36 resultados para INCAPACITADOS
Resumo:
Resumen tomado de la publicacin
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O acesso dos usu??rios ao local de atendimento apresentava dificuldades, j?? que o p??blico atendido era, na maioria, de terceira idade, incluindo casos de doentes e incapacitados de locomo????o. Al??m disso, os benefici??rios necessitavam receber informa????o detalhada e um atendimento que expressasse reconhecimento dos seus direitos e apoio, baseado na valoriza????o e aten????o especial. A CAIP foi criada com a finalidade espec??fica de atender, orientar e encaminhar os pensionistas e inativos para o exerc??cio dos seus direitos, a partir de uma concep????o voltada para a maior efici??ncia dos servi??os prestados. A iniciativa melhorou o atendimento, com ganhos de credibilidade do servi??o junto aos usu??rios. ??reas da atividade da DAMF-RJ, que estavam sobrecarregadas com as tarefas de atendimento aos inativos e pensionistas, tamb??m foram beneficiadas. Outras ??reas, envolvidas nesse atendimento de forma indireta, manifestaram o seu reconhecimento com a nova agilidade dos servi??os. A equipe se fortaleceu atrav??s da capacita????o, da descentraliza????o das a????es e do acompanhamento das etapas
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RESUMO Introduo O acidente vascular cerebral (AVC) a segunda causa de morte a nvel mundial e a terceira nos pases industrializados. A idade o factor de risco no modificvel mais importante para AVC, verificando-se um aumento da incidncia de AVC at ao limite mais extremo da idade avanada. Presentemente, mais de metade de todos os AVCs ocorrem em doentes com mais de 75 anos, e, dado que a esperana de vida est a aumentar, sendo os muito idosos o segmento de crescimento mais rpido da populao, de esperar que este segmento da populao venha a contribuir com uma proporo cada vez maior do nmero total de AVCs. O AVC no doente idoso apresenta caractersticas particulares, sendo diferente do AVC no doente mais jovem relativamente a factores de risco, a subtipos clnicos e etiolgicos de AVC, e a prognstico. O factor de risco ardiovascular mais importante para AVC em doentes idosos a fibrilhao auricular. O enfarte cerebral em doentes idosos clinicamente mais grave do que nos restantes doentes, associando-se esta maior gravidade a uma maior incidncia de enfartes cardioemblicos. As taxas de letalidade so mais elevadas nos doentes mais idosos, e o estado funcional dos sobreviventes , igualmente, pior, a curto e a longo prazo. Contudo, uma proporo importante de doentes idosos com AVC sobrevive em bom estado funcional. At agora, muito poucos estudos procuraram identificar factores preditivos independentes de resultado em doentes idosos com AVC em geral, de qualquer subtipo patolgico, e menos ainda em doentes idosos apenas com AVC isqumico. Objectivos: O objectivo principal deste estudo consistiu em descrever a contribuio do AVC para a passagem de um estado independente para um estado de dependncia ou morte numa coorte de doentes idosos que sofreram o seu primeiro AVC isqumico ao longo da vida, e em identificar os factores que a determinam. Paralelamente, como objectivo secundrio, foi analisada a demografia, factores de risco, aractersticas clnicas e de resultado da coorte de doentes idosos, estratificada em dois grupos de idade. Mtodos: No perodo entre 1 de Julho de 2003 e 31 de Dezembro de 2005, foram recrutados todos os doentes com idade igual ou superior a 70 anos, internados consecutivamente no Servio de Medicina I do Hospital Egas Moniz, pelo seu primeiro AVC isqumico ao longo da vida. Foi adoptada a definio de AVC da Organizao Mundial de Sade (OMS). Os doentes foram avaliados na fase aguda, data da alta hospitalar e em consultas de seguimento aos 1, 3 e 6 meses. Foi elaborado um protocolo padronizado para a avaliao na fase aguda, e outro para as consultas de seguimento. O protocolo destinado fase aguda inclua informao sobre: (1) dados sociodemogrficos; (2) factores de risco vascular e outras