976 resultados para Model animals
Resumo:
Abnormalities in hippocampal structure and function have been reported in a number of human neuropathological and neurodevelopmental disorders, including Alzheimer's disease, autism spectrum disorders, Down syndrome, epilepsy, and schizophrenia. Given the complexity of these disorders, animal studies are invaluable and remain to date irreplaceable, providing fundamental knowledge regarding the basic mechanisms underlying normal and pathological human brain structure and function. However, there is a prominent ill-conceived view in current research that scientists should be restricted to using animal models of human diseases that can lead to results applicable to humans within a few years. Although there is no doubt that translational studies of this kind are important and necessary, limiting animal studies to applicable questions is counterproductive and will ultimately lead to a lack of knowledge and an inability to address human health problems. Here, we discuss findings regarding the normal postnatal development of the monkey hippocampal formation, which provide an essential framework to consider the etiologies of different neuropathological disorders affecting human hippocampal structure and function. We focus on studies of gene expression in distinct hippocampal regions that shed light on some basic mechanisms that might contribute to the etiology of schizophrenia. We argue that researchers, as well as clinicians, should not consider the use of animals in research only as 'animal models' of human diseases, as they will continue to need and benefit from a better understanding of the normal structure and functions of the hippocampus in 'model animals'.
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The aim of the present study was to investigate the role of the spinal cord heme oxygenase (HO)-carbon monoxide (CO)-soluble guanylate cyclase (sGC)-cGMP pathway in nociceptive response of rats to the formalin experimental nociceptive model. Animals were handled and adapted to the experimental environment for a few days before the formalin test was applied. For the formalin test 50 mu l of a 1% formalin solution was injected subcutaneously in the dorsal surface of the right hind paw. Following injections, animals were observed for I h and flinching behavior was measured as the nociceptive response. Thirty min before the test, rats were pretreated with intrathecal injections with the HO inhibitor, zinc deuteroporphyrin 2,4-bis glycol (ZnDPBG) or heme-lysinate, which is known to induce the HO pathway. Control animals were treated with vehicles. We observed a significant increase in nociceptive response of rats treated with ZnDPBG, and a drastic reduction of flinching nociceptive behavioral response in the heme-lysinate treated animals. Furthermore, the HO pathway seems to act via cGMP, since methylene blue (a sGC inhibitor) prevented the reduction of flinching nociceptive behavioral response caused by heme-lysinate. These findings strongly indicate that the HO pathway plays a spinal antinociceptive role during the formalin test, acting via cGMP. (C) 2007 Elsevier B.V. All rights reserved.
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Connectivity among demes in a metapopulation depends on both the landscape's and the focal organism's properties (including its mobility and cognitive abilities). Using individual-based simulations, we contrast the consequences of three different cognitive strategies on several measures of metapopulation connectivity. Model animals search suitable habitat patches while dispersing through a model landscape made of cells varying in size, shape, attractiveness and friction. In the blind strategy, the next cell is chosen randomly among the adjacent ones. In the near-sighted strategy, the choice depends on the relative attractiveness of these adjacent cells. In the far-sighted strategy, animals may additionally target suitable patches that appear within their perceptual range. Simulations show that the blind strategy provides the best overall connectivity, and results in balanced dispersal. The near-sighted strategy traps animals into corridors that reduce the number of potential targets, thereby fragmenting metapopulations in several local clusters of demes, and inducing sink-source dynamics. This sort of local trapping is somewhat prevented in the far-sighted strategy. The colonization success of strategies depends highly on initial energy reserves: blind does best when energy is high, near-sighted wins at intermediate levels, and far-sighted outcompetes its rivals at low energy reserves. We also expect strong effects in terms of metapopulation genetics: the blind strategy generates a migrant-pool mode of dispersal that should erase local structures. By contrast, near- and far-sighted strategies generate a propagule-pool mode of dispersal and source-sink behavior that should boost structures (high genetic variance among- and low variance within local clusters of demes), particularly if metapopulation dynamics is also affected by extinction-colonization processes. Our results thus point to important effects of the cognitive ability of dispersers on the connectivity, dynamics and genetics of metapopulations.
