1000 resultados para Pau -
Resumo:
The weevil subfamily Scolytinae includes beetles which may feed on the bark, trunk or roots of both live and dead trees and are sometimes considered forest and silvicultural pests. Less frequently, some species feed on seeds and may be cause economic losses when associated to plant cultivars. Spermophthorus apuleiae Costa-Lima is a Neotropical Scolytinae formerly recorded to be "associated" with seeds of Caesalpinia ferrea var. leiostachya Benth, a Brazilian tree popularly known in Portuguese as "pau-ferro". Hitherto, it was not clear whether these beetles actually feed on the seeds of that plant. In order to investigate the ability of S. apuleiae to feed on seeds of "pau-ferro", observations were done and colonies of these beetles were established. Both in the field and in captivity the beetles were not observed feeding on the seeds. Even when beetles were exposed to seeds as the only source of food they were incapable of boring or eating the seeds and died. Our data therefore suggest that S. apuleiae is a frugivorous species which peculiarly does not eat seeds of "pau-ferro".
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As aes de reflorestamento com o pau-brasil (Caesalpinia echinata Lam.) depende de informaes de suas caractersticas ecofisiolgicas sujeitas s variaes ontogenticas e ambientais. O objetivo desse trabalho foi caracterizar alguns aspectos morfolgicos, anatmicos, fisiolgicos e estruturais de parede celular de C. echinata nas fases juvenil, jovem e adulto em condies naturais em um fragmento da Floresta Atlntica. Foi analisada a biometria, concentrao de nutrientes e dos pigmentos cloroplastdicos dos folilulos, anatomia foliar e do xilema secundrio do caule e a constituio dos polmeros estruturais de parede celular. Os indivduos juvenis localizados no estrato inferior da floresta se destacaram pela maior rea foliar especfica e maiores teores de pigmentos cloroplastdicos bem como pelas maiores dimenses de suas clulas guardas associado s maiores concentraes de K e Ca foliar. Estruturalmente, os indivduos juvenis apresentaram menores elementos de vasos e teores de lignina. Os indivduos jovens apresentaram valores intermedirios das variveis analisadas. J os indivduos adultos, cujas copas alcanavam o dossel, se destacaram pelo maior espessamento do limbo, da cutcula e do parnquima lacunoso, teor de gua foliar, densidade estomtica e teor de lignina foliar e caulinar cuja capacidade de sntese foi associada ao maior teor de P foliar. O contedo de celulose foliar e caulinar no variou entre as diferentes fases ontogenticas. As hemiceluloses so do tipo xilanos com possibilidade de presena de xiloglucano dada a maior frao de xilose (12% MS) e galactose (1% MS). A glucose foi o monossacardeo mais representativo (40% MS) sem diferenas ontogenticas. As diferenas morfolgicas, anatmicas, fisiolgicas e estruturais parecem, tambm, estarem sob controle da irradincia mais intensa na copa dos indivduos adultos. Os resultados denotam que o plantio consorciado com espcies de crescimento rpido seja a melhor ao para o reflorestamento de C. echinata.
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O objetivo deste estudo foi avaliar o crescimento de mudas de pau-brasil (Caesalpinia echinata Lam.), submetidas a cinco nveis de sombreamento. As mudas, com 18 meses de idade, foram submetidas aos nveis de 0, 20, 40, 60 e 80% de sombreamento, sob estrutura de telados pretos, tipo sombrite. Os maiores valores para altura foram obtidos em plantas cultivadas sob 20, 40 e 60% de sombreamento. Plantas sob pleno sol e sob 20% de sombreamento apresentaram maiores dimetros do colo e menores relaes entre altura e dimetro do colo, o que revela maior equilbrio no crescimento. O maior nmero de folhas foi obtido em plantas sob pleno sol. O aumento da luminosidade ocasionou maiores massas de matria seca da parte area, do sistema radicular e total, alm de menores ndices entre massa de matria seca da parte area e das razes, o que sugere maior investimento de biomassa para as razes. Os maiores valores do ndice de Qualidade de Dickson (IQD) foram observados em mudas cultivadas sob menores ndices de sombreamento, sendo um bom indicador da qualidade das mudas.
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Recently had been discovery, in the area of the construction of the Carla Sacramento Athletics Stadium at Cruz de Pau (Seixal), a set of stopes and wells with characteristics of ancient Roman mining activities. The old mining works are incised in pliocene sandy formations with conglomeratic facies, where four preliminary samples were collected in a coarser level with subrounded pebbles. The heavy minerais of those samples were studied in accordance with the Heavy Mineral Concentrate Laboratory of the IGM. The previously mentioned facies has interesting gold percentages and the presence of grey (nodular) and classic monazite, xenotime, cassiterite, spinels s.l., ilmenite and rutile. The morphology of the gold grains as well as the heavy minerals shows two phases of transport; an initial fluvial phase and a secondary aeolian phase influenced their concentracion. The high percentage of toroid grains showing evidence of wind ablation, suggests that this was the main factor for reconcentration of the gold. The amount of gold particles obtained in the concentrates is considerable and in one sample, a grade of 3.2 ppm was calculated. The samples also have been analysed for Au + 34 elements by INAA and ICP-MS, the results of which show similar grades as previously obtained.