comorbilidades; (3) avaliao cognitiva pr-AVC; (4) avaliao de incapacidade pr-AVC; (5) dados de avaliao mdica geral na fase aguda; (6) ndice de comorbilidade mdica geral de Charlson; (7) dados de avaliao neurolgica do doente, quer de uma forma especificada, quer sintetizados numa escala de gravidade dos dfices neurolgicos, a National Institutes of Health Stroke Scale (NIHSS) e na classificao clnica do Oxfordshire Community Stroke Project (OCSP); (8) resultados laboratoriais de rotina primeiros valores aps o incio do AVC); (9) resultados dos principais exames complementares de diagnstico: TC crneo-enceflica sem contraste, lectrocardiograma, ecocardiograma trans-torcico, doppler das artrias cervicais extracraneanas; e outros exames, em doentes seleccionados; (10) a classificao etiolgica dos AVCs segundo os critrios do Trial of Org 10172 in Acute Stroke Treatment (TOAST); (11) principais complicaes neurolgicas e mdicas, ocorridas durante o internamento; (12) principais intervenes teraputicas; (13) estado vital (morte data da alta ou at aos 28 dias; data e causa de morte); (14) gravidade dos dfices neurolgicos e estado funcional data da alta; (15) destino aps a alta.O protocolo elaborado para as avaliaes de seguimento inclua informao sobre:(1) estado vital (morte; data de morte; causa de morte); (2) local de residncia; (3)teraputica efectuada; (4) ocorrncia de eventos cerebrovasculares recorrentes ou cardiovasculares; (5) presena de sintomas e/ou sinais de insufucincia cardaca; (6) avaliao da gravidade dos defices neurolgicos residuais; (7) avaliao funcional; (8) nova avaliao cognitiva (realizada apenas na consulta dos 6 meses).A anlise estatstica consistiu, em primeiro lugar, numa anlise descritiva da coorte global de doentes seguida de uma anlise comparativa dos doentes estratificados em dois grupos de idade (< 80 versus @ 80 anos), relativamente ao conjunto de todas as variveis independentes e de resultado; em segundo lugar, no subgrupo de doentes sem incapacidade pr-AVC, aps um processo de seleco de variveis, foram desenvolvidos, pelo mtodo de regresso logstica mltipla backward stepwise, modelos preditivos para o resultado morte ou dependncia versus estar vivo e independente aos 6 meses. Para a seleco das variveis, procedeu-se em primeiro lugar a anlise bivariada, tendo sido removidas as variveis que no apresentavam associao significativa com o resultado. Em segundo lugar, as restantes variveis foram classificadas em cinco grupos, sendo o primeiro constitudo pelas variveis demogrficas (gnero e idade), o segundo, por uma varivel do exame clnico geral, o terceiro, pelas variveis da avaliao neurolgica inicial, o quarto, por uma varivel imagiolgica, e o quinto por uma varivel de comorbilidade mdica geral. Resultados: Populao geral de doentes Durante o perodo de 30 meses em que se procedeu ao recrutamento prospectivo de doentes, foram internados consecutivamente 145 doentes que preenchiam os critrios de incluso, dos quais 142 aceitaram participar no estudo. A idade mdia dos doentes era de 79,56,0 anos e 69,7% eram do sexo feminino. O factor de risco vascular mais frequente no conjunto da populao foi a hipertenso arterial, atingindo 73,2% dos doentes. A diabetes mellitus e o consumo de tabaco, passado ou corrente, foram presentes em igual proporo de doentes (27,5%, cada). A fibrilhao auricular, antes ou durante o internamento hospitalar, foi detectada em 39,3% dos doentes. A proporo de doentes com incapacidade prvia ao AVC (score de Rankin modificado pr-AVC > 2) foi de 19%, traduzindo, pelo menos em parte, a presena de numerosas comorbilidades (insuficincia cardaca em 39,4% dos doentes; doena osteo-articular em 38,7%; incontinncia de esfincteres em 31,0%; dfice cognitivo em 18,4%; dfice visual em 18,3%; e dfice auditivo em 15,6%). O ndice de comorbilidade de Charlson foi superior a 1 em 54,9% dos doentes. Na avaliao neurolgica inicial, atravs da escala de NIHSS,aproximadamente metade dos doentes (50,7%) tinha um score igual ou superior a 7, sendo este o