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Vários estudos têm sugerido que seres vivos podem ser suscetíveis aos campos eletromagnéticos (CEMs). Os supostos efeitos dos Campos Eletromagnéticos de Ultra Alta Freqüência (CEMUAFs) em sistemas biológicos são pouco conhecidos. Os relatos de um possível efeito biológico dependente da alteração de estados de oxidação entre pares de radicais sugerem um mecanismo de transdução orgânica para os campos. Outros trabalhos obtiveram alterações na sinalização celular e defesas antioxidantes após a exposição CEMUAFs e, tais alterações, poderiam ser um agente causador de doenças como, por exemplo, a leucemia infantil, esta já correlacionada com a exposição aos CEMs. Desta forma o objetivo deste estudo foi investigar se o CEMUAF (834 MHz) poderia interferir com o balanço oxidativo de planárias e ratos, assim como, estudar a participação de enzimas responsáveis pela hidrólise de nucleotídeos, enzimas estas reconhecidas por serem influenciadas pela ação de radicais livres. As planárias foram expostas por 1, 3 e 6 dias (8 h/dia). Após a exposição foi feito um homogenato de todo o corpo de cada animal. Foi encontrado um aumento na atividade da superóxido desmutase (SOD) e um decréscimo na atividade da catalase (CAT) e na defesa antioxidante não-enzimática (TRAP) após 6 dias de exposição. Adicionalmente, houve um aumento na freqüência de micronúcleos (MN) após 3 e 6 dias de exposição. Não houve alteração nos parâmetros de dano oxidativo a lipídios (TBARS) e proteínas (Carbonil) em nenhum dos tempos de exposição. Estes resultados sugerem um aumento nos níveis de radicais livres e de danos aos ácidos nucléicos. Estudos posteriores deverão determinar se estes efeitos apresentam ou não associações do tipo causa e efeito. Foram utilizados três modelos com ratos. No primeiro modelo, animais com idades de 30, 80 e 210 dias foram expostos por 6 dias (7:30 h/dia). Não foram encontradas mudanças nos parâmetros de TRAP, TBARS e Carbonil em nenhuma das idades expostas ao CEMUAF. Estes resultados sugerem que os tempos de exposição utilizados não foram suficientes para causar alguma mudança perceptível nos parâmetros de estresse oxidativo. No segundo modelo, utilizou-se o sangue e fígado dos neonatos expostos ao CEMUAF ainda no útero de suas mães durante todo o seu desenvolvimento embrionário (8:30 h/dia). Não foram encontradas mudanças em nenhum parâmetro oxidativo. Foi encontrado um aumento na freqüência de MN nas hemácias, sugerindo um efeito genotóxico da irradiação do celular afetando o tecido hematopoiético dos fetos. No terceiro modelo, utilizou-se o sangue de ratos adultos (180 dias) expostos por 12 dias (8:30 h/dia). Os níveis da hidrólise de ATP e ADP estavam aumentados no grupo irradiado. Nenhum efeito foi observado nas atividades da SOD e da CAT, sugerindo nenhuma participação de radicais livres nestes resultados. Ainda são necessários muitíssimos estudos para determinar quais os mecanismos transdutores dos CEMUAFs em sistemas biológicos e de que forma esta interação ocorre, porém estes resultados sugerem: (a) um papel para os radicais livres sobre, pelo menos, alguns dos efeitos atribuídos aos CEMUAFs e (b) que os organismos em fase de formação podem ser mais sensíveis aos campos. Por fim, sugerimos que sistemas biológicos podem sofrer a ação da irradiação com uma quantidade de energia muito menor do que a esperada para promover algum efeito no metabolismo.