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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Filosofia Geral
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RESUMOO presente, trabalho teve como objetivo o enraizamento de estacas de material juvenil ramos laterais e terminais) de pau-rosa, atravs do uso das concentraes de 2000 ppm, 4000 ppm e 6000 ppm de cido indol-3-butrico (AIB) na forma lquida. Αs condies do enraizamento αs estacas foram oferecidas mediante o uso de ncbulizao intermitente, regulada em 20 segundos para espcies com intervalos de 20 minutos. O substrato utilizado foi terrio + areia, na proporo de 4:1. Semanalmente foram feitas aplicaes de fertilizante foliar. Aos 210 dias do plantio, as estacas foram retiradas, do substrato e avaliados os seguintes parmetros: porcentagem de enraizamento, porcentagem de sobrevivncia, tamanho das razes e Peso da matria fresca das razes. Os resultados obtidos mostram que a emisso de razes das estacas de material juvenil, possivelmente independe do uso do cido indol-3-butrico (AIB).
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Um experimento foi instalado no viveiro da Reserva Florestal Adolfo Ducke, Manaus, Amazonas, Brasil, com o objetivo de comparar três tipos de cobertura de canteiros empregados em viveiros florestais e testar quatro níveis de sombreamento na germinação, emergência e desenvolvimento de plântulas de pau rosa (Aniba rosaeodora Ducke). Na cobertura dos canteiros utilizou-se palha de arroz, serragem e vermiculita. Os níveis de sombreamento de 30, 50 e 70% foram obtidos por meio de telas de poliolefinas de cor preta, sendo o de 0% obtido por semeadura a pleno sol. O delineamento estatístico foi de parcelas subdivididas em blocos ao acaso. Os tipos de cobertura utilizados e a interação entre os níveis de sombreamento e tipo de cobertura de canteiros não influenciaram na germinação das sementes e no índice de velocidade de emergência. Os níveis de sombreamento não influenciaram na germinação das sementes, mas apresentaram efeito significativo no índice de velocidade de emergência. Os tipos de cobertura dos canteiros não influenciaram no desenvolvimento das plântulas em altura, diâmetro à altura do colo e peso da matéria seca da parte aérea, do sistema radicular e total; a área foliar das plântulas obtidas com a cobertura de vermiculita foi melhor que com serragem. Melhores resultados de crescimento em altura e peso da matéria seca da parte aérea, do sistema radicular e total, foram observados nas plântulas cultivadas sob os níveis de 30 e 50% de sombreamento. As interações de 30% de sombreamento com a cobertura de vermiculita c 50% de sombreamento com a cobertura de palha de arroz proporcionaram maiores valores de crescimento em altura e peso da matéria seca total das plântulas de pau rosa, respectivamente.
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No presente estudo foi avaliada a tratabilidade da espécie madeireira Brosimum rubescens Taub., Moraceae (pau-rainha), da região amazônica. Os testes foram feitos em três diferentes alturas (base, meio e ápice do fuste), com preservante CCA, tipo A, a 2% de concentração, utilizando-se o processo de impregnação sob pressão, através do método de célula cheia "Bethell". Os dados mostraram que o grau de tratabilidade do alburno é "moderadamente difícil" enquanto que o cerne é "refratário". Os resultados de absorção das toras estudadas nas diferentes alturas da árvore não apresentaram diferença significativa. Houve diferença significativa entre cerne e alburno, com intervalos de retenção de 7,95 a 8,84 kg/m3 para o alburno e de 0,13 a 0,27 kg/m3 para o cerne. Embora os vasos sejam considerados estruturas de maior importância em relação a condução, as fibras obtiveram papel relevante no processo de distribuição do preservante. O raio e o parênquima axial, mesmo no alburno, apresentaram-se ineficientes quanto a condução, devido a deposições de extrativos presentes nesses elementos. Os resultados sugerem que a refratabilidade do cerne, bem como a permeabilidade limitada do alburno desta espécie está relacionada com o conteúdo de extrativos presentes na madeira e, em especial, devido à presença de tiloses nos vasos.
