737 resultados para Parceiros
Resumo:
OBJETIVO: Avaliar a qualidade de vida e depresso nas mulheres vtimas da violncia domstica; estabelecer o perfil socioeconmico da mulher agredida pelo parceiro e as particularidades das agresses sofridas. MTODOS: A amostra constituiu-se de 100 mulheres que sofreram agresso de seus parceiros e que prestaram queixa na Delegacia da Mulher do Cear. Foram aplicados trs questionrios: o primeiro visa a obter dados demogrficos e sobre a violncia sofrida; o segundo (GHQ-28), sobre a qualidade de vida em geral; e o terceiro (Beck), quantifica o grau de depresso. RESULTADOS: O perfil da mulher agredida : jovem, casada, catlica, tem filhos, pouco tempo de estudo e baixa renda familiar. lcool e cime foram os fatores mais referidos como desencadeantes das agresses, tendo 84% das mulheres sofrido agresso fsica. Foi observado que 72% delas apresentaram quadro sugestivo de depresso clnica; 78% tinham sintomas de ansiedade e insnia; 39% j pensaram em suicdio e 24% passaram a fazer uso de ansiolticos aps o incio das agresses. CONCLUSES: A anlise dos dados sugere que a violncia domstica est associada a uma percepo negativa da sade mental da mulher.
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OBJETIVO: Estimar a prevalncia de violncia por parceiros ntimos e o consumo de lcool durante os eventos dessa violncia. MTODOS: Estudo transversal com amostra probabilstica de mltiplos estgios, representativa da populao brasileira, composta por amostra de 1.445 homens e mulheres casados ou vivendo em unio estvel, entrevistados entre novembro de 2005 e abril de 2006. As entrevistas foram realizadas na casa dos entrevistados, usando um questionrio fechado padronizado. As taxas de prevalncia de violncia por parceiros foram estimadas e testes qui-quadrado foram empregados para avaliar as diferenas de gnero nessa prevalncia. RESULTADOS: Homens apresentaram uma prevalncia geral de 10,7% de episdios de violncia por parceiros e as mulheres 14,6%. Homens consumiram lcool em 38,1% dos casos de e as mulheres em 9,2%. Com relao percepo de consumo de lcool pela companheira, homens informaram que sua parceira consumia em 30,8% dos episdios de violncia e mulheres que o seu parceiro fazia ingesto de lcool em 44,6% dos episdios. CONCLUSES: As mulheres se envolveram em mais episdios de (perpetrao, vitimizao ou ambos) leves e graves do que os homens. A freqncia quatro vezes maior de relatos de homens alcoolizados durante os eventos permitem supor que a preveno violncia por parceiros possa se beneficiar de polticas pblicas de reduo do consumo de lcool.
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OBJETIVO: Avaliar a violncia fsica entre parceiros ntimos durante a gestao como fator de risco independente para a m qualidade da assistncia pr-natal. MTODOS: Estudo transversal realizado em trs maternidades pblicas do municpio do Rio de Janeiro, RJ. As 528 purperas includas no estudo foram selecionadas em processo de amostragem aleatria simples dentre o conjunto de nascidos vivos a termo em 2000. As informaes sobre a assistncia pr-natal foram obtidas a partir do carto da gestante e por meio de entrevistas face a face. Para a avaliao da qualidade da assistncia pr-natal utilizou-se o ndice de Kotelchuck. Para a identificao das situaes de violncia, foi utilizada a verso brasileira do instrumento Revised Conflict Tactics Scales. Utilizou-se a regresso logstica no condicional para avaliar o efeito da exposio, aps controle de variveis de confuso. RESULTADOS: Mesmo aps o ajuste por variveis socioeconmicas, demogrficas, reprodutivas e relativas aos hbitos de vida do casal, a violncia fsica entre parceiros ntimos durante a gestao permaneceu associada m qualidade da assistncia pr-natal. Mulheres que relataram ter sido vtimas de abuso fsico durante a gestao possuam 2,2 vezes mais chance de apresentar uma assistncia pr-natal inadequada do que as sem histria de violncia fsica. CONCLUSES: Os resultados indicam a necessidade do rastreamento de situaes de conflito familiar desde o incio do pr-natal visando o seu enfrentamento e uma maior adeso das gestantes vitimizadas ao acompanhamento.
