970 resultados para M1
Resumo:
A ocorrência de aflatoxina B1 (AFB1) em rações e aflatoxina M1 (AFM1) no leite cru foi avaliada em propriedades leiteiras situadas na região nordeste do Estado de São Paulo, Brasil, de outubro de 2005 a fevereiro de 2006. A análise de aflatoxinas foi efetuada utilizando-se colunas de imunoafinidade para purificação dos extratos, sendo a quantificação realizada através de cromatografia líquida de alta eficiência. A AFB1 foi detectada em 40% das rações em níveis de 1,0 a 19,5 μg.kg-1. A concentração de AFM1 em 36,7% de amostras de leite positivas variou de 0,010 a 0,645 μg.L-1. Somente uma amostra de leite estava acima do limite de tolerância adotado no Brasil (0,5 μg.L-1) para AFM1. Concluiu-se que as concentrações de aflatoxinas na ração e no leite foram relativamente baixas, embora a alta frequência das aflatoxinas nas amostras analisadas indique a necessidade de contínuo monitoramento a fim de prevenir a contaminação de ingredientes e rações destinadas ao gado leiteiro.
Resumo:
The identification of Myb 'target' genes will not only aid in the understanding of how overexpression of Myb, or expression of activated forms of Myb, leads to cellular transformation but will also shed light on its role in normal cells. Using a combination of an estrogen-regulated Myb-transformed cell line (ERMYB) and PCR-based subtractive hybridization, we have identified the gene (GSTM1) encoding the detoxification enzyme glutathione S-transferase M1 as being transcriptionally upregulated by Myb. Functional analysis of the GSTM1 promoter using reporter assays indicated that both the DNA binding and transactivation domains of Myb were required for transcriptional activation. Mutational analysis of consensus Myb-binding sites (MBS) in the promoter and electrophoretic mobility gel shift analysis indicated that one of the three potential MBS can bind Myb protein, and is the primary site involved in the regulation of this promoter by Myb.
Resumo:
No leite tipo "B", comercializado no Município de São Paulo, SP (Brasil), foi pesquisada a presença de aflatoxina M1. As amostras de leite analisadas foram provenientes das quatro marcas de maior consumo pela população, coletadas no período de julho a outubro de 1982. A aflatoxina M1, embora em baixos níveis e em pequena proporção (1,8%), fez-se presente nas quatro marcas.
Resumo:
O desempenho do ensaio por enzimas imuno-adsorvidas (ELISA), mediante o emprego de conjuntos de reativos produzidos em escala comercial, para determinação de aflatoxina, foi avaliado em condições experimentais, através de análises repetidas, em amostras de leite em pó reconstituído contaminadas com concentrações conhecidas da fração M1 da toxina. Para os níveis de 0,10; 0,20; 0,50; e, 1,00 ng/ml, os percentuais de recuperação foram: 83,0%; 87,5%; 103,0%; e, 111,8%, respectivamente. O desvio-padrão relativo, para as referidas concentrações, foi, respectivamente, 65,5%; 31,8%; 10,9% e 13,6% (n=10, para cada nível de contaminação). Os resultados obtidos demonstram que o método é apropriado para pesquisas e levantamentos sobre a ocorrência de aflatoxina M1 em leite, sobretudo nas faixas de concentração entre 0,20 - 1,00 ng/ml.
Resumo:
Neurotoxic effects of the environmentally abundant mycotoxin Ochratoxin A (OTA) were studied in histotypic 3D rat brain cell cultures, comprising all brain cell types. Cultures were exposed to nanomolar OTA concentrations and samples were collected 48h after a single exposure, or after 10 days of repeated administration. OTA-induced changes in gene- and protein expression, as well as alterations in cell morphology were assessed. Forty-eight-hour OTA exposure resulted in a disruption of the neuronal cytoskeleton and reduced expression of several oligodendrocyte-specific markers indicative of demyelination. Astrocyte disturbances were revealed by a decrease in two astrocytic proteins involved in regulation of inflammatory responses, metallothioneins I and II. Repeated OTA administration induced a neuroinflammatory response, as visualized by an increase of isolectin B4 labelled cells, increased expression of pro-inflammatory cytokines, and detection of macrophagic ED1/CD68 positive cells, as well as an upregulation of neurodegenerative M1 microglial phenotype markers. Partial recovery from OTA-induced deleterious effects on oligodendrocytes and astrocytes was achieved by co-treatment with sonic hedgehog (SHH). In addition, metallothionein I and II co-treatment partially restored OTA-induced effects on oligodendrocytes after 48h, and modulated microglial reactivity after 10 days. These results suggest that OTA-exposure affects Shh-signalling, which in turn may influence both oligodendrocytes and astrocytes. Furthermore, the primarily astrocytic proteins MTI/MTII may affect microglial activation. Thus the neuroinflammatory response appears to be downstream of OTA-induced effects on demyelination, axonal instabilities and astrocytes disturbances. In conclusion, repeated OTA-exposure induced a secondary neuroinflammatory response characterized by neurodegenerative M1 microglial activation and pro-inflammatory response that could exacerbate the neurodegenerative process.