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Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
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Studies investigating the use of random regression models for genetic evaluation of milk production in Zebu cattle are scarce. In this study, 59,744 test-day milk yield records from 7,810 first lactations of purebred dairy Gyr (Bos indicus) and crossbred (dairy Gyr × Holstein) cows were used to compare random regression models in which additive genetic and permanent environmental effects were modeled using orthogonal Legendre polynomials or linear spline functions. Residual variances were modeled considering 1, 5, or 10 classes of days in milk. Five classes fitted the changes in residual variances over the lactation adequately and were used for model comparison. The model that fitted linear spline functions with 6 knots provided the lowest sum of residual variances across lactation. On the other hand, according to the deviance information criterion (DIC) and Bayesian information criterion (BIC), a model using third-order and fourth-order Legendre polynomials for additive genetic and permanent environmental effects, respectively, provided the best fit. However, the high rank correlation (0.998) between this model and that applying third-order Legendre polynomials for additive genetic and permanent environmental effects, indicates that, in practice, the same bulls would be selected by both models. The last model, which is less parameterized, is a parsimonious option for fitting dairy Gyr breed test-day milk yield records. © 2013 American Dairy Science Association.
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Black vultures (Coragyps atratus) are often present near calving sites, and under this situation they may play a positive role by removing animal carcasses and afterbirth or a negative role by attacking neonate calves or disturbing cow-calf behaviours following parturition. Cow-calf behaviour was recorded over a 4-year study period from a total of 300 births involving 200 Nellore, 54 Guzerat, 20 Gyr and 26 Caracu cows. The calving site in relation to the location of the herd, considering cow-calf pairs within, close or distant to the herd, the presence of vultures and the behaviour of cows and calves were recorded instantaneously, at 5-min interval. On average, vultures were present at 80% of the calving sites. The frequency of vultures present at calving sites was dependent on the years for the Nellore herd, increasing from 1998 to 2003. When vultures were present, the time that the cow was in contact with its calf decreased, and the percentage of time that the cow was standing still increased. Vultures were observed pecking cows and their neonates during 34.1% of all recordings. However, in only two cases pecking injuries were actually observed on calves that were noted to be very weak. The preliminary results suggest that although black vultures cannot be characterized as a predator of neonate calves, they sometimes attack neonate calves and their presence near the calving sites alter the behaviours of cows and calves. © 2012 The Animal Consortium.
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We evaluated the effects of aerobic exercise (AE) on airway inflammation, exhaled nitric oxide levels (ENO), airway remodeling, and the expression of Thl, Th2 and regulatory cytokines in a guinea pig asthma model. Animals were divided into 4 groups: non-trained and non-sensitized (C), non-sensitized and AE (AE), ovalbumin-sensitized and non-trained (OVA), and OVA-sensitized and AE (OVA + AE). OVA inhalation was performed for 8 weeks, and AE was conducted for 6 weeks beginning in the 3rd week of OVA sensitization. Compared to the other groups, the OVA + AE group had a reduced density of eosinophils and lymphocytes, reduced expression of interleukin (IL)-4 and IL-13 and an increase in epithelium thickness (p < 0.05). AE did not modify airway remodeling or ENO in the sensitized groups (p > 0.05). Neither OVA nor AE resulted in differences in the expression of IL-2, IFN-gamma, IL-10 or IL1-ra. Our results show that AE reduces the expression of Th2 cytokines and allergic airway inflammation and induces epithelium remodeling in sensitized guinea pigs. (c) 2012 Elsevier B.V. All rights reserved.