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O objetivo deste trabalho foi estudar o crescimento das espcies florestais pioneiras pau-de-balsa (Ochroma lagopus Sw.) e caroba (Jacaranda copaia D. Don) para a recuperao de reas degradadas pela agricultura. Na rea, situada no km 120 da BR-174, tinha sido plantado mandioca e banana e abandonada h 8 anos, formando uma capoeira de porte baixo e rala. O experimento foi instalado em maio/98, com e sem gradagem da rea. O espaamento foi de 3x3m, em covas de 20 cm (dimetro) x 30 cm (profundidade), com adubao de 150g/cova de NPK (4-16-8) e calcrio dolomtico na proporo de 3:1. Para a avaliao do crescimento, foram medidas a altura e o dimetro das plantas aos 2 meses (julho/98) e a cada ano aproximadamente (junho/99, setembro/00 e maio/01). Os dados foram analisados atravs do delineamento inteiramente casualisado. A sobrevivncia do pau-de-balsa foi maior em rea gradeada (97,1%) do que em area no gradeada (92,5%), aps o primeiro ano do plantio; da caroba, foi cerca de 90% e sem diferenas entre as areas. A altura e dimetro do pau-de-balsa, foram maiores em rea gradeada, a partir do primeiro ano, chegando no terceiro ano a 11,85 m de altura e 11,42 cm de dimetro. Na caroba, a diferena ocorreu a partir do segundo ano e no terceiro chegou a 8,37 m de altura e 11,18 cm de dimetro. Alm de outros fatores inerentes s espcies, o solo mais frivel das reas gradeadas, possibilitou um maior crescimento em altura e dimetro das duas espcies estudadas.
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Este trabalho, teve como objetivo estudar a germinao das sementes de pau-de-balsa (Ochroma lagopus Sw., Bombacaceae) em diferentes estgios de maturao aparente dos frutos; a germinao das sementes provenientes de rvores com diferentes dimetros a altura do peito (DAP) e a germinao das sementes tratadas para quebra de dormncia. No primeiro experimento, avaliou-se a germinao das sementes dos frutos verdes, verdosos (verde amarelado), negros (fruto fechado) e negros deiscentes (fruto aberto com painas expostas). No segundo, a germinao das sementes de rvores da mesma idade e com diferentes DAP's: pequeno (5,4 cm), mdio (9,1 cm) e grande (13,2 cm). No terceiro, a germinao das sementes com diferentes quebra de dormncia: testemunha; gua por 24 e 48 horas; gua a 80C at esfriar; H2SO4 por e 1 minuto com e sem paina; queima da paina em peneira metlica; e semeio de sementes com a paina. As sementes germinaram em gerbox sobre papel de filtro, em cmara de germinao, nas temperaturas de 20C, 30C e 25C, no primeiro, segundo e terceiro experimentos, respectivamente. As sementes de pau-de-balsa germinaram melhor e mais rpido quando coletadas de frutos negros a negros deiscentes, ou quando coletadas de rvores com menor e mdio dimetros, ou quando tratadas com gua quente a 80C at esfriar, ou com cido sulfrico por ou 1 minuto com ou sem paina. Os tratamentos com cido tem a vantagem de quebrar a dormncia da semente e dissolver a paina. As sementes recm colhidas e germinadas no apresentaram dormncia tegumentar.
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Ochroma pyramidale, Bombacaceae, conhecida popularmente como pau-de-balsa, utilizada para construo de jangadas, balsas, salva-vidas, bias, brinquedos e na fabricao de papel e celulose. O objetivo deste estudo foi definir um mtodo de acondicionamento de sementes de O. pyramidale, visando a conservao da viabilidade e vigor destas para sua utilizao e comercializao em pocas de baixa produo. Sementes de O. pyramidale foram embaladas em sacos de papel tipo kraft e sacos de plstico (0,10 mm) e armazenadas em ambiente de laboratrio (22C e 65% U.R.), cmara mida (5C e 86% U.R.) e cmara seca (15C e 40% U.R.). A percentagem de germinao, teor de gua e vigor das sementes foram avaliados no incio e aps perodos de armazenamento. Todos os tratamentos testados foram favorveis para manuteno do vigor das sementes por 120 dias de armazenamento. As melhores condies de armazenamento para manter a viabilidade por at 400 dias foram: sacos de papel (76,5% de germinao) e sacos plsticos (65,5% de germinao) em cmara seca, e sacos plsticos em condies de laboratrio (63,5% de germinao).