Resumo:
Perinatal adverse events such as limitation of nutrients or oxygen supply are associated with the occurrence of diseases in adulthood, like cardiovascular diseases and diabetes. We investigated the long-term effects of perinatal hypoxia on the lung circulation, with particular attention to the nitric oxide (NO)/cGMP pathway. Mice were placed under hypoxia in utero 5 days before delivery and for 5 days after birth. Pups were then bred in normoxia until adulthood. Adults born in hypoxia displayed an altered regulation of pulmonary vascular tone with higher right ventricular pressure in normoxia and increased sensitivity to acute hypoxia compared with controls. Perinatal hypoxia dramatically decreased endothelium-dependent relaxation induced by ACh in adult pulmonary arteries (PAs) but did not influence NO-mediated endothelium-independent relaxation. The M(3) muscarinic receptor was implicated in the relaxing action of ACh and M(1) muscarinic receptor (M(1)AChR) in its vasoconstrictive effects. Pirenzepine or telenzepine, two preferential inhibitors of M(1)AChR, abolished the adverse effects of perinatal hypoxia on ACh-induced relaxation. M(1)AChR mRNA expression was increased in lungs and PAs of mice born in hypoxia. The phosphodiesterase 1 (PDE1) inhibitor vinpocetine also reversed the decrease in ACh-induced relaxation following perinatal hypoxia, suggesting that M(1)AChR-mediated alteration of ACh-induced relaxation is due to the activation of calcium-dependent PDE1. Therefore, perinatal hypoxia leads to an altered pulmonary circulation in adulthood with vascular dysfunction characterized by impaired endothelium-dependent relaxation and M(1)AChR plays a predominant role. This raises the possibility that muscarinic receptors could be key determinants in pulmonary vascular diseases in relation to "perinatal imprinting."
Resumo:
Procedimentos para validação intralaboratorial de kits de ELISA foram adotados na verificação da eficiência de um kit para detecção e quantificação de aflatoxina M1 em leite. Foram realizados ensaios com soluções padrões fornecidas pelo kit, amostras artificialmente contaminadas e amostras naturalmente contaminadas. Os valores médios de recuperação obtidos para os padrões do kit apresentaram-se entre 85,6 e 114,8%, com valores de coeficiente de variação entre 11,6 e 23,1%. Nos ensaios com amostras artificialmente contaminadas, foi definida uma faixa ótima de trabalho para análises quantitativas entre 0,019 e 0,090µg/L. A presença de aflatoxina M1 em 110 amostras de leite do estado de Minas Gerais foi investigada. Cinco das 27 amostras positivas na triagem por ELISA foram confirmadas por cromatografia em camada delgada.
Resumo:
Foi verificada a incidência de aflatoxina M1 (AFM1) em 61 amostras de leite coletadas em Belo Horizonte / Minas Gerais - Brasil, no período de Agosto/ 98 - Abril/ 99. A quantificação foi feita por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) usando coluna de imunoafinidade como técnica de purificação. O limite de quantificação observado foi 6ng/L. As recuperações médias e coeficientes de variação foram superiores a 88,9% e inferiores a 22,4%, respectivamente. AFM1 foi encontrada em 50 (82%) das amostras analisadas, mas em níveis inferiores a 500ng/L, que é o limite máximo permitido no Brasil.