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Compromised blood-spinal cord barrier (BSCB) is a factor in the outcome following traumatic spinal cord injury (SCI). Vascular endothelial growth factor (VEGF) is a potent stimulator of angiogenesis and vascular permeability. The role of VEGF in SCI is controversial. Relatively little is known about the spatial and temporal changes in the BSCB permeability following administration of VEGF in experimental SCI. Dynamic contrast-enhanced magnetic resonance imaging (DCE-MRI) studies were performed to noninvasively follow spatial and temporal changes in the BSCB permeability following acute administration of VEGF in experimental SCI over a post-injury period of 56 days. The DCE-MRI data was analyzed using a two-compartment pharmacokinetic model. Animals were assessed for open field locomotion using the Basso-Beattie-Bresnahan score. These studies demonstrate that the BSCB permeability was greater at all time points in the VEGF-treated animals compared to saline controls, most significantly in the epicenter region of injury. Although a significant temporal reduction in the BSCB permeability was observed in the VEGF-treated animals, BSCB permeability remained elevated even during the chronic phase. VEGF treatment resulted in earlier improvement in locomotor ability during the chronic phase of SCI. This study suggests a beneficial role of acutely administered VEGF in hastening neurobehavioral recovery after SCI.
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Para otimizar um modelo experimental para o estudo do desbalanço redox em porfirias relacionadas ao acúmulo de ácido 5-aminolevulínico-(ALA), via inibição da ALA desidratase-(ALA-D), ratos foram tratados com o éster metílico de succinilacetona-(SAME), um catabólito da tirosina que inibe fortemente a ALA-O, mimetízando o estado metabólico observado nos portadores de portirias e tirosinemias. Estabeleceram-se modelos de tratamento agudo por 36 e 18 h. No primeiro, os animais receberam 3 injeções de SAME (10, 40 ou 80 mg/kg, grupos Ali-IV). No segundo, os animais receberam 3 injeções de 40 mg/kg de SAME, ALA ou éster metílico de ALA (grupos BII-IV), ALA:SAME (30: 10 mg/kg, grupo BV), ou 10 mg/kg SAME (grupo BVI). Paralelamente, avaliou-se se os sintomas neurológicos característicos das portirias decorriam de danos oxidativos mitocondriais. Para isso, aplicou-se uma tecnologia óptica para medidas da difusão da depressão cortical que determinou a oxigenação e o estado redox do cit c em mitocôndrias do córtex cerebral de ratos submetidos ao tratamento crônico com ALA (40 mg/kg), SAME (10 e 40 mg/kg) e ALA:SAME (30: 1O mg/kg), a cada 48 h, durante 30 dias. Tratamento agudo/36 h: Os níveis de ALA no plasma, fígado, cérebro e urina e o clearance renal do ALA aumentaram nos grupos tratados. A atividade de ALA-D e a coproporfirina urinária reduziram. A marcação para proteínas carboniladas, ferro e ferritina aumentou no fígado e cérebro dos grupos tratados, especialmente no All. Os níveis de malondialdeído hepático aumentaram no grupo AIV. A razão GSH/GSH+GSSG e a atividade de GPx cerebrais aumentaram nos grupos AIV e AIII, respectivamente. Consistentemente com estes dados indicando um desbalanço oxidativo induzido pelo SAME, alterações mitocondriais e citosólicas ultraestruturais foram reveladas, especialmente no fígado. Tratamento agudo/18 h: Os níveis de ALA plasmáticos aumentaram nos grupos tratados, exceto em BIV. O grupo BII mostrou aumento dos níveis hepáticos de ALA. Interessantemente, a inibição da atividade de ALA-D não foi evidenciada. O conteúdo de ferro plasmático aumentou no grupo BII. Para os grupos tratados com 10 e 40 mg SAME/kg, a atividade de SOD hepática reduziu ~50% com a extensão do tratamento de 18 para 36 h, sugerindo que este último é mais efetivo em promover danos oxidativos induzidos pelo ALA. Tratamento crônico/30 dias: Embora nenhuma alteração tenha sido evidenciada no estado redox dos animais tratados, o tratamento com ALA reduziu o fluxo sanguíneo cerebral (CBF) e o consumo de oxigênio-(CMRO2), sugerindo uma vasoconstrição mediada pelo ALA, efeito este confirmado por ensaios de reatividade vascular conduzidos em anéis de aorta de ratos incubados com ALA. O tratamento com ALA:SAME restaurou os níveis de CBF e CMRO2. Interessantemente, a disponibilidade do radical superóxido-(O2•-) estava reduzida nos anéis de aorta incubados com ALA. Juntos, estes dados: a)validam o modelo de tratamento agudo/36 h para o estudo bioquímico e dos possíveis efeitos fisiológicos induzidos pelo ALA, e b)sugerem que as alterações mediadas pelo ALA exógeno levam à vasoconstrição.