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Dissertao apresentada na Faculdade de Cincias e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa para a obteno do Grau de Mestre em Engenharia Informtica
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Comunicao apresentada no 3 Encontro Conhecimento e Cooperao, INA, Lisboa, 17 de setembro de 2015
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No mbito do desenvolvimento da dissertao do Mestrado de Engenharia Eletrotcnica Sistemas Eltricos de Energia, surgiu a oportunidade de participar no desenvolvimento de um projeto integrante numa subestao de energia. O presente caso de estudo tem em vista a resoluo de condicionantes na conceo desta subestao, tais como cumprir requisitos estticos projetando todo o tipo de equipamentos dentro de edifcios, a ventilao das salas de transformao assim como insonorizao de todo o rudo produzido de forma a cumprir os limites legais e no perturbar a vizinhana. A presente subestao de energia est situada numa zona urbana da cidade de Leiria, localidade de Parceiros, dando origem ao nome Subestao de Energia de Parceiros. Esta subestao pertence ao cliente Energias de Portugal, conhecida como EDP, e visa o melhoramento da distribuio do servio elctrico. As tradicionais subestaes de energia, com aparncia bastante desenquadrada dos meios urbanos, representam um entrave ao nvel da aproximao destes centros de produo energtica s zonas urbanas, comprometendo a melhoria da rede eltrica. Desta forma, foi implementada a tecnologia Gas-Insolated Switchgear e permite o enquadramento destes centros energticos em zonas urbanas, constituindo mais um edifcio urbano na zona onde se insere. Esta substitui os convencionais barramentos existentes nos Parques Exteriores de Aparelhagem das subestaes e apresenta-se com dimenses muito reduzidas quando comparadas com as estruturas instaladas nestes parques. Dado que esta tecnologia desenvolvida no sentido de permitir a construo destes centros energticos em zonas urbanas, podem ser alojadas dentro de edifcios produzindo assim vantagens ao nvel esttico, no perturbando a paisagem. Dado que os principais equipamentos de funcionamento na subestao de Parceiros, nomeadamente o Transformador de Potncia, se encontram instalados num edifcio completamente fechado, foram construdas duas salas de ventilao, na parte superior deste edifcio, cada uma adjacente a uma sala de transformao. O transformador instalado possui elevadas dimenses, pesando 53000 kg e contendo 11000 kg de leo que em estado normal de funcionamento circula por quase todo o interior da mquina a elevadas temperaturas, provocando um aquecimento elevado no interior do edifcio o que condiciona o bom funcionamento do transformador. Para ultrapassar esta condicionante foi realizado um estudo de um sistema de ventilao capaz de avaliar e controlar os valores trmicos existentes e proceder circulao de ar, que ser movimentado ou bloqueado, recorrendo a um sistema autnomo, mantendo a temperatura ideal nas salas de transformao. Este autmato o crebro de toda a cadeia lgica que, mediante as leituras efetuadas ir dar ordens de atuao aos diversos equipamentos. Apesar dos TP estarem protegidos dentro do edifcio, estes produzem um maior rudo. A necessidade da existncia do referido sistema de ventilao das divises de funcionamento destas mquinas, implica a utilizao de aparelhos que, apesar da sua evoluo tecnolgica os torna cada vez menos ruidosos, mas geram sempre alguma perturbao, o que pode representar um problema no cumprimento do regulamento geral do rudo.
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A febre uma manifestao muito frequente e por vezes inespecfica na criana, que motiva frequentemente a ida a um servio de urgncia e o internamento (National Institute for Health and Clinical Excellence, 2007). Est por vezes associada a morbilidade e mortalidade, sobretudo em crianas com menos de 5 anos, contudo, nem sempre expressa uma doena. Este facto justifica, por um lado, a preocupao dos pais e profissionais de sade e por outro a necessidade de identificar a sua causa de modo a intervir de forma adequada (Behrman, Kliegman, Jenson, 2002, National Institute for Health and Clinical Excellence, 2007). Nestas situaes, os enfermeiros assumem um papel preponderante tanto ao nvel de uma interveno adequada junto da criana, bem como no apoio, ensino e superviso dos pais promovendo a autonomia, responsabilidade e confiana, inerentes ao seu papel parental. Os aspectos referidos justificam a nossa preocupao relativamente ao tema, sobretudo dada a prevalncia deste sintoma nas crianas que recorrem ao servio de urgncia s quais prestamos cuidados durante o nosso estgio, no mbito do Mestrado em Enfermagem de Sade Infantil e Pediatria da Universidade Catlica Portuguesa. Pelo facto, elabormos este artigo, com vista a partilhar com outros enfermeiros alguns aspectos que consideramos relevantes no cuidado criana/famlia com febre.