valor mediano deste score para o conjunto dos doentes. Aos 28 dias e seis meses, as taxas de letalidade foram de 5,6% e 22,5%, respectivamente. Dos sobreviventes, aos seis meses, 44,5% apresentava incapacidade moderada ou grave (score de Rankin modificado > 2). No conjunto de toda a populao, a proporo de doentes com score de Rankin modificado > 2 aumentou de 19% antes do AVC para 57% aos seis meses, sendo de 34,5% a proporo de doentes com incapacidade moderada ou grave. Nos 115 doentes sem incapacidade antes do AVC, a taxa de letalidade, aos seis meses, foi de 19,1%, e dos sobreviventes, 34,5% ficaram com incapacidade moderada a grave (score de Rankin modificado > 2). Comparao dos doentes estratificados em dois grupos de idade Dos 142 doentes que aceitaram participar no estudo, 75 (52,8%) tinham idade igual ou superior a 80 anos. Neste grupo de doentes, em comparao com o grupo mais jovem, havia mais doentes do sexo feminino (77,3% versus 61,2%; p=0,037), mais vivos (54,7% versus 37,3%; p=0,038), menos doentes a viver em suas casas com esposa/companheiro (34,7% versus 56,7%; p = 0,008), mais doentes a viver com familiares ou cuidador (34,7% versus 17,9%; p = 0,024), e mais doentes a viver em instituio (8,0% versus 0,0%; p=0,029). Relativamente aos factores de risco vascular, o grupo mais idoso apresentou uma frequncia mais elevada de fibrilhao auricular pr ou intra-hospitalar (48,6% versus 28,8%; p = 0,016) e de insuficincia cardaca (49,3% versus 28,4%; p = 0,011), e uma frequncia mais baixa de antecedentes de tabagismo (20,0% versus 35,8%; p=0,035), consumo de lcool (6,7% versus 22,4%; p=0,007) e doena arterial perifrica (2,7% versus 13,4%; p=0,017). A incapacidade prvia ao AVC, definida pelo ndice de Barthel (score <100), ou pela escala de Rankin modificada (score >2), foi mais frequente no grupo mais idoso (56,0% versus 31,3%, com p = 0,003 e 29,3% versus 7,5%, com p = 0,001, respectivamente). A proporo de doentes com presso arterial (PA) sistlica inicial elevada menor no grupo de doentes mais idoso (57,3% versus 76,1%; p=0,018). Na avaliao neurolgica inicial, este grupo apresentou uma maior proporo de doentes com afundamento do estado de conscincia (62,7% versus 31,3%; p<0,001), afasia (42,7% versus 17,9%; p = 0,001), alterao da motilidade ocular (36,0% versus 20,9%; p = 0,047), e com um score de NIHSS inicial @ 7 (65,3% versus 34,3%; p<0,001). A distribuio dos subtipos clnicos do OCSP foi diferente entre os dois grupos de doentes (p=0,001). Os enfartes total e parcial da circulao anterior (TACI e PACI, respectivamente) foram mais frequentes no grupo de doentes com idade mais avanada (18,7% versus 6,0%, para o TACI; 48,0% versus 28,4%, para o PACI). Os enfartes lacunares e da circulao posterior (LACI e POCI, respectivamente) foram mais frequentes no grupo de doentes mais novo (52,2% versus 29,3%, para o LACI; 13,4% versus 4,0%, para o POCI). Na classificao etiolgica, apenas o AVC por ocluso de pequenos vasos foi mais frequente no grupo de doentes menos idoso (22,4% versus 2,7%; p < 0,001). No final do perodo de seguimento, o grupo de doentes mais idoso tinha uma maior proporo de casos fatais (33,3% versus 10,4%; p=0,001), e, nos sobreviventes, uma maior proporo de doentes incapacitados, quer com a incapacidade definida pelo ndice de Barthel (score < 100) ou pela escala escala de Rankin modificada (score > 2) (78,0% versus 51,7% com p=0,004 e 56,0% versus 35,0% com p=0,027, respectivamente). Modelos preditivos Na anlise multivarivel foi includo apenas o grupo de doentes que no tinha incapacidade prvia ao AVC, constitudo pelos 115 doentes que tinham um score de Rankin pr-AVC igual ou inferior a 2. No desenvolvimento dos modelos, as variveis idade e gnero, a PA sistlica inicial codificada (@140 mmHg), a varivel de imagem cortical extenso e o ndice de comorbilidade de Charlson, so comuns a todos eles. As variveis neurolgicas, diferentes de modelo para modelo, so: o score de NIHSS, no modelo1; o score de coma de Glasgow (15 versus <15), no modelo 