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Background: Instructions to fabricate mineralized structures with distinct nanoscale architectures, such as seashells and coral and vertebrate skeletons, are encoded in the genomes of a wide variety of animals. In mollusks, the mantle is responsible for the extracellular production of the shell, directing the ordered biomineralization of CaCO3 and the deposition of architectural and color patterns. The evolutionary origins of the ability to synthesize calcified structures across various metazoan taxa remain obscure, with only a small number of protein families identified from molluskan shells. The recent sequencing of a wide range of metazoan genomes coupled with the analysis of gene expression in non-model animals has allowed us to investigate the evolution and process of biomineralization in gastropod mollusks. Results: Here we show that over 25% of the genes expressed in the mantle of the vetigastropod Haliotis asinina encode secreted proteins, indicating that hundreds of proteins are likely to be contributing to shell fabrication and patterning. Almost 85% of the secretome encodes novel proteins; remarkably, only 19% of these have identifiable homologues in the full genome of the patellogastropod Lottia scutum. The spatial expression profiles of mantle genes that belong to the secretome is restricted to discrete mantle zones, with each zone responsible for the fabrication of one of the structural layers of the shell. Patterned expression of a subset of genes along the length of the mantle is indicative of roles in shell ornamentation. For example, Has-sometsuke maps precisely to pigmentation patterns in the shell, providing the first case of a gene product to be involved in molluskan shell pigmentation. We also describe the expression of two novel genes involved in nacre (mother of pearl) deposition. Conclusion: The unexpected complexity and evolvability of this secretome and the modular design of the molluskan mantle enables diversification of shell strength and design, and as such must contribute to the variety of adaptive architectures and colors found in mollusk shells. The composition of this novel mantle-specific secretome suggests that there are significant molecular differences in the ways in which gastropods synthesize their shells.
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La spectrométrie de masse mesure la masse des ions selon leur rapport masse sur charge. Cette technique est employée dans plusieurs domaines et peut analyser des mélanges complexes. L’imagerie par spectrométrie de masse (Imaging Mass Spectrometry en anglais, IMS), une branche de la spectrométrie de masse, permet l’analyse des ions sur une surface, tout en conservant l’organisation spatiale des ions détectés. Jusqu’à présent, les échantillons les plus étudiés en IMS sont des sections tissulaires végétales ou animales. Parmi les molécules couramment analysées par l’IMS, les lipides ont suscité beaucoup d'intérêt. Les lipides sont impliqués dans les maladies et le fonctionnement normal des cellules; ils forment la membrane cellulaire et ont plusieurs rôles, comme celui de réguler des événements cellulaires. Considérant l’implication des lipides dans la biologie et la capacité du MALDI IMS à les analyser, nous avons développé des stratégies analytiques pour la manipulation des échantillons et l’analyse de larges ensembles de données lipidiques. La dégradation des lipides est très importante dans l’industrie alimentaire. De la même façon, les lipides des sections tissulaires risquent de se dégrader. Leurs produits de dégradation peuvent donc introduire des artefacts dans l’analyse IMS ainsi que la perte d’espèces lipidiques pouvant nuire à la précision des mesures d’abondance. Puisque les lipides oxydés sont aussi des médiateurs importants dans le développement de plusieurs maladies, leur réelle préservation devient donc critique. Dans les études multi-institutionnelles où les échantillons sont souvent transportés d’un