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Dissertao apresentada para cumprimento dos requisitos necessrios obteno do grau de Mestre em Sociologia
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Tese de Doutoramento em Engenharia Industrial e de Sistemas
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Dissertao de mestrado em Economia Industrial e da Empresa
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O presente trabalho monogrfico intitulado Desistindo da denncia: experincias de mulheres vtimas da violncia por parceiros ntimos, analisa os factores que influenciam as mulheres a no-denunciar e a desistir do processo das denncias de violncia com base no gnero, particularmente a violncia infringidas por parceiros ntimos bem como conhecer os reais factores que esto na origem dessa problemtica. A investigao teve dois momentos ser destacados: a pesquisa terica (reviso bibliogrfica e documental sobre Violncia Baseada no Gnero); a pesquisa emprica, com a aplicao das entrevistas s mulheres vtimas da Violncia Baseada no Gnero. Os resultados obtidos permitem considerar que as mulheres vtimas Violncia Baseada no Gnero no-dennciam e desistem da denncia devido os factores diversos designadamente a situao econmica, laos afectivos e status social.
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A violncia entre parceiros ntimos um problema de sade pblica, mas, em geral, a integrao da ateno a esta complexa problemtica social insatisfatria na formao e na ateno em sade. Essa situao examinada neste artigo, com base em evidncias e questes levantadas na literatura. Nas experincias internacionais, constatou-se que a busca ativa dos casos nos servios priorizada, porm encontra dificuldades na institucionalizao das rotinas e sistematizao da capacitao desde a educao inicial. No contexto brasileiro, o pouco conhecimento sobre o assunto entre estudantes e profissionais de sade foi sinalizado, sendo que a incorporao da normatizao da assistncia violncia sexual d visibilidade ao despreparo das equipes. As concluses ratificam limites da formao em sade baseada no modelo biomdico e do processo de trabalho centrado na figura do mdico. Recomenda-se a "problematizao" da VPI via processos de ensino-aprendizagem que valorizem saberes e experincias dos educandos e garantam espaos coletivos de discusso, com apoio da incorporao dos referenciais das Cincias Humanas e Sociais nos currculos mdicos e de mudanas na educao mdica orientadas pela integralidade e intersetorialidade das aes.
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RESUMO Objetivos: pesquisar a presena de leses induzidas por papilomavrus (HPV) e os fatores associados em parceiros de mulheres com neoplasia intra-epitelial genital. Mtodos: foram avaliados 337 homens por meio de citologia uretral, peniscopia e bipsia, quando necessrio. Analisou-se a presena de leso induzida por HPV correlacionando-a com a idade, escolaridade, tabagismo, estabilidade conjugal, incio da atividade sexual, nmero de parceiras, antecedente de doena sexualmente transmissvel (DST), postectomia, imagens peniscpicas e grau das leses nas mulheres. Resultados: a peniscopia foi positiva em 144 homens (42,7%) e 105 (31,2%) apresentaram leses induzidas por HPV. Somente o tabagismo, a estabilidade conjugal menor ou igual a seis meses e o antecedente de mais de uma parceira sexual estiveram associados com a presena de leso induzida por HPV (p<0,05). A citologia uretral foi suspeita para HPV em 4,2% dos casos, sendo este achado significativamente associado com tabagismo, peniscopia ou bipsias positivas e com parceiros de mulheres com leso de alto grau. Das 229 bipsias realizadas, 72,1% foram positivas para HPV, independentemente da imagem peniscpica e do grau de leso na mulher. Concluses: as leses induzidas por HPV foram diagnosticadas em 31,2% dos casos e estiveram associadas com o tabagismo, tempo de unio conjugal menor ou igual a seis meses e mais de uma parceira sexual. O grau de leso na mulher, escolaridade, antecedente de DST, postectomia e imagem peniscpica no se mostraram correlacionados com a presena de leso induzida por HPV.