2; o subtipo clnico TACI, no modelo 3; e as variveis neurolgicas clnicas, afasia, extino, parsia de mais do que um membro, campos visuais e motilidade ocular, no modelo 4. O modelo 1, em que o score de NIHSS constituiu a forma de avaliao do dfice neurolgico inicial, foi o que teve melhor exactido preditiva, classificando correctamente 85,2% dos doentes e explicando 60% da varincia no resultado (R2 de Nagelkerke). A capacidade discriminativa deste modelo, medida atravs da area under the receiver operating characteristic (ROC) curve (AUC), foi a mais elevada (0,893), embora no sendo estatisticamente diferente da AUC dos outros modelos. Os preditores independentes de mau resultado neste modelo foram o gnero feminino, a PA sistlica inicial @ 140 mmHg e o score de NIHSS inicial. Em todos os restantes modelos, as variveis da avaliao neurolgica inicial foram igualmente preditores independentes de resultado, em conjunto com o gnero feminino e o ndice de comorbilidade de Charlson. A idade e a PA sistlica inicial foram tambm preditores independentes de resultado nos modelos 3 e 4, e a varivel cortical extenso no modelo 2. Concluses No presente estudo, considerando a totalidade dos doentes, aos 6 meses aps o AVC, as propores dos doentes que morrem ou ficam incapacitados, em particular a dos doentes incapacitados, so mais altas do que as encontradas em estudos inclundo doentes de todas as idades com o seu primeiro AVC isqumico, reflectindo o pior prognstico dos doentes mais idosos com AVC isqumico, em que uma proporo importante apresenta incapacidade j antes do AVC. No entanto, considerando apenas os doentes sem incapacidade prvia ao AVC, as propores encontradas para morte ou incapacidade aos 6 meses foram prximas das de estudos de base populacional inclundo doentes de todas as idades com o seu primeiro AVC isqumico. O presente estudo demonstrou que em doentes idosos que sofrem o seu primeiro AVC isqumico ao longo da vida, e que no tinham incapacidade prvia ao AVC, a gravidade do dfice neurolgico inicial , do mesmo modo que nos doentes com AVC isqumico de todas as idades, o principal preditor independente de resultado. O score de NIHSS demonstrou ser um importante preditor independente de resultado em doentes idosos com AVC isqumico, eliminando a contribuio independente para o resultado de vrios outros preditores potenciais, o que no aconteceu quando a gravidade do AVC foi medida atravs de outras variveis de validade e fiabilidade mais incerta. O presente estudo demonstra como o resultado de uma anlise multivarivel fortemente afectado pelas variveis independentes utilizadas. Os vrios modelos apenas diferiam na forma como foi avaliada a gravidade neurolgica do AVC, originando, mesmo assim, resultados bastante diferentes. Este facto refora a necessidade de utilizar para o desenvolvimento dos modelos variveis clinicamente relevantes, com elevada fiabilidade e validade comprovadas. Uma das caractersticas dos doentes muito idosos a presena de mltiplas comorbilidades simultaneamente. O presente estudo sugere que o efeito da comorbilidade sobre o resultado pode ocorrer por intermdio da maior gravidade neurolgica do AVC,embora estes resultados necessitem de ser confirmados em estudos com maior nmero de doentes. Este achado, a confirmar-se, da maior importncia, levando a que a preveno e tratamento da patologia cardiovascular e cerebrovascular deva ser encarada como um todo. O presente estudo mostra que os doentes muito idosos com AVC isqumico apresentam caractersticas epidemiolgicas e clnicas especficas, mesmo quando a comparao feita entre dois diferentes estratos de doentes idosos. Em particular, a maior frequncia,neste grupo de doentes, de fibrilhao auricular, associada maior frequncia dos enfartes TACI e PACI da classificao clnica do OCSP, que so os subtipos clnicos mais frequentemente de etiologia cardioemblica, tm importantes implicaes relativamente a preveno e tratamento, reforando a importncia da anticoagulao teraputica tanto para preveno primria como secundria.