emplacement à l’autre, des protocoles adaptés et validés, et des mesures de dégradation sont nécessaires. Nos principaux résultats sont les suivants : un accroissement en fonction du temps des phospholipides oxydés et des lysophospholipides dans des conditions ambiantes, une diminution de la présence des lipides ayant des acides gras insaturés et un effet inhibitoire sur ses phénomènes de la conservation des sections au froid sous N2. A température et atmosphère ambiantes, les phospholipides sont oxydés sur une échelle de temps typique d’une préparation IMS normale (~30 minutes). Les phospholipides sont aussi décomposés en lysophospholipides sur une échelle de temps de plusieurs jours. La validation d’une méthode de manipulation d’échantillon est d’autant plus importante lorsqu’il s’agit d’analyser un plus grand nombre d’échantillons. L’athérosclérose est une maladie cardiovasculaire induite par l’accumulation de matériel cellulaire sur la paroi artérielle. Puisque l’athérosclérose est un phénomène en trois dimension (3D), l'IMS 3D en série devient donc utile, d'une part, car elle a la capacité à localiser les molécules sur la longueur totale d’une plaque athéromateuse et, d'autre part, car elle peut identifier des mécanismes moléculaires du développement ou de la rupture des plaques. l'IMS 3D en série fait face à certains défis spécifiques, dont beaucoup se rapportent simplement à la reconstruction en 3D et à l’interprétation de la reconstruction moléculaire en temps réel. En tenant compte de ces objectifs et en utilisant l’IMS des lipides pour l’étude des plaques d’athérosclérose d’une carotide humaine et d’un modèle murin d’athérosclérose, nous avons élaboré des méthodes «open-source» pour la reconstruction des données de l’IMS en 3D. Notre méthodologie fournit un moyen d’obtenir des visualisations de haute qualité et démontre une stratégie pour l’interprétation rapide des données de l’IMS 3D par la segmentation multivariée. L’analyse d’aortes d’un modèle murin a été le point de départ pour le développement des méthodes car ce sont des échantillons mieux contrôlés. En corrélant les données acquises en mode d’ionisation positive et négative, l’IMS en 3D a permis de démontrer une accumulation des phospholipides dans les sinus aortiques. De plus, l’IMS par AgLDI a mis en évidence une localisation différentielle des acides gras libres, du cholestérol, des esters du cholestérol et des triglycérides. La segmentation multivariée des signaux lipidiques suite à l’analyse par IMS d’une carotide humaine démontre une histologie moléculaire corrélée avec le degré de sténose de l’artère. Ces recherches aident à mieux comprendre la complexité biologique de l’athérosclérose et peuvent possiblement prédire le développement de certains cas cliniques. La métastase au foie du cancer colorectal (Colorectal cancer liver metastasis en anglais, CRCLM) est la maladie métastatique du cancer colorectal primaire, un des cancers le plus fréquent au monde. L’évaluation et le pronostic des tumeurs CRCLM sont effectués avec l’histopathologie avec une marge d’erreur. Nous avons utilisé l’IMS des lipides pour identifier les compartiments histologiques du CRCLM et extraire leurs signatures lipidiques. En exploitant ces signatures moléculaires, nous avons pu déterminer un score histopathologique quantitatif et objectif et qui corrèle avec le pronostic. De plus, par la dissection des signatures lipidiques, nous avons identifié des espèces lipidiques individuelles qui sont discriminants des différentes histologies du CRCLM et qui peuvent potentiellement être utilisées comme des biomarqueurs pour la détermination de la réponse à la thérapie. Plus spécifiquement, nous avons trouvé une série de plasmalogènes et sphingolipides qui permettent de distinguer deux différents types de nécrose (infarct-like necrosis et usual necrosis en anglais, ILN et UN, respectivement). L’ILN est associé avec la réponse aux traitements chimiothérapiques, alors que l’UN est associé au fonctionnement normal de la tumeur.