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Este trabalho teve como objetivo o estabelecimento in vitro de embries e de gemas de mudas de pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke) livres de contaminaes e de oxidao fenlica. As gemas foram obtidas da rebrota de mudas cultivadas em viveiro e os embries a partir de sementes em diversos estgios de maturao. Para a assepsia dos explantes foram utilizados dois antibitico (Ampicilina e Agrimicina), etanol (70%) e hipoclorito de sdio, em concentraes e tempo de exposio variando em funo do tratamento. Para o controle da oxidao foram utilizados imerso em cido ascrbico (250 mg/l) e PVP (Polivinilpirrolidona) no meio Murashige & Skoog (MS). O delineamento estatstico empregado foi o inteiramente ao acaso com tratamentos e repeties em funo do tipo de explante. Foi observado 71% de sobrevivncia e 53% de germinao de embries tratados com hipoclorito de sdio (50% e 2% de cloro ativo) por 10 minutos e inoculados em meio MS contendo 20 mg/l de gua de cco aps 45 dias. As gemas das rebrotas de mudas tratadas com soluo de Sulfato de Estreptomicina (Agrimicina) na concentrao de 500 mg/l (1h) apresentaram 51% de sobrevivncia. Quando submetidas ao pr-tratamento com o emprego de bomba a vcuo (180 mmHg) contendo a Agrimicina (500 mg/l), apresentaram 25% de sobrevivncia.
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Este estudo prope uma nova metodologia de explorao do pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke) em substituio ao mtodo tradicional, predatrio, de corte raso. Avaliando-se a biomassa da rebrota de copas (galhos e folhas) e de cepas cortadas a 1 m de altura do solo, ser possvel inferir sobre o manejo de plantios visando maximizar a produo de leo essencial desta espcie. Os plantios esto localizados na Reserva Florestal Adolph Ducke, Manaus, Brasil. Treze anos aps a poda das copas e do corte das rvores a 1 m do solo, o peso seco da rebrota da copa (39,5 kg) foi significativamente superior ao peso seco de galhos e folhas das rvores testemunha (23 kg) e da rebrota das cepas (13,7 kg), revelando que a poda da copa estimulou maior produtividade de galhos e folhas das rvores do plantio. Como o peso do fuste representou 85,5% da mdia do peso total das rvores e a produtividade de leo diretamente proporcional biomassa area, a explorao atual predominantemente feita atravs do corte raso das rvores. A alta capacidade de rebrota da copa e o maior rendimento de leo a partir de galhos e folhas em relao madeira, no entanto, indicam que o manejo dos plantios desta espcie poder ser feito atravs da poda da copa das rvores, evitando a destruio total das rvores e uma possvel extino da espcie.
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O presente trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar diferentes volumes de gua no substrato e temperaturas na germinao de sementes de Ochroma pyramidale (Cav. ex Lam.) Urban. Antes da instalao dos testes de germinao, as sementes foram tratadas com imerso em gua quente a 80 C at o resfriamento, para superar a dormncia. A semeadura foi realizada em rolos de papel germitest, umedecidos com volumes (mL) de gua equivalentes a 1,5; 2,0; 2,5 e 3,0 vezes o peso do substrato nas temperaturas de 25, 30 e 35 C. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado com os tratamentos em esquema fatorial 4 x 3. Para cada tratamento, utilizaram-se quatro repeties de 25 sementes. Aps o encerramento do experimento (aos 21 dias), foi avaliada a porcentagem, o ndice de velocidade de germinao e os comprimentos da raiz primria e do hipoctilo. A porcentagem de germinao final no foi influenciada pelos fatores estudados. O ndice de velocidade de germinao foi favorecido pelas maiores temperaturas, 30 e 35 C. A temperatura de 30 C e a quantidade de gua de 1,5 vezes o peso do papel, e 35 C e a quantidade de 3,0 vezes, foram as mais indicadas para o desenvolvimento da raiz primria e do hipoctilo da espcie. Para a germinao das sementes de O. pyramidale recomenda-se a temperatura de 30 C com a quantidade de gua de 1,5 vezes o peso do papel, e a temperatura de 35 C com a quantidade de gua de 3,0 vezes.
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O estudo foi conduzido em um plantio de pau-rosa com 36 anos, localizado na Reserva Florestal Adolpho Ducke, Manaus-AM, Brasil, latitude 0300' 00 "e 0308'00" S e longitude 5952'40 "e 5958'00" W. Foi determinada a biomassa da rebrota da copa das rvores de pau-rosa (Aniba rosaeodora Ducke, Lauraceae), podadas duas vezes (em 2000 e 2002) e das rvores podadas trs vezes (em 1987, 2000 e 20002). Os resultados no indicaram diferenas significativas entre o DAP, altura total, nmero de brotos/fuste, comprimento e dimetro dos brotos e peso verde da copa das rvores podadas duas ou trs vezes. Os coeficientes de regresso e de correlao de Pearson indicaram que a biomassa da copa das rvores podadas pela terceira vez est fortemente correlacionada com a radiao PAR direta, PAR difusa, PAR total e o ndice de rea foliar. O elevado nmero de brotos/fuste revelou boa capacidade da rebrota da copa aps sucessivas podas, fato que possibilita o manejo da biomassa das rvores atravs de podas.