo de copaba. Este leo amplamente utilizado para tratamento de feridas cutneas por ser reconhecido como antiinflamatrio e cicatrizante. Apesar disso, poucas comprovaes cientficas do verdadeiro efeito teraputico desta planta medicinal foram produzidas. O objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito do tratamento tpico com C. langsdorffii no processo de reparo quando um corpo estranho o indutor da inflamao. Para isso, 60 camundongos da linhagem BALB/c foram submetidos inciso cirrgica linear de 1cm no dorso para realizar o implante de uma lamnula de vidro com 12mm de dimetro no tecido subcutneo. Quatro tratamentos para a ferida foram estabelecidos: controle (C) tratado com soluo salina estril, controle veculo (CV) tratado com leo mineral estril, tratamento 1 (T1) tratado com diluio (v:v) de leo mineral estril e leo de C. langsdorffii, tratamento 2 (T2) tratado com leo de C. langsdorffii puro. As avaliaes foram realizadas em perodos de tempo pr-determinados (1, 3, 5, 7 e 14 dias). Era possvel perceber caractersticas da fase proliferativa como a reepitelizao, a presena de fibroblastos e a neovascularizao, porm os grupos tratados com o leo (T1 e T2) no apresentavam reepitelizao aos trs dias. Esses grupos aos 5 e 7 dias apresentavam no exame macroscpico maior intensidade de edema, hiperemia e permanncia de crostas. Na microscopia, a reepitelizao ainda no estava completa e a crosta era serocelular. Nos grupos C e CV, apesar de discreta, era predominante a presena de mononucleares, enquanto nos grupos T1 e T2 o infiltrado inflamatrio era misto e com maior intensidade que nos outros grupos. Quatorze dias depois da inciso cirrgica, os aspectos macroscpicos dos grupos C e CV eram semelhantes e os grupos T1 e T2, apesar de a ferida estar completamente fechada e sem crostas, a pele desses animais estava espessada e na derme do grupo T2 parecia ter fibrose mais acentuada do que nos outros grupos. Esses resultados demonstraram que o tratamento tpico com leo de C. langsdorffii prejudicou o processo de reparao normal de ferida na presena de corpo estranho.

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Dezoito novilhos de diferentes raas, com idade de 18-24 meses foram submetidos a remoo do ligamento apical para ocasionar desvio de pnis. Decorridos 60 dias os animais foram colocados em presena de fmeas em estro, sendo verificado desvio ventral e lateral direito do pnis, com incapacitade de cpula. Os animais foram submetidos ao transplante autlgo de um segmento da cartilagem do pavilho auricular, sobre a tnica albugnea, substituindo o ligamento apical do pnis removido. Os bovinos quando em presena de fmeas em estro no apresentaram desvio de pnis e alterao do comportamento sexual. Notou-se a presena de poucas clulas mononucleares, polimorfonucleares e clulas gigantes e formao de tecido conjuntivo fibroso, ocasionando aderncias resistentes e capacidade de sustentar a extremidade livre do pnis. O mtodo cirrgico mostrou-se eficiente para corrigir desvios ventral e lateral de pnis de bovinos.

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Proposio: avaliar histologicamente o reparo sseo, especialmente a velocidade de cicatrizao, aps ostectomias a fresa cirrgica e a laser de Er:YAG, sem contato, em diferentes intensidades de energia, in vivo. Materiais e mtodo: 20 ratos (Novergicus Cepa Wistar), divididos em cinco grupos de quatro animais, foram submetidos a ostectomias da cortical ssea do corpo mandibular a fresa cirrgica e a laser de Er:YAG (400 mJ/6 Hz), sem contato, no lado direito; no lado esquerdo foram realizadas ostectomias a laser de Er:YAG nas intensidades de 350 mJ/6 Hz e 300 mJ/6 Hz, sem contato. O laser foi aplicado sob irrigao constante. Foi utilizada matriz metlica para padronizao das cavidades. Os tempos cirrgicos foram sete, 14, 45, 60 e 90 dias ps-operatrios, e os espcimens analisados ao microscpio ptico. Resultados: as ostectomias a fresa cirrgica apresentaram reparo sseo a partir do endsteo cortical e do trabeculado remanescente. Aos 45 dias, observou-se o restabelecimento cortical, e aps remodelao ssea. O reparo sseo aps irradiao a laser apresentou neoformao ssea a partir da superfcie externa e endsteo corticais. reas de dano trmico foram verificadas nas trs condies de irradiao, limitando-se a superfcie. Estas reas no foram mais evidenciadas aos 60 dias ps-operatrios. Neste perodo e adiante, verificou-se remodelao ssea. Concluso: o reparo sseo aps ostectomias a laser de Er:YAG ocorreu atravs de corredores de cicatrizao. O reparo sseo aps ostectomias a fresa cirrgica tende a forma centrfuga. J o reparo sseo aps irradiao a laser de Er:YAG tende a forma centrpeta. A velocidade de reparo foi maior nas ostectomias a fresa cirrgica do que nas ostectomias a laser. Aos 90 dias, verificou-se reparo sseo comparativamente homogneo nas quatro condies propostas.