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Apesar dos avanços na sua abordagem terapêutica, a hemorragia severa continua a ser a principal causa de morbilidade e mortalidade em animais vítimas de trauma ou sujeitos a intervenção cirúrgica. O aparecimento de lesões decorrentes, ou da morte consequente, deve-se ao deficit de volume de fluidos intravasculares e subsequente desenvolvimento do estado hipovolémico. Em termos fisiológicos, a consequência mais devastadora desta condição é a diminuição, absoluta ou relativa, da pré-carga cardíaca, resultando num baixo débito cardíaco, perfusão tecidular inadequada e diminuição do aporte de oxigénio aos tecidos, o qual compromete, inequivocamente, a função celular. O controlo da hipovolémia passa pela resolução da hemorragia e pela correção do deficit de volume intravascular causado e envolve, obrigatoriamente, o recurso à administração de fluidos intravenosos. A escolha do tipo de fluido mais adequado para a terapia intravenosa, em cada ocorrência, é uma tarefa que exige reflexão e ponderação. A seleção dos fluidos apropriados é da responsabilidade do médico veterinário, sendo, no entanto, fundamental que o enfermeiro veterinário detenha conhecimentos básicos sobre as diferenças entre os fluidos disponíveis para a fluidoterapia. O objetivo deste projeto é determinar qual o tipo de fluido mais adequado para ajudar a preservar a integridade e funcionalidade hepática, em situações de hipoperfusão, e assim ajudar a padronizar a sua escolha no momento da decisão pela fluidoterapia. Para atingir este objetivo recorreu-se ao modelo suíno, a fim de recrear a situação de hipoperfusão e posteriormente avaliar os efeitos de dois fluidos diferentes administrados na reposição volémica, o lactato de Ringer e hidroxietilamido 130/0,4. Os animais foram sujeitos a uma hemorragia controlada, após a qual foi reposta a volémia com os respetivos fluidos. Após esta reposição volémica os animais foram eutanaziados e foram obtidas amostras de vários órgãos, incluindo fígado, objeto do presente estudo, alvo de diversas técnicas histopatológicas, nomeadamente o estudo histopatológico de rotina, através de hematoxilina e eosina, e diversos métodos para deteção de eventos apoptóticos, incluindo citocromo c, TUNEL e M30.Após a avaliação exaustiva dos resultados obtidos através das técnicas realizadas, foi possível concluir que o lactato de Ringer confere uma maior proteção contra a lesão de reperfusão, quando comparado com o hidroxietilamido 130/0,4.
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La spectrométrie de masse mesure la masse des ions selon leur rapport masse sur charge. Cette technique est employée dans plusieurs domaines et peut analyser des mélanges complexes. L’imagerie par spectrométrie de masse (Imaging Mass Spectrometry en anglais, IMS), une branche de la spectrométrie de masse, permet l’analyse des ions sur une surface, tout en conservant l’organisation spatiale des ions détectés. Jusqu’à présent, les échantillons les plus étudiés en IMS sont des sections tissulaires végétales ou animales. Parmi les molécules couramment analysées par l’IMS, les lipides ont suscité beaucoup d'intérêt. Les lipides sont impliqués dans les maladies et le fonctionnement normal des cellules; ils forment la membrane cellulaire et ont plusieurs rôles, comme celui de réguler des événements cellulaires. Considérant l’implication des lipides dans la biologie et la capacité du MALDI IMS à les analyser, nous avons développé des stratégies analytiques pour la manipulation des échantillons et l’analyse de larges ensembles de données lipidiques. La dégradation des lipides est très importante dans l’industrie alimentaire. De la même façon, les lipides des sections tissulaires risquent de se dégrader. Leurs produits de dégradation peuvent donc introduire des artefacts dans l’analyse IMS ainsi que la perte d’espèces lipidiques pouvant nuire à la précision des mesures d’abondance. Puisque les lipides oxydés sont aussi des médiateurs importants dans le développement de plusieurs maladies, leur réelle préservation devient donc critique. Dans