7 resultados para OXALOSIS


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Primary hyperoxaluria type I is a rare inborn error of metabolism caused by a deficiency of a liver-specific peroxisomal enzyme. It manifests by increased oxalate production that ultimately results in kidney failure, due to urolithiasis and nephrocalcinosis, and finally induces systemic oxalosis and risk of premature death. Primary hyperoxaluria type 2 is mainly responsible of urolithiasis. Enteric hyperoxaluria is a commonly seen adverse event of Crohn disease or after extensive intestinal resection. These affections represent the main etiologies of massive hyperoxaluria. If not recognized very soon and adequately treated, these conditions can progress rapidly to end stage renal failure.

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La hiperoxaliuria primaria tipo I es una enfermedad genética autosómica recesiva, cuyo defecto primario es el déficit, parcial o completo, de la enzima glioxilato aminotransferasa en el hígado que produce la formación de oxalato. El depósito progresivo de oxalato en el riñón es el causante, primero de urolitiasis y nefrocalcinosis, y después de un daño renal progresivo, que lleva a una insuficiencia renal crónica y posteriormente al acúmulo sistémico de oxalato en el sistema músculo-esquelético, en las arterias y en el sistema nervioso. La existencia de oxalosis sistémica es el principal factor de morbi-mortalidad antes y después del trasplante, dada su asociación a malnutrición y daño óseo. En estos casos el trasplante hepatorenal es la mejor opción para resolver el defecto metabólico. La realización de este trasplante es técnicamente más fácil al no existir hipertensión portal y en general la hemodiálisis se mantiene durante el postrasplante para facilitar la eliminación de la sobrecarga de oxalato existente mientras la función renal no se normaliza completamente. A continuación presentamos un caso en el que se expone la evolución clínica de un paciente afecto de esta patología y que se sometió a un trasplante hepatorenal.

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Oxalate is a highly insoluble metabolic waste excreted by the kidneys. Disturbances of oxalate metabolism are encountered in enteric hyperoxaluria (secondary to malabsorption, gastric bypass or in case of insufficient Oxalobacter colonization), in hereditary hyperoxaluria and in intoxication (ethylene glycol, vitamin C). Hyperoxaluria causes a large spectrum of diseases, from isolated hyperoxaluria to kidney stones and nephrocalcinosis formation, eventually leading to kidney failure and systemic oxalosis with life-threatening deposits in vital organs. New causes of hyperoxaluria are arising recently, in particular after gastric bypass surgery, which requires regular and preemptive monitoring. The treatment of hyperoxaluria involves reduction in oxalate intake and increase in calcium intake. Optimal urine dilution and supplementation with inhibitors of kidney stone formation (citrate) are required. Some conditions may need vitamin B6 supplementation, and the addition of probiotics might be useful in the future. Primary care physicians should identify cases of recurrent calcium oxalate stones and severe hyperoxaluria. Further management of hyperoxaluria requires specialized care.

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Trezentos pacientes portadores de colonização intracavitária pulmonar (pelos exames soro lógico e/ou tecidual) foram investigados num período de 10 anos. Os casos foram classificados como: Aspergillus fumigatus (246 casos); Ao niger (21 casos); A. flavus (7 casos); Pseudallescheria boydii (1 caso); colonização fúngica não especificada (21 casos) e colonização actinomicética (4 casos). os grupos A. niger (çasos)e A. fumigatus (controles) foram comparados a respeito de variáveis clínicas e laboratoriais, por serem os mais freqUentes e pela pobreza da literatura sobre A. niger. Esta análise mostrou associações estatisticamente significativas com o A. niger para;sexo masculino (Razão de Chances = 3,28; p <0,05); infecção nosocomial, ocorrendo em hospitais de conservação precária (RC = 150,8; p< 0,001); tuberculose ativa (RC = 8,03; P <0,001); diabete mélito tipo 11 (RC = 10,67; p

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Objetivo: descrever caso clínico de um lactente com insuficiência renal crônica terminal, causada por hiperoxalúria primária.Método: após revisão da literatura, verifica-se a raridade da doença; na França, a prevalência é de 1,05/milhão, com taxa de incidência de 0,12/milhão/ano. Pesquisa abordando centros especializados mundiais detectou, em 1999, 78 casos em lactentes; destes, em 14% o quadro inicial foi de uremia. A gravidade e a raridade da doença sugerem o relato deste caso.Resultados: criança de sexo feminino, com quadro de vômitos e baixo ganho de peso desde os primeiros meses de vida, desenvolveu insuficiência renal terminal aos 6 meses de idade, sendo mantida em tratamento dialítico desde então. Aos 8 meses, foi encaminhada para esclarecimento diagnóstico, apresentando déficit pôndero-estatural grave e os seguintes exames laboratoriais: uréia= 69 mg/dl, creatinina=2,2 mg/dl e clearance de creatinina= 12,5 ml/min/1.73m²SC. O exame de urina foi normal, a ultra-sonografia renal revelou tamanho normal e hiperecogenicidade de ambos os rins. A dosagem de oxalato urinário foi de 9,2mg/kg/dia ou 0,55 mmol/1.73m²SC, e a relação oxalato:creatinina, de 0,42. A biópsia renal diagnosticou presença de grande quantidade de depósitos de cristais de oxalato de cálcio no parênquima renal. A radiografia de ossos longos evidenciou sinais sugestivos de osteopatia oxalótica, e a fundoscopia indireta, sinais de retinopatia por oxalato. A criança foi mantida em diálise peritoneal ambulatorial contínua, tendo sido iniciado tratamento com piridoxina.Conclusões: a hiperoxalúria primária deve ser considerada como um dos diagnósticos diferenciais de insuficiência renal crônica em lactentes, especialmente na ausência de história sugestiva de outras patologias.

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BACKGROUND To cover the shortage of cadaveric organs, new approaches to expand the donor pool are needed. Here we report on a case of domino liver transplantation (DLT) using an organ harvested from a compound heterozygous patient with primary hyperoxaluria (PHO), who underwent combined liver and kidney transplantation. The DLT recipient developed early renal failure with oxaluria. The time to the progression to oxalosis with renal failure in such situations is unknown, but, based on animal data, we hypothesize that calcineurin inhibitors may play a detrimental role. METHODS A cadaveric liver and kidney transplantation was performed in a 52-year-old male with PHO. His liver was used for a 64-year-old patient with a non-resectable, but limited cholangiocarcinoma. RESULTS While the course of the PHO donor was uneventful, in the DLT recipient early post-operative, dialysis-dependent renal failure with hyperoxaluria developed. Histology of a kidney biopsy revealed massive calcium oxalate crystal deposition as the leading aetiological cause. CONCLUSIONS DLT using PHO organs for marginal recipients represents a possible therapeutic approach regarding graft function of the liver. However, it may negatively alter the renal outcome of the recipient in an unpredictable manner, especially with concomitant use of cyclosporin. Therefore, we suggest that, although DLT should be promoted, PHO organs are better excluded from such procedures.