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Foi realizada avaliao imunolgica em 48 indivduos com histriapregressa de leishmaniose visceral (L. V)eem seis pacientes durante a fase aguda da doena e aps o tratamento. Ttulos significativos de anticorpos determinados pela tcnica de imunofluorescncia e/ou ELISA foram observados em 32 (67%) dos 48 casos. A avaliao da resposta imune humoral e celular nos seis pacientes durante a fase ativa da doena demonstrou ttulos elevados de anticorpos (mdia 9536 7169) e resposta lnfoproliferativa ausente (323 24). Aps o tratamento (3 e 6 meses) os ttulos de anticorpos s caram em trs dos seis pacientes, ao passo que linfcitos passaram a responder "in vtro" a antgenos de leshmna (11909 5637). Estes dados demonstram que os indivduos que adquirem leishmaniose visceral no so geneticamente incapacitados de responder a antgeno de leshmna equea persistncia de ttulos elevados de anticorpos anos aps o tratamento, sugere que o parasita permanea no hospedeiro aps a cura clnica da doena.
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Este artigo aborda aspectos estudados num projecto de investigao mais abrangente e que lhe serviu de suporte: Comunicao Visual e Design Inclusivo- Cor, Legibilidade e Viso envelhecida, projecto de Doutoramento em Design, FAUTL. Nele estudmos questes relacionadas com a viso e a viso da cor, as alteraes e a diminuio das capacidades visuais com o processo de envelhecimento, os contrastes cromticos, a legibilidade, a tipografia e condies de leitura; ao propor a aplicao de princpios especficos no processo projectual, estabelecemos a ligao entre o Design Inclusivo e a Comunicao Visual. Tratando-se de projectar para grupos-alvo cujas capacidades visuais esto diminudas, as condies de visibilidade das cores e das tipografias devem ser cuidadosamente avaliadas, produzindo-se assim objectos de comunicao (impressos) verdadeiramente inclusivos e eficazes. Se existir a preocupao de aplicar solues que observem boas condies de percepo e legibilidade para os mais incapacitados visualmente, estas solues vo criar objectos impressos verdadeiramente teis, eficazes e legveis para o maior nmero possvel de pessoas.
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cada vez mais preocupante o aumento do nmero de acidentes de viao no Mundo e em Cabo Verde em particular. A sinistralidade rodoviria continua a ser, a nvel global, um dos maiores flagelos das sociedades modernas. De acordo com a OMS (Organizao Mundial da Sade), 1,3 milhes de pessoas perdem suas vidas anualmente no trnsito e 50 milhes dos que sobrevivem ficam feridos ou incapacitados devido a acidentes de viao. Os dados da Direco Geral dos Transportes Rodovirios (DGTR) da Repblica de Cabo Verde, demonstram que o concelho da Praia ocupa a 1 posio no ranking da sinistralidade registada no pas. Esta pesquisa tem por objectivo, realizar uma anlise estatstica espacial dos pontos de acidentes de trnsito verificados no concelho da Praia, nos anos de 2009 e 2010, aplicando metodologias baseadas em Sistemas de Informaes Geogrficas (SIG) e suas ferramentas de anlise espacial conjuntamente com o tratamento estatstico para explorao dos dados de acidentes. O presente trabalho permitir, analisar o local (zona geogrfica de ocorrncia de acidente), a tipologia (despiste, atropelamento, coliso, choque, abalroamento, queda, capotamento e outros), a severidade (fatal, no fatal, sem vtima), o perodo (diurno, nocturno, dia, ms e ano), o tipo de veculo (ligeiro, pesado), o tipo de servio prestado (particular, aluguer, estado), a faixa etria das vtimas, a intensidade do fenmeno, as tendncias, identificar as reas crticas e comparar os resultados obtidos. As informaes obtidas possibilitaro diagnosticar problemas existentes, de forma adequada e eficiente e, assim, auxiliar na tomada de decises pelos rgos de gesto do sistema virio.