les études multi-institutionnelles où les échantillons sont souvent transportés d’un emplacement à l’autre, des protocoles adaptés et validés, et des mesures de dégradation sont nécessaires. Nos principaux résultats sont les suivants : un accroissement en fonction du temps des phospholipides oxydés et des lysophospholipides dans des conditions ambiantes, une diminution de la présence des lipides ayant des acides gras insaturés et un effet inhibitoire sur ses phénomènes de la conservation des sections au froid sous N2. A température et atmosphère ambiantes, les phospholipides sont oxydés sur une échelle de temps typique d’une préparation IMS normale (~30 minutes). Les phospholipides sont aussi décomposés en lysophospholipides sur une échelle de temps de plusieurs jours. La validation d’une méthode de manipulation d’échantillon est d’autant plus importante lorsqu’il s’agit d’analyser un plus grand nombre d’échantillons. L’athérosclérose est une maladie cardiovasculaire induite par l’accumulation de matériel cellulaire sur la paroi artérielle. Puisque l’athérosclérose est un phénomène en trois dimension (3D), l'IMS 3D en série devient donc utile, d'une part, car elle a la capacité à localiser les molécules sur la longueur totale d’une plaque athéromateuse et, d'autre part, car elle peut identifier des mécanismes moléculaires du développement ou de la rupture des plaques. l'IMS 3D en série fait face à certains défis spécifiques, dont beaucoup se rapportent simplement à la reconstruction en 3D et à l’interprétation de la reconstruction moléculaire en temps réel. En tenant compte de ces objectifs et en utilisant l’IMS des lipides pour l’étude des plaques d’athérosclérose d’une carotide humaine et d’un modèle murin d’athérosclérose, nous avons élaboré des méthodes «open-source» pour la reconstruction des données de l’IMS en 3D. Notre méthodologie fournit un moyen d’obtenir des visualisations de haute qualité et démontre une stratégie pour l’interprétation rapide des données de l’IMS 3D par la segmentation multivariée. L’analyse d’aortes d’un modèle murin a été le point de départ pour le développement des méthodes car ce sont des échantillons mieux contrôlés. En corrélant les données acquises en mode d’ionisation positive et négative, l’IMS en 3D a permis de démontrer une accumulation des phospholipides dans les sinus aortiques. De plus, l’IMS par AgLDI a mis en évidence une localisation différentielle des acides gras libres, du cholestérol, des esters du cholestérol et des triglycérides. La segmentation multivariée des signaux lipidiques suite à l’analyse par IMS d’une carotide humaine démontre une histologie moléculaire corrélée avec le degré de sténose de l’artère. Ces recherches aident à mieux comprendre la complexité biologique de l’athérosclérose et peuvent possiblement prédire le développement de certains cas cliniques. La métastase au foie du cancer colorectal (Colorectal cancer liver metastasis en anglais, CRCLM) est la maladie métastatique du cancer colorectal primaire, un des cancers le plus fréquent au monde. L’évaluation et le pronostic des tumeurs CRCLM sont effectués avec l’histopathologie avec une marge d’erreur. Nous avons utilisé l’IMS des lipides pour identifier les compartiments histologiques du CRCLM et extraire leurs signatures lipidiques. En exploitant ces signatures moléculaires, nous avons pu déterminer un score histopathologique quantitatif et objectif et qui corrèle avec le pronostic. De plus, par la dissection des signatures lipidiques, nous avons identifié des espèces lipidiques individuelles qui sont discriminants des différentes histologies du CRCLM et qui peuvent potentiellement être utilisées comme des biomarqueurs pour la détermination de la réponse à la thérapie. Plus spécifiquement, nous avons trouvé une série de plasmalogènes et sphingolipides qui permettent de distinguer deux différents types de nécrose (infarct-like necrosis et usual necrosis en anglais, ILN et UN, respectivement). L’ILN est associé avec la réponse aux traitements chimiothérapiques, alors que l’UN est associé au fonctionnement normal de la tumeur.