Resumo:
Milk products such as cheeses may be contaminated by aflatoxin M1 when dairy cattle have consumed feeds contaminated with aflatoxin B1. Samples of "Minas" cheeses (fresh, canastra and standard) were collected by the Inspection Service in the Mercado Central in Belo Horizonte city, Minas Gerais - Brazil. A purified extract was obtained by extraction with dichloromethane followed by a washing with n-hexane and immunoaffinity column purification. The quantification of aflatoxin M1 was done by high performance liquid chromatography (HPLC) using a fluorescence detector. Recoveries were about 75%. In 56 of the 75 samples (74.7%), the presence of aflatoxin M1 was detected in concentrations ranging between 0.02 and 6.92ng/g of cheese. In the positive cases ( > or = 0.02ng/g) the mean contamination level of aflatoxin M1 was 0.08ng/g in fresh cheese, 0.36ng/g in canastra cheese and 0.62ng/g in standard cheese. No aflatoxin M1 maximum tolerance level in cheese has been established in Brazil.
Resumo:
Milk and egg matrixes were assayed for aflatoxin M1 (AFM1) and B1 (AFB1) respectively, by AOAC official and modified methods with detection and quantification by thin layer chromatography (TLC) and high performance thin layer chromatography (HPTLC). The modified methods: Blanc followed by Romer, showed to be most appropriate for AFM1 analysis in milk. Both methods reduced emulsion formation, produced cleaner extracts, no streaking spots, precision and accuracy improved, especially when quantification was performed by HPTLC. The use of ternary mixture in the Blanc Method was advantageous as the solvent could extract AFM1 directly from the first stage (extraction), leaving other compounds in the binary mixture layer, avoiding emulsion formation, thus reducing toxin loss. The relative standard deviation (RSD%) values were low, 16 and 7% when TLC and HPTLC were used, with a mean recovery of 94 and 97%, respectively. As far as egg matrix and final extract are concerned, both methods evaluated for AFB1 need further studies. Although that matrix leads to emulsion with consequent loss of toxin, the Romer modified presented a reasonable clean extract (mean recovery of 92 and 96% for TLC and HPTLC, respectively). Most of the methods studied did not performed as expected mainly due to the matrixes high content of triglicerides (rich on saturated fatty acids), cholesterol, carotene and proteins. Although nowadays most methodology for AFM1 is based on HPLC, TLC determination (Blanc and Romer modified) for AFM1 and AFB1 is particularly recommended to those, inexperienced in food and feed mycotoxins analysis and especially who cannot afford to purchase sophisticated (HPLC,HPTLC) instrumentation.
Resumo:
Um método para determinação de aflatoxina M1 em leite empregando cromatografia em camada delgada foi otimizado e validado por procedimentos intralaboratoriais. Foram realizados testes para otimização das etapas de extração, purificação, detecção e quantificação por análise visual e densitométrica. Para validação do método foram realizados ensaios de recuperação com soluções padrões e amostras artificialmente contaminadas em níveis entre 0,027µg/L e 0,970µg/L. Foram avaliados linearidade, especificidade, exatidão, precisão, limites de detecção e quantificação. Os valores de porcentagem de recuperação na faixa de quantificação do método variaram de 84,2% a 99,0% na análise visual e de 85,2% a 105,2% na análise densitométrica, com coeficientes de variação de 2,3% a 9,8% e de 3,6% a 13,9%, respectivamente. O limite de detecção foi de 0,036µg/L e o de quantificação de 0,045µg/L, contemplando os níveis de tolerância estabelecidos na legislação nacional e internacional para aflatoxina M1 em leite.
Resumo:
A ocorrência de aflatoxina B1 (AFB1) em rações e aflatoxina M1 (AFM1) no leite cru foi avaliada em propriedades leiteiras situadas na região nordeste do Estado de São Paulo, Brasil, de outubro de 2005 a fevereiro de 2006. A análise de aflatoxinas foi efetuada utilizando-se colunas de imunoafinidade para purificação dos extratos, sendo a quantificação realizada através de cromatografia líquida de alta eficiência. A AFB1 foi detectada em 40% das rações em níveis de 1,0 a 19,5 μg.kg-1. A concentração de AFM1 em 36,7% de amostras de leite positivas variou de 0,010 a 0,645 μg.L-1. Somente uma amostra de leite estava acima do limite de tolerância adotado no Brasil (0,5 μg.L-1) para AFM1. Concluiu-se que as concentrações de aflatoxinas na ração e no leite foram relativamente baixas, embora a alta frequência das aflatoxinas nas amostras analisadas indique a necessidade de contínuo monitoramento a fim de prevenir a contaminação de ingredientes e rações destinadas ao gado leiteiro.
Resumo:
Tesis (Maestría en Ciencias con Especialidad en Química Analítica Biomédica) UANL
Resumo:
Tesis (Maestría en Ciencias con Especialidad en Ingeniería Cerámica) UANL