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O presente trabalho debrua-se sobre o estudo das estratgias de modificao comportamental destinadas a alunos hiperactivos. Tm-se como objectivo, primordial conhecer a percepo dos professores face as estratgias de modificao comportamental destinadas a alunos hiperactivos na sala de aula. O estudo do tipo exploratrio-descritivo caracterizado por uma abordagem qualitativa. Os sujeitos da amostra so 4 professores do ensino bsico que tm na sala alunos com diagnstico de Desordem por Dfice de Ateno e Hiperactividade. Os professores foram escolhidos por convenincia. Para a colecta dos dados foi utilizada uma entrevista em profundidade que cobriu as dimenses: o conhecimento das estratgias de modificao comportamental; reconhecimento da eficcia das estratgias de modificao comportamental; as principais necessidades experimentadas na utilizao de tais estratgias; as dificuldades sentidas quanto a implementao das estratgias de modificao comportamental. Os professores deste estudo referiram ter dificuldades prticas, quanto ao conhecimento da DDAH, das estratgias a utilizar, e de como implementar tais estratgias de modificao comportamental destinadas ao aluno DDAH. Os professores esto interessados na apreenso de tais estratgias, o que acreditam ser de muita urgncia para ajudar a trabalhar com o aluno DDAH. Os resultados deste estudo revelam na sua maioria que os professores sentem incapacitados quanto a trabalhar com o aluno DDAH, o que pode ser explicado pelo facto de no terem um conhecimento desta problemtica, o que dificulta o processo ensino aprendizagem de alunos DDAH.
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Es importante que tengamos en cuenta que las Declaraciones de Derechos, las Constituciones, la nueva Carta de Derechos Fundamentales de la Unin Europea, el Convenio de Derechos Humanos en Biomedicina, las nuevas Leyes de autonoma del paciente... todas hacen hincapi en los derechos de los pacientes, en los derechos de los incapacesde hecho y de los efectivamente incapacitados. Las normas vigentes concuerdan en que todos los pacientes -tambin los psiquitricos- poseen, en principio, los mismos derechos, y que las limitaciones a su ejercicio tienen que ser siempre justificadas e interpretadas de manera restrictiva.
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Es importante que tengamos en cuenta que las Declaraciones de Derechos, las Constituciones, la nueva Carta de Derechos Fundamentales de la Unin Europea, el Convenio de Derechos Humanos en Biomedicina, las nuevas Leyes de autonoma del paciente... todas hacen hincapi en los derechos de los pacientes, en los derechos de los incapacesde hecho y de los efectivamente incapacitados. Las normas vigentes concuerdan en que todos los pacientes -tambin los psiquitricos- poseen, en principio, los mismos derechos, y que las limitaciones a su ejercicio tienen que ser siempre justificadas e interpretadas de manera restrictiva.
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Es importante que tengamos en cuenta que las Declaraciones de Derechos, las Constituciones, la nueva Carta de Derechos Fundamentales de la Unin Europea, el Convenio de Derechos Humanos en Biomedicina, las nuevas Leyes de autonoma del paciente... todas hacen hincapi en los derechos de los pacientes, en los derechos de los incapacesde hecho y de los efectivamente incapacitados. Las normas vigentes concuerdan en que todos los pacientes -tambin los psiquitricos- poseen, en principio, los mismos derechos, y que las limitaciones a su ejercicio tienen que ser siempre justificadas e interpretadas de manera restrictiva.