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o presente trabalho avaliou a eficincia de cinco sistemas de reparo no combate iniciao e propagao da corroso do ao por cloretos, os quais so: sistemas de reparo formados com argamassa e barras de ao sem pintura e um sistema de reparo formado com argamassa 1:3 a/c=O,5 com pintura de zinco nas barras de ao. A avaliao se deu atravs de ensaios de corroso acelerada, usando ciclos de umedecimento e secagem, em corpos de prova prismticos (45x80x90mm) confeccionados com as argamassas dos sistemas de reparo a serem testados, possuindo no seu interior duas sries de duas barras de 5mm de dimetro distantes 5mm e 10mm das faces. Foram efetuados tambm ensaios complementares nas argamassas, classificados em ensaios de durabilidade: absoro por imerso (NBR 9778/87), absoro por capilaridade (NBR 9779/95), difuso de cloretos (usando fatias de 10mm de espessura de corpos de prova cilndricos de 5mm de dimetro) e determinao do teor de cloretos na argamassa, e ensaios mecnicos: mdulo de elasticidade (NBR 8522/84) e resistncia compresso (NBR 5739/93). Alm dos ensaios supracitados, elaborou-se uma anlise do custo/beneficio da utilizao dos sistemas de reparo em estudo. Todos os corpos de prova (cilndricos e prismticos) foram curados em cmara mida por 7 dias e posteriormente em ambiente de laboratrio at completarem 28 dias, idade onde se iniciou todos os ensaios. Os resultados apontam uma superioridade, no ensaio de corroso acelerada e nos ensaios complementares de durabilidade, do sistema de reparo com adio de estireno-butadieno (SBR) seguido em ordem decrescente, do sistema com adio de slica ativa, do sistema com adio de nitrito de sdio e do sistema com pintura de zinco nas barras. Nos ensaios complementares mecnicos, o sistema de reparo com adio de slica ativa apresentou os melhores resultados, seguido do sistema de reparo com adio do inibidor de corroso. A anlise custo/beneficio aponta o sistema de reparo com adio de slica ativa como o mais vivel economicamente, seguido, em ordem decrescente de desempenho, dos sistemas com adio de nitrito de sdio, com adio de estireno-butadieno e com pintura de zinco nas barras.

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Os estudos seminais em Anlise da Conversa so originrios e esto amplamente difundidos nos Estados Unidos e, assim, grande parte de suas asseres est baseada em estudos feitos com anglo-americanos, mas as descries da organizao do sistema de troca de turnos e do reparo tm a pretenso de serem universais. Ento, neste trabalho, analiso ocorrncias de uma das trajetrias de reparo o reparo iniciado e levado a cabo pelo outro com dados de fala-em-interao em portugus brasileiro, para verificar se o sistema opera da mesma forma que nos trabalhos seminais. Dentre as trajetrias de reparo, o reparo iniciado e levado a cabo pelo outro fenmeno muito prximo da correo o mais despreferido e, conseqentemente, mais raro na conversa cotidiana. Isso se d porque o reparo geralmente se presta para garantir o estabelecimento da compreenso mtua entre os participantes, mas, no caso dessa trajetria, ele dificilmente justificvel nesse sentido, e serve, muitas vezes, como um exerccio de controle social sobre o outro. Contudo, essa noo de preferncia do reparo d conta apenas de dados em conversa cotidiana. Na sala de aula tradicional, por exemplo, um ambiente institucional, h uma diferena de status de conhecimento entre os interagentes, as relaes so assimtricas, e no se configura a despreferncia deste tipo de reparo, pois a correo faz parte do modus operandi desse ambiente. Tendo confirmado a adequao da descrio do sistema de reparo s ocorrncias de reparo iniciado e levado a cabo pelo outro em dados de conversa cotidiana em portugus brasileiro, o estudo concentra a sua anlise na descrio da ocorrncia do fenmeno em sala de aula, e discute as possveis implicaes poltico-pedaggicas relacionadas a essa prtica to comum nesse ambiente, mas to despreferida na conversa cotidiana.