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Aquest cas real reflecteix una situaci problemtica en que es troben algunes empreses familiars catalanes del sector agrari. En compliment d'un costum molt arrelat en les zones rurals la primera generaci efectua un heretament preventiu a dins duna escriptura de captols matrimonials. Els futurs cnjuges instituen el seu futur fill primognit que sigui noi, com hereu de tots els seus bns. Sense ni tan sols saber de l'existncia d'aquest pacte successori, quan amb l'esdevenir dels anys s'ha creat i desenvolupat l'empresa familiar, el fill o la filla que va a continuar amb el negoci no s el noi primognit i els pares que van pactar la successi en favor d'aquest, ja no es troben en condicions de testar revocant aquest pacte, perqu o b ja han mort o b es troben incapacitats per causa de malaltia o vellesa. Lobjectiu daquest treball es advertir sobre aquesta realitat i proposar solucions de prevenci i avanament en el procs de planificaci de la successi de lempresa familiar.
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Este caso real refleja un situacin problemtica en que se encuentran algunas empresas familiares catalanas del sector agrario. Siguiendo un acostumbre muy araigada en las zonas rurales la primera generacin efecta un heredamiento preventivo incluyndolo en la escritura de captulos matrimoniales. Los futuros cnyuges instituyen a su futuro hijo pimognito varn, como heredero de todos sus bienes. Sin ni siquiera saber de la existencia de este pacto sucesorio, cuando con el devenir de los aos se ha creado y desarrollado la empresa familiar, el hijo e hija que va a continuar con el negocio no es el primognito varn designado al tiempo del matrimonio de los padres y stos ya no se encuentran en condiciones de testar revocando este pacto, porque o bien ya han muerto o bien se encuentran incapacitados por causa de enfermedad o vejez. El objetivo de este trabajo es advertir sobre esta realidad y proponer soluciones de prevencin en el proceso de planificacin de la sucesin de la empresa familiar.
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OBJETIVO: Determinar a prevalncia da sndrome de dumping em uma srie de casos submetidos ao bypass gstrico, baseado em critrios clnicos, e caracterizar seus principais aspectos. MTODOS: Foi realizada uma anlise dos sintomas descritos como dumping em 34 pacientes obesos mrbidos submetidos ao bypass gstrico com reconstruo em Y de Roux, por meio do preenchimento de um questionrio que incluiu um sistema de escore para o diagnstico clnico da sndrome de dumping, descrito por Sigstad. RESULTADOS: A ocorrncia de dumping com base em critrios subjetivos foi de 44%. Aplicando o escore para diagnstico clnico, a ocorrncia foi de 76%. Os sintomas mais freqentes foram "vontade de deitar" (88%), cansao (69%) e sono (69%). Apenas 28% dos pacientes com dumping se sentiram incapacitados para a realizao das atividades cotidianas. No foi observada diferena entre o percentual de perda de peso dos pacientes dumpers e no-dumpers. CONCLUSO: O escore de Sigstad se mostrou uma ferramenta til para o diagnstico de dumping, embora uma viso crtica deva ser adotada quando utilizado em pacientes submetidos ao bypass gstrico. A sndrome de dumping foi frequente nesta populao, embora geralmente subestimada, no sendo incapacitante para a realizao das atividades cotidianas dos pacientes, assim como no se mostrou um fator relevante no auxlio perda de peso.
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Objetivo: Establecer la distribucin de los diagnsticos de la consulta mdica laboral, en el grupo de docentes vinculados a una IPS de Bogot y su relacin con las variables demogrficas, diagnosticadas en el periodo comprendido entre el 1 de enero de 2010 al 31 de diciembre de 2010. Materiales y mtodos: Estudio descriptivo transversal observacional que analiz la informacin referente a una serie de casos con una poblacin estudiada de 411 docentes. Resultados: Se encontr un predominio de poblacin femenina, con una media de edad de 47,37,2 aos. El promedio de incapacidades fue de 34.3 18.3 das. Los principales diagnsticos de la consulta mdica laboral que se encontraron fueron, en su orden: disfona, trastornos de los nervios y enfermedades osteomusculares. Fueron de significancia estadstica: los diagnsticos entre hombres y mujeres ((p=0,039)) y las jornadas laborales (p=0,008). Conclusin: El estudio demostr que los diagnsticos de la consulta mdica laboral en Bogot para un grupo de docentes no difieren de lo encontrado en estudios en el resto de Latinoamrica, y por ende es clave para desarrollar polticas e implementar programas de salud ocupacional para esta poblacin.
Resumo:
Resumen tomado de la innovacin